Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXVIII Domingo do Tempo Comum


09 de outubro de 2011



   

«Jesus voltou a lhes falar em parábolas: “O reino dos céus é como um rei que preparou um banquete para o casamento do seu filho e mandou os servidores chamar os convidados para o casamento; mas eles não quiserem ir. Mandou de novo outros servidores com estas palavras: ‘Dizei aos convidados: Eis que preparei meu banquete. Meus bois e meus outros animais de engorda já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde ao casamento!’ Mas eles não fizeram caso e lá se foram, um para o seu campo, outro para o seu comércio; e os mais agarraram os servidores, cobriram-nos de insultos e os mataram. Então o rei se enfureceu e enviou os seus exércitos, que exterminaram aqueles assassinos e atearam fogo à sua cidade. Disse então aos servidores: ‘O banquete está pronto, mas os convidados não se mostraram dignos. Ide, então, às encruzilhadas das estradas e convidai para o banquete a quantos encontrardes’. Saíram aqueles servidores pelas estradas, e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala do banquete ficou repleta de convidados. Então o rei entrou para ver os convidados e notou ali que uma pessoa não tinha o traje de casamento. Disse-lhe: ‘Meu amigo, como entraste aqui sem estar com o traje de casamento?’ O outro ficou calado. Então o rei disse aos servidores: ‘Amarrai-lhe mãos e pés e lançai-o nas trevas. Lá haverá choro e ranger de dentes’. Com efeito, muitos são os chamados, mas poucos os eleitos”» (Mt. 22,1-14)

 


 

Com outra expressiva parábola, Jesus quer ilustrar mais algumas dimensões do Reino, que é, como sabemos, a realidade nova introduzida na vida dos homens com a qual Deus oferece uma relação capaz de fazer reencontrar, a quem o quiser, a sua identidade e o significado de sua vida. A imagem que Jesus usou no texto de hoje é a figura de um banquete; muito conhecida em Israel. O banquete é um evento-simbolo, carregado de uma longa história e numerosos significados, com antigas origens culturais e religiosas. 

 

Uma festa de casamento é um evento incomum, único por certos aspectos, ainda mais entre povos e culturas que entendem o matrimônio como uma opção de vida definitiva. Deste ponto de vista se trata de uma opção baseada na recíproca confiança e fidelidade, com a qual o casal aprende a descobrir pelo resto de sua vida, os outros tantos aspectos daquele amor experimentado, durante um período de noivado, como atração, sentimento, paixão... O banquete do matrimônio é uma das manifestações mais antigas e difundidas entre os povos, pois com ele se sanciona publicamente o compromisso que nasce de uma palavra dada. Através dos gestos de comer à mesma mesa e do discurso dos representantes das duas famílias se sancionava definitivamente uma aliança. Tal uso, por exemplo o encontramos no livro de Êxodo: o gesto que declarou realizada a Aliança entre Deus e Israel após a leitura dos mandamentos foi um ato de refeição (Ex. 24,5-11). O banquete é sempre um compromisso, mas um compromisso com sabor de festa. Afinal, todo autêntico compromisso é um ato de alegria pois, quanto mais uma pessoa acredita em si mesma, no outro e nos demais que estão ao lado, tanto mais aquela é uma pessoa serena e capaz de enfrentar desafios. Quanto mais sérios e estáveis são os compromissos tanto maior é a felicidade que eles geram. O des-comprometimento, a relativização, aparentemente deixam um sabor  de maior “liberdade” mas, aos poucos, deixam um rastro de infelicidade. A fuga do compromisso sempre manifesta a pouca auto-estima, a solidão e o medo de viver a vida; é tristeza mascarada de sorrisos. A festa é, logo, o lugar que manifesta ao mesmo tempo a intensidade da obrigação assumida, a confiança recíproca e a expectativa de que o caminho empreendido traga frutos de felicidade. É uma festa que antecipa a alegria da meta a ser alcançada: a descoberta do amor em seus vários aspectos.

