Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXIV Domingo do Tempo Comum


11 de setembro de 2011



   

«Pedro, então, chegou perto de Jesus e lhe perguntou: “Senhor, quantas vezes terei de perdoar a meu irmão, se pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus lhe respondeu: “Eu não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. A propósito, o reino dos céus é semelhante a um rei que quis acertar as contas com seus servidores. Para começar, apresentaram-lhe um que devia dez mil moedas de grande valor. Como não tinha com que pagar, ordenou ao senhor que o vendesse com sua mulher, seus filhos e todos os bens que possuía, para que desse modo saldasse a dívida. Então, o servidor se atirou aos pés dele, suplicando: ‘Concede-me um prazo e eu te pagarei toda a dívida’. Compadecido, o senhor deixou o servidor em liberdade e perdoou-lhe a dívida”. Ora, apenas saído, aquele servidor encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem pobres moedas. Agarrando-o pelo pescoço, sufocava-o, dizendo: ‘Paga o que deves!’; o companheiro, caindo a seus pés, suplicava-lhe, dizendo: ‘Concede-me um prazo e eu te pagarei tudo!’ mas ele não quis concordar; pelo contrário, foi-se embora e mandou jogá-lo na cadeia até pagar a dívida. Vendo o que se passava, seus companheiros ficaram profundamente entristecidos e foram levar ao senhor a notícia desse caso. Então, o senhor o chamou e disse-lhe: ‘Servidor cruel! Eu te perdoei toda a dívida, porque me suplicaste isso, não devias tu também ter pena do teu companheiro, como eu tive de ti?’. Encolerizado, o senhor o entregou aos carrascos, até que pagasse toda a dívida. Do mesmo modo também procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão de todo o coração”» (Mt. 18,21-35)

 


 

Como no texto anterior, o Evangelista deseja também aqui educar a comunidade cristã a qual, ao longo de seu caminho, se manifesta sempre mais como portadora de um mistério que a faz essencialmente diferente de qualquer organização ou grupo social. Trata-se do mistério que evidencia a diferença existente entre ser “irmãos” e ser “sócios”; assim como o conceito de fraternidade é evangélico o de solidariedade não, a fraternidade inclui a solidariedade mas, a solidariedade não implica na fraternidade. Podemos ser solidários com alguém do qual sentimos a dor o sofrimento e, assim, fazer algum gesto a ele favorável, bem diferente porém é a atitude de ir ao encontro de um alguém porque sei que ele é meu irmão! Jesus não nos ensinou a solidariedade, isto já era comum aos ensinamentos de muitos filósofos, filantropos e guias religiosos anteriores e posteriores a Ele; Jesus nos ensinou a fraternidade!

 

Como no texto anterior, que falava da correção fraterna, as palavras de Jesus são dirigidas a “irmãos”, entre os quais o perdão adquire um significado próprio. Nem a correção fraterna nem o perdão podem ser compreendidos prescindindo da relação de irmandade sobre a qual se apóiam. O perdão é um aspecto muito complexo do caminho da fé, mas é essencial. Tão essencial a ponto de Jesus ter incluído o perdão na oração do Pai Nosso; oração esta que descreve a nós mesmos quais são os elementos (sete, segundo a simbologia de Mateus) que nos permitem adquirir a consciência de que somos realmente filhos de Deus. Iremos tocar somente alguns pontos desta maravilhosa dinâmica que é o perdão, deixando que Deus fale ao nosso coração o que necessário for para que possamos descobrir as belezas e a liberdade geradas pelo perdão dado e recebido.

 

Assim como a correção fraterna, também o perdão se compreende dentro da lógica da conversão, isto é, da opção que motivou o nosso ser cristão. O perdão, a correção fraterna e a conversão andam de mãos dadas. O fiel é constitucionalmente um homem que se coloca na ótica de se deixar progressivamente envolver pelo Espírito e se deixar por Ele transformar, a imagem de Jesus Cristo, no homem novo do qual somente Deus conhece a fisionomia. É esta a base sobre a qual São Paulo vê o caminho da fé. Tal caminho se dá unicamente dentro de uma comunidade de fé, ou seja, entre pessoas que optaram para se deixar envolver por um chamado que é pessoal, mas que supera o individualismo (próprio de qualquer ideologia mesmo que revestida de formas religiosas) e funde as pessoas num único “corpo”, o de Cristo, através da ação transformadora e unificante do Espírito. Correção e perdão agem conjuntamente dentro desta comunidade de tal modo a dar sempre novo alento ao caminho da fé e à unidade deste corpo. 

