Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XIX Domingo de Tempo Comum


07 de agosto de 2011



   

«Jesus forçou os discípulos a entrarem na barca e seguir, à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte, para orar a sós. A noite chegou, e Jesus continuava ali, sozinho. A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: “É um fantasma”. E gritaram de medo. Jesus, porém, logo lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!”. Então Pedro lhe disse: “Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água”. E Jesus respondeu: “Vem!” Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. Mas, quando sentiu o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!”. Jesus logo estendeu a mão, segurou Pedro, e lhe disse: “Homem fraco na fé, por que duvidaste?”. Assim que subiram no barco, o vento se acalmou. Os que estavam no barco prostraram-se diante dele, dizendo: “Realmente, tu és o Filho de Deus!”» (Mt 14,22-33).

 


 

 

O episódio que acabamos de ler é atípico em relação aos muitos atos extraordinários que Jesus realizava. Os milagres do Senhor não eram gestos teatrais com a finalidade de convencer as pessoas; prodígios desse tipo muitas vezes foram solicitados pelas autoridades religiosas de Israel para que Ele demonstrasse ser o Messias esperado. Em todos esses casos a resposta foi negativa: tanto para os fariseus, que exigiam um milagre demonstrativo: «Mestre, queremos ver de tua parte um sinal» (Mt 12,38), quanto para os sacerdotes, que pediam um ato exclusivamente possível a um deus: «Desce da cruz!» (Mt 27,42). Para o Senhor, a fé não pode ser resultado de um ato esmagadoramente demonstrativo porque: quem, diante de um homem que desce da cruz, não ficaria obrigatoriamente constrito a admitir que, de fato, esse homem-Jesus é divino? Mas Deus respeita tanto o homem que não violenta a sua liberdade de escolher, nem a maneira de escolher, mesmo que isso implique recusar a proposta que Ele faz. Deus é amor e por isso corre o risco de receber um “não”, contanto que se preserve a dignidade da criatura que Ele tanto ama. Assim como fazem um bom pai e uma boa mãe que, às vezes, sofrem pelas opções dos filhos, mas respeitam a liberdade deles. Sendo assim, o trecho de hoje não poderá ser compreendido se o lermos com uma chave interpretativa errada. Por exemplo, como se Jesus quisesse fazer um gesto espetacular diante dos discípulos andando sobre o mar! Se assim fosse, não teria sido suficiente a multiplicação dos pães apenas realizada? Evidentemente, precisamos trilhar outro caminho para podermos penetrar naquilo que o evangelista quis nos deixar.

 

            A narração se desenvolve em dois quadros: no primeiro, o centro é a barca sacudida pelas ondas, no segundo é a pessoa de Pedro diante de Jesus. As duas cenas convergem para a exclamação final dos discípulos: «Realmente, tu és o Filho de Deus!». É, logo, uma narração que diz respeito à fé, aos seus momentos, às suas dinâmicas, aos limites e belezas que recolhe em si. O fato ocorrido é um ato explicativo, capaz de se imprimir no coração muito mais do que as palavras. Jesus costumava, muitas vezes, agir com essa pedagogia. Ele, por exemplo, nunca disse o que é a fé, simplesmente mostrava o que significa viver a fé em várias circunstâncias. Sim, porque a fé não é um sentimentalismo privado, mas uma decisão de vida, uma atitude essencialmente relacional e é fé porque projeta a pessoa fora de si ao encontro com um Alguém. Nessa perspectiva, então, procuraremos deixar-nos ensinar como se vive de fé.

