Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 IV Domingo do Advento


18 de dezembro de 2011



   

«O anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!”. Maria ficou perturbada com essas palavras e Começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”. Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?”. O anjo respondeu: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, porque para Deus nada é impossível”. Maria, então, disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o anjo retirou-se» (Lc. 1,26-38).

 

 


 

Prestes a celebrar o maior evento da historia humana, as leituras da liturgia de hoje nos fazem mergulhar mais intensamente no paciente, cuidadoso, arcano designo de Deus.  Ajudam a compreender que atrás e além daquilo que enxergamos há outra realidade que não poderíamos imaginar e que nos surpreende por sua grandeza. Na leitura do Antigo Testamento e na de Lucas percebemos esta realidade, que somente um olhar de quem realmente confia em Deus pode contemplar. Deus não age ostensivamente nem de modo abrupto quase a violentar a liberdade das pessoas com Seu poderio. Quem é chamado por Deus a participar de modo mais intenso ao Seu projeto, é convidado como uma pessoa livre, não esmagada pela “demonstração de Deus”. Os eventos nos quais somos continuamente envolvidos e que nos parecem absolutos, na verdade são simples sinais, manifestações limitadas de algo que è infinitamente maior. Saber e sentir de estar envolvidos por uma lógica que têm sentido, pode proporcionar a cada um de nós a fascinante sensação que provém daquela e paz e segurança própria de quem se sente amado e protegido; de quem não é obrigado a viver a angustia insinuada e transmitida pela cultura atéia, que simplesmente “prescinde” de Deus. Esta, fazendo-se paladino da liberdade do homem acaba entregando ao caos, ao acaso, ao desnorteio existencial o sentido da vida e, com isto, aumenta a angústia e insegurança total na qual conseguiu mergulhar o homem contemporâneo.

 

Vamos juntos tentar nos enriquecer com a Palavra que Deus hoje nos dirige, Palavra que é extremamente rica e que nos obriga a tocar apenas alguns pontos para que possam nos ajudar a agir como Maria, com aquela sua capacidade de “contemplar” tão apreciada pelo evangelista Lucas.

 

A cena do encontro não é retratada, como escrevem alguns Evangelhos Apócrifos, no Templo ou em algum lugar de oração; o que, por exemplo, nos reconduz ao anúncio que o mesmo Anjo fez a Zacarias quanto ao nascimento de João Batista. A intenção é proposital: o novo mundo, a nova história não nasce de dentro de um “templo” ou esquemas religiosos os quais pretendem representar o homem que, indo ao lugar de oração, “vai a Deus”. Não. Dessa vez é Deus que vai «no lugar onde Ela estava»; no lugar onde qualquer homem está, no lugar de um momento qualquer; na vida de cada dia Deus escolhe de tornar-se presente para todos os homens. É a antecipação das escolhas que Jesus fará ao longo da Sua vida, as escolhas de um pastor que «vai em busca da ovelha perdida».

 

A oração mais usada no mundo inteiro, a “Ave Maria” retoma as palavras iniciais desse diálogo entre Gabriel e Maria. Nós o fazemos ao modo “romano” onde a saudação “ave” indica um favor, um desejo, um augúrio de bem. Sim, de algum modo pode ser também esse o sentido que damos à nossa oração, contudo, mais apropriadamente, na narração o anjo não utiliza tal saudação. As suas palavras (na língua grega) ressoam mais ou menos assim: “Alegra-te porque você se tornou objeto especial do favor gratuito”. Desse modo se entende perfeitamente o espanto, o questionamento, a surpresa de uma moça que não se considerava objeto de nenhuma atenção especial por parte de Deus. De uma moça que sentia-se como todas as moças da Galiléia. Não é assim que às vezes recomeça o nosso caminho de fé quando Deus nos chama mais de perto para um projeto que apenas Ele conhece? Não é este sentimento de insuficiência que nos invade? O coração parece dizer: “Será que sou eu mesmo?”, “Será que entendi certo que Deus deseja bem a mim?”.      

 

No mundo antigo, principalmente no mundo oriental, a saudação não era apenas um cumprimento; em muitos casos as palavras usadas serviam a indicar aquilo que uma pessoa via na outra, assim sendo, quando o Anjo diz “cheia de graça” -para traduzir na nossa forma mais comum a qual, todavia, não é incompatível com a linguagem grega- indica a Maria aquilo que Deus vê Nela. O Altíssimo a vê como “cheia da gratuidade”. Uma mulher que vive de gratuidade. Uma mulher que aprendeu na sua vida a dar graças a Deus por tudo e retribuir com a mesma intensidade a Ele, isto é, dando tudo de si mesma. Esta é Maria para Deus! É isso que o Altíssimo viu numa alma simplesmente “grata”. Tal atitude, sempre seguindo a linguagem do Anjo, se transforma em “momento propício” (kairoV, tal raiz é presente na própria saudação), um momento único, capaz de unir Deus ao homem, de fazer encontrar Deus e o homem. É isso que transmite um coração que é educado a viver de gratuidade.

