Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XVIII Domingo do Tempo Comum


31 de julho de 2011



   

«Quando recebeu a notícia *, Jesus se afastou de lá numa barca para um lugar isolado. Mas o povo, sabendo disso, deixou as cidades e o seguiu a pé. Deixando a barca, viu a grande multidão, ficou com muita pena dela e curou os seus enfermos. Caía a tarde, os discípulos chegaram perto Dele e disseram: “O lugar é afastado e já estamos passando da hora. Despede, então, o povo, para que possa ir aos povoados comprar alimento”. Mas Jesus respondeu: “Não precisa ir. Dai-lhe vós mesmos de comer”. Mas observaram eles: “Nós só temos aqui cinco pães e dois peixes”. Ele disse: “Trazei-os aqui para mim”. E tendo mandado o povo se acomodar sobre a relva, tomou os cinco pães e os dois peixes, levantou seu olhar para o céu, e recitou a fórmula da benção. Em seguida, partiu os pães que deu aos discípulos, e eles os distribuíram ao povo. Todos comeram fartamente, e foram recolhidas as sobras: doze cestos bem cheios! Entretanto, os que tinham comido eram cerca de cinco mil homens, sem contar as mulheres e as crianças» (Mt 14,13-21).

 


 

* Trata-se da notícia da execução de João Batista.

 

O trecho do Evangelho que hoje nos é oferecido para a reflexão narra um dos fatos que, com certeza, marcou tão profundamente a vida dos discípulos a ponto de ser narrado por todos os evangelistas. Em alguns casos é narrado duas vezes e de formas diferentes, com a finalidade de evidenciar, no mesmo episódio, os vários significados aos quais Jesus podia aludir, como, por exemplo, a sua revelação e a missão da Igreja. Notamos imediatamente uma impostação litúrgica: «Levantou os olhos, deu graças, partiu...». É um indício claro que, para os discípulos e para a Igreja primitiva, não se tratava de um dos tantos milagres que Jesus havia realizado durante sua vida. Após a morte e a Ressurreição do Senhor, a comunidade cristã estava vivendo a tensão entre dois sentimentos aparentemente contraditórios: a consciência de que Jesus estava vivo na Igreja e a experiência da sua ausência, ou seja, a impossibilidade de continuar um relacionamento como tinha sido até então. Desse modo a Igreja começou a querer “sentir” e “experimentar”, a presença do Senhor Ressuscitado de modos sempre mais profundos; entre esses primam três: a escuta da Palavra do Senhor, a experiência da mesma comunhão que tinham vivido enquanto Jesus estava na Palestina e, principalmente, o fato de reviver a “última ceia do Senhor”, a «fração do pão» (At 2,42; 20,7). Enfim, quando via a necessidade de “fazer memória” da vida do Senhor e da Páscoa, com a celebração da Eucaristia, a Igreja soube encontrar nesse episódio uma especial fonte de significado. O passo foi muito breve para descobrir a associação desse episódio com a Eucaristia e, por isso, foi depositado nos Evangelhos. Logo, trata-se de um fato que supera o milagre do pão que satisfaz as necessidades imediatas, para introduzir-nos mais diretamente no sentido da Eucaristia como a celebra a Igreja.

 

O ambiente é descrito por Mateus como um “lugar isolado”, deserto. Há uma alusão ao caminho dos hebreus no deserto? Está se propondo uma referência implícita ao “maná”, o pão do deserto? É possível. Certo é que o fato narrado hoje se dá fora da jurisdição e da influência do judaísmo, do “outro lado” do mar da Galileia, terra de estrangeiros pouco ligados a tradições religiosas e rígidos preceitos. Não é sem intenção que a multiplicação dos pães se dê justamente nesse contexto: implicitamente essa tende a sugerir a nova maneira de entender a relação com Deus que Jesus estava propondo. O que Jesus está prestes a propor, com um gesto simbólico tão forte, é uma relação com Deus que não desconhece a anterior. O judaísmo pensava que o fiel chegasse a Deus seguindo integralmente determinadas leis, cultos, práticas religiosas, todavia Jesus  oferece algo diferente. Foi bem isso que entenderam mais tarde os cristãos que, como nos dizem os Atos dos Apóstolos, ao mesmo tempo «frequentavam o Templo», mas «partiam o pão em suas casas» (At 2,46). O gesto de partir o pão se tornou bem cedo o sinal que caracterizava e identificava a comunidade cristã.

