Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XV Domingo do Tempo Comum


10 de julho de 2011



   

«Naquele mesmo dia, Jesus saiu da casa e sentou-se à beira do lago. Tanta gente se reuniu perto dele, que entrou numa barca. Sentou-se ali. Todo o povo ficou de pé na praia. E ensinou-lhes muita coisa em parábolas. Ele dizia: “Saiu certo semeador a semear. Quando semeava, uma parte das sementes caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra, e logo germinou, porque a terra não era profunda; mas, nascendo o sol, foi queimada pelo calor e, não tendo grandes raízes, secou. Outra ainda caiu por entre os espinheiros. Estes cresceram e a sufocaram. Outra, por fim, caiu em boa terra, e produziu frutos, uns na base de cem, outros de sessenta e outros de trinta grãos por um. Quem tiver ouvidos, que escute bem!” Então os discípulos chegaram perto e perguntaram: “por que motivo falas com eles em parábolas?”; respondeu-lhes: “Porque a vós, é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas não a eles. Pois ao que tem será dado, e terá em abundância, mas ao que tiver pouco, será tirado também este pouco. Portanto se lhes falo em parábolas, é porque, olhando, não percebem e, escutando, não entendem nem compreendem» (Mt. 13,1-13).

 

 


 

 

 

            O trecho do Evangelho que hoje está diante de nós dá inicio a uma parte especifica do escrito de Mateus o qual é composto por unidades literárias bem distintas com características especificas, provavelmente finalizadas à catequese e à formação da fé da comunidade cristã. Essa era compreendida pelo Evangelista como o lugar onde é possível fazer experiência da realidade nova que fora objeto do ensinamento de Jesus: o Reino de Deus. Mas como definir em conceitos um conjunto de atitudes, sentimentos, expectativas que Jesus indicava com a expressão “Reino” de Deus? Ou, melhor ainda, “o reinar de Deus”? Como explicar o significado novo que Jesus dava a uma locução de antigo cunho na história religiosa de Israel e que ainda era entrelaçada com uma visão teocrática segundo a qual o limite entre o “poder” de Deus e o poder político era sempre menos claro? O Evangelista recolhe neste capítulo uma série de imagens, parábolas, analogias através das quais Jesus havia tentado introduzir os seus discípulos na compreensão daquilo que não pode ser definido antes de ser vivido. Ou seja comumente nós optamos por tentar compreender alguma coisa e depois fazer a escolha. Ora, isto não é errado, contudo quando se trata de realidades divinas, que ultrapassam a compreensão da lógica comum, agir do mesmo modo implicaria num eterno restagnar, pois querer reduzir a lógica de Deus à nossa lógica pode significar apenas duas coisas: ou pretendemos ocupar o lugar de Deus ou pretendemos que ele ocupe o nosso lugar. O  “Reinar de Deus” antes se vive e depois se entende. O “Reinar de Deus” pode ser compreendido somente a partir do momento em que se dá o primeiro passo e se continua caminhando.

 

O trecho que temos à disposição tem como centro a Palavra; não uma palavra qualquer, mas uma palavra eficaz que “realiza o que significa” a palavra que Deus dá.

 

            Não é este o lugar mais oportuno para adentrarmo-nos em questões de religiões antigas, contudo, creio que possa ser útil também para nós refletirmos sobre o valor que tinha a palavra na época de Jesus, para podermos assim receber com maior eficácia a belíssima parábola do semeador.

 

            Hoje, nós “usamos” palavras, elas são instrumentos que nos servem para obter um resultado, por exemplo identificar um objeto, gerar uma sensação, explicar aquilo que sentimos, pensamos etc. Temos uma tão grande liberdade sobre as palavras, que as usamos como bem queremos; com grande autonomia (e às vezes com autoritarismo) trocamos o significado das palavras conforme o que nos interessa – o que é típico, por exemplo, da propaganda comercial, cultural e política-. Mas não foi sempre assim. A palavra, na verdade foi sempre considerada uma potência misteriosa; ela era o “caminho” que percorria a essência de uma pessoa -ou de um objeto–, para entrar a fazer parte daquele que recebia a palavra. Era como a porta de acesso ao mundo desconhecido da pessoa que estava diante do interlocutor. Pronunciar uma palavra correspondia então a quebrar os limites: penetrar e deixar-se penetrar pelo outro.

 

Ainda permanece vivo algum reflexo disto, como o vemos quando, por exemplo, um adolescente pronuncia pela primeira vez o nome daquela menina que é objeto de seu primeiro sentimento de paixão. Neste contexto, é interessante ainda ver como uma pessoa que tem dificuldades de fé mas está bem disposta, embora não tenha estabelecido um relacionamento explicito com o Senhor, somente se dê por “vencida” quando sozinha, cheia de vergonha, consegue dizer: “Deus”. É este o momento em que ela rompe definitivamente a barreira criada por tantas circunstâncias. A palavra, então “cria” uma situação nova tanto dentro da pessoa que a pronuncia quanto naquela que a recebe. Gera uma relação feita não por idéias, mas por transmissão de intimidade.

