Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 IV Domingo do Tempo Comum


29 de janeiro de 2012



   

«Dirigiram-se para Cafarnaum. E já no dia de sábado, Jesus entrou na sinagoga e pôs-se a ensinar. Maravilhavam-se da sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas Ora, na sinagoga deles achava-se um homem possesso de um espírito impuro, que gritou: "Que tens tu conosco, Jesus de Nazaré? Vieste perder-nos? Sei quem és: o Santo de Deus! Mas Jesus intimou-o, dizendo: "Cala-te, sai deste homem!”. O espírito impuro agitou-o violentamente e, dando um grande grito, saiu. Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros: "Que é isto? Eis um ensinamento novo, e feito com autoridade! Além disso, ele manda até nos espíritos imundos e lhe obedecem!". A sua fama divulgou-se logo por todos os arredores da Galiléia.» (Mc. 1,21-28)

 


 

Estamos dando os primeiros passos acompanhando a revelação que Jesus faz de si mesmo. O Evangelista Marcos, alguns versículos anteriores a este texto, nos deu a síntese da pregação de Jesus resumida em quatro axiomas: «O tempo está cumprido», «O reino de Deus está perto», «Convertei-vos», «Acreditai no Evangelho». A partir daqui o Evangelista começará a explicitar e aprofundar o sentido de cada uma destas afirmações até chegar, no final da vida de Jesus, a dizer o que significa “crer”, e isto pela boca de um soldado, pagão. Percorramos então o nosso caminho com a disposição de quem se deixa conduzir por alguém, Marcos, que viveu bem de perto a pregação de Pedro e a de Paulo.

 

O primeiro ato de Jesus foi derrotar pessoalmente o poder do maligno no deserto, longe da vida dos homens. A vitória de Jesus antes do início da pregação é reconhecida como o sinal do poder definitivo de Deus sobre o poder do “Enganador” cujo poder se apresenta sempre com mesmas características que consistem num fácil e imediato sucesso a custo exíguo. Sim, porque é também característica do inimigo de Deus apresentar sempre apenas uma parte da verdade, ou seja, ocultar as conseqüências dos atos que fazemos e que não condizem com o equilíbrio e a harmonia com a qual Deus dispôs o mundo e as relações. Por isso é chamado na Escritura de “enganador”. A vitória da verdade, isto é, da “consistência” das palavras e atitudes de Jesus sobre as ilusões oferecidas pelo maligno, é considerado como um sinal escatológico, definitivo e, por isso o Evangelista representa figurativamente os anjos que “servem” Jesus, assim como servem Deus no céu.

 

Mas o deserto não é o mundo dos homens.

 

A batalha que Deus trava com o maligno face a face não é a mesma que pode ser travada no mundo dos homens. Eis então que Jesus dá os seus primeiros passos para enfrentar o maligno no mundo dos homens. Ele não é como João o Batista, que chamava as pessoas longe da própria vida para percorrerem um caminho de purificação. Jesus, ao contrário escolheu ir ao lugar onde o homem está. O trecho anterior do Evangelho (o chamado dos primeiros discípulos, que precede este texto) nos apresenta Jesus que vem até nós, no nosso mundo feito do trabalho humilde, o trabalho de pescadores que desejam sustentar a própria família, mas também estão dispostos a deixar as suas atividades quando uma riqueza maior se apresenta. Sempre Jesus vai até o mundo onde além das atividades comuns e preocupações diárias também existe espaço para a vida espiritual; entra na vida dos homens de bem. Jesus se associa com todas as pessoas que constroem a própria vida na paz do seu dia a dia. Assim, naquele dia de sábado, Jesus foi ali, na Sinagoga, um como todos ouvindo os Escribas -isto é, os peritos em religião- explicar as Escrituras. Eles transmitiam o resultado do trabalho de séculos, realizado por pessoas que perscrutavam com extrema diligência, com minúcias, com precisão cirúrgica, tudo quanto estava contido nos textos Sagrados. Pessoas convictas de que com quanto maior meticulosidade alguém consegue seguir os preceitos de Deus, tanto mais Ele ficará bem disposto, agradado por um comportamento impecável. Mas é bem ali, no interior da “casa de Deus”, na Sinagoga onde se respirava tal mentalidade, que se dava o primeiro conflito com o maligno que está no “mundo dos homens”. Nesta narração há bem mais que um relato, se trata de uma catequese que contêm, como uma antecipação, a figura daquilo que sempre acontecerá em qualquer tempo e lugar aonde chegar o anúncio verdadeiro. Temos a antecipação de todos os conflitos que as pessoas de bem irão travar com o maligno justamente quando querem ouvir a Deus. Aonde chega de verdade o Evangelho ali sempre se dá o maior conflito. Foi isto que o Evangelista viu naquele endemoninhado. Era alguém possuído por um “espírito impuro”, era alguém que frequentava a Sinagoga, alguém que estava no meio da assembléia, não era um desconhecido. Até que Jesus ficou calado, ouvindo os Escribas como todos os outros piedosos, esse mesmo homem ficou calado também, ficou no seu canto porque as explicações dos rabinos não atingiam diretamente a soberania do maligno o qual, repito, engana os homens com o falso orgulho de fazer-lhes sentir que estão “servindo a Deus” ao cumprir ao pé da letra todas as regras.  Aquele homem, tinha ido à «sinagoga deles» como sempre fazia. Mas o que ele era, o que tinha dentro de si mesmo, o que o atormentava nunca viera à tona. A presença do Evangelho e, melhor, a presença de Jesus, não permitiu que as coisas ficassem escondidas, camufladas. É assim que age Deus com cada um de nós quando entra a fazer parte íntima da nossa existência: o primeiro passo é revelar-nos o que temos dentro, revelar quem realmente somos. Isso, às vezes nos faz gritar, faz com que realmente venha à tona o que nos atormenta e que não nos deixa livres.