 

            O Evangelho nos dá a entender o contexto carregado de tristeza e o sofrimento de Jesus, não somente pela morte de seu primo, mas pela hipocrisia que reina no coração das pessoas que, como Herodes, querem manter a todo custo o poder e a própria imagem. Jesus, talvez, em tais circunstâncias, queria um momento “só para si”. É isso que todos nós fazemos quando os sofrimentos parecem ser mais fortes do que as nossas forças, quando algo nos atinge do modo tão pessoal e imediato que, por instinto, dizemos: “Ninguém pode entender o que eu estou passando” e isso, em parte, está certo, pois cada um é marcado e afetado de modo único e totalmente pessoal. O sofrimento nos diz quem somos e qual a orientação fundamental de nosso coração; para uns é justificativa para o fechamento em si mesmos, para outros, o mesmo sofrimento os projeta fora de si mesmos e lhes dá até a capacidade de compreender o sofrimento dos outros. É este o sentimento que o Evangelho chama de “compaixão”; é um “sofrer-com-quem-sofre”, é a superação de um sentimento por um outro:  o primeiro deixa quem sofre sozinho, o segundo o projeta na partilha de vida.

 

 A compaixão não é um piedoso sentimento de benignidade que deixa uma distância entre quem é beneficiado e quem “concede” o benefício. Isso não é cristão! A compaixão encurta a distância entre quem sofre e quem alivia o sofrimento do outro pois ambos sabem do que se trata. A compaixão é um ato de profunda humildade de quem dá e que não humilha aquele que recebe: é um movimento espontâneo da alma que se vê no sofrimento do outro. É esse sentimento que permeou o coração de Jesus: «viu... e teve compaixão». A reação de Jesus ao sentimento de compaixão corresponde exatamente ao milagre que acontece em nós quando somos capazes de transformar o negativo em positivo. Corresponde ao milagre que acontece no coração do cristão que aprendeu a viver a sua vida no estilo de Jesus, que não se detém na autocomiseração que nos fecha e nos faz morrer antes que a existência termine. Jesus «teve compaixão e curou os doentes».

 

Se esse trecho do Evangelho nos fala da Eucaristia, então significa que a Eucaristia não se reduz a um ato, mas é manifestação de uma atitude nova que começa com o sentimento de “compaixão” pelos menos favorecidos, por aqueles que, de algum modo, sofrem. Sabemos bem que a celebração da Eucaristia é e manifesta a presença viva e real de Cristo na sua comunidade, todavia essa presença pode ser percebida na compaixão, na fusão de sentimentos, na comunhão participativa. É essa compaixão de Jesus que questiona os discípulos e os faz distribuir aquilo que eles não têm. A presença viva do Ressuscitado só será compreendida enquanto formos capazes de responder ao coração que pede que não nos fechemos em nós mesmos quando teríamos tudo para fazer o contrário.

 

            A compaixão dá início a todo um processo dentro da nossa alma. Embora com o coração abarrotado de sofrimento, Jesus dá o que às vezes as forças não têm para dar: «curou os doentes», foi ao encontro de todas as penas que as pessoas carregavam junto com aqueles doentes reunidos e confusos na multidão. O simples sentir-nos objeto da compaixão de Jesus, ver o seu olhar que compreende o que estamos vivendo, cura as feridas do abandono e da solidão nas quais o sofrimento nos encurrala.

 

Jesus cura porque é disso que as pessoas sentem necessidade.

 

Contudo, pela narração, parece que também isso seja insuficiente para a multidão. As pessoas permanecem ali, em volta de Jesus, não vão embora depois curadas, quase presas por um instintivo desejo de eternizar aqueles momentos que seriam únicos em suas vidas. Permanecer com Jesus, permanecer mesmo depois de termos recebido aquilo que queríamos, aquilo de que precisávamos como sinal de seu amor é um gesto fundamental para receber ainda mais, muito mais do que poderíamos imaginar. Receber e ir embora contentes não salva, não gera comunhão, não nos torna partícipes de valores muito maiores do que a cura, e que são sintetizados no gesto que virá em seguida: “a fração do pão”.

 

Jesus também parece agradar-se com a presença daquela multidão. Não quer que aquele momento de graça seja interrompido, nem mesmo quando a necessidade imediata parece pressionar. A multidão está ali. Porém começam a surgir dificuldades, cansaço e fome, como na nossa vida de cada dia, quando o fascínio de sentir-se na presença de Jesus parece dar espaço à dureza do dia a dia que não tem muito de encantador.