 

            É nesta ótica, então que a Palavra é comparada por Jesus à semente, pois a finalidade da semente é gerar, dar vida a algo que não existia antes. A palavra do semeador não serve para explicar algo sobre as realidades do Reino, mas para gerar o Reino dentro do coração das pessoas. Ela não esclarece, transfere vida! E isso é bem mais do que explicar a vida. É ilusório aproximar-se da palavra de Deus com a pretensão de que esta nos diga o que queremos saber; ela não se sujeita a tal manipulação, pois age por outros caminhos: nos dá o que desejamos pelo caminho que Deus escolhe.

 

È evidente que é um ato de amor a Deus tentar compreender a Sua linguagem, mas o fato de compreender ou menos, não pode ser o nosso único parâmetro, pois a palavra age gerando, por força própria, o que o Senhor quer gerar em nós; ultrapassa o que compreendemos ou não, bem como ouvimos do profeta Isaías: « ...assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, a fecundem e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim sem ter produzido aquilo para que a enviei» (Is. 55,10). Ninguém possui a Palavra, ela pode somente ser recebida. Trata-se de ver “como” é recebida e em que condições esta pode gerar em nós o que já traz consigo.

 

            Algum mês atrás me ocorreu um fato que suscitou em mim uma estranha sensação: uma pessoa que se sentia “perdida” em sua vida, que começou a perceber-se como objeto de forças “ocultas negativas” que agiam em torno dela, me disse: “Hoje eu sou uma pessoa livre porque, depois de tanto tempo, finalmente descobri o nome do demônio –e me disse o nome- e assim o posso controlar quando me atinge”. Que interessante! Quem sabe quantos esforços aquela pessoa fez, a quais ritos se sujeitou para “possuir o nome” e poder pronunciá-lo de forma a se libertar! Sem opinar sobre estas afirmações, é claro quanto para esta pessoa fosse concreto o fato de poder alcançar a liberdade ao pronunciar uma palavra que lhe foi confiada através de ritos, iniciações etc.

 

            Ora, quanto mais poderíamos sentir-nos livres se soubéssemos valorizar aquela semente que é a Palavra de Deus e que o semeador espalha em profusão!

 

O agricultor da parábola é um semeador magnânimo, não se preocupa em semear no terreno previamente escolhido, bonificado das pedras e espinhos, isto o fazem os homens, os quais avaliam, calculam se vale a pena ou não. O Semeador sabe que de qualquer forma vale a pena, confia no poder que a Sua palavra possui para criar algo novo, já que é a mesma Palavra que deu o ser de Deus naquilo que não era nem existia. A semente que Ele está disposto a lançar é viva e eficaz, sempre, mesmo que sintamos em nosso coração a dureza do terreno da estrada e, até, que algo possa perder-se.

 

A semente é abundante, é possível encontrá-la até entre os espinhos do nosso coração abarrotado de preocupações que parecem tomar conta da nossa vida e que podem até sufocá-la. A semente é boa, ela é sempre lançada. Cai até entre as pedras de nossa existência onde a vida ainda não conseguiu cavar fundo para abrir aqueles sulcos que ferem, sim, mas permitem à semente e penetrar ainda mais profundamente. Não há lugar onde ela não caia.

 

Não existem situações, por piores que forem as condições, nas quais não seja possível encontrar-nos com o Senhor que fala, que abre aquela porta que é Sua palavra, a qual conduz à intimidade do Seu coração e cria uma relação nova e renovadora.

 

            Quando o terreno é dócil, quando se deixa trabalhar mesmo por um arado que vira de baixo ao alto aquilo que parecia ser estável... pois bem, é então que a vida depositada neste terreno torna-se fonte de vida para outras, inúmeras, pessoas. Torna-se resposta a tanta fome de sentido da vida, torna-se “pão que alimenta”; transforma-se em outras tantas sementes capazes de perpetuar o ato do semeador indefinidamente.

 

            Nunca saberemos que tipo de terreno existe no intimo de nós mesmos, às vezes nos reconhecemos como entulhados de espinhos, às vezes duros como terra batida e queimada porque pisada por muitos... às vezes encontramos um bom terreno.... Não cabe a nós julgar onde irá cair a semente nem os resultados; importante é saber que a semente é sempre boa e sempre cai e, mesmo que por um só momento encontre um pouco de docilidade em nossa vida, deste terreno dócil brotarão frutos de vida tão abundantes que superam de muito o que, porventura possamos ter perdido.

 

O “bom terreno” que está em cada um de nós é aquele que se deixa penetrar pela vida que o Senhor quer depositar nele. Aquele que recebe a palavra semeada contempla num fecundo silêncio privo de agito a fecundidade que possui em si mesmo, uma vez que a palavra age com sua força criativa.

 

Aprendamos a contemplar a riqueza que o Senhor deposita em nós, lentamente, delicadamente, em superabundância.

 

“O céu faça chover a Justiça, a terra se abra e dela brote a justiça” (Is. 45,8).

 


Postado em: 07/07/2011 as 13:09:47





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