 

            Logo de início notamos que Jesus «forçou os discípulos a subirem no barco»: é difícil encontrar o verbo “forçar” (“compelir”, “mandar”) aplicado aos discípulos nos Evangelhos. O verbo é usado pelos evangelistas quando Jesus faz algo que é necessário para a fé, como no caso da menina, filha do chefe da sinagoga (Lc 8,55). Aqui estamos diante de algo semelhante. Os discípulos vinham de uma experiência única, admirável; eles mesmos haviam se dado conta de que o pouco – uns pães e uns peixinhos - que se oferece a Deus, confiando em Jesus, é capaz de saciar a fome de muitos. Eles mesmos, que haviam sugerido a Jesus “livrar-se” do problema da fome da multidão despedindo-a, constataram que Deus não age assim. A admiração, o estupor, a sensação de poder que estavam sentindo logo depois do fato mantinha os discípulos se comprazendo com o ocorrido, sentindo-se também objetos da atenção da multidão. Se a multiplicação dos pães se deu à tardezinha e o barco se encontrava no meio do lago de Genesaré em torno da quarta vigília da noite (três horas da madrugada), levando em consideração a dimensão do “mar da Galileia”, isso significa que os discípulos se demoraram bastante antes de obedecer à exigência de Jesus! Bem, já temos aqui uma pequena sugestão quanto à vida na fé: é preciso fugir da tentação do “estrelismo”, de “ser destaque”, da tentação de se comprazer na admiração das multidões. Isso é bem perigoso e destinado a cair de um momento para outro, como veremos na continuação da leitura. É preferível uma discreta atitude de obediência... Note-se, como veremos ainda mais adiante, que se tivessem obedecido não se teriam encontrado em meio à tempestade pelas três da madrugada, a hora do demônio, segundo a superstição dos hebreus.

 

Ao protagonismo dos discípulos Jesus responde com outra atitude: o encontro com o Pai, «para orar a sós», ou seja, na intimidade de uma relação mais valiosa do que a admiração das multidões. Foi importante para Jesus saciar a fome das pessoas, sim, no entanto, mais do que isso, valia o fato de constatar que sempre se pode contar com o “Pai”. Ele havia atendido ao seu pedido que precedeu o milagre. Mais do que a aprovação das multidões, a fé exige o reconhecimento da ação de Deus e o agradecimento do mais profundo do coração. São as duas atitudes de Jesus: é isso Ele escolheu fazer enquanto os discípulos se compraziam com as atenções e os comentários da multidão.

 

            A narração opõe um segundo contraste: «enquanto ainda» Jesus estava em oração, a barca estava sendo sacudida. Assim, de um lado, temos uma profunda calma e, do outro, o medo e a tempestade. O contraste faz pressentir o sentimento de abandono por parte dos discípulos, tão seguros de si mesmos poucas horas antes. Um sentimento que nos recorda a atitude de Marta quando da morte de Lázaro: «Se você estivesse aqui, meu irmão não teria morrido» (Jo 11,21). Jesus parece sempre ausente quando estamos mais precisando… Então, onde estão toda a certeza, toda a firmeza, todo o entusiasmo? Resta somente a profunda experiência da fragilidade e da precariedade de tudo quanto não esteja embasado numa relação com Deus, construída passo a passo, delicada e robustamente. É apenas isso que supre o sentimento de “abandono” que, às vezes, toma conta de nós nas horas de apuro.

 

            Com certeza, a tempestade de verão no meio de um lago não é algo fácil nem para um experiente grupo de pescadores, mas o medo maior vinha de outra fonte. A água era concebida como um elemento acima do homem (sem querer exagerar no significado ou chegar a conclusões inoportunas, todavia é interessante notar que, quando o livro de Gênese narra a criação, não diz explicitamente que: “Deus criou a água...”). A água era considerada um lugar estranho onde convivem a vida e a morte. Assim como, sem água, a terra é um teatro de morte, do mesmo modo, a própria água é capaz de destruir e engolir o que estiver à sua frente. Nada pode frear a água: esta possui uma ligação com o mundo inferior, com o “sheol” (lugar dos mortos). É lugar da manifestação das divindades malignas (o Leviatã; cfr. Jo 41,1; Sal 104,26), mas também da ação de Deus. O mar é o lugar onde moram os grandes monstros inimigos do homem e os quatro demônios inimigos de Deus (Dan 7,3). O hebreu acreditava que - como na época do Êxodo - no final dos tempos, o próprio mar, as grandes águas, com seus seres malignos, destruiriam e engoliriam os ímpios: «A água do mar se levantará em turbilhão contra eles e os rios os arrastarão impetuosamente. O vento insurgirá contra eles e os dispersará como um furacão» (Sab 5,22). Não é difícil imaginar o que se passou na mente dos discípulos! E isso, ainda mais se considerarmos a superstição da época, segundo a qual a terceira e quarta vigília da noite eram os tempos do demônio.