 

Eis como Isaías descreve a relação entre Deus e Israel, quando este relacionamento chega à maturidade: «O Senhor dos Exércitos dará neste monte a todos os povos um banquete de coisas gordurosas, uma festa com vinhos velhos, pratos gordurosos com tutanos e vinhos velhos bem clarificados. Destruirá neste monte a coberta que envolve todos os povos e o véu que está posto sobre todas as nações. Destruirá a morte para sempre e, assim, enxugará as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do seu povo, porque o Senhor falou. Naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos» (Is. 25,6-9).

 

Com Jesus a imagem do banquete se expande a todos os povos e, de modo mais específico, a todos nós que abraçamos a fé e desejamos uma fé madura, comprometida. 

 

É este banquete que o “Rei” da parábola preparou para seu “Filho”. Um banquete no qual o homem e Deus manifestam seu empenho de recíproca confiança e fidelidade. Um banquete onde se respira a festa da mutua acolhida, do desejo de caminhar juntos, na descoberta dos infinitos aspectos do amor. Um banquete onde se acredita na vida.

 

O banquete está “preparado há muito tempo”, diz a parábola. Em vários momentos do Antigo Testamento, (principalmente pelos profetas Oséias e Ezequiel bem como o livro do Cântico dos Cânticos) a relação de envolvimento comprometedor entre Deus e Israel é comparada à relação de fidelidade e amor nupcial. Israel, povo privilegiado por ter sido escolhido, foi cuidadosamente envolvido por gestos que provavam a fidelidade de Deus e seu amor; deste modo Israel fez experiência de que a Deus pode-se dar um crédito! Israel, forte desta experiência, deveria transmitir a todos “quem é” Deus. Mas a história mostrou que isto não aconteceu, assim como às vezes não “acontece” o milagre de descobrir as inesperadas facetas do amor, quando renunciamos a percorrer o caminho todo; quando paramos nalguma fase; quando queremos (como aconteceu para Israel) que o outro nos ame “do jeito” que nós queremos... Quando não sabemos acolher com gratidão “o jeito” com o qual o outro nos ama. Amar é acolher com reconhecimento, não é exigir.  

 

Assim, aconteceu que justamente os privilegiados recusaram a oferta de participar da festa do banquete, de comer à mesma mesa, de testemunhar a seriedade do compromisso assumido, recusaram a oferta de se alegrar pela felicidade do noivo e da noiva. É este drama que a parábola expõe, o incrível paradoxo pelo qual as pessoas que têm mais condições, freqüentemente são as que menos aproveitam...

 

A parábola nos diz que os convidados fizeram pouco caso do intento do Rei, cada um voltou os olhos para o «seu» pequeno mundo: «suas posses, seus negócios». Haviam esquecido quanto era grande o privilégio de terem sido os convidados da festa que o Rei preparava. Não se tratava de uma  festa qualquer, era para o «seu Filho». Repetia-se, desse modo, o contraste entre os grandes valores e os pequenos interesses. Contraste que se nos apresenta continuamente, toda vez que precisamos escolher entre o nosso “pequeno mundo” feito de realizações imediatas e visíveis, de necessidades com as quais justificamos a nossa consciência, e o interesse de Deus.

 

Em quantas ocasiões nos proclamamos dispostos a quiçá quais coisas mas, bem no fundo, as fazemos somente se essas não incomodarem os nossos projetos particulares, os nossos pequenos «campos». Levamos tão em consideração os nossos objetivos particulares que até desconsideramos a hipótese de que Deus possa ter um outro projeto! E se fossemos nós os convidados? Será esta uma analogia tão inadequada, se considerarmos a riqueza de todos os tesouros que temos à disposição?

