Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXII Domingo do Tempo Comum


28 de agosto de 2011



   

«A partir daquele momento, Jesus começou a mostrar a seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei; que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia. Então Pedro tomou Jesus à parte e protestou, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isso nunca te aconteça!”. Jesus, porém, voltou-se para Pedro e disse: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas e Deus, mas sim as coisas dos homens!”. Então Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. Pois, quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la. De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida? O que poderá alguém dar em troca de sua vida? Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá, a cada um, de acordo com a sua conduta”» (Mt. 16,21-27).

 


O episódio do Evangelho de hoje é uma etapa fundamental da história entre Jesus e seus discípulos. Quando Jesus os convocou não era apenas para desempenhar uma missão, mas, antes disso, era necessário que eles adquirissem uma mentalidade nova, uma mentalidade que se aproximasse mais à maneira com a qual Deus realiza as coisas do que à maneira como se age em gral. Eles precisavam aprender a pensar como Jesus pensava, agir como Jesus agia para poderem ser eficazes transmissores da experiência de vida que o Senhor queria deixar à humanidade como herança. Contudo, no desejo de Jesus de associar a si mesmo os discípulos que havia escolhido, Ele se deparava continuamente com a fadiga que os homens fazem para ouvir, e para aderir a uma “mentalidade nova”, mesmo os mais bem dispostos. O caminho de Jesus com os seus discípulos é marcado por um constante alternar-se de sentimentos, sublimes e mesquinhos, generosos e ordinários. Os sentimentos que convivem perfeitamente em cada pessoa humana, misturando-se e manifestando-se ora aqui ora ali. A narrativa do Evangelho de hoje retrata perfeitamente quanto esteja presente em cada um de nós, como em Pedro, a grandeza de ânimo e a perigosa atitude de não querer perder nada, nada daquilo que conquistamos com fadiga ou que nos foi dado.

 

            Na maioria dos casos, iniciamos a nossa vida de fé movidos por um profundo entusiasmo pelo fato de termos encontrado, finalmente, o que mais desejávamos para  a nossa vida: sentido, sabor, pessoas que estabelecem relações autênticas, laços de compreensão e aceitação dos nossos limites, etc... No caminho da fé encontramos respostas que alhures não conseguimos encontrar; nasce daí o generoso impulso de retribuir, de dar a outros a possibilidade de sentir o que nós sentimos; nascem as mais verdadeiras profissões de amor a Deus e às pessoas que Ele coloca no nosso caminho.

 

Todavia, assim como o trigo cresce, paralelamente cresce também o joio em nossa alma! Assim, pouco a pouco, passo a passo, sem sequer o percebermos, podemos correr o risco de não estarmos mais dispostos a “dar” e começamos a “retomar” tudo o que havíamos entregado a Deus. Começa e diminuir o entusiasmo e a generosidade; começa a voltar a tentação das seguranças. A leitura de hoje é um maravilhoso espelho daquilo que Jesus viveu em primeira pessoa na sua relação com os discípulo. O trecho nos mostra exatamente este segundo “lado da moeda”: Pedro havia reconhecido em Jesus o Messias esperado, e isto provocou uma relação especial entre Jesus e ele pois, o que vinha da boca de um pescador só podia ser obra do Pai. Jesus reconheceu e ratificou o que o Pai quis. Porém tal relação, provavelmente, foi entendida de modo ambíguo por Pedro o qual tinha diante dos olhos perspectivas de sucessos e resultados admirados pelas multidões.

 

Mas não era isto que Jesus desejava que eles aprendessem. A primeira frase: «A partir daquele momento», indica um tempo continuativo, logo, se trata de um proceder constante de Jesus que tentava contrapor, à possibilidade de um profundo mal-entendido, a verdade sobre a sua missão e o modo de levá-la a comprimento. Se tratava de um esforço para que ninguém, dentre os discípulos (e dentre nós), se iludisse com falsos triunfalismos. É preciso ter consciência de que a seqüela de Jesus não conduz a sucessos aplaudidos pela multidão, a qual admira o que mais agrada ao senso comum. Assim sendo, o episódio deve ser lido como o ápice de um processo que conduziu a um ponto crítico, onde não tem espaço para meios-termos, ou se acata a mentalidade de Jesus ou se escolhe uma outra... assim como não há «acordo entre Cristo e Satanás» (Cfr. 2Cor. 6,15).