 

A correção fraterna é uma dinâmica que se dá numa perspectiva que olha para o futuro, ou seja, é a tentativa de enxergar o irmão à luz da Escritura, a partir daquilo que ele poderá ser para Deus e para os outros, indicando para ele o caminho e os possíveis desvios. O enfoque com o qual dois irmão se vêem não é o que cada um é neste exato momento, mas o que ele poderá ser para Deus e os homens. Para explicar-me um pouco mais, permito-me usar um ditado em uso na Idade Média que diz o seguinte: “Você sabe qual é a diferença entre Deus e o demônio? É simples: o demônio te vê e aponta aquilo que você é (inclusive o peso dos erros e limites); Deus te vê e te mostra o que você pode ser”. Quanta sabedoria! Quantos dramas poderiam ser evitados...!

 

Vamos voltar à nossa reflexão.

 

De modo diferente coloca-se o perdão; este é uma tomada de consciência de algo que aconteceu no passado, logo é algo que não pode ser corrigido, modificado, pois já aconteceu.

 

A questão então é: o que fazemos com aquilo que não pode mais ser modificado?

 

Desta perspectiva nasce aquele complexo conjunto de valores, atitudes, sentimentos que se sobrepõem confusamente para depois encontrar um sentido, este processo se chama perdão. Quantas vezes ouvimos e dissemos frases como estas: “Não sei perdoar, é impossível perdoar....”. Creio que não seja tão impossível assim, se Jesus no-lo pediu. Talvez pensar que é difícil perdoar é uma dificuldade que pode ter sua origem num mal entendido, ou seja: perdoar não é sinônimo de esquecer. Trata-se de duas coisas totalmente diferentes. Perdão não é um simples e banal “passar uma borracha” para apagar o que a mente nunca poderá esquecer e apagar. Tentar agir deste modo é fazer violência à nossa psique, aos nossos sentimentos... e isto não corresponde minimamente ao desejo de Deus. Fingir que algo simplesmente “não existiu” é uma falsidade, que antes ou depois voltará à tona, em nossa alma, com toda a sua força provocando estragos por vez muito grandes. Esta é uma armadilha engatilhada na qual não existe a liberdade que o perdão dá. Felizmente Deus não esquece dos nossos erros, assim como uma boa mãe não esquece os erros e as fraquezas dos filhos, pelo contrário, faz questão de remarcá-los a fim de que eles não sofram inutilmente. Deus não finge que algo não existiu, pelo contrário, usa o que existiu para gerar a fascinante dinâmica do perdão, que dá liberdade na medida em que nos deixamos envolver.  A questão é, repito, o que fazer com algo que já aconteceu?

 

Pedro parece entender o perdão justamente como a tentativa de esquecer o que um irmão repetidamente fez. E isto (pelo tipo de palavras usadas) parece, irritá-lo, parece uma injustiça, uma imoralidade. É compreensível e justificada a sua atitude, é aquela que espontaneamente em muitos de nós sobrevém quando amiúde nos sentimos feridos por alguém, mesmo que seja irmão. Creio, contudo, que esta dificuldade também tenha origens de uma interpretação das coisas um tanto restritiva, enquanto sugere que perdoar, bem no fundo, significa compactuar com algo objetivamente errado. Assim o perdão parece ser um ato leviano com o qual tudo é justificado, coberto, esquecido. É obvio que isto é imoral e inaceitável para qualquer pessoa de princípios, como Pedro.

 

«Sete vezes...?» pergunta Pedro, como a dizer: “Sempre? Qual é o limite após o qual estou em direito de romper as relações com ele, meu irmão? Quando é que posso ficar tranqüilo deixando que ele vá pelo seu caminho e eu pelo meu?”. É bem a pergunta que nós fazemos com tanta freqüência! Como sempre Jesus supera as expectativas. Se “sete” já significa “sempre”, não existe nada mais do que o “sempre”. Contudo Jesus diz “setenta”, acrescentando um valor à “sete vezes”. Assim fazendo, sugere que as situações desagradáveis geradas pelos erros dos outros, não podem ser superadas simplesmente fingindo ou, pior, tolerando o que não é justo; pois isto nem faz crescer a pessoa nem fortalecer o amor naquele que oferece ou recebe o perdão. Precisa percorrer outro caminho, simplesmente por uma motivação: aquele que erra não deixa de ser «teu irmão»!