 

Enquanto nós estamos tão acostumados com coisas tão valiosas como a possibilidade de conhecer a Palavra que Deus nos dirige, o seu carinho e fidelidade discreta que apenas os olhares sutis percebem; enquanto podemos fazer experiência da sua mão forte e delicada que nos sustenta nos momentos em que perdemos a esperança... quantas pessoas precisam sentir que não estão sozinhas, à mercê de um mecanismo desumano! São pessoas que não conhecem que há um Deus que conduz a história, que Ele está sempre corrigindo as opções erradas que os homens fazem. Quantas pessoas não estão conscientes da própria dignidade, não sabem que podem sair de suas condições, que têm algo para dar! Quantos homens existem nas encruzilhadas, nos becos sem saída, nos caminhos que parecem não ter retorno! São pessoas que esperam. Pessoas que não têm outra opção que aquela de esperar, sem saber o que esperar. Simplesmente pessoas que estão sem rumo, sem lugar para onde ir: nem «campo», nem «negócios», nem coisas a fazer.

 

Jesus continua a parábola inspirando-se num trecho do Livro dos Provérbios (9,1-6). Ali também a “Sabedoria” de Deus prepara um banquete e «manda suas servas», do alto da cidade, convidar para o banquete «os sem juízo». Ou seja: não pessoas bem sucedidas na vida, não pessoas que alcançaram um status, não pessoas satisfeitas consigo mesmas, que se comprazem com seus resultados. Somente «pessoas sem juízo», que por qualquer motivação, casualidade, erros de julgamento, se encontraram de repente num beco sem saída. E quantas destas existem! São pessoas boas, capazes, mas que acabaram numa encruzilhada da vida. Paralelamente ao trecho dos Provérbios, a parábola diz que o Rei enviou seus servos para convidar estas pessoas; ao Rei não interessava qualquer atribuição moral que pudesse ser dada a elas. Pede para convidar «maus e bons», pouco importa a condição em que eles estejam no momento que são alcançadas pelo convite de Deus. É assim que age a Sabedoria de Deus; bem contrastante com o péssimo hábito dos homens de dividir o mundo em “bons e maus”.  A sabedoria de Deus, ao contrário, faz da «pedra rejeitada pelos construtores a pedra angular», dirá Jesus citando o Sal. 118 e, nas suas pegadas, São Paulo dirá aos Corintos que «Deus escolheu o que é loucura para mundo a fim de envergonhar os sábios e escolheu o que é fraco para confundir os fortes» (1Cor. 1,27). A estas pessoas que estão à espera, a sabedoria de Deus se dirige pois, bem mais do que qualquer um, elas sabem o que significa ter errado o caminho e, não obstante isso, terem sido consideradas dignas do convite para uma festa além de qualquer expectativa. Pessoas que, uma vez chamadas, saberão partilhar com todos a longanimidade de um Deus que não julga com os critérios do “bem e mal” mas que chama todos de «amigo». Essas são pessoas não “acostumadas” a conviver com os privilégios, então sabem muito bem valorizar o que lhes é dado. São homens que, tirados das encruzilhadas da vida, se deixarão envolver pelo sentimento de gratidão e reconhecimento da bondade de Deus. É esta a «veste nupcial» da qual fala o Evangelho, é a resposta dada à atitude do Rei. É uma veste que representa todo o caminho com o qual o convidado busca se apresentar de modo digno da festa, tenta agradar como puder ao Rei. É a vida cristã movida pelo sentimento de gratidão e reconhecimento, durante a qual, quem assim decide, pode deixar-se revestir de forma adequada para que o Rei seja feliz com a «sua» festa .

 

Não é um traje que serve para por em realce a si mesmo, pois o Rei sabe muito bem de onde veio o convidado, mas um indumento revestido com o desejo de que a festa aconteça como o Rei a imaginou.

 

Revestir o traje de festa é o símbolo de uma vida de fé vivida como grata resposta e não como desejo de auto aperfeiçoamento.


Postado em: 06/10/2011 as 13:10:09





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