Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 II Domingo do Tempo Comum


15 de janeiro de 2011



   

«João estava de novo com dois de seus discípulos e, vendo Jesus passar, disse: “Eis o Cordeiro de Deus!”. Ouvindo essas palavras, os dois discípulos seguiram Jesus. Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: “O que estais procurando?” Eles disseram: “Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?”. Jesus respondeu: “Vinde ver”. Foram, pois, ver onde ele morava e, nesse dia, permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde.  André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram a palavra de João e seguiram Jesus. Ele foi encontrar primeiro seu irmão Simão e lhe disse: “Encontramos o Messias” (que quer dizer: Cristo). Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: “Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas” (que quer dizer: Pedra). » (Jo. 1,35-42).

 


 

Hoje, encerrado o que chamamos de Tempo de Natal com a festa do Batismo de Jesus, recomeça a liturgia do Domingo do Tempo Comum. É este o período em que o cristão reflete e aprofunda o inteiro significado do Natal de Jesus, a Encarnação. Ao longo deste tempo nos é oferecida uma infinidade de ocasiões para que cada um de nós possa fazer experiência direta e pessoal do que significa que «o Verbo se fez carne», ou seja, pode aprender a arte de deixar que o Espírito de Deus transforme o nosso espírito, o nosso coração, a nossa vida para que sejamos nós também como que um pequeno lugar onde o Verbo, a Palavra que Deus dirige aos homens seja “encarnada”, visível, acreditável... É como se durante um longo tempo possamos dispor o nosso ânimo para podermos ouvir dirigidas a nós também, as palavras que Jesus ouviu no seu Batismo: «Eis o meu filho amado no qual encontro a minha

complacência». A Liturgia do tempo comum oferece ao cristão a condição de saborear como, em Jesus Cristo homem-Deus entre os homens, a vida divina seja oferecida plenamente e sem restrições a quem a desejar. A leitura dos Evangelhos durante este Tempo terá como objetivo contemplar como progressivamente, mas com inexorável delicada firmeza, a realidade do Reino proposta por Jesus entrará a fazer parte da vida dos homens.  


O texto de hoje mostra os primeiros passos desta caminhada que, ao longo dos séculos envolverá milhões e milhões de pessoas, dando a elas a esperança, a dignidade, e o sentido de suas vidas. São os primeiros passos de uma força prorrompente que nem perseguições violentas, nem hostilidade escondida, nem difamações de culturas ateias conseguiram sufocar.


Por quê?

Não é certamente por causa das suas estruturas, ritos, ou “poder de controle sobre as consciências” (como opinam alguns) que a Igreja continua tendo a mesma vitalidade em todos os tempos. A história nos mostrou que nenhuma instituição baseada sobre isto pôde sustentar-se por muito tempo; todas essas foram devoradas pelo desgaste interno mais do que por agentes externos. Nenhuma religião ou cultura foi tão hostilizada, perseguida como a Igreja -embora disto muitos prefiram não comentar- no entanto esta comunidade que tem Jesus ao centro parece mais viva que nunca. A motivação de tudo isso é simples, eu diria que é dúplice. Uma vez fiquei muito marcado por uma palestra que um especialista de estratégia militar deu, falando das técnicas de guerra desde os antigos tempos; vale a pena notar que ele é um ateu declarado. Pois bem, ao falar da maneira como os membros de Igreja agem disse o seguinte: “tudo isso se explica unicamente por um aspecto, apenas os soldados que sabem que o líder deles está vivo e operante no meio deles agem dessa forma”. Então, como não aplicar essa intuição de um estudioso “ateu” à nossa fé que está justamente embasada sobre a certeza de que Jesus está vivo no meio de nós? Por outro lado, e esse é o segundo aspecto, o caminho com este Jesus vivo e operante se dá por um consentimento livre e espontâneo da pessoa que Ele convoca. Tudo nasce de um “sim”.