 

Naquele momento, quando o tempo já está suspenso, quando nem a multidão nem Jesus querem romper o encanto, alguém decide que é melhor “pôr os pés no chão”, recordar que a realidade não é aquela. Com certeza, quem decidiu fazer isso pensava que estaria fazendo “o bem”. Quantas vezes pensamos que a faina do dia a dia é a realidade e arrastamos nela as pessoas que não se deixam prender pelas necessidades imediatas, mas sabem contemplar o tempo, os momentos, os outros, a poesia de viver um benefício. Quantas vezes pensando fazer o “bem”, tiramos os sonhos de quem ainda sonha! E mais: erroneamente, pensamos estar interpretando suas necessidades e fazendo-lhes o bem!

 

Que erro! É interessante: a exigência levantada não partiu da multidão, partiu dos discípulos.

 

«Despede as multidões». É a solução mais óbvia, a melhor conforme aquele tipo de mentalidade materialista que domina o nosso pensamento. É melhor que toda essa gente não se iluda: “manda-os para casa”. Mas nem sempre a solução mais óbvia, o caminho mais fácil é o de Jesus. Para Jesus, aquela situação é a realidade! Estar com Ele, naquelas condições, é o alimento daquelas almas insatisfeitas. Pessoas ligadas entre si pelo fato de sentirem-se todas necessitadas do Senhor, de carregar feridas e males,  não se cansam de “estar diante do Senhor”.

 

            É nesse ponto que Jesus pede que os discípulos também façam o mesmo salto qualitativo que Ele: pede para que não olhem para aquilo que seus olhos estavam vendo ou achando ver; pede que não se fechem em suas convicções, mas que olhem para fora de suas sensações e dessem o que não tinham para dar. Pede que repitam em suas vidas aquilo que o Senhor fizera.

 

Um pouco de pão, algum peixe, é aquilo que podemos ter à disposição. Pouco, a tal ponto de sentir a vergonha de oferecer, pensando até que nem valha a pena...

 

E os discípulos escolheram seguir o Senhor e, como Jesus, deram o que não tinham para dar. Jesus responde, realiza o que não seria possível de outro modo. Jesus responde à insuficiência que experimentamos quando também sentimos compaixão. É aqui que a Eucaristia, o “partir o pão”, realiza aquilo que Jesus quer: que a sua multidão, frágil e faminta, continue ali, junto com Ele, num tempo sem horas, numa fome saciada continuamente, numa comunhão fortalecida pela confiança em seu providente amor.

 

Um bom domingo com a benção de Deus,

Pe. Carlo


Postado em: 28/07/2011 as 23:56:33





Leia também


01 de agosto de 2014   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


20 de julho de 2014   -   XVI Domingo do Tempo Comum


06 de julho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


22 de junho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


01 de junho de 2014   -   Ascenção do Senhor


18 de maio de 2014   -   V Domingo de Páscoa


00 de de 0000   -   II Domingo da Quaresma


02 de março de 2013   -   VIII Domingo do Tempo Comum


23 de fevereiro de 2014   -   VII Domingo do Tempo Comum


09 de fevereiro de 2014   -   V Domingo do Tempo Comum


02 de fevereiro de 2014   -   Festa da Apresentação do Senhor


22 de dezembro de 2013   -   IV Domingo do Advento


08 de dezembro de 2013   -   Festa da Imaculada Conceição de Maria


01 de dezembro de 2013   -   I Domingo do Advento


17 de novembro de 2013   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


10 de novembro de 2013   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


03 de novembro de 2013   -   Festa de Todos os Santos


27 de outubro de 2013   -   XXX Domingo do Tempo Comum


20 de outubro de 2013   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


13 de outubro de 2013   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


06 de outubro de 2013   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


29 de setembro de 2013   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


22 de setembro de 2013   -   XXV Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2013   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


