Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 III Domingo do Advento


11 de dezembro de 2011



   

«Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio Dele. Ele não era a luz, mas veio dar testemunho da luz. Este foi o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar: “Quem és tu?”. João confessou e não negou. Confessou: “Eu não sou o Messias”. Eles perguntaram: “Quem és então? És tu Elias?” João respondeu: “Não sou”. Eles perguntaram: “És profeta?” Ele respondeu: “Não”. Perguntaram então: “Quem és, afinal? Temos que levar uma resposta para aqueles que nos enviaram. O que dizes de ti mesmo?”. João declarou: “Eu sou a voz que grita no deserto: ‘Aplainai o caminho do Senhor’” - conforme disse o profeta Isaías. Ora, os que tinham sido enviados pertenciam aos fariseus e perguntaram: “Por que então andas batizando, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?”. João respondeu: “Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não conheceis, e que vem depois de mim. Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias”. Isto aconteceu em Betânia, além do Jordão, onde João estava batizando» (Jo 1,6-8.19-28).

 


 

            Como acontece com uma magnífica sinfonia, também a entrada definitiva de Deus na história do homem é precedida por uma introdução que servirá a criar o clima adequado para tamanho mistério.

 

«Entre nascidos de uma mulher não há outro maior que João Batista, no entanto o menor entre os filhos do Reino é maior que João Batista» (Mt. 11,11) dirá mais tarde Jesus comentando sobre este personagem que prepara o caminho ao Senhor. Qual significado poderia estar escondido nestas intrigantes palavras de Jesus? Era o fim e o início da história; nada mais seria igual ao que havia antes: nem o homem, nem o mundo. Com a presença real, humana do Deus-homem a distância entre o infinito e o “finito” perderia sentido. Desta vez Deus não se faria presente somente com suas palavras, seus gestos poderosos de libertação, de guia, de firme e segura rocha como havia feito no Antigo Testamento; agora Ele mesmo estava escolhendo definitivamente o mundo do homem como lugar de sua presença.

 

 João Batista sabe que é o último profeta de uma época; entende a si mesmo como o limite entre o fim de um tempo e o início de outro tempo. Para Jesus os «nascidos no Reino» são bem mais que seres que possuem a natureza humana; não pertencem mais exclusivamente à ordem da criação: são filhos de Deus, impregnados das características do Filho de Deus, «primogênito entre irmãos» (Rm 8,29). É uma posição muito difícil a de João, mas por isso creio que possa nos ensinar muito.

No período em que vivia João, o Médio Oriente era permeado por uma expectativa generalizada de que algo devia acontecer, analogamente a quanto nos experimentamos pouco antes da mudança de milênio. Sentia-se no “ar” a sensação que alguma coisa iria mudar, mas não se tinha idéia sobre o quê. A pergunta dos Judeus a João: «Você é o Messias? É Elias? É o profeta esperado?», é um claro indício dessa expectativa.

 

Algumas pessoas, como João Batista, viviam mais intensamente essa espera numa atitude que tentava buscar novamente as raízes do homem, longe de fascinações e enganos do poder e da riqueza. Assim vieram se formando grupos que se retiravam no deserto para recordarem a si mesmos quem é o homem.

 

O deserto sempre foi o lugar do silêncio, da solidão; lugar no qual se experimenta a necessidade da recíproca ajuda para a sobrevivência; lugar no qual a sensação de pequenez pode ser rompida somente pelo calor humano.

 

No deserto, quando caem todos os apegos e as seguranças, se corre também o risco de perder-se. É evidente que o deserto físico passou a adquirir também um significado tipológico de “deserto interior”. Passou a simbolizar também todas aquelas situações nas quais nos encontramos “perdidos”, pequenos demais, sem resposta, correndo o risco de definhar na tristeza da solidão.

 

Diante dessas situações João Batista se colocava como uma possibilidade alternativa. Vestido de forma essencial e conduzindo uma vida essencial como os antigos profetas, ele foi ao deserto; não fugiu do deserto e, a partir daquela solidão, compreendeu a si mesmo como «a voz que grita no deserto». João interpretava com sua vida aquilo que o profeta Isaias dizia a Israel como porta-voz de Deus: «Consolai, consolai o meu povo… falai a seu coração… terminou a escravidão!» (cfr. 40,1ss). É um anúncio de alegria, de consolo, de vitória sobre a iniqüidade, a impunidade, a altivez desmedida. É a vitória daquele que “está no deserto”.

