Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXVII Domingo do Tempo Comum


02 de outubro de 2011



   

«“Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas, e construiu uma torre de guarda. Depois, arrendou-a a vinhateiros, e viajou para longe. Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para receber seus frutos. Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram. O proprietário mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles os trataram da mesma forma. Finalmente, o proprietário enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’. Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!’ Então agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. Pois bem, quando o dono da vinha voltar, o que fará com esses vinhateiros?”. Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “Com certeza destruirá de maneira ignominiosa esses infames e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”. Então Jesus lhes disse: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?’. Por isso, eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos”.» (Mt 21,31-43).

 


 

Jesus estava falando dentro do Templo de Jerusalém, no coração da vida religiosa de Israel. Debaixo dos pórticos, onde costumavam sentar os mestres da Lei para ensinar o caminho de Deus, Jesus também fazia ouvir sua voz aos israelitas que encontravam Nele mais daquilo que um escriba ou um fariseu ensinavam. Curiosos, ou talvez na posição de quem admira mas não o pode demonstrar e fica sem comprometer-se, também estavam ouvindo-o sacerdotes encarregados do culto. Havia também “anciãos”, isto é, os respeitáveis expertos de Escrituras cuja palavra ninguém se atreveria a pôr em discussão. É a esses últimos que Jesus dirige a parábola de hoje: a homens que possuem autoridade, que são ouvidos pelas pessoas simples que confiam, sem questionar o que lhes é dito. Homens que são depositários da confiança, a de Deus e a dos homens. Homens de responsabilidade. O Evangelho - algumas linhas adiante - nos diz que esses líderes haviam entendido muito bem que a parábola era, em primeiro lugar, para eles e, diríamos nós, para todas as pessoas que têm autoridade e responsabilidade também numa comunidade cristã.

 

A leitura de hoje é a última das três alegorias que usam o tema da “vinha” como elemento simbólico da relação entre Deus e o seu povo, ou melhor, entre a ação de Deus na história e seu desfecho final chamado “julgamento”.

 

Nas duas parábolas anteriores, Jesus nos disse que o final da história é, antes de tudo, uma grande festa, uma festa preparada para os que sabem se colocar como quem espera, e para os que sabem alegrar-se com a alegria dos outros (a parábola dos operários chamados a qualquer hora do dia). Jesus nos disse ainda que, no julgamento final, o Senhor não olhará tanto para atitudes - até inconsequentes que tenhamos tido -, mas para a capacidade de “reconsiderar” as próprias atitudes, e isso em vista a adesão ao desejo de um Pai (a parábola dos dois filhos). A terceira alegoria, a de hoje, abre ainda mais os horizontes para outras dimensões que veremos à medida que caminharmos com um pouco de atenção, deixando-nos iluminar pelo Espírito com o qual essas palavras foram pronunciadas.

 

Precisamos, antes de tudo reconstruir, conforme a nossa linguagem, o sentido simbólico que um hebreu dava à vinha, ao lagar, à torre.

 

Entre as plantas mais apreciadas na área do Mediterrâneo está, sem dúvida alguma, a videira que, junto com a oliveira, sempre foi associada à noção de “bem-estar e paz”. Na antiguidade, algumas suas propriedades sugeriam a ideia de que a videira possuísse características divinas, de fato, trata-se de uma planta aparentemente frágil, mas capaz de viver e dar fruto por cem anos! E mais: dessa planta o homem podia derivar aquele líquido que lhe provocava a alegria e a euforia (note-se que se desconhecia a existência da substância que chamamos “álcool”) necessárias para que os adivinhos ou sacerdotes pudessem incorporar divindades. Na Mesopotâmia, era chamada “erva da vida”; na escrita Suméria, para indicar a vida, desenhava-se uma folha de videira (grande parte da escrita era em forma de ideogramas). Em baixo-relevos do Oriente Médio é comum ver a “árvore da vida” representada como uma videira que une terra e céu. Também no mundo bíblico a videira é associada à harmonia entre Deus e o homem: o primeiro ato da humanidade purificada após o dilúvio foi plantar uma videira (Gen. 9,20). Não estranha, então, ver como a relação amorosa entre Jahvé e o povo de Israel tivesse sido comparada pelos profetas ao cuidado que um homem tem para com a sua vinha. Assim, por exemplo, Jer. 2 e Os. 10;  também o profeta Isaías dizia que «a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta dileta do Senhor» (Is. 5,7). Mais que uma terra para produzir e enriquecer, a vinha era considerada uma patrimônio religioso, étnico e cultural. Quando Acabe, por uma mesquinha questão econômica quer a vinha de Nabote, este, magoado e surpreendido pela inusitada proposta do rei, responde: «Deus me livre de entregar a você a herança dos meus pais!» (1Rs. 21,3). A vinha é parte da história de uma família, é um lugar onde a família se expressa, se faz conhecer, marca o seu nome. Essa também deveria ser a “vinha” de Deus, o lugar onde Ele mesmo pode se manifestar, se deixar conhecer, marcar o seu Nome entre as nações que desconhecem “quem” é Deus. Um lugar precioso preparado com todo o carinho necessário: isso fez o Senhor com Israel, isso faz o Senhor com o povo que dos doze apóstolos deriva. 

