Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Domingo de Ramos


01 de abril de 2012



   

«Quando se aproximaram de Jerusalém, em direção a Betfagé e Betânia, perto do monte das Oliveiras, Jesus enviou dois dos seus discípulos com esta ordem: “Ide ao povoado que está diante de vós. Logo que entrardes nele achareis um jumentinho amarrado, no qual nenhum homem ainda montou. Desamarrai-o e trazei-o. Se alguém vos disser: “Que estais fazendo aí?”, respondei: “O Senhor precisa dele e logo mais o mandará de volta para cá”. Eles foram e encontraram o jumento amarrado perto de uma porta, do lado de fora, no caminho, e o desamarraram. Alguns dos que estavam ali disseram: “Por que desamarrais o jumentinho?”. Eles responderam como Jesus lhes tinha dito. E deixaram levá-lo. Cobriram com seus mantos o jumentinho, e o levaram a Jesus. E Jesus montou nele. Muitos estenderam seus mantos no caminho. Outros estenderam folhagens que cortavam nos campos. Os que caminhavam na frente e os que seguiam atrás gritavam: “Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito o Reino que está chegando, o Reino de vosso pai Davi! Hosana no mais alto dos céus!”». (Mc. 11,1-10).

 


 

 

«....É para isso que eu vim».  São as palavras que ouvimos no domingo passado com as quais Jesus indicava o sentido último do seu viver a vida que os homens vivem. É desse modo que Jesus interpreta a sua vida e sua missão para com os homens e para com o Pai.  Tudo quanto esperado está prestes a se tornar realidade, As palavras que havia ouvido do Pai na ocasião do Batismo e da Transfiguração: «Tu és meu Filho amado», agora estavam recebendo um significado bem mais profundo, estavam enriquecidas de tantos atos de adesão sem condições, de atos de confiança plena no Pai. Em todos aqueles anos Jesus tinha entrado plenamente na vida dos mais humildes, dos mais bem-dispostos, daqueles que estavam de algum modo abertos à ação do Espírito de Deus. Cada gesto teve como objetivo realizar a vontade do Pai, isto é, devolver ao homem a sua beleza, a sua dignidade, a sua relação com um Deus autêntico e não imaginário, feito de normas e tradições humanas. «Este é meu alimento, fazer a vontade do Pai», dizia o Senhor. Trata-se de uma vontade que Ele viveu não como uma incumbência, como uma obrigação a ser cumprida como se fosse um projeto predeterminado.  Se assim fosse estaríamos no mundo pagão onde o que rege a história é apenas a coincidência de eventos ou um mecanismo regido pelo destino que não deixa espaço para a liberdade e criatividade humana. Jesus aprendeu a descobrir a vontade do Pai no decorrer de sua vida, analogamente a quanto acontece conosco. O autor da carta aos Hebreus descreve esse mistério de um Deus que “aprende a aderir à vontade de “Outro” com estas palavras: «embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu» (Hebr. 5,8). O significado da palavra “obediência” é mais do que “executar uma ordem”; na Escritura significa: deixar ressoar em mim aquilo que o Outro deseja. A obediência é uma questão de liberdade e relação amorosa, não de comando. Uma pessoa “obediente” sabe o que o outro deseja bem antes que esse o diga... Logo, a vontade de Deus é uma vontade que se descobre enquanto se realiza. Nem antes nem depois! Ou seja, é exatamente o oposto dos projetos humanos, que antes são idealizados, analisados, avaliados e depois são posto em atuação. Não é assim que se entende a “vontade de Deus”!


Diante do olhar de Jesus estava a definitiva etapa para que se realizasse a missão de implantar o Reino do Pai, como recordamos a cada dia na oração com a qual nos associamos a Jesus: “Venha o teu Reino!.


