Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXVI Domingo do Tempo Comum


25 de setembro de 2011



   

«Jesus acrescentou: “E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: ‘Filho, vai hoje trabalhar na vinha’. Ele respondeu: ‘Sim, senhor’; porém não foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: ‘Não quero’; depois, arrependido, foi. Qual dos dois fez a vontade do pai?” Disseram: ‘O segundo’. Declarou-lhes Jesus: “Em verdade vos digo que esses publicanos e essas meretrizes vos precedem no reino de Deus porque João veio a vós no caminho da justiça, e não acreditastes nele; ao passo que publicanos e meretrizes creram. Vós, porém, mesmo vendo isto, não vos arrependestes, afinal, para acreditardes nele.» (Mt. 21,28-32).

 


 

 

            A de hoje é a segunda de três parábolas reunidas em torno da imagem da vinha, a primeira nos foi proposta no domingo passado enquanto iremos ler a terceira no próximo domingo. As três estabelecem uma ligação simbólica com o Reino, núcleo da pregação de Jesus. A primeira das três associa o Reino-vinha à colheita e aos que são chamados a recolher, junto com Deus, os frutos de sua ação no mundo, são operários chamados a qualquer momento da vida. A parábola de hoje possui uma fisionomia bem diferente, tanto em relação ao objetivo, quanto aos destinatários.

 

Deixemo-nos conduzir pela narração. 

 

O contexto parece ser diferente da primeira parábola. A de hoje não deixa transparecer alguma pressa ou situação-limite que exija intervento imediato. Digamos que tudo se desenvolve ao longo da vida cotidiana, do rotineiro trabalho efetuado na vinha do Senhor a fim de que esta possa desenvolver-se e produzir frutos. Notamos que aos dois filhos o Pai se dirige com a mesma expressão «hoje». É, essa, a imagem do trabalho lento e constante, progressivo e sem agito; do cuidado diário que não é ostensivo, que não retribui com aquela satisfação imediata que dá, por exemplo, o momento da colheita e do resultado patente. É o típico trabalho de quem, chegando ao fim do dia, às vezes diz: “Hoje não consegui fazer nada” como freqüentemente acontece quando não vemos nem resultado nem progresso daquilo que fizemos ao longo da jornada. Evidentemente a parábola trata do trabalho próprio de quem sabe cuidar mesmo sem ambicionar resultados evidentes a curto prazo. E isto requer bem mais do que colher os frutos, requer bem mais afeição a o que se faz. Requer amor verdadeiro e estável, isto é, a mesma qualidade de amor que Deus usou para com Israel ao longo de séculos e que o Senhor continua tendo conosco pela ação do Seu Espírito a cada dia.

 

Cuidar significa acompanhar o crescimento de uma vinha, conhecer suas possibilidades, significa intuir o momento certo de prevenir suas possíveis doenças, significa saber escolher e podar os galhos certos, pois um corte errado poderia comprometer uma colheita...

 

Enfim não é trabalho para pessoas contratadas diariamente, que hoje podem estar ali e amanhã não. É o trabalho próprio para o dono da vinha e seus filhos, pois é a eles que o Senhor entrega aquilo que é precioso. O que o Senhor está cultivando é a própria herança dos filhos. Poderíamos dizer que é o mundo renovado, a humanidade que, cuidada devidamente, consegue realizar sua identidade e sua finalidade, ser aquilo que é. Os filhos é que são chamados a trabalhar nela com esmero. Os filhos de Deus receberam do próprio Filho a honra de poder trabalhar na mesma vinha onde Ele trabalhou ao longo de seus anos na Palestina: «Assim como o Pai me enviou eu envio vocês» (Jo. 20,21).