 

Na confecção da parábola, Jesus retoma um conhecido trecho de Isaías: «Agora, cantarei ao meu amado o cântico da sua vinha. O meu amado teve uma vinha num outeiro fertilíssimo. Sachou-a, limpou-a das pedras e a plantou de videiras escolhidas; edificou no meio dela uma torre e também abriu um lagar» (Is. 5,1). A vinha do Senhor é uma propriedade grande; precisa de uma torre de guarda para observar-lhe os limites.., é tão grande que justifica a construção de um lagar dentro da mesma (note-se que para esmagar as uvas existiam lagares comunitários que cobravam uma percentagem para o trabalho). Ao trecho de Isaías Jesus acrescenta um detalhe: uma “cerca”, símbolo da propriedade exclusiva de Deus, do seu “ciúme” de algo tão precioso e cuidado nos mínimos detalhes (cfr. Sal 80).

 

As indicações que precedem nos dizem que a parábola foi dirigida imediatamente aos responsáveis da religiosidade judaica, no entanto, tal situação histórica deve ser superada: vale para todos os tempos. São Cirilo, em suas catequeses, recorda que o cristão é a vinha de Deus, “pois está enxertado na videira do Senhor Jesus Cristo com o Batismo”. O livro do Apocalipse amplia a imagem da “vinha” para toda a terra (Ap. 14). A vinha é, enfim, a nossa vida como um conjunto; como um lugar onde a ação de Deus é constante, atenta, cuidadosa dos detalhes. É a nossa vida, pela qual Deus deu o que tinha de melhor, vida na qual Ele quer manifestar-se ao mundo, vida em que deseja agir para “marcar” o seu Nome.

 

Mas Deus, o dono da vida e da vinha, não se sobrepõe ao homem, não interfere com a pressão da sua presença de “dono”; «parte para longe», diz a parábola. Deus não violenta o homem com atos esmagadores de super poder. Quantas vezes escutamos frases como: “Por que Deus não intervém? Por que Deus deixa as coisas desse jeito? Se é Deus, porque não muda as situações perversas em que muitos vivem?”. Pois bem, justamente porque Deus é Deus é que não pode se substituir naquilo que o homem é capaz de fazer. Deus trata o homem como colaborador da sua vinha, não como escravo; ele pode cultivar a vinha como bem o quiser. Analogamente, Deus não manipula a história que o homem pode construir com as suas mãos, pois o contrário seria o mais profundo desrespeito ao axioma antropológico fundamental da Escritura: o homem é imagem de Deus, capaz de criar e exercer a sua liberdade no “jardim” que recebe de Deus.

 

Eis, porém, que surge a grande tentação à qual se refere essa parábola.

 

Nas duas anteriores, Jesus se dirige ao individuo, quanto à maneira como se coloca diante da verdade do último dia. Aqui a questão é posta de modo diferente: estamos diante de um pecado organizado e coletivo: «vamos matá-lo». Esse pecado será destruído «de maneira ignominiosa». Podemos pensar na distorção de valores proposta como verdade? Podemos pensar na violência à dignidade humana perpetuada e atuada por tantos sistemas? Não permitir a liberdade de crer? Eliminar símbolos cristãos?... São muitas as formas com as quais o “pecado” se organiza e tenta expulsar Deus do mundo dos homens assim como queriam fazer os vinhateiros.

 

Notamos um progresso nas três parábolas: na primeira, cada um pega o que considera certo e nada mais (não participa da festa, do acréscimo que Deus dá); na segunda é sugerido o fato de que o homem possa sempre “reconsiderar” as suas atitudes, mesmo que erradas; aqui não, aqui a atitude errada chega às últimas consequências, a expressar-se por aquilo que é e que carrega em si: a morte.

