Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 20° Domingo do Tempo Comum


14 de agosto de 2011



   

«Partindo dali, Jesus retirou-se para a região de Tiro e de Sidon. Aconteceu que uma mulher cananeia, que vinha daquela região, começou a gritar: “Tem piedade de mim, Senhor, Filho de Davi! Minha filha está sendo muito atormentada por um demônio!”.  Mas ele não respondeu nada. Então, os discípulos se aproximaram e pediram: “Atendei-a, pois está gritando atrás de nós!”. Ele então respondeu: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel”. Mas a mulher foi se prostrar diante dele e disse: “Senhor, ajuda-me!”. Ele respondeu de novo: “Não convém tomar o pão dos filhos e atirá-lo aos cachorrinhos”. Ela replicou: “É verdade, Senhor! Pois justamente os cachorrinhos comem as migalhas que caem da mesa dos seus donos!”. Então disse Jesus finalmente: “Mulher, é grande a tua fé! Que seja feito o que desejas!” E sua filha ficou curada desde aquele instante.» (Mt. 15, 21-28)

 


 

 

            Um rápido olhar sobre a fenomenologia religiosa dos últimos anos revela traços bem interessantes, atitudes tomadas às quais o Evangelho ainda pode dar uma orientação nova. A queda de uma religiosidade tradicional que regia a cultura até meados dos anos 60 foi substituída por um idealismo desencarnado, sob o lema “peace and love” (paz e amor) que, bem cedo, demonstrou sua inconsistência e incapacidade de responder aos dramas que sobrevieram: violência, terrorismo, manobras políticas e econômicas que subjugavam povos com o mito do progresso a qualquer custo, etc. A tudo isso seguiu um ceticismo generalizado, um agnosticismo que parecia dar a todos a seguinte resposta: “Não procure respostas, o mundo é assim mesmo e aproveite o máximo possível”. O que isso trouxe foi a falta de esperanças e a solidão. Um ateísmo prático mais que teórico – já que dificilmente o ateísmo teórico se sustenta diante de uma análise atenta – tomava conta da vida pessoal e coletiva: Deus foi relegado a um canto qualquer do mundo, refúgio somente dos que se iludem. Não demorou muito para que os mitos do pragmatismo, da ciência exata, das conquistas que o homem é capaz de fazer, mostrassem seu flanco descoberto e os fracassos existenciais aos quais conduziu a humanidade que, hoje, se questiona sobre a “qualidade de vida” que vive. Que se pergunta se não é melhor viver com menos coisas e um pouco mais de tranqüilidade, confiança recíproca, sorriso... com menos “estresse”! Que se pergunta onde está o mundo mais humano que se esperava conseguir com os planejamentos, estatísticas e projeções dos anos passados. Inesperadamente, porém, quase para rechaçar o ateísmo pratico –aquele de quem age sem levar em consideração Deus, embora não o negue – estamos assistindo a uma religiosidade selvagem. Qualquer um funda uma igreja improvisando-se “pastor”; contemporaneamente, dentro das religiões históricas, assistimos a um progressivo enrijecimento de alguns que parecem atrair a atenção de mais e mais pessoas: um integralismo próprio de quem não quer mais saber de questionamentos, que não faz nem se deixa fazer perguntas. Como em outras épocas tristes da história, hoje novamente a religiosidade se associa incondicionalmente a culturas, a ponto de as duas se identificarem. Propor uma religião é frequentemente impor uma cultura, o que era comum também na época de Jesus. Qual o reto relacionamento entre cultura e fé? Uma pergunta que surge ainda como em tantos outros tristes tempos. De fato, se ontem a “espada” acompanhava a difusão da fé cristã, hoje a mesma espada o faz de outras religiões; todos nós estamos conscientes do genocídio religioso que segmentos do Islã perpetraram em países como Somália, Sudão, Indonésia e outros.

 

            A história da Bíblia também nos mostra a dificuldade de viver o respeito à fé por parte dos próprios hebreus. Desde o livro do Gênese (Gen 9), os cananeus, povo com uma crença diferente, são amaldiçoados. Uma das piores ofensas, uma das piores injúrias para indicar um homem falso e sórdido era aquela que encontramos no Livro de Daniel: «raça de Canaã» (Dan 13,56). Era comum entre os hebreus chamar os cananeus (filisteus) de “cães infiéis”, expressão que, estranhamente, mesmo atenuada, encontramos também no Evangelho de hoje. O episódio possui um grande valor educativo, que servirá aos discípulos alguns anos após a morte de Jesus, quando o mundo grego aderiu à fé cristã. Nessa ocasião começou a ser grande o problema de convivência entre culturas diferentes. De fato, na mesma comunidade cristã, havia pagãos e judeus convertidos: o que para alguns era normal, para outros era um escândalo, por exemplo, o fato de comer a carne imolada aos ídolos (cfr. At 15,29).

 

Como viver a mesma fé em contextos culturais tão diferentes? 

 

            Deixemo-nos envolver pela situação para que o Espírito do Senhor nos conduza e nos fale.