 

Hoje, quando pensamos em herança, pensamos fundamentalmente numa importância deixada, assim como pensando numa vinha pensamos no lucro que esta pode gerar. Mas o camponês autêntico, aquele que cuidou junto com seu pai de um terreno, que diariamente ia com ele aprendendo aqueles artifícios que não estão escritos em nenhum livro. Um filho que aprendeu do pai a reconhecer pelo cheiro da terra o momento de plantar, este não considera uma terra como pecúlio; naquela terra está presente a sua história e a história do pai. É assim que pensavam também os hebreus. A este respeito, há uma narração interessante na Bíblia: um rei, Acab, queria comprar a vinha de um homem, Nabot, dizendo-lhe: «Dar-te-ei por ela outra, melhor; ou, se for do teu agrado, dar-te-ei em dinheiro o que ela vale », mas a resposta foi: «Guarde-me o Senhor de que eu dê a herança de meus pais» (cfr. 1Rs,21,2ss). De fato era impensável vender por dinheiro uma terra, uma vez que esta trazia consigo “parte” da vida do próprio pai. Sendo assim, a herança deixada aos filhos é a própria presença do pai perpetuada através da vinha, onde será sempre possível reencontrá-lo, em cada detalhe. Assim, quando o dono da vinha da parábola pede aos filhos para irem trabalhar está pedindo bem mais do que cumprir uma tarefa, está pedindo de fazê-lo para que pudessem sentir o mesmo sentimento que o Senhor tinha em relação à sua “vinha”. Se Deus nos chama a trabalhar no mundo da sua vinha é para que possamos sentir os mesmos sentimentos que Ele tem para com a humanidade que sofre, ou que está desesperadamente buscando encontrar um sentido para a própria vida. O convite para trabalhar é um ato de amor do Pai para com os filhos, como fica claro nesta parábola. Os “filhos”, então, são pessoas privilegiadas que sabem, como nenhuma outra, reconhecer os feitos do Pai em qualquer circunstância, porque, além de aprender a reconhecer os sentimentos do Pai, aprenderam a reconhecer também sua ação.

 

Jesus aplica esta parábola àqueles aos quais Deus concedeu, por simples gratuidade, a graça de trabalhar na sua vinha; não são «operários», cada um é chamado «filho».

 

A parábola tem uma dúplice história: inicialmente Jesus tinha em vista o inteiro povo de Israel na expressão dos seus lideres, os religiosos; mas depois, antes que fosse colocado por escrito o Evangelho de Mateus, esta mesma parábola foi aplicada aos próprios cristãos, aos membros da comunidade. Em ambos os casos, notamos como aqueles que foram chamados por primeiros a viverem o privilégio de trabalhar na vinha de Deus, responderam com entusiasmo, sem sequer questionar: «sim, Senhor» disse o primeiro. Note-se aqui a atitude de obséquio: o primeiro filho não responde “sim, pai”, mas “sim, senhor”. Assim é evidente uma adesão exterior a Deus, obsequiosa, sim, mas que não entrou no coração do filho o qual não se deixou envolver mais do que tanto. Quem sabe, ele não queria não trabalhar, mas sem dúvida não foi naquele “hoje” que é tão importante para Deus! Talvez ele quisesse apenas adiar... Mas para Deus apenas o “hoje” é sinônimo de generosidade e de superamento do próprio mundo privado. Os dois não sentem a mesma necessidade que o Pai sente, seu “sim” não os envolve como um íntimo e impetuoso desejo que a vinha dê seus frutos, que chegue à realização.

 

À imagem do segundo filho, Jesus associa «prostitutas, pecadores...», isto é, pessoas que sabem muito bem o que significa “estar do lado de fora”, sabem muito bem onde conduzem certos caminhos; já experimentaram o que significa chegar ao ínfimo da dignidade uma vez que venderam a si mesmos para o melhor oferente. Estes, que inicialmente, com um simples «não quero» privo de justificativas desdenham a oferta do Pai, paradoxalmente se deixam envolver.

