Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Ascensão de Nosso Senhor


20 de maio de 2012



   

«Disse-lhes Jesus: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”. Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi levado ao céu, e sentou-se à direita de Deus. Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O Senhor os agia com eles e confirmava a palavra por meio dos sinais que a acompanhavam». (Mc. 16,15-20)

 


 

 

A festa da Ascensão que celebramos hoje é a festa daquela virtude cristã que chamamos “esperança”. A virtude que projeta o nosso olhar para o além, além de tudo, da história e das situações, orientando as nossas ações rumo ao infinito. É a virtude de quem sabe “esperar” pacientemente, com firmeza, porque já sabe de antemão que o resultado está garantido, precisa apenas que o tempo decorra na sua lógica. É bem diferente viver a vida correndo atrás de uma utopia da qual desconhecemos a possível realização, ou percorrer a vida já sabendo que o resultado final está garantido! Quanta maior serenidade, quanta maior alegria, quanta maior vontade de saborear um a um os momentos que a vida nos dá quando não estamos aflitos com a , as pessoas que a vida nos dá! Quando não temos certeza do futuro nos angustiamos com a meta a ser alcançada e, desse modo, descuidamos das belezas que estão ao nosso redor. Quantas coisas não vemos quando andamos de avião! Quantas coisas não vemos quando andamos de carro! Quantas coisas vemos quando andamos sem pressa, apreciando aquilo que aparece como surpreendente enquanto caminhamos...! Saber que Jesus já está onde estaremos plenamente, projeta nossos corações para o encontro com a pátria definitiva e nos permite colocar cada valor no seu devido lugar. Apenas a pessoa que sabe para onde vai pode colocar seus pés no lugar certo e dar os passos com segurança; é por isso que Jesus deixou os Apóstolos partilhar com Ele esse último momento. Era uma circunstância intermediária, um pouco como a vida que nós vivemos com Jesus: por um lado Ele está presente, por outro Ele é inalcançável com os meios que temos à disposição, os meios naturais que fazem parte da nossa existência.

 

A festa de hoje é também a festa do tempo da Igreja, a comunidade amada por Jesus que se dispõe, como todos seus limites, a transformar-se cada vez mais, para tornar-se um lugar onde todos os que creem e confiam, possam fazer experiência autentica de Jesus e se encontrar com Ele do modo que Ele quis.

 

Jesus havia terminado de «dar suas instruções aos discípulos que ele tinha escolhido», diz Lucas, autor do livro de Atos dos Apóstolos. Estava terminando a fase das aparições, através das quais Jesus visava educar os seus discípulos para a nova maneira com a qual Ele continuaria presente na sua comunidade após a Ressurreição. O trecho do Evangelho que acabamos de ler é muito conciso, não menciona várias “instruções” que Jesus deu; cita apenas uma. Uma que é o resultado natural de um correto percurso de fé. É o desfecho natural de quem conseguiu trilhar o mesmo caminho de Jesus. Uma autêntica experiência de Jesus, se transforma por força própria em “missão”, em necessidade de tornar público e transparente a todos o encontro que a nossa alma teve com Deus através da pessoa de Jesus. Apenas o confronto com Ele nos garante objetivamente que o Deus que como o temos em nosso coração corresponde ao Deus como é em si mesmo. Crer num “Deus” criado pela nossa mente, pela nossa sensibilidade, ou imaginação é o engano que no Antigo Testamento é chamado “idolatria”. Jesus nos garante que aquilo que vemos de Deus é o que Deus é. A missão nasce justamente da necessidade intrínseca de deixar transbordar em nós o Infinito que entrou na nossa alma ao encontrarmo-nos com Jesus. Não é propaganda nem sequer proselitismo... Toda fé verdadeira desemboca na missão, na impelente urgência de transmitir a outros aquilo que nos deixou felizes, analogamente àquilo que acontece com a nossa primeira experiência de amor, de paixão.

 

O Evangelho de Marcos ressalta que Jesus, quando falou da missão, não estava “ao lado” de sua comunidade amada, mas sim nela: o Senhor falou-lhes enquanto estavam reunidos, juntos. Desse modo indicava aos seus discípulos que Ele continuaria agindo na sua comunidade e com a sua comunidade. Delicadamente o Evangelho nos diz que esta ação não é uma sobreposição, Jesus não se substitui a ninguém, não toma posse de ninguém, não violenta a criatividade e liberdade da pessoa humana que é única e original. A presença de Jesus em sua comunidade é totalmente incomparável,  com a incorporação ou substituição de personalidade sugerida por algumas visões pseudo-religiosas (como o pressuposto “espiritismo cristão” –o que é uma contradição-). O Evangelista nos diz que Jesus ressuscitado age junto com a sua comunidade, junto com os que “permaneceram” reunidos, na esperança.

 

È uma belíssima relação de presença forte, mas não opressiva, envolvente mas que deixa livres, segura mas que deixa ao discípulo a iniciativa. Pela primeira vez esta pequena comunidade de homens sentia o peso daquelas palavras que, em Cesareia de Felipe, Pedro tinha ouvido: «O que você ligar na terra Eu ligarei no céu...». Mistérios de Deus: Maior que se faz dependente do menor...! Deus que mais uma vez escolhe não salvar o homem sem o homem. É como se dissesse as seus: “que você, minha pequena, frágil, contraditória comunidade escolher e fizer, Eu vou assumir e levar a cumprimento!» Esta era a grande promessa da qual os discípulos estavam sentindo, pela primeira vez, o valor. Os gestos deles não seriam mais seus gestos, as palavras deles não seriam mais apena suas palavras.

