Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 FESTA DE CRISTO REI


21 de novembro de 2010



   

"O povo ficava por ali, olhando, mas os dirigentes zombavam de Jesus, dizendo: “Salvou aos outros; que salve a si mesmo, se é o Cristo de Deus, o Eleito!”. Os soldados também o insultavam. Aproximaram-se, oferecendo-lhe vinagre, enquanto diziam: “Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!”. E, em cima da sua cabeça, havia um letreiro em grego, latim e hebraico: “Este é o rei dos judeus”.

Um dos malfeitores crucificados o insultava: “Não és tu o Cristo? Salva-te, então, a ti mesmo, e a nós também!”. Mas o outro o repreendia: “Tu, que sofres a mesma pena, não temes a Deus? Para nós, o castigo é justo: pagamos nossos crimes. Mas este não fez nenhum mal!”. E continuou: “Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu reino!”. Jesus lhe respondeu: “Eu te asseguro: hoje mesmo estarás comigo no Paraíso!”»         (Lc.23,35-43)

 

 

            A vida pública de Jesus começa com um único, grandioso, projeto expresso apenas em poucas palavras, suas primeiras palavras: «O reino de Deus está perto de vocês, superem a vossa maneira de pensar e creiam no Evangelho!» (Mc. 1,15). É um apelo à confiança na fidelidade de Deus que, agora, está agindo definitivamente no mundo («o tempo está cumprido» dirá Jesus). É a declaração de que a última palavra será aquela que Deus possui dentro de si, no seu ser, que é uma palavra de amor. É um julgamento que já começou a partir do momento em que a verdade se faz conhecer e diante desta verdade cada um se posicionará, de modo que se manifeste o que existe realmente no mais profundo do seu coração. Tudo isto está sintetizado no trecho que acabamos de ler. Pessoalmente não posso esquecer que o Concílio de Trento, no Decreto sobre a Penitência disse que o julgamento sobre o homem corresponde ao “julgamento da cruz”. E isto é maravilhoso! O quadro que acabamos de ver nas palavras do Evangelista Lucas é então a descrição daquilo que será o desfecho final da história humana posta diante da história de Deus. Assim temos, na leitura do Evangelho deste último domingo do Tempo Comum, a antecipação do critério último do caminhar da fé. Temos aqui o resultado de todo o esforço da vida de Jesus dada e recebida ou não pelas pessoas. Aqui, o nosso Deus está antecipando para nós o seu pensamento sobre nós. Vejamos o que Ele nos diz.

            A primeira parte descreve o povo inerte e os dignitários religiosos proclamando a própria vitória sobre alguém que queria, no entender deles, desestabilizar a autoridade constituída através da subversão da Lei. Mas esta primeira parte, embora emoldurada num contexto negativo, também termina com uma maravilhosa declaração da vitória de Jesus sobre o que não é o bem. Jesus que havia anunciado a vinda do Reino em toda a sua vida, os que se esperava que entendessem não o fizeram, apenas um pagão, o mesmo que O condenou e que O fez sentar no seu trono de Procurador Romano dizendo «Este é o vosso Rei» (Jo. 19,13; o verbo -ekaqisen- deixa entender também que Pilatos fez sentar Jesus, o que é mais provável, em base à “lectio dificilior”), este mesmo pagão, Pilatos, reconheceu com um escrito oficial –por causa das três línguas- a soberania última de Jesus: «E, em cima da sua cabeça, havia um letreiro em grego, latim e hebraico: “Este é o rei dos judeus”».

Será que poderemos usar do que se passou no coração de Pilatos para entendermos o que significa o atributo de “rei” ele deu e que ainda hoje nós damos a Jesus? Vale ainda a pena usar este termo para Jesus, hoje que ser “rei” significa apenas pertencer a um mundo que não existe mais a não ser nas fábulas? Reis e rainhas parecem ter sido varridas da nossa história, por quê?