 

Na mentalidade de Pedro a questão era simples: se Jesus é o Cristo, se as Escrituras apresentam a vitória final e definitiva de Deus sobre o mal e os inimigos dos homens de bem, consequentemente Jesus terá sucesso. É tão obvio!

 

            Pois é, a questão porém, é outra: como e através de quais caminhos Deus alcança os resultados que deseja? Saber qual é a vontade de Deus nem sempre é tão difícil; saber qual o objetivo que Ele deseja realizar também não é sempre tão complicado nem obscuro… Mas, “como” Deus realizará o que deseja? “Como” Ele nos associa a si nesta obra? Este questionamento é bem mais complicado do que o primeiro!

 

É a este ponto, quando não conseguimos entender “como” Deus conduz as coisas que a atitude generosa inicial, o entusiasmo para seguir Jesus, o nobre sentimento de serviço pode dar espaço ao seu inimigo: a presunção. Presumimos de saber “como” realizar o Reino, presumimos de saber “como” fazer o que Deus deseja. Achamos de estar seguindo e servindo... quando, na verdade, não estamos dispostos a deixar o “nosso modo” de fazer, de ver e, até, de “servir”. Queremos sim, servir a Deus, mas do nosso jeito. E aí, isto é serviço? Como é fácil cair na mesma tentação do Apóstolo tão amado por Jesus!

 

            E foi assim que Pedro, quando se deu conta que o caminho que Deus havia escolhido não coincidia com os critérios que -segundo ele- Deus deveria adotar, começou a «protestar»; tanto quanto fazemos nós toda vez que Deus se apresenta de modo diferente ao esperado.

 

Às vezes encontramos traduções que tendem a abrandar a tensão do momento (por exemplo: “tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo”), mas de fato o verbo usado indica o ato de “protestar”.  “Protestar” é extrapolar da atitude de serviço, é retomar aquilo que demos a Deus quando nos sentíamos agradados por Ele; “protestar” é se sentir à altura de concordar ou não com Deus e com o seu proceder. “Protestar” é não reconhecer que Deus é Deus. Ou, como dirá Paulo aos cristãos de Tessalônica: é agir como o «anti-Cristo», «aquele que senta no trono de Deus apontando a si mesmo como Deus» (2Tes. 2,4). Mais explicitamente, a expressão que o Evangelista usa (o verbo “arcw” junto com o outro: “epitimaw”) significa literalmente: “assumir o comando”... Precisa mais alguma explicação? Pedro estava assumindo o lugar que não lhe pertencia; do mesmo modo que nós também somos tentados a fazer quando não entendemos o comportamento de Deus. Com isso se explica claramente a resposta de Jesus: «fique atrás de mim». O caminho de Deus é de Deus!

 

            A resposta de Jesus não tardou a vir. Recordou a Pedro qual é a lógica de Deus e o axioma de fundo de todo caminho de fé: “com meios humanos não se alcançam metas divinas” (Ardens).

 