 

Enquanto a relação com Deus era feita de deveres, obrigações religiosas, culto etc. o “espírito impuro” não era incomodado. De fato, nenhuma religião consegue tocar tão profundamente o intimo do homem, ali onde nem ele se conhece. A religião é uma série de práticas relativas a Deus; religião pode ser trocada ao “gosto do freguês”; a fé não, não é “religião”; a fé é, acima de tudo o encontro com Deus, com uma pessoa. Se trata de coisas bem diferentes!

 

 O termo usado: “espírito impuro”, é de amplo significado, não indica questões morais, nem de rito (como no Levítico). Na mitologia judaica existiam alguns “espíritos impuros” (mazzikin) que, segundo a crença popular, se haviam revoltado contra o projeto de Deus e, para que esse projeto não se realizasse, “atormentavam” o homem. Assim sendo podemos bem traduzir do hebraico com: “aquilo que atormenta o homem”. Pois bem, quando o Evangelista escreveu o texto tendo como substrato cultural esta idéia, ao escrever na língua grega, tentou definir ainda mais, e usou um termo que se encontra também na pregação de Paulo (akaqartw) que significa “sem relação com Deus” (1Cor. 7,14). Desse modo temos esclarecido o que “atormenta o homem” e que afligia aquele homem: eram todos aqueles ritos, todas aquelas explicações, todos os preceitos que ainda o haviam deixado sem uma relação com Deus.

 

Isto o afligia, isto o prendia, possivelmente porque ele desejava se encontrar com o verdadeiro rosto de Deus.

 

O espírito impuro tem espaço e sobrevive perfeitamente quando a religião é feita de coisas não envolventes, quando a religiosidade não compromete a nossa vida e se limita a uma série de preceitos, comportamentos etc. É uma água turva onde o mal se camufla muito bem e sobrevive. Quanto menos somos envolvidos com Deus tanto menos “dói” o mal que ainda pode estar em nós; ao contrário, quanto mais perto se faz a pessoa de Jesus para nós, tanto mais “dói” o pecado que ainda insiste nas nossas atitudes. Somente o amor verdadeiro nos dá a consciência do pecado. Quem não ama nem se sente amado não se dá conta da distância que pode existir entre ele e a outra pessoa. Isso apenas porque ele se percebe como o centro de tudo. O que acontece com as pessoas, infelizmente o fazemos também para com Deus.

 

Os peritos em coisas de religião não haviam percebido até então a condição daquele homem. Jesus se fez ouvir. Quando o homem ouviu a voz de Deus nele deflagrou o conflito: a presença do “espírito impuro”, não poderia coexistir com a nova realidade que estava tomando contas do seu coração; afinal, «Qual entendimento pode haver entre Cristo e Beliar?» escreveu Paulo (2Cor. 6,15). Não é possível permanecer ambíguos quando se ouve realmente o que Deus diz; se não acontecer nada também isto significa que não foi “ouvida” a Sua palavra.

 

Jesus falava como «quem tem autoridade» (termo muito rico que não podemos explorar agora), como quem é “autor”, que constrói. Sim, Jesus re-constrói o homem em dia de Sábado, no dia em que Deus fez o homem, para que este possa se re-encontrar com Deus. Esse é o sentido da catequese narrativa de hoje. Jesus refaz o homem com a sua palavra quando esta entra, liberta, preenche todo espaço da nossa alma. Jesus conduz ao seu cumprimento a obra do Pai no dia do Pai, com pessoas bem dispostas e que se deixam envolver. Jesus falava como «quem tem autoridade», não como quem “manda”, se auto-afirma, domina. Não, isto é autoritarismo barato, manifestação de enormes vazios que estão no coração! Autoridade é a capacidade de criar, fazer algo novo. Os Escribas não tinham autoridade, não eram capazes de sair do limite daquela segurança que conduz a repetir sempre a o mesmo ensinamento, que não toca o homem quando é afligido por um “espírito impuro”. A autoridade não se toma, se recebe, é algo que a assembléia, que ouve, reconhece em Jesus. Quando nós tomamos a nossa autoridade, corremos o risco de transformá-la em poder, e isto nem sempre está em linha com o modo de ver de Jesus. Autoridade é discreto serviço ao homem que precisa ser homem em Deus.

 

Certamente não é um caminho fácil a verdadeira liberdade; certamente não é sem esforço que o mal é desenraizado do nosso mundo, da nossa alma. Certamente o grito de sofrimento é grande e nos faz pensar se vale a pena. Quanto durou aquele agito? Por quanto tempo foi sacudido? Quanto tempo a palavra de Deus precisará ainda para desenraizar em mim o que ainda não me deixa ser o que eu sou ao olhar de Deus? Não importa quanto, importa estar aberto, dócil, mesmo num sofrimento agudo. Basta não sentir-se sozinho e começar a desacreditar na autoridade de Jesus. Ele é capaz, sim, de criar em mim a verdadeira liberdade, o faz na minha vida quando, embora na condição do endemoninhado, decido não me fechar mas continuar a buscar, mesmo que isto seja aparentemente árido, como o era para aquele homem; «Buscai e encontrareis, batei e vos será aberto…» dirá um dia o Senhor (Mt. 7,7).  

 

 


Postado em: 25/01/2012 as 17:34:59





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