Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Festa de Cristo Rei


20 de novembro de 2011



   

«“Quando o Filho do Homem vier em sua glória, acompanhado de todos os anjos, então se assentará em seu trono glorioso. Todos os povos da terra serão reunidos diante dele, e ele separará uns dos outros, assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. E colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo! Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa; eu estava nu e me vestistes; eu estava doente e cuidastes de mim; eu estava na prisão e fostes me visitar’. Então os justos lhe perguntarão: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos como estrangeiro e te recebemos em casa, e sem roupa e te vestimos? Quando foi que te vimos doente ou preso e fomos te visitar?’. Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo que todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!’. Depois o Rei dirá aos que estiverem à sua esquerda: ‘Afastai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno, preparado para o diabo e para os seus anjos. Pois eu estava com fome e não me destes de comer; eu estava com sede e não me destes de beber; eu era estrangeiro e não me recebestes em casa; eu estava nu e não me vestistes; eu estava doente e na prisão e não me fostes visitar’. E responderão também eles: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome, ou com sede, como estrangeiro, ou nu, doente ou preso, e não te servimos?’. Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo: todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes!’. Portanto, estes irão para o castigo eterno, enquanto os justos irão para a vida eterna”.»  (Mt. 25,31-45).

 

 


 

 

            Com a leitura deste trecho, o Evangelista Mateus encerra a narração das obras, dos milagres e das palavras de Jesus. É como se, com esta última imagem, Jesus quisesse completar tudo quanto era em sua intenção revelar-nos sobre Si, sobre o Pai e sobre o homem. Da mesma forma a liturgia nos propõe esse trecho como encerramento do ano litúrgico através do qual a Igreja revive e celebra a presença de Cristo. 

 

            O texto é apresentado segundo um clichê muito comum no Antigo Testamento, é a forma de um julgamento onde estão um diante do outro Deus e o homem. Em determinados momentos da história de Israel, quando os Profetas queriam fazer um balanço da caminhada e das relações entre Deus que propõe e o homem que responde, instauravam como que um processo com um julgamento final (assim, por exemplo, Is. 41; Jer. 2 etc). Porque um julgamento? Pois bem, os profetas sempre se colocaram diante de Israel como espelhos da verdade, ou seja, como testemunhas vivas de que o projeto de Deus irá se realizar independentemente de qualquer inimigo tanto humano quanto demoníaco. O profeta é a garantia visível que recorda sempre a Israel que Deus levará à cumprimento o projeto de amor para com o homem, mesmo que houver inúmeros inimigos dentro e fora do coração do homem. O projeto de Deus possui força própria e terá exatamente o desfecho que Deus tem previsto, mesmo que os homens, -alguns homens- queiram tirar o próprio Deus da sua história.

 

A vida, a história humana, a história salvífica, são algo objetivo; elas não mudam porque nós achamos que... São superiores a qualquer homem e qualquer ideologia. Evidentemente não estamos falando de um mecanicismo que esmaga a dignidade e a responsabilidade criativa do homem, mas da pressuposta auto-suficiência que tudo dependa do homem.

 

Num mundo subjetivista como o nosso, é facílimo iludir-se de que apenas a realidade que nos captamos seja a única; o resto, aquilo que não cai sob os nossos sentidos, simplesmente... não existe!  O esquema do “julgamento” adotado pelos profetas e por Jesus, nos recorda que a verdade é uma só. É diante desta verdade objetiva, que leva em consideração todos os homens (e não somente alguns) com seus dramas e situações, que cada um verá e conhecerá a si mesmo. No julgamento proposto, o Rei lembra de todos, dos prisioneiros, dos desabrigados, daqueles que choram... e lembra também daqueles que não estão nessas condições, que são de algum modo favorecidos; pergunta a eles o que fizeram com a situação privilegiada em que viveram a sal vida.

 

Segundo a imagem que o Evangelho nos propõe o julgamento é instaurado de forma definitiva, pois a expressão «sentar no trono» é própria de quando se emite uma sentença definitiva com toda a autoridade. Quem dará a sentença é o Filho do Homem, Jesus, poderá fazer isso porque deu a sua vida por todos os que se encontram entre os mais e os menos favorecidos. O seu julgamento é livre porque não se identifica com nenhuma das duas categorias, e é soberano porque deu a sua vida por todas as duas categorias de pessoas. Apenas quem deu tudo pode saber o que significa dar tudo ou não dar nada e é sobre esse “dar” em favor do projeto do Pai que será emitida a sentença.

 

Tanto que seja aceito quanto que seja recusado pelo homem, Jesus sentará em seu trono como “Filho do homem”. Esta nomenclatura um pouco estranha é a única que Jesus gosta de aplicar a si mesmo; tem suas origens no livro de Daniel (cap. 7) e indica um personagem esperado para os tempos definitivos, um personagem escatológico que une em si mesmo a dimensão humana e a origem divina: é um «homem cujas origens estão no céu». O “Filho do homem” será o mediador do julgamento definitivo -segundo Daniel- pois, ele possui o poder da verdade a qual é única capaz de desmascarar o que é falso, ilusório, passageiro. Jesus compreende a sua inteira vida à luz do julgamento definitivo sobre a mentira, julgamento que será realizado demonstrando ao mundo até que ponto se pode amar. Sim, porque o amor e o desamor são a única verdade; ou seja, aquilo que permanece ou não permanece para sempre. O porquê é extremamente simples: porque a essência eterna de Deus seu “ser” é o Amor. È sobre esta essência, esta verdade que o mundo pronunciará um juízo sobre si mesmo.

 

Vamos acompanhar a leitura do texto.