Jerusalém estava diante do olhar de Jesus; a mesma cidade onde Davi havia entrado com uma pomposa procissão, após a derrota dos filisteus e, entre cantos, trombetas, ramos de palmeiras e povo que o exaltava, o Rei vitorioso havia deposto a arca da Aliança (2Sam. 6) como sinal da presença definitiva de Deus no meio do seu povo. Um sinal da força e do poder de Jahvé que esmaga todos os inimigos. Essa era a visão de Deus antes de Jesus. Um Deus que é tal porque está acima dos deuses dos outros povos: «Deus é o grande Rei, acima de todos os deuses» (Sal. 95,3). Mas não era essa a visão que Jesus tinha do Pai, não era essa a face do Pai que Jesus conhecia; o Reino do Pai não pode ser instaurado com o poder esmagador de um Rei triunfante. Sim, Jesus se declarará “rei” diante do tribunal, mas um rei que não ostenta poder como fez Davi. Sim, Jesus entrou em Jerusalém aclamado como  rei, mas foram os discípulos que começaram a estender os mantos como diante de um general triunfante sobre os inimigos. Em resposta, Jesus entrou com uma montaria própria de um camponês, de um homem simples, um jumentinho, não um cavalo! Era um rei que conquistaria o mundo com a força da fragilidade, do perdão, da esperança dada a quem não tem mais esperança...


Era assim que Jesus entrava em Jerusalém. Creio que não estejamos forçando a leitura do trecho se o considerarmo também em seu caráter simbólico: Jerusalém é uma cidade-simbolo da humanidade dividida em si mesma, onde se evidenciam todas as incongruências humanas, onde aparecem abertamente os interesses, a mesquinhez, o orgulho nacionalista, a religião usada como instrumento de poder... É aqui que Jesus entra, é aqui, nesse mundo que Deus “entra” para libertar aqueles que estão presos. Não o faz “ficando de fora” mas “penetrando por dentro”, no interior das contradições humanas; não foge, não se afasta, não se mantêm “puro”; note-se que a crucifixão era considerada uma morte infamante, impura, a ponto de que o homem que morreria assim era considerado “maldito”: «Aquele que for pendurado no madeiro é maldito de Deus» (Dt. 21,23).


 

A leitura da paixão de Jesus (Mc 14,1-15,47) é um quadro que nos apresenta, uma após a outra as contradições do mundo dos homens. O que estamos lendo hoje não é a simples “história” da paixão de Jesus; é a declaração universal da contradição interna do homem e do conflito eterno entre o orgulho e o amor confiante, entre a luta pelo domínio e a liberdade de dar gratuitamente. 


Vamos rapidamente (e insuficientemente) pousar atenção sobre algumas situações que a leitura da paixão de Jesus nos descreve; são personagens e fatos que nos recordam o mundo no qual Jesus entra.

 

Logo no início da leitura já se descreve qual é a arma do mal: o engano, «procuravam prendê-lo com engano», pois a mentira é a melhor arma do demônio. Mentira, falsidade que se encontra não somente a nível institucional, de classe político-religiosa, mas também nas falsas relações com Jesus.


A unção de Betânia é um bom exemplo dessas relações “falsas”: «Porque todo este gasto ? Este óleo perfumado podia ser vendido e o resultado dado aos pobres!», que engano! Embora o evangelho de João nos dê a indicação que de fato Judas era ladrão, o problema não se coloca somente nestes termos, é mais profundo: ou seja, até que ponto, na verdade, amamos os “pobres” –nestes termos não se incluem exclusivamente condições econômicas-  ou os “pobres” são necessários para nós? Não só: será que é tão correto assim ter uma visão tão “prática” da fé, uma visão com a qual o relacionamento com Jesus não passa de algo secundário respeito às necessidades das pessoas?


A traição é outra doença que aflige a humanidade, nesta Jerusalém em que existe traição Jesus entra. O velho questionamento da “necessidade” da traição de Judas levantado por Lutero e Calvino podia ser compreensível quatro séculos atrás, quando o mundo era visto e percebido como um mecanismo regido por leis rígidas que excluíam totalmente a participação do homem. Nesse contexto também o evento de Jesus era visto como uma circunstância regida por um “destino esmagador”. Esta é uma solução simplista e desresponsabilizadora. A traição é um mecanismo complexo, uma forma mesquinha de afirmar o próprio poder quando os fatos mostram o contrário. É misturado à decepção e à vingança. Provavelmente é isso que Judas, como muitos, sentiram em relação a Jesus. Provavelmente sentiram-se traídos por uma imagem que criaram de Jesus em si mesmos e que não correspondia à real pessoa de Jesus. Provavelmente o imaginavam como o “Rei de Israel” conforme os padrões humanos de realeza. Mas Deus é Deus, logo não é homem e não segue os critérios humanos para realizar o que deseja. A mentira, a meia verdade é também a imagem que construímos de Jesus sem observar, escutar, estar dispostos a receber aquilo que Ele diz de si mesmo e não apenas o que “nós” entendemos quanto a Ele.


