Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Domingo de Pentecostes


27 de maio de 2012



   

«Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos»   (Jo. 20,19-23)

 


 

 

Naquele final de dia, dia de Pentecostes, dia em que os frutos da terra eram oferecidos a Deus, a pequena colheita do campo semeado por Jesus, apenas um punhado de pessoas frágeis, também estava sendo aceita e consagrada por Deus. O Espírito Daquele que somente é o Santo, assumia para si o fruto da primeira semeadura do Semeador e consagrava definitivamente as suas vidas para que fossem testemunhas autênticas do Reino anunciado por Jesus. Naquele momento não estava sendo difícil para os Apóstolos relembrar que Jesus, antes dos eventos da paixão, havia dito: «Convém que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós» (Jo.16,7). “Convém”... Mas, porque “convém”? Não é melhor para nós ver a  Jesus? Poder tocá-lo, conversar com Ele? Para os discípulos não tinha sido fácil, entender naquele momento o que Jesus quisera dizer, mas agora muitas coisas estavam fazendo sentido!

 

Estava começando a última e definitiva fase da história da humanidade, a carta de S. Pedro chama os tempos da Igreja como sendo os «últimos» (1Pd. 1,20) isto é, os tempos da plenitude da manifestação de Jesus. Tocar Jesus, conversar com Ele, ver seus gestos encantadores de profundo e atencioso amor, para nós seria sem dúvida a máxima aspiração; mas não parece ter sido assim no entender de Jesus. De fato, os milagres, os gestos encantadores que Jesus fazia, ainda que sinais de Deus, todos eles ainda são superficiais no entender de Jesus pois  correm sempre o risco de gerar uma dependência feita de sensações, situações, pequenas realizações privadas, imediatas e assim por diante... Apenas o Espírito  de Deus poderia fazer com que os discípulos alcançassem o pleno significado de tudo o que havia acontecido. Apenas o Espírito iluminaria a “verdade” «como um todo» (Jo. 16,13), não apenas aquilo que temos como percepção imediata das coisas.

 

Às vezes vemos muito bem algumas coisas justamente porque estão numa certa distância de nós. Algumas as vemos “apenas” enquanto permanecerem numa certa distância. Isso não apenas em nível físico, mas também, por exemplo, em nível psicológico, crítico-racional etc. Às vezes quando estamos muito “perto” de uma realidade não conseguimos vê-la. É bem isso que acontece com Jesus: enquanto vemos Jesus, consideramos seus gestos como manifestações espetaculares e demonstrativas, é porque Ele está fora de nós. Não entrou “em nós”. Apenas O admiramos. Do contrário, paradoxalmente, quando não podemos mais vê-lo é porque está em nós, assim como ninguém de nós consegue ver a si mesmo; Ele é vida da nossa vida.

 

As palavras de Jesus: «Eu estou no meu Pai, vós em mim e eu em vós» (Jo 14,20) estavam tornando-se, naquele fim de dia,  uma realidade. Jesus deixava o lugar que ocupava “ao lado dos seus” para “estar nos seus”. 

 

A experiência do Espírito é a condição necessária a fim de que o homem  possa participar –com as devidas ressalvas- da mesma relação que há entre Pai e Filho.

 

Se, Jesus “ascendeu ao Céu para tornar-nos partícipes da Sua divindade” (como diz o Prefácio da Ascensão), então é através do Espírito Daquele que é Santo que essa mesma divindade chega a nós e nos é oferecida como um dom. Um dom do qual podemos participar realmente! O Espírito é que torna “Santo” o fiel, pois Ele é o que Pai e Filho comungam. É este o “Batismo do Espírito” ao qual Jesus se referia; é um mergulhar na divindade de Jesus pelo mesmo denominador comum que une Pai e Filho.  É Ele quem nos torna “filhos no Filho” como diz a expressão tão em uso.

 

Ser “santos” significa então “entrar na esfera do divino”, na esfera em que Jesus está! É permitir ao Espírito que provêm de Deus de nos dar aquilo que nós não possuímos nem podemos dar a nós mesmos: a santidade, que é própria de Deus. A santidade é uma questão ligada ao nosso “ser”, mais do que ao nosso “fazer”; é uma qualidade daquilo que somos uma vez que nos deixamos envolver por aquilo que une Pai e Filho, não é apenas um modo de agir de ético, correto, impecável...

 

Ser envolvidos pelo Espírito torna o fiel digno de participar daquela plena comunhão tanto desejada por Jesus: «que todos sejam um; como tu, ó Pai, estás em mim e eu em ti, também eles estejam em nós; para que o mundo creia» (Jo 17,21).

 

Assim sendo, a experiência do Espírito desemboca na autêntica relação de unidade, aquela profunda que ultrapassa as sensações, os momentos contingentes para se transformar numa condição estável, permanente, definitiva.