 

Como seria mais fácil compreender muitas atitudes da Igreja, com seriam diferentes as nossas relações, principalmente quando temos algum compromisso ou encargo de responsabilidade dentro de uma comunidade cristã, se levássemos em consideração este grande mistério do qual somos envolvidos!

 

Quanta mais humildade!

 

Com quanta menos segurança em nós mesmos agiríamos se constantemente estivéssemos contemplando a relação que Jesus quis estabelecer conosco!

 

Quanto menos medo e inseguranças, que nos impelem a tomar decisões às vezes precipitadas...  «Eu estarei convosco todos os dias...». 

 

Como aconteceu o episódio cuja festa hoje celebramos?

 

Pois bem, não creio que seja necessário ter como parâmetro de interpretação dos fatos a sua representação em pinturas; nessas vemos Jesus retratado como se estivesse levitando,  tendo como que um estandarte na mão. Como sempre as narrações evangélicas, bem como outros textos do Novo Testamento, quando querem expressar realidades que são difíceis a serem descritos, (principalmente porque carregadas de sentimentos, significados e valores), utilizam elementos simbólicos próprios da cultura e tradição. Gostaria salientar que, quando se diz “simbólico”, não quer se dizer “abstrato” ou “fantasioso”; como, por exemplo, não é fantasioso o símbolo de uma aliança no dedo, de uma bandeira, de um presente recebido por uma pessoa amada.  Pelo contrário, sem precisar de palavras, os símbolos conseguem transmitir tudo aquilo que a mente não consegue conceitualizar.

 

Conforme esse modo de expressar-se, nas leituras de hoje voltam alguns símbolos importantíssimos que eram usados em circunstâncias especiais. Creio que seja útil conhecer alguns significados desses símbolos a fim de que cada um possa, por si própria, captar os valores que a nossa narração contém.

 

Em primeiro lugar a “reunião” dos discípulos não é uma indicação casual. No Evangelho de Marcos se precisa que estavam «comendo» juntos. Em todo caso indica que é uma experiência que se dá numa comunidade que permaneceu unida, não obstante tudo; aquela comunidade que os Profetas chamavam de «resto de Israel» em torno do qual, segundo Isaías, se constituiria o novo povo, o povo definitivo, escatológico. A Igreja de Jesus se dá a partir de um pequeno “resto” que permanece firme, que não se entrega à mentalidade comum, que não se vende barato para aumentar em força, poder ou consideração. 

 

Ambas as narrações utilizam a expressão: «Céu». Esta palavra, mais do que indicar um lugar físico diferente da terra e da água, indica na tradição Bíblica: o lugar onde Deus está, o lugar onde “se encontra Deus”, ou seja a dimensão própria de Deus. «Se eu subir ao céu, lá tu estás...» dizia o Salmo 139; «Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens» dizia o Sal 115,3. Terra e céu são sinônimos um da dimensão humana e outro da dimensão divina. Desse modo podemos deduzir facilmente o sentido da narração, ou seja, o fato de que Jesus assumiu em plenitude a condição que Lhe é própria, aquela que desde sempre e para sempre o define como Deus... aquela dimensão onde Ele nos espera, que será também a nossa.

 

Jesus “tomou posse” do lugar que Deus quis desde o início para nós porque nos fez dignos Dele. Após a aparente derrota aclamada pelos adversários e inimigos da luz, Jesus senta «à direita de Deus», para indicar sua dignidade real, definitiva e eterna. Jesus assume a sua realeza “no céu”, assim como bem entenderam os discípulos recordando o Salmo 11 «O trono do Senhor está no céu».

 

A ação salvadora de Jesus continuará através dos discípulos os quais são o instrumento para que as pessoas possam «crer» e daí começar o caminho do Batismo. Todos nós sabemos perfeitamente que o Batismo ao qual Jesus se refere não é um ato único, quase “mágico”, como um ritual iniciático. O Batismo ao qual Ele se refere é um progressivo, lento e eficaz mergulhar sempre mais no mistério da presença do Senhor Ressuscitado e vivo na sua Igreja, em cada uma e na unidade de todas as comunidades que permaneceram fieis ao mandato dos Doze. Caberá aos discípulos, no decorrer de toda a história, a responsabilidade de oferecer as condições necessárias para que as pessoas possam «crer» e daí encontrar a “salvação” que, na linguagem Bíblica se pode resumir com a ideia de “felicidade” autêntica, plena realização.

 

Que a festa de hoje nos induza a olhar sempre para o alto, a termos o nosso coração projetado onde está o coração de Jesus para assim podermos falar palavras que tenham o sabor das palavras de Jesus. A nossa missão é apenas uma: conduzir as pessoas ao “céu”!

 

 

Deus te abençoe !

Pe. Carlo

centrobiblicord@yahoo.com.br

 


Postado em: 17/05/2012 as 17:58:07





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