01 de setembro de 2013   -   XXII Domingo do Tempo Comum


25 de agosto de 2013   -   XXI Domingo do Tempo Comum


18 de agosto de 2013   -   Assunção de Nossa Senhora


11 de agosto de 2013   -   XIX Domingo do Tempo Comum


00 de de 0000   -   XIX Domingo do Tempo Comum


04 de agosto de 2013   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


28 de julho de 2013   -   XVII Domingo do Tempo Comum


21 de julho de 2013   -   XVI Domingo do Tempo Comum


14 de julho de 2013   -   XV Domingo do Tempo Comum


30 de junho de 2013   -   São Pedro e São Paulo


23 de junho de 2013   -   XII Domingo do Tempo Comum


16 de junho de 2013   -   XI Domingo do Tempo Comum


09 de junho de 2013   -   X Domingo do Tempo Comum


02 de junho de 2013   -   IX Domingo do Tempo Comum


19 de maio de 2013   -   Domingo de Pentecostes


12 de maio de 2013   -   Solenidade da Ascensão


05 de maio de 2013   -   VI Domingo de Páscoa


28 de abril de 2013   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2013   -   IV Domingo de Páscoa


07 de abril de 2013   -   II Domingo de Páscoa


24 de março de 2013   -   Domingo de Ramos


17 de março de 2013   -   V Domingo de Quaresma


10 de março de 2013   -   IV Domingo de Quaresma


03 de março de 2013   -   III Domingo de Quaresma


24 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


23 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


17 de fevereiro de 2013   -   I Domingo de Quaresma


10 de fevereiro de 2013   -   V Domingo do Tempo Comum


03 de fevereiro de 2013   -   IV Domingo do Tempo Comum


27 de janeiro de 2013   -   III Domingo do Tempo Comum


20 de janeiro de 2013   -   II Domingo do Tempo Comum


13 de janeiro de 2013   -   Festa do Batismo do Senhor


30 de dezembro de 2012   -   Festa da Sagrada Família


23 de dezembro de 2012   -   IV Domingo do Advento


16 de dezembro de 2012   -   III Domingo do Advento


09 de dezembro de 2012   -   II Domingo do Advento


02 de dezembro de 2012   -   I Domingo do Advento


25 de novembro de 2012   -   Festa de Cristo Rei


18 de novembro de 2012   -   XXXIII Domingo de Tempo Comum


11 de novembro de 2012   -   XXXII Domingo de Tempo Comum


04 de novembro de 2012   -   Festa de todos os Santos


28 de outubro de 2012   -   XXX Domingo de Tempo Comum


21 de outubro de 2012   -   XXIX Domingo de Tempo Comum


14 de outubro de 2012   -   XXVIII Domingo de Tempo Comum


07 de outubro de 2012   -   XXVII Domingo de Tempo Comum


30 de setembro de 2012   -   XXVI Domingo de Tempo Comum


23 de setembro de 2012   -   XXV Domingo de Tempo Comum


16 de setembro de 2012   -   XXIV Domingo de Tempo Comum


09 de setembro de 2012   -   XXIII Domingo de Tempo Comum


02 de setembro de 2012   -   XXII Domingo do Tempo Comum


26 de agosto de 2012   -   XXI Domingo do Tempo Comum


19 de agosto de 2012   -   Assunção de Maria ao Céu


12 de agosto de 2012   -   XIX Domingo do Tempo Comum


05 de agosto de 2012   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


29 de julho de 2012   -   XVII Domingo do Tempo Comum


22 de julho de 2012   -   XVI Domingo do Tempo Comum


15 de julho de 2012   -   XV Domingo do Tempo Comum


08 de julho de 2012   -   XIV Domingo do Tempo Comum


01 de julho de 2012   -   São Pedro e São Paulo


24 de junho de 2012   -   Nascimento de João Batista


17 de junho de 2012   -   XI Domingo do Tempo Comum


10 de junho de 2012   -   X Domingo do Tempo Comum


07 de junho de 2012   -   Corpus Christi‏


03 de junho de 2012   -   Festa da Santíssima Trindade


27 de maio de 2012   -   Domingo de Pentecostes


20 de maio de 2012   -   Ascensão de Nosso Senhor


13 de maio de 2012   -   VI Domingo de Páscoa


06 de maio de 2012   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2012   -   IV Domingo de Páscoa


