Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXX Domingo do Tempo Comum


23 de outubro de 2011



   

«Os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”. Jesus respondeu: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento!’ Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”.» (Mt 22,34-40)

 


 

         No domingo passado, o Evangelho nos fez refletir sobre uma das três tentativas das autoridades religiosas de cercar Jesus para apanhá-lo de um modo ou de outro. Nas primeiras duas, Jesus deu respostas sábias que deixaram divididos entre si fariseus e saduceus. Tratava-s de saber de que lado Ele estava ou se, porventura, tinha uma outra doutrina a ser apresentada ao lado das doutrinas ensinadas pelos três maiores rabinos da época: Hillel, Shammai e Gamaliel. Qual seria a doutrina desse novo mestre? O que Ele pensava quanto à Lei? Essas eram as perguntas que levaram os fariseus a questionar Jesus.

 

O diálogo se abriu com a pergunta clássica que um discípulo fazia ao entrar numa escola rabínica: «Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?». Um hebreu entendia por “Lei” todo o conjunto das obras que Jahvé fizera para libertar o seu povo e consagrá-lo. A formulação do Decálogo, por exemplo, está estritamente ligada e é dependente das ações de Deus, tanto contra os egípcios, quanto em favor de Israel, como o fato de acompanhar o povo deserto adentro, nunca deixando faltar a sua providência (Ex 20,2). Palavras e ações de Deus formam, na Escritura, uma só realidade. As “Palavras” que Jahvé deixou codificadas, especialmente nos livros de Êxodo, Levítico e Deuteronômio, indicavam o caminho a ser percorrido para que todo o povo de Israel pudesse se transformar num povo consagrado: «Se ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, sereis reino de sacerdotes e nação santa» (Ex 19,5).

 

A “consagração”, isto é: o fato de se sentir propriedade exclusiva de Deus, permitiria a Israel também agir “como Deus agiria” e, assim sendo, mostrar às nações o verdadeiro “nome” de Deus. Entendida desse modo, a “consagração” indicava como que a condição prévia, necessária, para que Israel pudesse realmente servir a Deus. O serviço autêntico seria justamente a “consagração”. Tal consagração era expressa pelo mais antigo “creio” de Israel, com esta fórmula: «Eu serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo» (Lev 26,12).

 

Realmente, o ato de consagração carrega em si todo o potencial da missionariedade, pois, apenas quem mostra que Deus ocupa o centro de sua vida diz sem palavras o quanto vale Deus! 

 

            Com o tempo e com a progressiva perda do sentido originário do espírito da Lei, esta mesma se transformou numa série de regras e preceitos. De fato é sempre assim: quando se perde o sentido das coisas aumenta o número das regras e a sua minúcia. Na época de Jesus, a perda do espírito da Lei era tão grande que surgiu uma nova legislação feita pela interpretação que os rabinos davam da própria Lei. Havia quem dizia que a lei dos rabinos (615 “Mizvoth”, preceitos ou regras que proibiam uma ou outra coisa) era mais clara do que a própria Lei (Torah) e realmente eficaz para a consagração.

 

            Com essas premissas, é fácil compreender o questionamento dos fariseus: «... qual é o maior mandamento da Lei?». O eixo da questão, infelizmente, tinha sido deslocado sobre a jurisprudência, esquecendo o motivo principal pelo qual existia a Torah: mostrar a santidade de Jahvé, mostrar que Ele é diferente dos outros deuses, dos ídolos que as pessoas constroem para si,  mostrar que vale a pena se entregar a Ele... O Deus de Israel é um deus que age de modo diferente, que ama e segue aqueles que a Ele clamam e se entregam sem receios. É um Deus que exige uma relação, pois Deus é relação e o homem,  único ser capaz de criar e reinventar a cada momento relações, é imagem Dele. Esse era o sentido originário da Lei, mas…

 

Como não podemos deixar de ver, ainda em nossos dias, a terrível tentação de passar por cima das motivações básicas da nossa fé e privilegiar formas, métodos, práticas…? Quantos dos nossos gestos visam mostrar a “santidade” de Deus, a certeza na Sua ação providente e amorosa? Quantos dos nossos atos falam “de Deus” e demonstram aquela belíssima atitude que o autor do Cântico exprime tão bem com  estas palavras da jovem para o seu amado: «O meu amado é para mim, e eu sou dele» (Ct 1,16)?

 

Quantas pessoas, que ainda hoje buscam a Deus (analogamente às “nações pagãs” da Escritura), ao nos ver, poderiam dizer: “ …é de Deus!”?

 

Vamos considerar, por uns instantes, a resposta que Jesus deu. Para tanto peço a licença de recordar um detalhe significativo. Todo hebreu acima de doze anos recitava duas vezes por dia uma oração chamada “shemá”, composta de três partes, resumidas nestas palavras: «Amarás, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa, e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te» (Dt 6,4-9). Como sinal desse mandamento, o judeu piedoso guardava tais escritos em caixinhas (chamadas “filactérios”) amarradas no peito e na testa. Jesus respondeu bem, como os fariseus esperavam, citou tais palavras, indicando com isso que todo o valor contido na Lei é um patrimônio da autêntica fé. Contudo, as palavras do fariseu não passaram de numa fórmula decorada.

