Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XVI Domingo do Tempo Comum


17 de julho de 2011



   

«Jesus contou outra parábola à multidão: “O Reino dos Céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora. Quando o trigo cresceu e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio. Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?’O dono respondeu: ‘Foi algum inimigo que fez isso’. Os empregados lhe perguntaram: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’. O dono respondeu: ‘Não! Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. Deixai crescer um e outro até a colheita! E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo: arrancai primeiro o joio e amarrai-o em feixes para ser queimado! Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!”’. Jesus contou-lhes outra parábola: “O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”. Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola: “O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”. Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo”. Então Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!”. Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifeiros são os anjos. Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará seus anjos, e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça”» (Mt. 13,24-43).

 


 

 

            No domingo passado Jesus se apresentava como um semeador cuja semente é sempre lançada em abundância, em torno de si; uma semente que cai sobre um campo cheio de pedras, espinhos e terra dura mas que, não obstante tudo isso, tem o poder de produzir mais fruto do que o esperado. O insucesso somente se dá se a palavra é deixada ali onde cai, por tempo, esquecida, deste modo é sufocada, é roubada, enfim, por uma série de fatores eventuais. A parábola de hoje é ligada de modo redacional à anterior, através do conceito de semente-palavra. Desta vez, porém, o discurso é mais complexo. Estamos diante de dois problemas: o primeiro consiste no fato de que sobre a semeadura paira uma terrível dúvida quanto ao resultado, o que não existia na parábola anterior. O segundo é relativo à semente, má, lançada de propósito. Obviamente não é difícil que esta narração nos remita à questão sobre o bem e o mal. O que é “bem” e o que é “mal”? «De onde vem?» perguntam os operários. O que fazer? São perguntas que a cada momento difícil da nossa vida ressurgem com força e veemência sempre maior.

 

            Bem e mal sempre foi objeto da indagação do pensamento humano para que fosse possível orientar o agir individual e coletivo; conhecer o “bem e o mal” é essencial para poder sobreviver, para conseguir estabelecer relações. Na história os conceitos de “bem e mal” variaram continuamente devido à mudança de culturas ideologias, religião, ou convenção social. Sendo assim é lícito se perguntar se existe “um” bem e um mal ou existem interpretações sobre o bem e o mal que são relativas ao tempo etc.

 

Evidentemente não é aqui o caso de expor as inúmeras tentativas de resposta que o homem quis dar, o que podemos constatar é que nenhuma hipótese se demonstrou suficiente para atender a este profundo questionamento que atinge o íntimo da existência humana. Ter uma idéia ou conjeturar sobre o bem e o mal, não significa de modo algum saber “como viver” o bem e o mal. Saber o que se passa por causa de uma doença, se preparar para isto... não significa saber viver esta mesma situação no momento em que aparece. Disso, todos nós fazemos experiência. Logo, o bem e o mal não são objeto de respostas ideológicas nem de soluções psico-religiosas. A própria Escritura bem como a história de Israel e, até o mesmo Jesus, não nos dão uma resposta sobre o que é o “bem e o mal”, nem sobre o por que. Contudo, a Escritura é muito clara quanto às conseqüências tanto do bem, quanto do mal. Os antigos escritores da Bíblia não se perguntavam sobre a essência do bem e do mal; no entanto, para todos eles é muito claro que o mal, não tendo consistência em si mesmo, é vazio e apenas pode ser identificado como “tudo o que não vem do bem”, não vem de Deus. Não existe o mal, existe apenas o “não-bem”, assim como não existe -na nossa física- o frio; existe apenas a falta de calor (parece uma tautologia, mas não é assim, pois o calor possui consistência própria e o frio não).

 

Infelizmente ainda hoje sentimos a influência de uma leitura do mundo que provocou muitas mortes, erros, atitudes profundamente desumanas. A divisão do mundo em “Bem e Mal”, é uma visão que nasceu em torno do ano 270 (d.C.) por obra de um pensador da Persia, Mani. Segundo ele o mundo, o homem, a história eram um objeto de contenção entre dois poderes, entre duas divindades, duas forças: o Bem e o Mal. Estas eram consideradas entidades divinas consistentes que conflitavam entre si: dois poderes entre os quais o homem é apenas um joguete. Deste modo se eliminava completamente o princípio básico da Escritura que diz respeito à liberdade e à responsabilidade do homem, o qual é capaz de construir o seu mundo e é capaz de escolher qual o caminho melhor para fazê-lo, ou seja: se confiando em Deus ou não. Feitas estas premissas, vejamos mais de perto a primeira das parábolas.