            O grande mal entendido sobre o sentido da realeza começou a nascer na Grécia nos VII e VI sec. A.C. quando o rei começou a perder a sua fisionomia original e assim perdeu a confiança do povo, deste modo as famílias nobres da Grécia começaram a substituir o Rei com membros da própria classe, chamados “tiranos” (por exemplo, Dionísio I, Policrates e outros). Assim, começou o mal entendido entre “serviço” de rei e “poder” de rei. O Rei “recebia” o comando, a responsabilidade de um território ou de um povo, o Tirano, a diferença do Rei, “tomava” o controle de um território o de um povo. Assim, o serviço ao povo se transformava em poder sobre o povo. O mundo que Pilatos conhecia era o mundo daquele que “toma” o controle com a sua força. O mundo que Jesus mostrava era o reinado de alguém que recebe o obséquio de um malfeitor, que o reconhece Rei. Nas últimas palavras do malfeitor estava a declaração da vitória de Jesus, a declaração da Sua realeza, já que tinha levado a bom êxito o intuito de um autentico rei. Jesus esolheu servir não apenas como serve um rei humano mas como Deus serve: resgata as pessoas que, como o malfeitor, erraram na vida, aquelas que se encontraram num beco sem saída, àquelas que foram deixadas de lado pelo preconceito e egoísmo de outras... Esta era a sua vitória: um reino recebido de Deus reconhecido como tal pelas palavras de um malfeitor que abriu a Deus o seu coração, não de autoridades e príncipes, não de pessoas importantes e cheias de si mesmas.

Reinado é dignidade, controle é poder, um é serviço ao homem, outro é se servir do homem. O que Pilatos viu foi a grande liberdade de Jesus de servir até o último momento, e isto mostra a realeza verdadeira, aquela nobreza que está no íntimo do nosso ser que se descobre imagem de Deus.   

O reino de Deus, dizia o Papa Bento XVI é “a vida que se afirma sobre a morte, a luz da verdade que dissipa as trevas da mentira e da ignorância de Deus”. O reinar de Deus é a demonstração que o Amor que está em Deus, manifestado a nós em Cristo, este amor triunfa e vence sobre o mal, em todos os momentos e em todas as circunstâncias. Se Cristo é “rei” é por amor.

Nas palavras do malfeitor encontramos outra dimensão da realeza de Jesus. Os mitos pagãos, que influenciaram também parte da cultura religiosa de Israel, imaginavam a subversão deste mundo feito de pecadores, injustos através da sua destruição à qual sucederia um mundo novo, totalmente diferente do primeiro. Convicção esta que encontramos em muitos lugares expressa, por exemplo, no Sal. 9: «Voltem os ímpios ao inferno, todos os povos que se esqueceram de Deus» e o mesmo Salmo continua afirmando que Deus é rei porque «varre da terra os pecadores». Mas Jesus, na cruz, não “varreu” nenhum pecador, ao contrário, pediu perdão para eles! Se o Deus de Israel era imaginado como um rei que esmaga os inimigos, o rosto transparente de Jesus nos mostra outro Deus, incapaz de julgar em favor da morte de um pecador. O mundo novo não começa com a destruição mas com a esperança, com uma porta aberta. Jesus diz ao malfeitor: «hoje», uma palavra muito carregada de sentido, que nada tem a ver com algo cronológico, mas sim existencial, ou seja, é como se dissesse a ele: “agora sim! Agora você está comigo, como naquele jardim (paraíso vem da língua Sânscrita e significa “jardim”) que Deus imaginou para o homem, um jardim de paz e amizade, de confiante entrega à bondade e misericórdia de Deus. Este é o teu Paraíso um jardim que se faz encontrar na tua vida, no lugar onde menos você espera e no momento em que você menos imagina. «Felizes vós, os pobres, porque a vós é dado o reino de Deus!» (Lc. 6,20)

Mas o que isto tem a ver com a Realeza de Jesus?