 

Se tais fariseus esperavam encontrar em Jesus uma resposta sobre o maior mandamento, tiveram uma surpresa. Por um lado, Jesus respondeu aquilo que se esperava, mas, logo em seguida, acrescentou outros elementos que estavam decaindo da mente e do coração desses austeros fariseus. Ou seja: não é possível estabelecer qual é o “maior” mandamento sem ter claro que esse é também o “único mandamento”: «Esse é o maior e o primeiro mandamento» (o significado de “primeiro” não indica a ordem, mas a prioridade absoluta). Sem o amor a Deus, não tem sentido qualquer outra coisa que se faça; tudo está condicionado ao amor, pois somente isso manifesta se existe ou não um sentimento de consagração ao Altíssimo. Somente a minha entrega sem reservas mostra realmente quanto alguém é importante para mim. Uma entrega condicionada apenas mostra que o outro é um elemento marginal da minha existência. É o homem por inteiro que é envolvido quando se trata de um amor prioritário e, com maior razão se consagrado a Deus. O homem como um todo se dá a si mesmo e recebe o outro; não recebe e dá apenas as suas capacidades, ideias, sentimentos, mas também  liturgias, orações, obras de caridade, etc. É o homem que se volta com tudo o que é a Deus. Isso, sim, é sinal de “pertença”, pois quando realmente somos apaixonados, quando realmente amamos algo ou alguém, é todo o nosso ser que fala dele. O amado está sempre nas palavras, nos sinais, na orientação fundamental das escolhas. O amado é procurado pelo amante, não é apenas uma das tantas coisas que existem na vida.

 

O homem que decide trilhar o caminho do Batismo, por exemplo, descobre passo a passo a riqueza dessa consagração que nos foi oferecida e se alegra pelo sentimento de recíproca pertença que nos faz saborear, mesmo que limitada e analogamente, aquilo que está no íntimo de Deus, que se comunica e se dá no íntimo da Trindade.

 

            Com a sua resposta, Jesus não indicou um preceito, mas o critério que faz de todo preceito alguma coisa que tenha ou não tenha sentido: é o amor real, maduro, que nos projeta fora do nosso mundo. Na resposta, Jesus passava da ação (o que fazer) à relação (o que está por detrás). Fazer as coisas para Deus nem sempre indica o que sentimos por Ele. Quando, ao contrário, sentimos pulsar o nosso coração somente ao ouvir Deus, a respirar a Sua proximidade, então é possível perceber que algo de bem maior esteja já agindo dentro de nós e isso cria gestos espontâneos que nos impulsionam em direção do outro: é o verdadeiro Espírito da autêntica Lei.

 

            A resposta de Jesus continuou abrindo horizontes novos para um fariseu escrupuloso. Tocou três pontos: um novo modo de ver o caminho moral, o amor ao próximo e o amor a si mesmo; contudo, por questões óbvias, somente teremos como deter-nos no primeiro.

 

Ao “shemá”, Jesus acrescentou outro trecho da Escritura: «…Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo» (Lev. 19,18). Ora, é preciso saber que as palavras que Jesus indicou como palavras “agradáveis” a Deus são apenas as últimas de uma série de mandamentos expostos ao negativo, ou seja, todos eles são indicados com esta forma: «Não farás, oprimirás, não amaldiçoarás... etc.». Desse modo Jesus deu aos fariseus e a todos nós uma valiosa indicação: mais que evitar isto ou aquilo, mais que combater um limite ou defeito, mais do que lutar contra uma ou outra tendência negativa que encontramos em nós mesmos e em nossos instintos, é melhor e mais eficaz aprender a amar a Deus com a atitude própria de quem consagra-Lhe seu coração. É, sem dúvida, mais agradável a Deus e dá melhor resultado para nós mesmos. Quando aprendemos o verdadeiro sentido da Lei, quando sabemos pela vida o que significa colocar Deus como prioridade amorosa, então descobrimos que, lentamente, um a um, passo a passo, os limites que descobrimos em nossa vida, as incoerências, os medos, todos vão desaparecendo, porque o amor a Deus e o amor de Deus tomam conta do nosso “homem total”.

 

Quantas vezes pode acontecer que, na tentativa de vencer um nosso defeito ou pecado, acabamos fazendo desse mesmo defeito o nosso “deus”! E que esse problema acaba ocupando todas as nossas atenções, a nossa mente, as nossas forças! O homem que se dá plenamente a Deus, dá a Ele o coração inteiro e dá também todos os defeitos e limites, não pensa mais em si mesmo, pois é Ele, o Senhor o libertador de Israel e, diremos nós, o Redentor. Deixemos, então, que o Senhor seja o “Redentor do homem”, entreguemos a Ele a totalidade de nós mesmos, peçamos que nos mostre como e até que ponto se pode amar, e todo o resto o próprio amor irá curar. 

 


Postado em: 20/10/2011 as 13:29:51





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