 

            Sabemos que o que está em jogo na parábola é o Reino de Deus, ou seja, a condição em que Deus reina soberano. Em outras palavras: quando e como Deus reina? Não estamos diante, como dizem alguns, de uma parábola que trata do juízo universal e do fim do mundo. A parábola visa evidenciar “como” o Reino de Deus acontece, hoje e sempre e no momento definitivo da história pessoal e coletiva do indivíduo e da humanidade.

 

A analogia da parábola é feita primeiramente com «um homem», sem maiores definições; a parábola anterior nos induz a pensar que este «homem» seja o próprio Jesus que semeia. Contudo em seguida se opera um salto, o «homem» é chamado «dono» do campo e da semente. Ora, a tradição Bíblica nos conduz a ver o campo como “o Israel de Deus”, o povo que Ele adquiriu. É Deus-Pai o dono daquela Palavra que é capaz de produzir alimento, trigo, de dar uma resposta à fome das pessoas num campo que Ele lavrou. É «dono» porque a Ele pertence a história e o sentido último daquilo que existe. Num certo momento da narração, não conseguimos mais distinguir o «homem» que semeia do «dono» do campo. Além disso, na hora do resultado final entra em jogo um outro personagem ao qual cabe o julgamento: é o «Filho do homem»; um personagem cujas origens «estão no Céu» (conforme o livro de Daniel, 7). Deste modo a parábola, se faz entender como a descrição da salvação em ato: que tem origem no Pai (a Palavra é Dele) e acontece através do Filho o qual semeia como homem e recolhe como «Filho do homem».

 

            A questão principal surge no momento em que os operários percebem que algo não está acontecendo como previsto ou imaginado. A salvação e o projeto de Deus não parecem acontecer através de procedimentos lógicos e compreensíveis.

 

Será tão difícil ver nesses agricultores a nós mesmos? Sua atitude, porventura, não é semelhante a quando a nossa decisão de servir a Deus, trabalhando com generosidade no seu campo, é associada implicitamente a uma ou outra expectativa? E se esta expectativa não parece corresponder à realidade que constatamos? Como reagimos?

 

É tão fácil cair no engano de achar que o trabalho para o Reino tenha que correr como nós imaginamos, de acordo com as idéias que criamos dentro de nós e, ainda mais, pelos meios que “consideramos” certos! A parábola vem nos dizer que esta maneira de ver as coisas não coincide minimamente com a maneira de Deus agir.

 

Todo agricultor judeu sabia perfeitamente que antes ou depois no meio do trigo iria aparecer o joio, do mesmo modo que nós também sabemos e colocamos no “orçamento” do nosso caminho com Deus a possibilidade de situações negativas, nocivas etc. Como para nós, também para o agricultor judeu isto não era o problema. O fato novo narrado foi a surpresa em relação à quantia de joio. Foi isto que levou os operários a questionar o «Dono», bem como fazemos nós quando algo inesperado acontece, algo que não estava no “orçamento” daquilo que nós estamos dispostos a “dar” a Deus.

A plantinha que chamamos “joio” popularmente era chamada de “falso trigo”. Suas raízes se entrelaçam com as do trigo; a fisionomia da planta é tão semelhante à do trigo que se percebe a diferença somente quando a espiga já é desenvolvida. E mais, o grão produzido ainda pode ser confundido com o de trigo; a diferença se perceberá somente quando este grão será moído junto com o trigo, pois dará um sabor amargo à farinha.

 

 

            Precisamos de elementos mais significativos?

 

O próprio fato que os operários foram questionar o dono, diz algo importante para o nosso caminho de fé: o Reino já está presente, está crescendo e é facilmente reconhecível. É uma realidade já em ato. Se estamos percebendo o joio, o mal, é porque já estamos percebendo no campo de Deus também o trigo desenvolvido, mesmo que ainda não maduro!!

