Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXIII Domingo do Tempo Comum


04 de setembro de 2011



   

«Se teu irmão pecar contra ti, vai procurá-lo e o repreende a sós. Se te escutar, terás ganho teu irmão. Mas, se não te escutar, toma contigo uma ou duas pessoas para que, sob a palavra de duas ou três testemunhas, seja decidida toda a questão. Se também não quiser escutá-las, expõe o caso à Igreja. E, se não quiser escutar nem mesmo a Igreja, considera-o como um pagão e um cobrador de impostos. Eu vos declaro: tudo o que ligardes na terra será ligado também no céu e tudo que desligardes na terra será desligado também no céu. Eu vos repito: se dois dentre vos na terra estiverem concordes para pedir seja qual for a coisa, esta lhes será concedida por meu Pai que está nos céus. Porque, onde estão dois ou três reunidos em meu nome, eu estou lá entre eles”.» (Mt18,15-20)

 


 

A leitura do trecho do Evangelho com o qual Deus quer enriquecer o nosso caminho de fé no dia de hoje parece evidenciar imediatamente uma situação com a qual estamos bem acostumados a conviver. Temos, uma confrontada com a outra, as duas mentalidades que o Novo Testamento chama a “do mundo” e a “do homem novo”. Se o Evangelho não fosse vivido praticamente, numa comunidade, nas relações que são o termômetro objetivo da fé madura, pois bem, se não fosse o centro de uma comunidade, seria vão, seria uma falsidade, que abstrai o homem do seu mundo para projetá-lo num narcisismo espiritual.  Não seria nada mais que uma alienadora ideologia de fuga. Mas a vida comunitária nos preserva dessa perigosa visão religiosa; por outro lado a vida comunitária gera continuas tensões, escolhas, busca de atitudes novas para não perder a relação com aquele que Deus colocou ao nosso lado. Ele é um presente para nós, seja o que ele for e como ele for.

 

Toda vez que me encontro numa comunidade religiosa, paroquial, ou de qualquer outra conotação e ouço as comuns “queixa” de sobre o outro, sempre vêm à minha mente as palavras que D. Bonhoeffer, um teólogo luterano, dizia aos seus quando entravam para a comunidade: “Lembre-se que a pessoa que hoje Deus colocou ao seu lado é aquela que você terá ao seu lado para sempre”. Desse modo ele indicava que a relação que Deus nos oferece não é apenas casual e ligada ao tempo, mas é o lugar onde podemos aprender o amor como qual Jesus soube amar numa comunidade... e com um amor eterno, porque também a pessoa é eterna.

 

 O amor de convivência exige contínuos atos de superação que geram e aprofundam o amor. Esses atos são chamados aqui de “correção” recíproca. É no terreno da correção recíproca que vem à tona com a mais clara evidência a impostação de fundo que soubermos dar à nossa vida. É na correção recíproca que descobrimos aspectos de nós mesmos que em outros contextos não se manifestam. Creio que, nunca como hoje, seja tão importante e tão expressiva a correção recíproca, pois, mais que tantas palavras, a maneira de viver esse aspecto tão essencial da vida cristã é que fala aos homens.

 

Fala de Cristo e do amor que sentimos por Ele;

 

fala do respeito que temos pelos membros de nossa comunidade;

 

fala de quanta coerência existe entre o que pregamos e o que vivemos.

 

 

Poucas atitudes e meios que temos à disposição são tão eficazes hoje para anunciar o Evangelho como a dinâmica da correção fraterna. É bem mais penetrante do que muitas técnicas que aplicamos às pastorais, aos “organogramas”, à propaganda, etc., pois esses instrumentos falam “de fora para dentro” do homem e, por causa disso, precisam de uma série de suportes. Por outro lado, o testemunho de uma mentalidade diferente da mentalidade comum, como se pode manifestar na correção fraterna, fala à partir do interior do homem e alcança o interior do homem, sem precisar de “explicações”. Ao ver como se dá uma correção que seja fraterna, ninguém precisa ser convencido de nada, porque por si mesma a pessoa descobre que, naquela atitude, vive e se encarna realmente uma mentalidade nova, que não é “do mundo”. Diante disso, é quase óbvio que nasça a pergunta: “O que os leva a agirem assim?”. Ora, tal questionamento por si próprio projeta a pessoa além do seu limite. Por que a “correção cristã” é tão atual e é um tão marcante testemunho de fé? Creio que seja necessário levar em consideração, de antemão, o contexto cultural no qual estamos mergulhados.

 

Nos últimos decênios, progressivamente foram colocadas à margem do convívio social as verdades objetivas, os princípios, os pontos de referência comuns. Certo ou errado, o fato de não depender de princípios últimos parecia, em primeira instância, dar uma maior liberdade e autonomia à pessoa que, nesse caso, se percebe imediatamente capaz de afirmar sua unicidade num mundo homogeneizado. Creio que isso tenha seus lados positivos. Contudo, o custo está sendo muito alto e o reverso da moeda cheio de lágrimas silenciosas que brotam da solidão. A recusa de valores absolutos, interpretados como coisas que limitam a liberdade de opinião e ação, acabaram provocando um perigoso relativismo que se demonstrou mais aprisionador do que os valores antes recusados. Diante da convicção, instigada de que os valores não representam validade universal e absoluta, começaram a faltar pontos de referência e mais penosa ainda surge com força a pergunta: “Qual o caminho que devo seguir, já que não encontro em mim a felicidade que busco?”  Cada um tem sua resposta para a própria vida, construída sobre um projeto particular; mas ao que parece, esse esquema de pensamento está declarando sua falência generalizada em nossas culturas e estruturas sociais.  