Todos são passíveis disto, mesmo entre os que se julgam “bons” ou mais perto de Jesus: de fato, na última ceia todos perguntaram: «sou eu?» quando Jesus falou de traição. Todos sabemos que, potencialmente, somos bem capazes de ter atitudes baixas; mas não é isso que conta, o que conta é a decisão que tomamos diante disso. Aqui está a nossa liberdade.


 

A Paixão de Jesus, em seus personagens e  cava até o mais íntimo do coração humano, revela a cada um quem ele é, mostra a diferença entre o que acreditamos ser e o que de fato somos. É assim também com Pedro, seguro de sua fidelidade e amor a Jesus, a qual, sem dúvida era autêntica, mas para ele estava se tornando um baluarte, em vez de apoiar-se sobre a pessoa de Jesus, estava construindo sua relação com Ele em base à certeza da força de sua fidelidade. Bem aqui a Paixão de Jesus diz a Pedro onde deve fundamentar sua relação com Jesus.


Por último se mostra o mundo da Jerusalém poderosa, o mundo onde é institucionalizada a mentira, uma mentira transformada em “justiça, onde o bem é chamado “mal” e o “mal” é chamado “bem”. É o teatro no qual se renova a cena eterna do pecado original, que produz morte, isto é, quando o homem se torna “dono do bem e do mal”.


É este o mundo em que Jesus entra como Rei, justamente assim aclamado pelos simples. Talvez, sem saberem exatamente o que estavam dizendo, eles estavam de fato pronunciando a autêntica sentença sobre este mundo. É um mundo que se derrota não fugindo dele, esquivando-se numa pressuposta religiosidade artificiosa, mas entrando nele e derrotando-o a partir daquilo que é, pois somente assim se mostra a força do amor e seu poder infinito. Até que não se entra dentro desta Jerusalém, o medo e a mentira, nos mantém escravos, não livres, não “reis” (como fomos ungidos no dia do nosso Batismo). Só assim este mundo é derrotado.


Jesus o fará não com a arrogância nem com o poder, pois usar o mesmo instrumento, seria como vender-se mais uma vez a tal lógica. Jesus entra com humildade, usando o símbolo dos antigos reis de Israel, de Abrão a caminho de uma promessa: o asno, montaria quotidiana dos simples, não cavalos e toques de trombeta !  


O nosso Rei é Rei porque antes de tudo é servo como nos recorda a leitura de Isaías, um servo que ouve a cada dia o Pai, que fala, indica, sugere delicadamente, dá força na dificuldade e esperança onde não tem.

 

 

A todos desejo uma riquíssima Semana Santa, em que cresça a “paixão” por Jesus!

 

Pe. Carlo Battistoni


Postado em: 29/03/2012 as 17:56:36





Leia também


01 de agosto de 2014   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


20 de julho de 2014   -   XVI Domingo do Tempo Comum


06 de julho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


22 de junho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


01 de junho de 2014   -   Ascenção do Senhor


18 de maio de 2014   -   V Domingo de Páscoa


00 de de 0000   -   II Domingo da Quaresma


02 de março de 2013   -   VIII Domingo do Tempo Comum


23 de fevereiro de 2014   -   VII Domingo do Tempo Comum


09 de fevereiro de 2014   -   V Domingo do Tempo Comum


02 de fevereiro de 2014   -   Festa da Apresentação do Senhor


22 de dezembro de 2013   -   IV Domingo do Advento


08 de dezembro de 2013   -   Festa da Imaculada Conceição de Maria


01 de dezembro de 2013   -   I Domingo do Advento


17 de novembro de 2013   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


10 de novembro de 2013   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


03 de novembro de 2013   -   Festa de Todos os Santos


27 de outubro de 2013   -   XXX Domingo do Tempo Comum


20 de outubro de 2013   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


13 de outubro de 2013   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


06 de outubro de 2013   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


29 de setembro de 2013   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


22 de setembro de 2013   -   XXV Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2013   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