 

Algumas expressões que o Evangelista Lucas usa na narração da Anunciação a Maria, fazem referencia explicita a um episódio importantíssimo na história de Israel narrado no 2livro de Samuel, cap. 7 (primeira leitura de hoje). Ali se narra de quando o rei Davi decidiu construir um templo. Inicialmente o profeta Natã considerou positivo esse seu desejo, mas durante a noite se deu contas do problema que estava por detrás de um desejo aparentemente inócuo e, até louvável. Na verdade a construção de um Templo manifestava a ambição daquele rei, o qual não queria ser “a menos” do que os outros reis e dos outros povos, que se gloriavam de ter templos suntuosos para o próprio deus. Mas Natã retrucou a Davi com uma nova Promessa de Jahvé: «Você quer construir uma casa para mim?... Eu sou quem irá construir uma casa para ti», indicando dessa forma que Deus não se importaria com um templo feito de muros, mas sim com um “templo feito de pessoas”; e continuou: «farei uma descendência para ti e o teu filho reinará para sempre». Deus estava falando de um povo que seria o templo vivo de Deus, um povo construído por um descendente, alguém que a fé judaica chamava «Filho de Davi».

 

Quando Lucas nos relata o evento do Anúncio, o carrega de uma serie grandíssima de significados teológicos e espirituais. Ao saudar aquela moça o Anjo evocava na lembrança Dela o inteiro episódio, que Ela bem conhecia como o conhecia toda moça a quem a própria mãe ensinava as histórias dos antigos patriarcas enquanto elas rodavam as pedras para moer o trigo do dia. Aquela que tinha sido até então uma história patrimônio de um passado, de repente se transformava numa história para Ela, pois Ela mesma, Maria, seria a mãe do vaticinado “filho de Davi”, isto é, filho da promessa. Nela uma confusa esperança tornar-se-ia o sinal visível de que Deus não decepciona; de que, mesmo à distância de séculos, Deus é capaz de realizar aquilo que promete. Ela seria a portadora viva deste sinal.

 

Nunca se ouviu na história de Israel e no médio-oriente em geral que uma mulher tenha dado o nome ao seu filho. Mas é isto que o Anjo pede para Maria como para indicar a absoluta e única relação Dela com o Senhor: «Você lhe dará o nome: Jesus». Quando Saulo teve o privilégio de ter uma relação nova com Deus através do encontro com Jesus, seu nome mudou para Paulo. Quando Simão fez a sua profunda profissão de fé e de adesão a Jesus recebeu um nome novo: Pedro; assim no livro de Apocalipse nos Escritos Paulinos etc. Ao receber a incumbência de dar o nome ao Filho do Altíssimo, Maria é vista pelo Anjo na sua nova relação com Deus, colocando-A na condição que Lhe permitiria participar plenamente (e não como figura periférica –como pensam alguns) do projeto de salvação; o nome Jesus significa “Deus salva”!

 

Maria soube, naquele momento que Ela seria o lugar onde, como na antiga Arca da Aliança, todos poderiam se encontrar com um sinal da presença autêntica da Palavra de Deus, mas desta vez com uma profunda diferença que Paulo descreve assim, falando de Jesus: «aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças» (Ef. 2,15).

 

Maria é portadora de uma Palavra viva, sensível, compreensível também para quem não estudou a Lei. Visível no olhar de quem sente os sentimentos do homem quando sofre; uma palavra que permite olhar para adiante quando não parece mais existir futuro. A Maria, Deus entregava esta característica específica na participação ao Seu projeto. Quando a Palavra não consegue ainda solicitar o ouvido do nosso coração, a Maria Deus entrega a missão de trazer sempre a vida da sua Palavra, a esperança de que Deus não decepciona, que é fiel. Nela a única Palavra sempre pronunciada pelo Pai, o Verbo, torna-se vida visível.

 

Deus estava construindo o seu templo em Maria. Não era o templo que Davi desejava construir, um lugar onde dificilmente seria possível distinguir entre fé e religiosidade. O templo que Deus estava fazendo para si é um templo de disponibilidade extrema e de confiança no poder do Altíssimo que vai acima do imaginável. Como na tenda no deserto, assim em Maria a presença do Altíssimo seria encoberta por uma “sombra” que contemporaneamente indicaria e esconderia o Senhor do universo. Discretamente o Evangelista nos sugere que esta continua sendo a maneira com a qual Deus quer fazer-se presente no meio dos homens: de modo escondido, invisível para quem não quer ver, visível para quem aprender a contemplar.

 

Que este Santo Natal nos recorde sempre a capacidade que cada filho de Deus tem de entrever o que a maioria dos homens não vê. Que a Arca viva da Nova Aliança, Maria, nos recorde a diferença entre fé e culto. 

 

Se, em alguns momentos, nos parecer inútil e sem resultado crer, se as violências dos violentos nos deixam, em alguns momentos, com o sentimento de fracasso e acabamos com considerar-nos “pobres iludidos”, gostaria apenas de recordar a delicadeza que o Evangelista usa nesta narração quando aplica a Maria as palavras: «conceberás e darás à luz um filho»; são as mesmas que o livro de Gênesis usa logo depois do primeiro homicídio, quando Caim –o arquétipo dos homicidas- rompe de modo ofensivo o projeto amoroso de Deus. Eva, novamente, “concebeu e deu à luz um filho”, com esta expressão Anjo nos diz também que nada pode impedir o projeto amoroso de Deus; quer indicar que sempre a vida è maior que a morte. Não existe algum mal que seja mais poderoso que o amor! Maria soube disso, acreditou.

 

Que Deus te abençoe!

Feliz Natal!

Pe. Carlo


Postado em: 15/12/2011 as 19:40:42





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