 

O deserto é o lugar mais apropriado da tentação, mas é contemporaneamente o lugar que nos diz realmente quem nós somos; o lugar em que somos capazes de encontrar em nós mesmos forças que desconhecíamos possuir. É nessa situação que uma voz grita. Profere o último, caloroso apelo para que o homem seja livre.

 

 Quando nos sentimos frágeis, a primeira tentação é a de fecharmo-nos em nós mesmos, chorar sobre nossos medos e assim, o próprio medo acaba esvaziando nossas forças, isto não faz de nós pessoas livres. A proposta de João é outra: ao invés que fechar-se em si mesmo, quem sabe, não seria melhor empenhar-se em “preparar o caminho do Senhor”?!  Agir desse modo, alternativo ao comum é como dizer: “Neste deserto algo é possível !”. Pelo menos «aplainar os vales e rebaixar as montanhas» dirá o mesmo texto de Isaias.

 

A liberdade autêntica está prestes a se realizar, mas não será conquista humana, o homem pode e deve se libertar de formas sociais, econômicas, culturais opressoras, mas não tem condições de alcançar a liberdade daquilo que o amarra em seu coração; é disso que deve ser libertado e, somente pode acontecer se outro o fizer para ele. A liberdade do coração é a fonte que liberta de todas as outras escravidões, que são sempre originadas por violências explicitas ou implícitas.  

 

Mais uma vez o Evangelho nos conduz à reflexão sobre o tema da espera. Uma espera que agora ultrapassa o sentimento e se transforma em atitude operosa: «aplainar o caminho». O fato de esperar já devolve ao homem o seu lugar e a sua dignidade (como nos sugeriram as leituras dos domingos anteriores), no entanto a concretização desta espera nos diz quanto, de fato, este sentimento se encarnou em nós, começou a fazer parte de nossa vida. É quando verdadeiramente amamos alguém que nos perguntamos: o que posso fazer para que o meu amado se sinta “à vontade” comigo, na minha casa? Quanto mais amamos alguém, quanto mais conhecemos o nosso amado, tanto mais flui espontaneamente do nosso coração o desejo de conformar o nosso ambiente a o que imaginamos possa estar no ânimo daquele que esperamos. Este Evangelho é o Evangelho dos “bem dispostos. Quantas coisas mudam quando estamos “bem dispostos”! Creio que, sem dúvida alguma, todos nós tenhamos experimentado como a mesma situação tenha desfechos diferentes conforme a nossa disposição em ouvir; quando não estamos bem dispostos até as pessoas com as quais convivemos nos parecem estranhas, não as compreendemos nem nos deixamos entender…

 

«Uma voz grita». Sem boa disposição, não é possível sequer reconhecer a presença de enormes valores bem perto de nós, bem como João o Batista censurou aos fariseus: «no meio de vós está alguém... » é como se lhes dissesse: “vocês que não estão bem dispostos, nunca saberão reconhecer que, bem perto de vocês, está aquele Messias que tanto esperam”. A boa disposição não pretende que o outro, que Deus siga os nossos critérios, mas o contrário. A boa disposição é o sinal da autêntica capacidade de esperar que nos sugere o Evangelho. A “boa disposição” sabe colher cada pequeno sinal de que Deus está perto de nós. Assim, o Batista indicará a todos que o dom que o Messias está disposto a dar não é a libertação política como todos estavam pretendendo, nem «fará ouvir a sua voz nas praças apagando a mecha fumegante». O Messias fará a sua revolução partindo do Espírito, isto é, do dom de “sentir a presença de Deus”. É a capacidade de sentir, de viver “na presença de Deus” que muda realmente o mundo que está em torno de nós, é o “Batismo do Espírito”, isto é, o progressivo mergulho na envolvente presença de Deus, da comunhão que o Espírito é capaz de gerar quando alguém é apenas “bem disposto”. A Deus basta muito pouco para fazer grandes coisas!


Postado em: 10/12/2011 as 15:35:43





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