 

Nesses também não existe a generosidade como característica imediata, ao contrário, a resposta é clara: «não quero». Diante disso poderíamos desistir de acreditar neles, poderíamos desistir de cuidar de um nosso irmão que parece relutante, que “não quer”. Mas é aqui que Jesus evidencia uma belíssima qualidade própria do homem livre, maduro, que não precisa a todo custo manter uma posição uma imagem, que não precisa se mostrar “duro” “irredutível” como se isso fosse sinal de força... O verbo usado (metamelomai) significa: “ficou sentido”. Ora, isto não significa “remorso”, o remorso não é salvífico. Nem sempre ao remorso corresponde uma mudança de atitudes; no caso de Judas Iscariotes (Mt. 27,3), por exemplo, houve somente um profundo remorso, que o conduziu ao desespero e às suas nefandas conseqüências. O remorso é um estado de espírito emocional que nasce ao considerar um erro feito e sentir o peso de seus efeitos. Sem dúvida é uma disposição nobre, mas o arrependimento é outra coisa! Por remorso às vezes se cometem erros ainda maiores. O remorso, é apenas o primeiro passo, se dizia na Idade Média junto com Tomás de Aquino. O Evangelho fala de “arrependimento” com uma palavra que indica a atitude de “mudar de sentimento”, “assumir o que o outro sente”; não é uma mudança de opinião, mas sim abertura para sentir pulsar em si o coração do outro. O remorso nasce e termina dentro da própria pessoa, enquanto o arrependimento a projeta nas motivações do outro, e abre para novos sentimentos. É uma força de amor que faz superar a vergonha de ter errado, que não se extingue na comiseração de si mesmo e da própria incapacidade. O remorso por si próprio não dá a força de tomar decisões novas, o arrependimento sim, porque o primeiro vê o limite da pessoa e somente isso, enquanto o segundo se abre à tentativa de ver o mundo pelo olhar do outro em que, progressivamente, se aprende a “crer”, a dar um crédito, a confiar. Quantos casos conhecemos de pessoas que sabem de estar percorrendo um caminho que não leva a nada! São pessoas que reconhecem sua condição mas sofrem porque não conseguem fazer o segundo passo, o passo de ver o mundo pela perspectiva do outro. Quando isto ocorrer, será possível até uma mudança de comportamento, mas isto será possível apenas como resultado de uma libertação mais profunda e não somente de uma obrigação moral. O Reino, então é a percepção da presença amorosa de Deus no mundo. É entrar no compasso do coração pulsante de Deus para a “sua vinha”.  

 

Aqui está o ponto central que define duas maneiras de viver o relacionamento com Deus: o primeiro filho estava até disposto a trabalhar, mas não sentiu o sentimento do Pai; o segundo não tinha vontade, mas sentiu o sentimento do Pai. Ora, é esta última atitude que nos dá também as forças de «cumprir o que o pai deseja», levar à “cumprimento” o sentimento do Pai. Deste modo, paradoxalmente, o que é mais importante na parábola não é apenas o fato de ir ou não para o trabalho, mas o estado de ânimo que conduz ou não conduz alguém a aderir ao chamado de Deus para trabalhar naquilo que “para Ele” é importante. Pois é, é o amor que motiva a qualidade do trabalho, na vinha de Deus!    

 

Ambos são “filhos”. Uns e outros foram convidados para aquele trabalho quotidiano, lento, sem resultados imediatos, mas que permite conhecer a vinha tanto quanto o dono da vinha a conhece; um trabalho que permite assimilar o seu modo de agir.

 

Era essa a missão de Israel e é a missão da Igreja, hoje: aprender como Deus trabalha, encontrar na história da humanidade os traços de sua delicada ação que conduz a uma meta. Fazer sentir à “vinha” que ela é bem cuidada, amparada, protegida e que a sua existência tem sentido. É o trabalho paciente e sem resultados ostensivos. O Pai chama a todos, os que estão em condições mais favoráveis e os que estão à margem da experiência de fé: os que dizem “sim” e os que dizem “não quero”...

 

A parábola nos sugere que é possível amar a grande vinha do mundo não obstante seus problemas, incoerências e distorções uma vez que, em cada detalhe, soubermos reconhecer o toque de Deus que trabalha, que cuida. Esse elo de ligação, é a tarefa dos filhos.

 


Postado em: 22/09/2011 as 13:02:15





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