 

            Não sabemos com quais intenções Jesus fora para o território siro-fenício: é duvidosa a tese de alguns que Ele tivesse “necessidade de abrir sua pregação”, pois Jesus tem uma outra compreensão de sua missão. Desde a opção de ser batizado por João Batista, Jesus assumiu o papel que é descrito inúmeras vezes pelos profetas; escolheu para si o estilo com o qual Deus quer proporcionar, a todos os homens, a salvação: mergulhar na condição do homem e, a partir desta condição, «reunir o que está disperso», desunido, separado. Jesus compreendia sua missão como a de um pastor que reúne, fortalece, conduz o povo que o Pai adquiriu com a história. Um povo, infelizmente, que não se deixou conduzir até o fim. Em vez de deixar-se levar, Israel tomou as rédeas da própria vida espiritual. Um povo que transformou a fé (que é fidelidade e confiança) em religião, que é culto, atos, comportamentos.

 

            Como em outros trechos, o episódio se desenvolve em três momentos (três era um numero simbólico que indicava “passagem de uma situação negativa, de morte, para uma positiva de vida”): dois pedidos e o resultado. 

 

O “grito” da mulher é o grito de cada um dos homens que buscam amparo nas situações que não têm saída. O “grito”, que incomodava os discípulos, é o último apelo de alguém que sofre sem expectativa, é a reivindicação do direito à felicidade que está no fundo de todo homem, prescindindo de qualquer cultura, época, religião. È sobre esse “grito” feito de esperança e dor, que Jesus pode encontrar-se com qualquer um; crente ou não, fiel ou infiel, judeu ou cananeu... porque todos sofrem! O “grito” é próprio do homem, de qualquer homem. Do homem verdadeiro, que não se ilude com a sua temerária auto-suficiência. Sim, o homem autêntico é capaz de renunciar ao seu trono e apelar, é capaz de reconhecer com humildade o seu limite e, com a mesma humildade, pede, “grita” sabendo que será ouvido. É a esse homem que Jesus responde. Não apenas ao homem que sofre, mas àquele que se abre no sofrimento.

 

Desde o primeiro momento, o “grito” deixa entrever a disposição, a abertura da mulher cananeia, que supera as convicções ligadas à religião, à cultura. Notamos algo estranho para uma estrangeira, uma cananeia: ela chama Jesus de «filho de Davi». Ora, essa expressão tem profundas raízes bíblicas; em outras palavras significa: “Você é Quem realiza as promessas, você é Aquele que Deus enviou”. A mulher, ferida pela dor, mas forte na convicção que vem do amor, superou suas convicções ditadas pela “religião”, para deixar espaço àquilo que o coração lhe dizia. Superou com humildade as convicções para encontrar em Jesus aquele que podia responder ao seu “grito”. Era um apelo que partia de um coração aflito e se encontrava com o coração de Deus, além e acima das formas estabelecidas pelas culturas. A dor fez brotar na mulher o mais importante dos sentimentos, aquele que abre qualquer caminho. Antes de pedir para a filha, pediu o que todo homem deveria pedir: «Senhor tende piedade de mim». Esta é uma expressão riquíssima que repetimos também em nossas celebrações e que tem origem nos cortejos triunfais dos generais romanos quando, de um lado ao outro do cortejo, o povo gritava: “Kyrie eleison”, ou seja, “Você que venceu, olhe para mim”, “olhe para mim que ainda não venci, veja a minha condição”. O “grito” manifestava a certeza de que, uma vez ouvido, traria trigo, pão, ou outros dons e, em alguns casos, a liberdade, caso o grito viesse de um escravo. Assim sendo, o grito da cananeia não é um grito de derrota, mas sim de esperança certa.

 

É essa atitude que prende Jesus, que amarra os dois corações.

 

Se a “religião” pode até separar, com certeza, a fé humilde não! Até a estrangeira cananeia estava sendo reunida ao «que estava disperso» - como profetizou um dia o Sumo Sacerdote (Jo.11,51-52). Para isso, para que a humilde fé fosse arraigada definitivamente no coração da mulher e não fosse apenas fruto de um instinto momentâneo de desespero, Jesus pede-lhe que faça um ato de humildade mais profundo: recorda-lhe a sua condição religiosa; não pede que mude de “religião”, mas que aceite superar a sua crença quase mágica e aceitar até um Deus que não responde logo. Jesus não agiu imediatamente em favor dela. Sim, porque o Deus anunciado por Jesus não é um Deus que se deixa instrumentalizar, que pode ser usado para as próprias e imediatas necessidades, como era o caso de grande parte dos cultos e religiões antigas... e outras ainda hoje. As curas, os milagres estão sempre em função da fé e não têm significado por si próprios; logo, o que importa a Jesus é que um tipo de fé se transforme noutro tipo de fé, mais maduro e respeitoso dos tempos de Deus.

 

O Deus de Jesus faz silêncio por alguns tempos, parece não responder; neste interminável silêncio às vezes cava profundamente e funda os mais elevados e maduros sentimentos. Quem não sentiu esse silêncio de Deus quando “gritamos” para Ele? Aqui nasce a fé: fidelidade e confiança que se baseiam sobre uma pessoa, Deus, e não sobre comportamentos que mudam com o mudar das culturas. O Deus de Jesus é Aquele que não determina o resultado do nosso caminho, não impõe a sua estrada. Assim sendo, não podia terminar de modo melhor o diálogo entre a mulher e Jesus: «seja feito segundo a tua fé», “se realize o que você deseja, segundo o que espera, conforme o seu caminho de fidelidade e confiança”. Por um sutil comentário, o evangelista encerra o episódio assim: «a partir daquele momento a filha dela foi curada», indicando que a fé é um caminho, é progressiva e obtém os seus resultados dinamicamente; não é uma mágica aliciadora.

 


Postado em: 12/08/2011 as 11:30:43





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