Para entender um pouco melhor permito-me recorrer à figura original de um rei. Em primeiro lugar a realeza é, na Escritura, um dom de Deus, mesmo que o direito ao trono possa indicar algo diferente. Foi o caso de Salomão (1Rs. 2,15); ele se tornou rei no lugar do primogênito, Adonias, ao qual caberia por direito. Contudo o mesmo Adonias reconhece que Deus “deu” o Reino a seu irmão. Ou seja: não estamos diante de uma posse nem de um objetivo alcançado. Receber o “reinar” é receber uma tarefa a cumprir para o bem da nação. O rei de Israel deve acima de tudo garantir três coisas que mantêm viva a identidade de Israel: é povo consagrado a Deus, nascido das mãos de Deus e conduzido pelo Espírito de Deus. O rei é uma pessoa que dá, dia após dia, a sua vida para que o povo não perca a sua identidade e vocação, para que seja aquilo que é. A etimologia da palavra “reinar” é semelhante a “reger” o que significa duas coisas: sustentar no momento da dificuldade e corrigir o caminho, indicar o caminho.

O rito da entronização era a maior expressão deste significado original da realeza.

Toda entronização comportava uma renovação da Aliança e esta era feita repetindo o pronunciamento solene do Juramento do Sinai acompanhado de sacrifícios. Como não podemos ver na última ceia de Jesus, bem como a sua entrega na cruz como a renovação definitiva da Aliança? Uma aliança nova e eterna, agora não mais sancionada com o sangue de um cordeiro, mas com a vida de Jesus dada até o fim, como pensa o Autor da Carta aos Hebreus. É esta entrega sem medida que realiza a possibilidade de superar o poder dos outros reinos que se sustentam no mal e na mentira institucionalizada.

 Esta imagem ao lado é um crucifixo Bizantino que está em Ravenna. Acho que a imagem fale sozinha: Jesus não é um homem prostrado pela dor embora no seu rosto haja os sinais da dor. É um homem que morre “de pé” (expressão muito significativa na Escritura e que repetimos no II Cânon da Missa). É revestido definitivamente da sua função que é real e sacerdotal, (coroa e vestes) recebendo o reinado através de dois símbolos: o cetro, que recorda o cajado do “rei-pastor” que rege e conduz as ovelhas; e o símbolo das duas chaves, uma para Ele que entra no Céu e outra, ainda nas mãos do anjo, que representa a Igreja que entrará com Ele.

Uma última consideração. O rei era ungido por um profeta já para indicar que era agradável a Deus na sua pessoa e no seu intuito de reger o povo. Junto com a insígnia do cetro e os outros instrumentos do seu serviço (2Rs. 11,12) ao Rei era imposto na cabeça o “nezer” (às vezes traduzido com diadema) mas que na realidade era uma flor de ouro como coroa e o sacerdote pronunciava as palavras: “o rei florirá”. Como é maravilhoso ver isto na coroa de espinhos de Jesus! Espinhos de dor que florescem em pétalas de amor que tocaram o coração do malfeitor, mas não foram recebidas por corações empedernidos, bem como disse o Salmista: «Cobrirei de vergonha os seus inimigos, mas sobre ele florescerá a sua coroa» (Sal.132,18). “O rei florirá”, dizia o sacerdote no rastro do profeta Isaías que via o Servo-Messias florescer na “justiça”, no julgamento justo, que leva em consideração o homem como um todo e não apenas seus gestos por errados que tenham sido. Este amor ao homem que Jesus viveu até o fim, creio que expresse no melhor modo possível o sentido do belíssimo detalhe da coroa: no centro da flor havia uma pedra chamada “edut” que significa “testemunhar”. È isso: Jesus é a Testemunha fiel do amor de Deus, que vê o homem e não apenas o que ele faz. 

 

Pe. Carlo


Postado em: 19/11/2010 as 12:25:21





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