22 de abril de 2012   -   III Domingo de Páscoa


15 de abril de 2012   -   II Domingo de Páscoa


08 de abril de 2012   -   Domingo de Páscoa


01 de abril de 2012   -   Domingo de Ramos


25 de março de 2011   -   V Domingo da Quaresma


18 de março de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


11 de março de 2012   -   III Domingo da Quaresma


04 de março de 2012   -   II Domingo da Quaresma


26 de fevereiro de 2012   -   I Domingo de Quaresma


19 de fevereiro de 2012   -   VII Domingo do Tempo Comum


12 de fevereiro de 2012   -   VI Domingo do Tempo Comum


05 de fevereiro de 2012   -   V Domingo do Tempo Comum


29 de janeiro de 2012   -   IV Domingo do Tempo Comum


22 de janeiro de 2012   -   III Domingo do Tempo Comum


15 de janeiro de 2011   -   II Domingo do Tempo Comum


25 de dezembro de 2011   -   Natal do Senhor


18 de dezembro de 2011   -   IV Domingo do Advento


11 de dezembro de 2011   -   III Domingo do Advento


04 de dezembro de 2011   -   II Domingo de Advento


27 de novembro de 2011   -   I Domingo do Advento


20 de novembro de 2011   -   Festa de Cristo Rei


13 de novembro de 2011   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


30 de outubro de 2011   -   XXXI Domingo do Tempo Comum


23 de outubro de 2011   -   XXX Domingo do Tempo Comum


16 de outubro de 2011   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


09 de outubro de 2011   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


02 de outubro de 2011   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


25 de setembro de 2011   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2011   -   XXV Domingo do Tempo Comum


11 de setembro de 2011   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


04 de setembro de 2011   -   XXIII Domingo do Tempo Comum


28 de agosto de 2011   -   XXII Domingo do Tempo Comum


21 de agosto de 2011   -   Assunção de Nossa Senhora


14 de agosto de 2011   -   20° Domingo do Tempo Comum


07 de agosto de 2011   -   XIX Domingo de Tempo Comum


31 de julho de 2011   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


24 de julho de 2011   -   XVII Domingo do Tempo Comum


17 de julho de 2011   -   XVI Domingo do Tempo Comum


10 de julho de 2011   -   XV Domingo do Tempo Comum


03 de julho de 2011   -   São Pedro e São Paulo


26 de junho de 2011   -   XIII Domingo do Tempo Comum


19 de junho de 2011   -   FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE


12 de junho de 2011   -   Domingo de Pentecostes


05 de junho de 2011   -   Ascensão do Senhor


29 de maio de 2011   -   VI Domingo de Páscoa


22 de maio de 2011   -   V Domingo de Páscoa


15 de maio de 2011   -   IV Domingo de Páscoa


08 de maio de 2001   -   III Domingo de Páscoa


01 de maio de 2011   -   II Domingo de Páscoa


24 de abril de 2011   -   PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO


17 de abril de 2011   -   Domingo de Ramos


10 de abril de 2011   -   V Domingo de Quaresma


03 de abril de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


27 de março de 2011   -   III Domingo da Quaresma


20 de março de 2011   -   II Domingo da Quaresma


13 de março de 2011   -   I DOMINGO DE QUARESMA


06 de março de 2011   -   IX Domingo tempo comum


27 de fevereiro de 2011   -   VIII Domingo do Tempo Comum


20 de fevereiro de 2011   -   VII Domingo do Tempo Comum


13 de fevereiro de 2011   -   VI Domingo do Tempo Comum


06 de fevereiro de 2011   -   V DOMINGO DO TEMPO COMUM


30 de janeiro de 2011   -   IV DOMINGO DO TEMPO COMUM


23 de janeiro de 2011   -   III DOMINGO DO TEMPO COMUM


16 de janeiro de 2011   -   II DOMINGO DO TEMPO COMUM


09 de janeiro de 2011   -   BATISMO DO SENHOR


02 de janeiro de 2011   -   EPIFANIA DE NOSSO SENHOR


25 de dezembro de 2010   -   Natal do Senhor


19 de dezembro de 2010   -   IV DOMINGO DE ADVENTO


12 de dezembro de 2010   -   III DOMINGO DE ADVENTO


05 de dezembro de 2010   -   II DOMINGO DE ADVENTO


28 de novembro de 2010   -   I DOMINGO DE ADVENTO


21 de novembro de 2010   -   FESTA DE CRISTO REI


07 de novembro de 2010   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


31 de outubro de 2010   -   XXXI Domingo do Tempo Comum





Pesquisar no Site


  • Newsletter

  • Paróquia São Pedro e São Paulo - Diocese de Ponta Grossa - Telêmaco Borba - Paraná
    Sociedade Beneficiente São Pedro - Fone: (42)3272 8557 / (42) 3272 8930 - pascom@pspsp.com.br
    Está obra de evangelização não possui fins lucrativos e é custeada através do dinheiro do dízimo
    Desenvolvido por Rinaldo M. Heil