 

A alternativa que a fé cristã oferece tem as condições de romper esses vínculos da solidão existencial; pode realmente, como diz o Evangelho, «desligar», soltar, libertar. Como? O primeiro passo que a correção nos oferece é o fato de sermos capazes de reconhecer que estamos presos. Isso já é muito, já é o início do processo da libertação que Jesus oferece. Todos nós experimentamos, com maior ou menor força, as reações quando alguém nos faz alguma observação. Às vezes, enrijecemo-nos, às vezes, sentimo-nos ofendidos, em outros casos, pensamos que o outro não pode entender o que estamos passando; às vezes, achamos que o outro quer impor sua opinião sobre a nossa... Enfim, é extremamente variada a maneira com a qual reagimos toda vez que alguém nos diz algo de nós, que nós mesmos não estamos vendo.

 

É tão raro encontrar alguém que agradece do fundo do coração as palavras de outro que o corrige! Como é raro! É tão raro quanto encontrar pessoas realmente livres. Pois esse apego é o reflexo da “mentalidade do mundo” que ainda opera no cristão. Se quisermos conhecer-nos de verdade, se quisermos conhecer o outro que está ao lado, o contexto melhor para fazê-lo é a correção. Aqui descobriremos quanto somos apegados a nós mesmos, quanto estamos dispostos a perder, quanto somos capazes de confiar em alguém e, consequentemente, quanto somos objetivamente capazes de seguir a Jesus (e não uma ideia que construímos a seu respeito).

 

Uma vez que aprendemos a aceitar as observações dos outros, será mais fácil o segundo passo, ou seja, descobrir que o outro realmente me quer bem. Descobrir que ele não me diz isto ou aquilo com segunda intenção, mas porque realmente quer me ver feliz, já que enxerga em mim exatamente aquilo que eu não posso enxergar. Surge assim uma atitude de gratidão para com aquele que está aparentemente “invadindo a privacidade da minha vida” (dificuldade ligada ainda à “mentalidade do mundo”). Quando conseguirmos viver tal atitude de gratidão com as pessoas que Deus colocou ao nosso lado como nossos irmãos, teremos aprendido também como viver uma relação mais adulta com Deus. Saberemos agradecer mais, quando algo acontece diferentemente de como havíamos imaginado, quando Deus corrige a nossa história particular para projetar-nos numa história bem mais ampla. Ver o outro como irmão e não como rival é o principio da comunhão, da autêntica comunidade cristã que possui regras bem diferentes das comuns.

 

Considerar Deus como “rival do homem” foi a base do pecado narrado nos primeiros capítulos do Gênese. A correção fraterna, vivida no estilo cristão, reflete a íntima disposição do homem para deixar-se conduzir por Deus, em reconhecer que Ele quer o nosso bem, que não é “rival”, que não quer depauperar o homem de sua riqueza essencial. É um verdadeiro louvor a Deus, pois com ela escolhemos cada vez deixar-nos redimir da solidão do egoísmo, que faz sofrer, para mergulharmos confiantemente na profundeza da amorosa atenção de Deus; é oração encarnada. Estar contente de ser corrigido é renunciar à autorrealização e assim deixar o Espírito de Deus realizar em nós aquilo que somente Deus está vendo, tal como um escultor vê num bloco de mármore a imagem que está em seu interior. Ao escultor cabe somente extraí-la, assim como Michelangelo extraía “o homem prisioneiro” do mármore (Na figura ao lado, “Prigioni”).

 

Amar o fato de ser corrigido, renunciar ao endurecimento do coração, é uma das mais profundas lutas contra o pecado; é uma das que não fazem alarido, mas transformam realmente as relações entre as pessoas. É bem mais difícil do que lutar contra a “injustiça”, a “marginalização”, etc, coisas estas que cabem também à Igreja, com certeza, mas nenhuma libertação prescinde da libertação do coração do homem, pelo contrário, esta é a que dá fundamento àquela.

 

É o nosso culto agradável a Deus enquanto nos recoloca constantemente na atitude de conversão que decidimos com o Batismo. O evangelista diz: «Se dois dentre vós na terra estiverem concordes...», para indicar a belíssima relação que nasce com a correção fraterna; o que nós traduzimos por “concordes” ou “de acordo”, na língua usada por Mateus é: “sinfonia” (sumfwnew), próprio da linguagem musical. A correção fraterna, feita e acolhida por amor, é como uma melodiosa harmonia que sobe aos ouvidos de Deus em cada nosso sim, em cada nosso pequeno grande ato de abertura que permite ao Espírito agir e libertar o coração aprisionado.

 

... E o que fazer quando alguém não escuta? Pois bem, Jesus nos dá a solução, que infelizmente às vezes é mal entendida. A mentalidade comum interpreta a frase de Jesus «seja tratado como publicano e pecador» no sentido de excluir da comunidade. Pois é, essa é a mentalidade do “homem velho” expressa tão bem no Salmo 1. Mas para Jesus o significado é totalmente outro. Entendê-lo é simples, afinal é só se perguntar: como Jesus tratava o “publicano e pecador”? Não precisa muito esforço... Os próprios acusadores de Jesus o dizem: «Ele é amigo dos publicanos e pecadores» (Mt 11,19)!


Postado em: 01/09/2011 as 17:51:56





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