Precisamos ter um pouco de cuidado quando lemos a famosa frase: “longe de mim, Satanás”. Numa primeira leitura parece apenas ser uma resposta instintiva de Jesus, uma repulsão em relação a Pedro, quase que Jesus se colocasse no seu mesmo plano, respondendo com a mesma moeda; uma pura repreensão sem mais nada. Porém, uma leitura mais atenta nos revela algo a mais, um novo valor. Assim, Jesus mostrava a Pedro quanto a sua atitude estivesse perto da atitude de Satanás, o qual atrai os homens com milagres e portentos, com sucesso e aprovação. Satanás pretende ser dono da própria vida, Jesus e o discípulo fiel pretendem “dar” a vida. Jesus mesmo fez experiência da sutil maldade do Adversário e daquelas artimanhas que atraem o homem com a ilusão de resultados eficientes em curto prazo. Continuar por aquele caminho conduziria com certeza Pedro a se associar ao Adversário. A Escritura, inúmeras vezes, nos apresenta a fonte do pecado como ligada à decisão de um homem que escolhe prescindindo de Deus, sem sequer “perguntar” ou “ouvir”. Talvez, mais que a associação com Satanás, a Pedro tenha doído muito mais a expressão que encontramos no versículo seguinte: «tu és para mim escândalo». Trata-se de um hábil jogo de palavras de Jesus que recordava a Pedro -e a todo discípulo- que o novo nome que ele tinha recebido, “pedra” (que era o atributo dado ao próprio Jahvé, a “rocha” de Israel), poderia significar tanto uma pedra para construir quanto uma pedra que dificulta o caminho (a palavra “eskandalon” -escandalon- significa “pedra de tropeço”). Tudo depende da atitude que alguém toma quando anda com Jesus.

 

À firme advertência a Pedro, Jesus acrescentava também um conselho, uma indicação para o caminho correto. O verbo upagw, às vezes traduzido com “afasta-te”, significa algo mais importante do que um imperativo ou expressão de desprezo; indica o gesto de quem se “deixa conduzir”, que “fica atrás”. Também tem o sentido de “prender-se ao jugo”. Esta figura, a do boi que se deixa prender ao jugo, era querida por Jesus: «tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde» (Mt.11,29). É uma imagem emblemática que responde claramente à presunção de saber “como e quando”; ou seja: se entende o caminho de Deus perdendo a própria independência, como faz um boi vinculado a outro para, juntos, puxarem um arado. Significa escolher de não antecipar o tempo e o caminho que Deus deseja que percorramos, mas percorre-lo passo a passo com o tempo do outro. Ter a certeza da vitória definitiva do amor sobre o egoísmo, do bem sobre o mal, não exime ninguém de percorrer o mesmo caminho de Jesus pois, é o próprio caminho que gera a comunhão com Ele, não o resultado. Quem tentou colocar emparelhados dois animais sabe muito bem que isto é dificílimo inicialmente, a não ser que os dois “aprendam” a estar juntos, passo a passo, lentamente, obstáculo após obstáculo. Mas sempre unidos tanto quanto um boi está preso a outro. Nisto está a força que uma junta de boi produz, maior que a soma da de cada um deles.

 

Presunção ou humildade, confiança ou protesto, isto faz a diferença entre um discípulo de Cristo e um «inimigo da cruz de Cristo» (Fil. 3,18) atributo que Paulo dispensa àqueles que desejam resultados. Assim, o jugo se transforma também em “cruz” para Jesus, carregar o jugo é carregar a cruz. Longe de toda visão piedosista ou melodramática com a qual ligamos um sentimento passivo e negativo à cruz, é preciso lembrar que para Jesus a cruz tinha um outro significado.

 

O cristão não é um “resignado” que deve “carregar” um peso como um “karma” ou um “destino” que Deus faz recair sobre ele, como aparece no quadro de Salvador Dali (ao lado). Este não é o nosso Jesus! Mesmo em toda a sua maravilha artística não deixa de ser uma péssima distorção dos sentimentos de Jesus. A cruz, foi para Ele mais do que um símbolo de sofrimento de um homem esmagado, foi o símbolo do amor até o sofrimento.

 

Deste modo as palavras de Jesus poderiam ressoar assim: “assumam sobre vós aquilo que Eu assumi como sentido da minha vida, até o fim. Amem, aqui está a vida. O medo de perder fará perder de fato a vida”.

 

Vida é proximidade com Deus, com Jesus, por aquilo que der e que vier; o resto é morte é o reino de Satanás. 

 

 


Postado em: 26/08/2011 as 10:07:04





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