 

O que chamamos “mal”, se considerado de um outro ponto de vista, nos dá a certeza de que a semente que sacia a fome do mundo já está plantada e está crescendo.

 

É algo análogo ao que acontece conosco: apenas quando percebemos que ferimos de algum modo com o nosso agir uma pessoa é que temos a certeza de que a amamos.

 

Esta é a certeza básica que a parábola quer dar aos que correm o risco de agir precipitadamente e conforme o próprio instinto somente porque viram o que não haviam previsto.

 

O “falso trigo” nos reconduz àquela ilusão que é uma característica própria do “inimigo”: confundir o falso como verdadeiro, esconder o falso usando o que é verdadeiro.

 

O “mal” se manifesta sempre e se reconhece pela sua ambiguidade: é isto que não pertence a Deus! É isto que não pertence ao dono da semente, mas sim ao inimigo, e que será lançado ao fogo, como diria Isaias: «Ais daqueles que chamam o mal de bem e o bem de mal. Que trocam a luz em trevas e as trevas em luz; que trocam o amargo em doce e o doce em amargo» (Is. 5,20). Estes, segundo a parábola, são os filhos do maligno, e estes terão a sorte do maligno, o qual será aniquilado pela verdade a qual sempre será verdade, independentemente do nome ou atributo que lhe se dê. A má semente se esconde, é verdade, mas se esconde até certo ponto após o qual é impossível ser confundida. Eis então o bom operário, que sabe reconhecer onde está a verdade das coisas, que zela pela ceara do seu Senhor, que não quer deixar uma ponta de amargura no alimento destinado a saciar a fome das pessoas. A intenção de arrancar o joio é boa, nasce do zelo pelo senhor da messe; nesta altura porém, é fácil cometer um erro: pretender que o mundo seja dividido em bons e maus, em certo e errado, em “joio” e “trigo”...quando não é assim. Não convivem perfeitamente em nós a generosidade e o apego desnecessário? A doçura e a rigidez? A capacidade de compreender e a insensibilidade? E mais, não é um exagero pretender que o Reino de Deus se afirme com sinais puramente positivos e que o negativo seja tão somente um impedimento, um tropeço no percurso, um obstáculo que deve ser removido? Jesus seguirá outra lógica. A parábola nos coloca nesta “outra lógica”.

 

Para o «dono» do campo, querer arrancar o “mal” do seu campo, é um ato insensato. Joio e trigo “devem” crescer juntos no campo e também na nossa vida, na nossa história, para que se afirme que Deus é realmente “soberano”, é Rei. Joio e trigo crescem paralelamente para que possam ser distinguidos. Quanto mais cresce o “mal” tanto mais cresce o “bem”. Eliminar um pode significar eliminar o outro. Afinal: quantas pessoas se encontraram com Deus depois de ter percorrido o caminho de mal?! O «dono» tem consciência da presença do mal e de toda a sua abrangência; sabe que este se insinua até nas raízes do bem; mas Ele não deixa de apostar na sua semente e no seu campo: a força da sua palavra e o coração do homem. O Dono acredita que a colheita será superior ao dano provocado pelo joio. O dono acredita e sabe. O operário precisa aprender a acreditar e esperar, precisa aprender a não agir desconsideradamente, pois às vezes o que chamamos mal é até usado por Deus para fazer descobrir o valor do bem. Não foi assim para Madalena, para o ladrão, para Mateus o publicano...? Não é assim para nós mesmos que aprendemos profundamente o sentido do amor de Deus quando temos feito uma penosa experiência de desamor?

 

O campo é de Deus, e Deus é Deus, «não homem» (Os. 11,9).

 

Quantas vezes vi desperdiçar dons belíssimos que Deus havia preparado em favor de muitos valendo-se de pessoas boas e generosas, as quais, no entanto, foram incapazes de esperar, de se colocar no devido lugar. Pessoas que confundiram o próprio modo de ver com a maneira de Deus agir. Quantas belezas foram arrancadas fora como o trigo que poderia dar frutos e saciar a fome de outros homens! Tudo isso porque frequentemente nos esquecemos que o campo não é nosso, julgamos e agimos sem esperar pacientemente e confiantemente. Deus não deixa pela metade o que inicia em nossa vida.

 

 

 


Postado em: 14/07/2011 as 21:07:40





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