A nossa fé não é rito, não é moralismo, não é um conjunto de prescrições ascéticas que visam afastar o homem do seu mundo para projetá-lo num mundo imaginário. A nossa fé é um “sim” àquilo que Deus vê em nós. Um “sim” àquilo que nem nós mesmos vemos de nós mesmos...! É um ato de extrema confiança em alguém que diz: «Segue-me», ou seja: “siga a Mim”, nada mais. Não obras, não regras, não imagens, não costumes… “Siga a mim”, “aonde eu for e por qualquer caminho eu te levar”. Fé é, então, entregar-se a um projeto que outro tem sobre mim, e isto só pode acontecer por amor, e tendo como origem o amor.  


Quando alguém consegue dizer: “sim”, quando consegue aderir sem condições, está transcendendo a si mesmo, está colocando-se acima e além de qualquer proposta fundada sobre origem humana, sim, porque a proposta que Jesus nos faz convidando-nos a segui-lo não é de origem humana, vem de um homem-Deus então a meta supera o limite natural. Dizer “sim” a Deus é permitir que o infinito do divino entre a fazer parte de nossa vida. Dizer “sim” é quanto nos assemelha a Jesus, a Maria, a Pedro....   


O Evangelho de hoje nos propõe a historia de alguns “sim” para que tenhamos também a força e a ousadia de elevar-nos acima da mediocridade, a qual nos oferece seguranças, garantias, controle, mas não nos deixa felizes. É um paradoxo, quanto mais acreditamos de encontrar a nossa felicidade na segurança, nas garantias, nos controle... tanto mais encontramos a frustração, pois é sempre insuficiente. Sim, apenas quando nos entregamos ao risco de entregar a nossa vida a Alguém que nos ama então temos a coragem de renunciar às certeza para saborear a alegria de sentir que Alguém cuida realmente de nós, nos quer bem, existimos realmente para ele... Quanto mais nos cercamos de muros de proteção, quanto mais os nossos muros serão altos e, até, dourados, tanto mais o nosso coração ficará preso na jaula que ele mesmo construiu. Ou não é por necessidade de “sentir sensações novas” que muitos cumprem atos de maldade e violência inexplicável? Não isto que ouvimos da boca de pessoas entediadas com a vida demasiadamente programada? Tirar ao homem a sua inata tensão para o infinito, para o desconhecido, para o risco, é a mesma coisa que colocar um detonador numa bomba: nunca sabe quando pode explodir. Então, porque não orientar bem esta força propulsora do homem? É isto que Jesus propõe quando sugere a cada um de nós a possibilidade de dizer o próprio “sim”.


O trecho do Evangelho nos faz sentir algumas dinâmicas fascinantes que se desenvolvem quando nos colocamos na ótica do “sim”, da proposta, enfim, da vocação. Tentemos juntos descobrir algo que Deus quer nos dizer.
Antes de tudo é oportuno notar que a narração do episódio é construída, propositadamente, entre duas expressões iguais, ou seja, «fixou o olhar». Num primeiro momento é João Batista que «fixou o olhar» sobre Jesus e dá a Ele um nome; em seguida Jesus «fixou o olhar» sobre Simão e lhe dá um nome. Isto nos indica que o segredo da “vocação” pode ser encontrado nas dinâmicas que se desenvolvem entre estes dois momentos.
Quando é que nós “fixamos o olhar” sobre algo?


O nosso olhar continuamente capta estímulos, observa objetos, pessoas, cores etc., no entanto uma mínima parte destes é guardada no consciente; algumas coisas atraem mais a atenção do que outras é verdade, mas é raro que “fixemos o olhar” sobre algo ou alguém, principalmente quando o contexto no qual vivemos nos impõe a distração e a correria. Qual é o motivo que, de repente, transforma uma pessoa ou uma situação qualquer numa pessoa ou situação “importante” para mim? E isso enquanto a mesma coisa continua sendo “comum” para outro?
Dias atrás na rodoviária escutei uma voz: “Patrão, seu sapato está sujo, quer engraxar?”. Interessante, eu que não tenho muita sensibilidade para isto, não somente não me dei conta que meu sapato estava sujo, mas achava até que estivesse “bom”!