01 de setembro de 2013   -   XXII Domingo do Tempo Comum


25 de agosto de 2013   -   XXI Domingo do Tempo Comum


18 de agosto de 2013   -   Assunção de Nossa Senhora


11 de agosto de 2013   -   XIX Domingo do Tempo Comum


00 de de 0000   -   XIX Domingo do Tempo Comum


04 de agosto de 2013   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


28 de julho de 2013   -   XVII Domingo do Tempo Comum


21 de julho de 2013   -   XVI Domingo do Tempo Comum


14 de julho de 2013   -   XV Domingo do Tempo Comum


30 de junho de 2013   -   São Pedro e São Paulo


23 de junho de 2013   -   XII Domingo do Tempo Comum


16 de junho de 2013   -   XI Domingo do Tempo Comum


09 de junho de 2013   -   X Domingo do Tempo Comum


02 de junho de 2013   -   IX Domingo do Tempo Comum


19 de maio de 2013   -   Domingo de Pentecostes


12 de maio de 2013   -   Solenidade da Ascensão


05 de maio de 2013   -   VI Domingo de Páscoa


28 de abril de 2013   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2013   -   IV Domingo de Páscoa


07 de abril de 2013   -   II Domingo de Páscoa


24 de março de 2013   -   Domingo de Ramos


17 de março de 2013   -   V Domingo de Quaresma


10 de março de 2013   -   IV Domingo de Quaresma


03 de março de 2013   -   III Domingo de Quaresma


24 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


23 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


17 de fevereiro de 2013   -   I Domingo de Quaresma


10 de fevereiro de 2013   -   V Domingo do Tempo Comum


03 de fevereiro de 2013   -   IV Domingo do Tempo Comum


27 de janeiro de 2013   -   III Domingo do Tempo Comum


20 de janeiro de 2013   -   II Domingo do Tempo Comum


13 de janeiro de 2013   -   Festa do Batismo do Senhor


30 de dezembro de 2012   -   Festa da Sagrada Família


23 de dezembro de 2012   -   IV Domingo do Advento


16 de dezembro de 2012   -   III Domingo do Advento


09 de dezembro de 2012   -   II Domingo do Advento


02 de dezembro de 2012   -   I Domingo do Advento


25 de novembro de 2012   -   Festa de Cristo Rei


18 de novembro de 2012   -   XXXIII Domingo de Tempo Comum


11 de novembro de 2012   -   XXXII Domingo de Tempo Comum


04 de novembro de 2012   -   Festa de todos os Santos


28 de outubro de 2012   -   XXX Domingo de Tempo Comum


21 de outubro de 2012   -   XXIX Domingo de Tempo Comum


14 de outubro de 2012   -   XXVIII Domingo de Tempo Comum


07 de outubro de 2012   -   XXVII Domingo de Tempo Comum


30 de setembro de 2012   -   XXVI Domingo de Tempo Comum


23 de setembro de 2012   -   XXV Domingo de Tempo Comum


16 de setembro de 2012   -   XXIV Domingo de Tempo Comum


09 de setembro de 2012   -   XXIII Domingo de Tempo Comum


02 de setembro de 2012   -   XXII Domingo do Tempo Comum


26 de agosto de 2012   -   XXI Domingo do Tempo Comum


19 de agosto de 2012   -   Assunção de Maria ao Céu


12 de agosto de 2012   -   XIX Domingo do Tempo Comum


05 de agosto de 2012   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


29 de julho de 2012   -   XVII Domingo do Tempo Comum


22 de julho de 2012   -   XVI Domingo do Tempo Comum


15 de julho de 2012   -   XV Domingo do Tempo Comum


08 de julho de 2012   -   XIV Domingo do Tempo Comum


01 de julho de 2012   -   São Pedro e São Paulo


24 de junho de 2012   -   Nascimento de João Batista


17 de junho de 2012   -   XI Domingo do Tempo Comum


10 de junho de 2012   -   X Domingo do Tempo Comum


07 de junho de 2012   -   Corpus Christi‏


03 de junho de 2012   -   Festa da Santíssima Trindade


27 de maio de 2012   -   Domingo de Pentecostes


20 de maio de 2012   -   Ascensão de Nosso Senhor


13 de maio de 2012   -   VI Domingo de Páscoa


06 de maio de 2012   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2012   -   IV Domingo de Páscoa