 

Existe apenas um caminho: é o caminho do primeiro passo.

 

Numa ocasião Jesus dizia: «Se te lembrares que teu irmão tem algo contra ti, vai reconciliar-te com ele» (cfr. Mt. 5,23). É a lógica do primeiro passo é a lógica de Deus, lógica que difere daquela de uma comum sociedade na qual o “ofendido” se sente no natural direito de receber desculpas e reparação. Isto é realmente justo, contudo esta imediata “justiça” pode ser superada e enriquecida de um outro, imenso, valor. Quando formos capazes de inverter as situações, de não sentir-nos “no direito de”, com grande probabilidade nos sentiremos bem mais perto de Deus o qual «quando éramos pecadores» (Rom. 5,8) veio ao nosso encontro, não quando tudo estava certo.

 

Viver o perdão nos assemelha a Deus.

 

A lógica do primeiro passo surpreende a pessoa que errou a qual, pela lógica comum, espera ser tratada pelo menos com uma certa distância, o que seria natural.

 

Porém o que aconteceria se, de repente, ela se sentisse “surpreendida” por uma  atitude nova, desconhecida, inesperada e, principalmente, gratuita? Ele não compreenderia melhor algo sobre Deus? Não compreenderia mais profundamente a “pessoa” de Deus? Bem mais do que as definições que damos Dele? Assim sendo, o perdão torna-se um enriquecimento para quem o oferece, enquanto lhe confirma que, nele, o Espírito está agindo e transformando-o progressivamente a imagem de Jesus, o qual sequer por um momento exigiu desculpas de quem o afligiu nem de quem o abandonou na cruz. Mas é também um enriquecimento para quem acolhe o perdão oferecido; porque o projeta fora de si mesmo, rompendo o círculo vicioso que se dá quando sabemos de ter errado. De fato é muito fácil até punir a si mesmo após ter reconhecido um erro, mas é bem mais difícil se deixar abraçar por alguém que sabemos ter ofendido. Todavia, o reconhecimento do erro, o remorso, até a autopunição que aplicamos inconscientemente a nós mesmos, de fato não servem para nada. O que serve é fazer um outro passo, o mais importante, porque não tem mais a nós mesmos como centro; é um salto qualitativo: olhar nos olhos de quem abre os braços gratuitamente. Somente isto liberta. Chorar sobre si mesmo aumenta a solidão, o fechamento que conduz à morte do coração sufocado pelo orgulho que não consegue ir ao encontro da pessoa ofendida. Se deixar abraçar, nos faz encontrar com a humildade, terreno fértil sobre o qual Deus constrói seus filhos.

 

Oferecer o perdão, então, é oferecer ao outro a possibilidade de romper correntes que amarram, é facilitar o seu caminho de liberdade. É escolher de continuar o caminho com um irmão; pois mesmo que um irmão erre e fira o outro, nunca os dois poderão deixar de serem irmãos uma vez que possuem o mesmo sangue. Oferecer e receber o perdão equivale a confirmar que o outro é meu irmão, essencialmente, prescindindo daquilo que ele possa ter feito de errado, inclusive para comigo. 

 

O desapontamento do patrão, na parábola, é a imagem da tristeza de Deus quando não somos capazes de oferecer a liberdade a um irmão, uma vez que nós mesmos temos experimentado a gratuidade e a liberdade que Deus oferece. È a imagem da tristeza de Deus, quando não conseguimos partilhar os seus dons com aqueles que precisam das mesmas coisas das quais nós, a cada dia precisamos. Mas é sobretudo a tristeza de ver que o orgulho não deixa que os pequenos direitos pessoais sejam superados tendo em vista um valor maior: o grande dom de sermos filhos de Deus. A eles, sempre, o Pai abre seus braços.

 

Pe. Carlo

centrobiblicord@yahoo.com.br


Postado em: 09/09/2011 as 13:16:07





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