Pois bem, nós “fixamos o olhar” sobre algo, quando este já entrou a fazer parte do nosso mundo; por um caminho qualquer, não importa qual, mas já faz parte de nós e permite que algo, em nossa vida, tenha significado. Quando João Batista fixava o olhar sobre Jesus era porque as duas vidas e as duas missões estavam já fundidas uma na outra; unidas pela perspectiva da realização do grande projeto de Deus. Duas pessoas que se encontravam profundamente não tanto pelas convicções, razões etc. (sabemos como Jesus se distanciou do modo de agir do Batista) mas se encontravam porque os dois apontavam a Deus, não a si mesmos. Não é esse o “segredo” da unidade que Jesus tanto desejou como sinal do Evangelho? As pessoas nunca poderão encontrar-se apenas olhando una para a outra, mas as duas olhando para um único ponto, um ponto que se chama Deus e que se chama Amor.  
João havia interpretado toda a sua vida como resposta a uma vocação, como um “sim” a Deus, um sim que o levaria a apontar com certeza aquilo que Jesus seria para o mundo. A sua visão era clara porque em sua vida o “sim” que João havia dado se transformava na chave hermenêutica de toda a sua existência. Ao dizer “sim” ele começava a enxergar com o olhar de Deus, assim como acontece com todos os que deixam o “sim” tomar conta de sua existência.


O que João viu em Jesus era o mesmo “sim” incondicional, como «cordeiro». O “sim” é o denominador comum entre os dois: ambos sabem o que significa responder sem condições. Assim como João consegue ver o que os outros não vêem, Jesus também verá naqueles que chama tudo quanto estes não conseguem ver de si mesmos. É isto que faz a vida de fé, o fato de seguir Jesus: mostra-nos tudo quanto nós não sabemos de nós mesmos, pois o olhar é novo, é um olhar “a partir de Deus”. Quando Deus “fixa olhar” sobre mim, quando me sinto olhado com intensidade diferente... pois bem é isto que chamamos de vocação.


É o primeiro desafio do Evangelho. É como se esse nos perguntasse: “até que ponto você sabe o que significa responder?”. A intensidade da resposta é proporcional à intensidade do amor que sabemos dar ou negar a Deus e aos homens. Interpretar a vida como “vocação” é, sem dúvida alguma, um dos sinais mais evidentes da maturidade humana e cristã.


Falar em “vocação” implica em alguns pontos fundamentais: em primeiro lugar que eu não sou o artífice e dono exclusivo de minha vida, eu sou “convocado” para a realização de um projeto maior do que eu. Em segundo, significa que “Alguém me julga digno” de algo tão grande que envolve toda a humanidade. Em terceiro implica que eu me disponho com perseverança a “ouvir e deixar-me levar” aonde somente Deus sabe, consciente de que esta atitude construirá minha liberdade.  Responder é aceitar esta lógica. Quando João diz que Jesus é o “cordeiro” quer dizer que Ele, o Senhor do mundo aceitou e amou esta lógica pois, em hebraico, a palavra “cordeiro” é a mesma que “servo”.


Sentir-se chamado é dar uma resposta autenticamente alternativa ao mundo que se julga auto-suficiente e controlador da historia e de todas as dinâmicas que esta comporta. Ser servo-cordeiro é dizer, junto com Jesus, «não como eu quero, Pai, mas como tu queres» e ouvir no coração a voz que dia e noite me diz: «Tu és meu filho amado».  O “sim” constrói relações diferentes, não programáveis nem previsíveis; comporta o fato de permitir a Deus que pronuncie “um nome novo” sobre mi, que faça de mim um “homem novo”. Foi isto que Jesus fez com Simão ao indicar-lhe o que ele se tornaria, através de um longo caminho acolhido por amor: “pedra”, fundamento, estrutura da comunidade de Jesus.   


Deixemo-nos envolver pelo encantador mistério da vocação, não tenhamos medo, nem receio ou até vergonha de perceber que Deus quer ligar a si de uma forma especial.  Algo é certo: o que vamos dar a Deus não se perde, é o melhor investimento que podemos fazer na vida!


Postado em: 12/01/2012 as 14:02:27





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