Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XIII Domingo do Tempo Comum


26 de junho de 2011



   

«Quem ama pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim. Quem ama filho ou filha mais do que a mim não é digno de mim. Quem não toma sua cruz e não me segue não é digno de mim. Quem quiser conservar a sua vida a perderá; e quem, por amor de mim, perder a vida a reencontrará. Quem vos recebe, é a mim que recebe. E quem me recebe também recebe aquele que me enviou. Quem recebe um profeta porque é profeta receberá a recompensa de profeta. E quem recebe um justo porque é justo receberá a recompensa de justo. E todo aquele que tiver dado um só copo de água fresca a um destes pequenos, por ser meu discípulo, de verdade eu vos digo:  ele não ficará sem recompensa» (Mt. 10,37-42).

 


 

            O texto que o Evangelho nos propõe hoje é a continuação das atitudes de Jesus descritas algumas páginas antes: Ele havia chamado os primeiros discípulos, conferindo-lhes autoridade e representatividade para poderem agir “em nome Dele”. Nas páginas anteriores o Evangelista recolheu as várias indicações que Jesus havia dado ao longo de sua vida aos discípulos de modo que ficasse claro o que, de fato, significa ser anunciadores, missionários e discípulos. Aos Doze, Jesus havia dado algumas simples indicações que sempre permitem identificar o verdadeiro missionário distinguindo-o de qualquer aventureiro que anuncia Jesus “em nome próprio”. Primeira entre todas as características é a simplicidade dos meios à disposição e a sobriedade no estilo de vida; segue o desprendimento do resultado, seja este positivo ou negativo, pois do contrário a missão seria interpretada apenas como resultado do esforço daquele que prega, quando, ao contrário, o resultado é fruto da ação do missionário e de Deus, ao qual pertence o inteiro projeto salvífico.  A eles Jesus recorda que a consistência das palavras é sempre reconhecida pelas atitudes que estão por detrás delas. Uma delas nasce com a certeza que o discípulo tem quanto ao fato de que Deus nunca deixa um seu servo sozinho, de que Ele é fiel e, por isso, não é coisa sábia entregar-se ao medo.

 

            Até este momento, o Evangelho teve como enfoque principal a relação que Deus estabelece com o seu discípulo, mesmo entre dificuldades e riscos. Mas o que cabe ao discípulo além de acreditar na firmeza da fidelidade de Deus? Além de manter-se fiel por acreditar na Sua fidelidade? Com certeza podemos recolher algumas indicações do trecho de hoje.

 

            A primeira parte nos sugere que o anuncio do Reino, o ato de ser associados à missão de Jesus e tem origem na Sua vontade. É porque eu sou enviado por Alguém que me torno missionário! Não pe porque eu decido empreender uma aventura em “meu nome”, mesmo que o objetivo da minha ação seja espalhar o nome de Jesus. Esta convicção gera um laço de dependência e relação muito forte entre Aquele que envia e aquele que é enviado e dá qualidade e força às palavras e gestos que acompanham o anúncio. Esta atitude difere muito de qualquer comum propaganda ou divulgação de idéias por quanto elevadas e espirituais que estas forem.

 

Anunciar o Evangelho não é, tampouco, questão de propagar coisas que Jesus fez, opiniões, ou as Suas perspectivas humanitárias para o bem da sociedade. Com certeza anunciar a mensagem de Jesus provoca uma transformação também em nível social, mas o objetivo não é a sociedade dos homens. O objetivo da missão é transferir na história dos homens a história de Deus, em Jesus Cristo. Neste sentido Jesus é “missionário”, “enviado” do Pai para estabelecer definitivamente a “história” de Deus (perdoem-me a figura de linguagem) na história dos homens; de todos e de cada um.

 

Como o é para todas as coisas de valor, o trecho que acabamos de ler nos recorda que a credibilidade daquilo que se anuncia está estritamente ligada à vida daquele que anuncia. Ou seja: é o que estamos dispostos a perder que dá a medida de quanto vale para nós aquilo que pregamos. Afinal, como é possível que as nossas palavras transmitam Jesus se as nossas escolhas não refletem as escolhas que Jesus fez na sua vida? Que peso, que impacto, que credibilidade terão as palavras de quem não é capaz de perder nada quando pretende anunciar Jesus que perdeu tudo? Ora, se somos bem pouco dispostos a perder, principalmente em nosso contexto social onde o mito é “ganhar”, que sintonia haverá entre a vida de Jesus e a nossa?

Com certeza todos nós conhecemos pessoas que sabem fazer discursos fascinantes, capazes de mexer com os sentimentos etc. mas, no momento de serem chamadas para responder a uma necessidade imediata, que implica em perca... são as “últimas a chegar”. Que credibilidade podem ter as palavras de quem se oferecer como interprete da vontade de Jesus quando, bem no fundo, não foi capaz de perder quase nada? Pelo contrário, isto lhe rendeu mais do que a vida tem oferecido a outras pessoas. Quem poderá entrever em suas palavras as palavras de Jesus, que podem dar uma resposta aos dramas existenciais dos quais tantas pessoas sofrem?

 

E ainda, quantas pessoas vêem sua vida religiosa e espiritual como um empresário vê a sua empresa quando se pergunta: “qual o retorno que terei disto?”! Se formos bem honestos para conosco, creio que muitas vezes nós também nos surpreendamos fazendo-nos a mesma pergunta, principalmente quando as coisas não andam bem, quando o nosso coração está menos ligado a Deus, quando esmoreceu a nossa oração... É então que volta a mesma tentação de sempre: pensar com a «mentalidade deste mundo» (Rm. 12,2) assim parafraseando uma expressão de São Paulo.