 

Diante do Rei está todo e cada homem, «todas as gentes» diz o Evangelho, isto é os que conheceram o Evangelho e os que nada sabem quanto a Jesus. A palavra «gentes» em latim significa “pessoas” de um modo indefinido, aberto totalmente sem exclusão de ninguém. O Rei separará duas categorias de pessoas; a uns chama para viver do reino preparado pelo Pai desde a eternidade e para partilhar da vida do Pai; a outros expulsa deste projeto uma vez que este mesmo projeto não fez parte de suas vidas. Cada um encontrará de modo definitivo aquilo que buscou na sua vida. Este é o julgamento.

 

Mas qual é o critério de julgamento?

 

Sem dúvida não se trata de ações grandiosas, o Evangelho fala de coisas quotidianas, da vida comum do homem comum. Não são as grandes coisas que fazemos ou não que se tornam critério de avaliação, talvez se trate de algo mais.

 

Mesmo que aparentemente se enumerem algumas das ações das obras de bondade que são praticadas pelo “justo” (são estas as ações próprias do homem que segue o caminho com Deus, obras que vêm da tradição de Isaias e do livro de Jó) de fato a sentença não é emitida em base à quantia de obras realizadas. Como aqueles que o Rei convida, nós também não somos “benditos do Pai” porque fazemos obras. Tal convicção era tipicamente farisaica e reprovada inúmeras vezes por Paulo -como nas cartas aos Colossenses ou a Tito. Aos Romanos (3,28) ele escreve: «o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei», porque a “lei” mandava cumprir determinadas obras de beneficência (como dar esmolas etc.), mas a justiça (justificado) de Deus é embasada sobre outros princípios.

 

Na leitura podemos perceber que, tanto os que cumpriram as obras quanto os que deixaram de cumpri-las, fizeram a mesma pergunta: «quando é que nós fizemos... (deixamos de fazer)?» Uns e outros não se deram conta nem de ter feito nem de não ter feito, não decidiram de “fazer” ou “não fazer”; logo, o que está em jogo é algo que ultrapassa uma decisão apenas racional. O que está em questão é bem mais do que as obras: é a atitude fundamental da vida, pois é desta que provêm as a obras. Tal relação é a mesma que Paulo chamou “fé” no trecho citado acima. A relação com Deus, cultivada e construída com o tempo e o amor faz com que, aos poucos, os sentimentos de Jesus, o seu “espírito”, o seu modo de decidir entrem a fazer parte do nosso “espírito”. Quando isso acontece, também nossos gestos acabam refletindo e, até, podem corresponder plenamente às atitudes e gestos de Jesus. O “espírito” de Jesus, o Seu desejo, o Seu amor para com todos penetra cada fibra do ser do discípulo e esse age como Jesus sem que precise alguém de fora que diga: “faça”, “não faça”. Esta é a maturidade da fé. É isso que o profeta Jeremias (cfr. 31,34) esperava para os tempos messiânicos.  Ainda Paulo dirá que quando o discípulo se associa a Jesus plenamente, até «ser crucificado com Cristo», então também o espírito de Cristo «agiria nele» (Gal. 2,20). Logo, a fé implica numa questão de adesão do próprio desejo ao desejo de Deus assim como Jesus fez. 

 

Ora, se na vida o objetivo de alguém é outro, é evidente que o mundo dos dramas alheios possa passar até despercebido ao seu redor. Os sentimentos, as dificuldades, as condições precárias dos outros nunca serão parte dos seus sentimentos, das suas dificuldades. O mundo do outro será sempre o mundo do outro. Sendo assim, como poderia surgir a necessidade de agir por amor solidário com o mais frágil?

 

Ora, vista a condição espiritual e existencial daqueles que se apresentam diante do trono, vamos ver agora o critério que o rei usa. Ele o expressa assim: «todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequenos, foi a mim que não o fizestes!». A palavra que o Evangelista usa aqui: «pequenos» (elacistoV) deve ser traduzida com “insignificante”. Desse modo então se compreende o sentido da parábola, ou seja, quando uma pessoa possui a si mesmo como centro de sua vida tudo que está em torno de si é tido como “insignificante”. Mas Jesus se identificou com o que é “insignificante” para os “grandes”! É desse modo que o homem pronuncia o julgamento sobre si mesmo, considerando tudo como insignificante até o que era importante para Jesus será considerado insignificante. Inclusive o projeto de Deus para o qual Jesus deu a sua existência.

 

Por outro lado, aquele que se deixou envolver pela proposta de Deus e Nele acreditou com todo si mesmo, terá em si os mesmos sentimentos de misericórdia que Jesus teve ao assumir os dramas que permeiam a existência do homem. Tanto os primeiros quanto os outros agirão ou não conforme o projeto de Deus apenas se esse projeto tenha entrado ou não no mais íntimo de sua vida. Por exemplo, quando nós amamos profundamente uma pessoa, não precisamos sequer “pensar” de fazer um gesto de amor para com ela, tal gesto surge espontâneo no nosso coração, nos envolve e explode em favor do outro sem que tenhamos tempo de perceber. É assim que Jesus agia, é assim que o discípulo de Jesus age.

 

Fazer “boas obras” não salva por si próprio, há uma profunda diferença entre filantropia e caridade: a primeira exclui a dimensão divina, não projeta o homem em Deus, deixa o homem na sua dimensão terrestre. Todos podem fazer boas obras, poucos sabem fazer caridade, deixar que o drama do mais frágil faça parte da própria vida. A filantropia simplesmente faz atos externos de ajuda, mas deixa sempre uma distância entre quem beneficia e quem é beneficiado. Ao contrário, a caridade entra no coração e nos faz identificar com o outro, faz sentir o outro parte de si mesmo porque filho do mesmo Pai.

 

Deus te abençoe

Pe. Carlo  

 

centrobiblicord@yahoo.com.br


Postado em: 17/11/2011 as 18:58:54





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