22 de abril de 2012   -   III Domingo de Páscoa


15 de abril de 2012   -   II Domingo de Páscoa


08 de abril de 2012   -   Domingo de Páscoa


01 de abril de 2012   -   Domingo de Ramos


25 de março de 2011   -   V Domingo da Quaresma


18 de março de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


11 de março de 2012   -   III Domingo da Quaresma


04 de março de 2012   -   II Domingo da Quaresma


26 de fevereiro de 2012   -   I Domingo de Quaresma


19 de fevereiro de 2012   -   VII Domingo do Tempo Comum


12 de fevereiro de 2012   -   VI Domingo do Tempo Comum


05 de fevereiro de 2012   -   V Domingo do Tempo Comum


29 de janeiro de 2012   -   IV Domingo do Tempo Comum


22 de janeiro de 2012   -   III Domingo do Tempo Comum


15 de janeiro de 2011   -   II Domingo do Tempo Comum


25 de dezembro de 2011   -   Natal do Senhor


18 de dezembro de 2011   -   IV Domingo do Advento


11 de dezembro de 2011   -   III Domingo do Advento


04 de dezembro de 2011   -   II Domingo de Advento


27 de novembro de 2011   -   I Domingo do Advento


20 de novembro de 2011   -   Festa de Cristo Rei


13 de novembro de 2011   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


30 de outubro de 2011   -   XXXI Domingo do Tempo Comum


23 de outubro de 2011   -   XXX Domingo do Tempo Comum


16 de outubro de 2011   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


09 de outubro de 2011   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


02 de outubro de 2011   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


25 de setembro de 2011   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2011   -   XXV Domingo do Tempo Comum


11 de setembro de 2011   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


04 de setembro de 2011   -   XXIII Domingo do Tempo Comum


28 de agosto de 2011   -   XXII Domingo do Tempo Comum


21 de agosto de 2011   -   Assunção de Nossa Senhora


14 de agosto de 2011   -   20° Domingo do Tempo Comum


07 de agosto de 2011   -   XIX Domingo de Tempo Comum


31 de julho de 2011   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


24 de julho de 2011   -   XVII Domingo do Tempo Comum


17 de julho de 2011   -   XVI Domingo do Tempo Comum


10 de julho de 2011   -   XV Domingo do Tempo Comum


03 de julho de 2011   -   São Pedro e São Paulo


26 de junho de 2011   -   XIII Domingo do Tempo Comum


19 de junho de 2011   -   FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE


12 de junho de 2011   -   Domingo de Pentecostes


05 de junho de 2011   -   Ascensão do Senhor


29 de maio de 2011   -   VI Domingo de Páscoa


22 de maio de 2011   -   V Domingo de Páscoa


15 de maio de 2011   -   IV Domingo de Páscoa


08 de maio de 2001   -   III Domingo de Páscoa


01 de maio de 2011   -   II Domingo de Páscoa


24 de abril de 2011   -   PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO


17 de abril de 2011   -   Domingo de Ramos


10 de abril de 2011   -   V Domingo de Quaresma


03 de abril de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


27 de março de 2011   -   III Domingo da Quaresma


20 de março de 2011   -   II Domingo da Quaresma


13 de março de 2011   -   I DOMINGO DE QUARESMA


06 de março de 2011   -   IX Domingo tempo comum


27 de fevereiro de 2011   -   VIII Domingo do Tempo Comum


20 de fevereiro de 2011   -   VII Domingo do Tempo Comum


13 de fevereiro de 2011   -   VI Domingo do Tempo Comum


06 de fevereiro de 2011   -   V DOMINGO DO TEMPO COMUM


30 de janeiro de 2011   -   IV DOMINGO DO TEMPO COMUM


23 de janeiro de 2011   -   III DOMINGO DO TEMPO COMUM


16 de janeiro de 2011   -   II DOMINGO DO TEMPO COMUM


09 de janeiro de 2011   -   BATISMO DO SENHOR


02 de janeiro de 2011   -   EPIFANIA DE NOSSO SENHOR


25 de dezembro de 2010   -   Natal do Senhor


19 de dezembro de 2010   -   IV DOMINGO DE ADVENTO


12 de dezembro de 2010   -   III DOMINGO DE ADVENTO


05 de dezembro de 2010   -   II DOMINGO DE ADVENTO


28 de novembro de 2010   -   I DOMINGO DE ADVENTO


21 de novembro de 2010   -   FESTA DE CRISTO REI


07 de novembro de 2010   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


31 de outubro de 2010   -   XXXI Domingo do Tempo Comum





Pesquisar no Site


  • Newsletter

  • Paróquia São Pedro e São Paulo - Diocese de Ponta Grossa - Telêmaco Borba - Paraná
    Sociedade Beneficiente São Pedro - Fone: (42)3272 8557 / (42) 3272 8930 - pascom@pspsp.com.br
    Está obra de evangelização não possui fins lucrativos e é custeada através do dinheiro do dízimo
    Desenvolvido por Rinaldo M. Heil