 

            Eis então uma segunda dimensão da fé que o Evangelho nos dá: a maturidade da fé não se verifica com as coisas que são admiradas por todos, mas quando se tem a certeza de que o Senhor nunca está longe, nunca abandona. É o contrário: mesmo que, às vezes, o sentimento dominante for o de abandono, no ouvido do fiel sempre ressoa a voz de Jesus: «Coragem, sou eu!»; quando estamos envolvidos por uma tempestade que se apresenta como um “demônio” que nos queira engolir, o discípulo que aprendeu a fé sabe que é Jesus que vai ao encontro da sua pequena comunidade de homens de fé, mesmo que esses se sintam sozinhos e à mercê do demônio, das ondas, das trevas. Jesus não nos deixa sozinhos, mesmo quando não sentimos a sua presença. Cada vez que nos encolhemos por medo, a voz de Deus vem repetir sempre: «Coragem, não tenha medo». Essa é fé madura: contemporaneamente, a experiência da própria insuficiência, misturada com a capacidade de ouvir ainda palavras de amizade e força.

 

            Durante a noite, tudo muda; durante a noite, aparecem aqueles medos que estão escondidos no mais profundo da nossa alma. Durante a noite da nossa fé, é difícil distinguir o que vem de Deus e o que pode ser um demônio, um «fantasma» daqueles que dominam os nossos instintos, que atentam contra a felicidade; algum dos fantasmas que tentamos esconder no mais profundo de nós mesmos, mas que volta sempre com toda a sua força destruidora. Como é difícil reconhecer as coisas quando é noite! Por outro lado, se os discípulos não tivessem demorado tanto em sua satisfação…

 

Muitos dos nossos medos aparecem em toda a sua violência quando demoramos em acreditar, em obedecer, em confiar; é então que fazemos a experiência da nossa limitação: quando queremos, por pouco que for, determinar um caminho diferente daquele que Jesus nos propõe.

 

            Por último, temos a pessoa de Pedro: a resposta mais bela e profunda da fé de um homem que havia entendido a lição. Claro que suas palavras não são um desafio a Deus, ao contrário, refletem a necessidade profunda de que a sua certeza seja confirmada: o “fantasma” é chamado «Senhor», mesmo na confusão entre a possibilidade de estar diante de um demônio. Isso é possível apenas porque a fé faz enxergar além daquilo que os olhos veem. A fé não é fideísmo cego, é uma dimensão profundamente humana e, como tal, precisa de confirmações. Jesus atende a essa nossa necessidade autêntica, singela, contanto que não seja um desafio, o qual nunca terá respostas. A Igreja sempre distinguiu entre “dificuldade de fé” (o que é sinônimo de amor a Deus e desejo de estar com Ele conscientemente) e “dúvida de fé” (quando pretendemos reduzir Deus ao nosso critério impondo condições); a última nos conduz à solidão sem respostas.

 

            É impossível imaginar em Pedro uma “dúvida”, pois ele está disposto ao risco, de antemão, antes que o Senhor o permita. E está disposto a enfrentar o absurdo: andar sobre a água. Isto é fé: estar disposto de antemão, sem impor condições, sem receios sobre o futuro, sobre aquilo que “pode acontecer….”. Estar disposto, antes mesmos que Deus diga o seu: «Venha».

 

            A fé não elimina as dificuldades, o medo do vento e das águas agitadas... A fé não aplaina os caminhos; simplesmente ensina a percorrê-los com Jesus. Ensina a pedir, a confiar que o socorro está sempre ali, pronto. Ensina a acolher a sua mão sempre estendida.

 

Um bom domingo a todos!

Pe. Carlo


Postado em: 04/08/2011 as 11:04:29





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