 

Paradoxalmente, quando não “queremos perder”, acabamos perdendo o que de mais valioso possuímos: o sabor da nossa vida, o entusiasmo da novidade -porque toda a vida se transforma em novidade para quem aceita perder o que é “velho”-; o brilho do olhar carregado de vigor viçoso, que é próprio de quem sempre está disposto a arriscar. Os gestos e as palavras de quem que perdeu algo importante para Jesus, sempre serão carregados daquela força que nenhuma conversa poderá contradizer, pois as opiniões têm origem na psique ou na razão..., mas a vida é vida, é objetiva, fala por si própria da verdade última. As palavras que falam de vida, que são associadas a escolhas que, por amor implicam em perca, são com certeza bem mais próximas das palavras de Jesus do que aquelas que falam a partir de idéias.

 

Quem de nós não sente uma atração especial para o que é verdadeiro? E o que é verdadeiro é o que existe, não o que se conjetura, imagina ou deduz. Num mundo onde impera a ditadura da “comunicação” ainda o espírito livre do homem sabe intuir o que é propaganda e o que não o é. «Minhas palavras são vida» dizia Jesus de si mesmo (Jo. 6,63), porque nada do que dizia permanecia no âmbito das opiniões mas era confirmado pelas opções práticas.

 

Por que, então, perder? Porque perder tanto assim como sugere o Evangelho? Em primeiro lugar porque é uma declaração a Jesus de quanto O amamos, não apenas em sentimentalismo que nada custa. Em relação à força do anúncio é porque escolhemos perder para poder dar força e autenticidade a tudo quanto dizemos sobre Jesus de modo que as nossas palavras não sejam vazias, mas sim carregadas de uma história de amor que só acontece quando perdemos algo por alguém. Quanto ao conteúdo que anunciamos, ou seja, o Evangelho que Jesus anunciava decidimos perder para dizer, com a nossa vida, que o Evangelho é realmente um tesouro, que o valorizamos a tal ponto de dar o que poucos estão dispostos a dar.

 

Perder para estar no lugar de onde Jesus falou: o último, ao lado do último.

 

Colocar-se no lugar onde Jesus se colocou dá credibilidade e associa o nosso coração ao Seu, ensinando assim o caminho do amor real e visível, para com Deus e as pessoas.

 

Creio que, a este ponto, possa ser oportuno considerar a qualidade do “perder”, pois nem toda “perca” santifica por si própria nem nos aproxima de Deus. O Evangelho nos propõe o critério que dá valor à “perda”: «Por causa de Mim»; é a referência a Jesus, ao seu modo de associar a vida às palavras, aos seus objetivos, aos sentimentos de profunda humanidade solidária... é isto que indica a qualidade do ato de perder. Às vezes a vida nos propõe de perder alguma coisa; podemos apenas perder uma ou outra coisa ou perde-la “por causa de Jesus” a primeira tem um valor limitado, a segunda tem um valor salvífico. Saibamos fazer o grande passo de associar a situação em que nos encontramos à pessoa de Jesus, para que, quanto é uma “comum” condição da nossa vida, possa transformar-se em instrumento de comunhão com Ele e que nos faça crescer na intimidade com Seu coração.

 

Não creio seja oportuno associar (como fazem alguns) estas palavras que ouvimos com certo radicalismo religioso ou ideológico que prega a “abnegação até à morte”, a “imolação” por causa da fé. Em primeiro lugar a perca ou morte não é um valor por si próprio, Jesus nunca pregou a morte como caminho para alcançar Deus, mas sim o amor levado às últimas conseqüências, o que pode ter como resultado também a morte. Em segundo lugar, nunca Jesus falou da própria morte senão como oferta; oferta da autenticidade de sua vida dada a Deus e aos homens. Por último, creio seja oportuno considerar “como” Jesus morreu: não se tratou de suicídio praticado diretamente ou provocado (a oração no Getsemani no-lo recorda muito bem!) e, acima de tudo, as últimas palavras de Jesus foram palavras de perdão e não de ódio para o inimigo. 

 

«... Digno de mim», «Por causa minha» acabamos de ouvir; existe uma perca que têm como objetivo a pessoa de Jesus, que a Ele conduz e, com Ele, nós conduz a Deus. Esta qualidade de “perca” terá assegurado seu resultado, já que é a mesma trilha que o Senhor percorreu. É uma perca que inspira credibilidade em quem escuta e dá força a quem fala; que encontra seus fundamentos na história de quem fala e projeta quem escuta na aventura do infinito; que libera o espírito do homem da mentira da propaganda.

 

É um ato de verdade.

 

É um ato de confiante amor.  

 

Aprendamos a agradecer o Senhor toda vez que nos propuser de perder algo, aprendamos a renovar o nosso “sim” a Ele, abraçar o que para Ele significava a cruz: não uma atitude deprimente de quem se “faz de vítima”, de fracassado, mas sim o sinal da verdade que o Senhor carregava em si. Quando estamos prestes a perder algo importante, aprendamos a dizer: “obrigado, Senhor, por questionar-me de novo, por não permitir que a minha vida morra no tédio do burguês comprazimento da minha existência morna”.


Postado em: 24/06/2011 as 08:14:42





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