 

Contudo a mesma parábola nos dá uma certeza: o pecado organizado, que se ergue como sistema, que é contrário à vida como Deus a cultivou, esse será destruído, e com esse tudo o que lhe pertence. O objeto da “ira” do dono é justamente aquilo que Paulo diz do “anti-Cristo”: «aquele que senta no lugar do trono de Deus, declarando a si mesmo como Deus» (2Tes 2,4). É a atitude de quem se ilude de eliminar o Filho de Deus do mundo, da vinha que o Pai cultivou. É a atitude daqueles que se iludem que tudo esteja encerrado com a vitória dos próprios princípios, uma vez que consiga lançar Jesus fora do mundo dos homens. É essa a lógica do ateísmo contemporâneo que não nega Deus, mas simplesmente prescinde de Deus. Não lembra que a vida e a história são articuladas pelo homem, mas não pertencem ao homem. E mais: a própria parábola nos indica um paradoxo: tudo é legalmente justificado. Conforme o direito da época, uma vez que não houvesse um filho para reivindicar a propriedade, essa passava a ser propriedade do arrendatário. Não é esse o espetáculo ao qual assistimos diariamente? Não se tenta eliminar passo a passo o Filho, justificando tudo com leis que reivindicam os direitos, sem o limite dos deveres e da responsabilidade quanto aos atos produzidos?

 

Também o dono da vinha é responsável por ela, tanto quanto os arrendatários e pode exigir desses a mesma atitude responsável.

 

Infelizmente os “responsáveis” aos quais foi entregue a vinha, esqueceram-se do principal: sua relação com o dono, o valor originário que essa relação tinha em suas vidas. Já que o dono, ao entregar-lhes a sua vinha, declarava também a confiança que depositava neles.

 

Quem sabe, talvez porque trabalharam muito na vinha, talvez porque de início tinham realmente tornado próprio o interesse do dono, (como afinal fazemos muito de nós empenhados em pastorais, atividades, pregações a serviço de Deus) ... mas a certo ponto, por um mecanismo quase perverso, o serviço se transformou em poder, insaciável poder. De repente o serviço se transformou em poder. Quão pequeno é o limite entre serviço e poder! O limite entre os dois é transposto quando não nos é mais suficiente o que temos e, assim, buscamos a todo custo o que imaginamos que possa nos dar algo a mais, sempre mais. O poder é uma sede, só uma sede. Um vazio à procura de ser preenchido. É como uma traiçoeira armadilha que desarma quando o centro da vida não é mais Deus, o dono da vinha. Mesmo que trabalhemos para a vinha do Senhor, mesmo que falemos Dele, mesmo que saibamos organizar, infundir no coração das pessoas nobres sentimentos... quando  perdemos o ponto de referência na pessoa de Jesus, corremos o mesmo risco.

 

Serviço, autoridade e responsabilidade andam de mãos dadas na ótica de Deus.

 

Desde o início da busca religiosa de Israel, o pecado-raiz, original, é associado a uma des-responsabilização generalizada: «a serpente me enganou... a mulher que você me deu...» e ainda, «acaso, sou eu tutor de meu irmão?». É a fuga, é o medo, aquele medo que existe quando falta o amor. Ao contrário, não ter medo da verdade é não ter medo de Deus, e é com esse que, queira ou não, a história humana se encontrará. Os vinhateiros da parábola querem possuir o que não podem possuir, pois a vinha não lhes pertence. Esta é a verdade, tal como a vida: ela é o que é, não o que imaginamos que tenha que ser.

 

O homem arrogante tem um grande problema: a vida existe e com ela a morte. Essa é o limite à sua arrogante presunção de ser autossuficiente. Quer o admita ou não, que tente adiar indefinidamente o julgamento, (por exemplo, escapando com uma sequência de reencarnações, como pregam algumas doutrinas) quer crie uma imagem diferente do Deus que nos é revelado por Jesus, a vida existe como é, antes de cada pessoa e depois de cada pessoa. 

 

            Mas a parábola, embora nos alerte sobre a “verdade” última, não nos deixa com um sentimento negativo, com um sabor de amargura que fica em suspenso. “É assim, esta é a verdade” - parece dizer Jesus - “mas não é somente assim”; e o faz citando um salmo (Sal 118) que possui os mais belos tons da esperança confiante, da certeza no resultado positivo. Salmo que infunde segurança e que estimula qualquer um que esteja bem disposto, a deixar-se acalentar pelo afago que vem do verdadeiro poder de Deus: não aquele poder que aniquila, mas aquele que “faz da pedra que todos descartariam a pedra sobre a qual Ele constrói a sua casa”: «esta é a obra do Senhor»! Esse é o poder de Deus.


Postado em: 29/09/2011 as 12:52:45





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