 

Este é o instrumento privilegiado de conversão que Deus nos oferece, como claramente consta na primeira pregação que Pedro faz: «convertei-vos»! Conversão nossa e dos que ainda não creem. Não há meio mais eficaz do que este para que o Espírito possa converter o nosso coração: viver e buscar a unidade. A leitura de Atos nos dá um sinal de que é possível uma unidade acima dos acordos humanos, é a unidade gerada pelo Espírito, ou seja, quando duas ou mais pessoas, param de olhar uma a outra e, juntas, olham para Deus. Ali se encontram, se reconhecem, “entendem todas as línguas...” porque falam uma linguagem nova, que vai além do entendimento comum. A doxologia que usamos muitas vezes pronunciar, nos indica claramente em que consiste a ação do Espírito de Deus: “Por Nosso Senhor, Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo”. Ele é a fonte da unidade que nasce de Deus e não apenas do acordo humano.

 

A celebração de Pentecostes, nos faz entender em que consiste a unidade e como esta se realiza.

 

O evangelista Lucas, autor também do Livro de Atos dos Apóstolos, para indicar o conteúdo fundamental do evento de Pentecostes, usa uma imagem que é catequética antes que descritiva. A imagem é carregada de simbolismo Bíblico; fogo, vento e barulho; e mais, Lucas faz coincidir o evento do Espírito a uma festa que já era celebrada entre os hebreus,  que comemorava a renovação da Aliança (Pentecostes). São esses, elementos propositais que nos ajudam a compreender melhor o Espírito e a sua ação para conosco. Todavia, permito-me deixar para outro momento a reflexão sobre tudo isto para debruçar-nos sobre alguns aspectos da unidade.

 

O fenômeno percebido por todos, que objetivamente marca este momento, parece ser ligado às línguas. Note-se que não se trata aqui daquele costume típico de algumas comunidades cristãs –como a de Corinto- de rezar vocalizando sensações, usando palavras do vocabulário comum ou formas verbais criadas no momento. O uso de externar sensações com a verbalização é visto por S.Paulo como algo que exige muito cuidado e deve ser tratado com muita cautela porque corre o risco de “edificar” a pessoa mais do que a comunidade. Na narração de Lucas as coisas se invertem; ninguém precisa de tradutor (como ocorria na comunidade de Corinto) é o contrário: todos entendem.

 

Ao comunicar-nos o significado cristão de Pentecostes, Lucas se inspira a uma   narração que era patrimônio da história de Israel: a “torre de Babel” (Gen. 11). 

 

O texto da “torre de Babel” começa com estas palavras: «Naquele tempo toda a Terra tinha uma só língua e as mesmas palavras». Esse é o homem segundo o projeto de Deus, um homem capaz de entender. Entender qualquer um. Um homem que é capaz de falar a linguagem do mais simples, do fraco, do rico, do poderoso, do decepcionado.... um homem capaz de penetrar o íntimo de qualquer semelhante. Deus desejou um homem capaz de falar a mesma linguagem de todos, capaz de entender além das palavras, bem como acontece quando se ama! Quanto mais se ama tanto mais se entende! Quando se olha para o outro, quando se vê do ponto de vista do outro, então é fácil compreender-se mutuamente.

 

No entanto, o projeto de Deus tem um inimigo: o orgulho do homem que quer conquistar a “sua” realização com as “suas” próprias mãos. A imagem da torre de Babel retrata exatamente esta atitude. É o símbolo do homem que decide, sozinho, de construir próprio caminho rumo a Deus.

 

A inspiração daquela narração se dá no uso dos povos antigos, especialmente na área médio-oriental, de ter as montanhas como lugar privilegiado para se encontrar com Deus. Contudo, quando não havia montanhas aonde ir, era costume “construir” algo parecido (escavações realizadas trouxeram à luz algumas edificações deste tipo); não só, como para nós algumas conquistas são vistas como o símbolo de poder, também na antiguidade o “mito” que expressava o máximo poder de um homem era o de construir uma torre (note-se que não se conhecia o principio do prumo!). Seja o que for, a torre acabou significando uma profunda verdade para a fé do hebreu e para a nossa, ou seja, quando os homens decidem de alcançar o que é próprio de Deus (céu) o resultado só pode ser um: perdem a si mesmos. Tornam-se incapazes sequer de comunicar entre si: “não se entendem mais”.

 

Lucas nos diz que isto vale também no campo espiritual: não é o homem que conquista Deus com seus atos, suas forças, seu “bom comportamento”. Esta era a antiga forma de se relacionar com Deus. Propositadamente o evento do Espírito é colocado em relação à festa da renovação da Aliança (Pentecostes) porque  Deus estabelece um novo caminho, uma nova maneira de entrar em comunhão. Enquanto o homem quiser alcançar a salvação com suas forças espirituais continuará “não falando a mesma linguagem”, criando imagens de Deus cada vez mais adequadas à própria sensibilidade, ao próprio ponto de vista etc...

 

Apenas quando nos pusermos realmente com a atitude de quem recebe uma experiência de Deus como dom gratuito, então sem dúvida alguma será possível um autêntico encontro com Ele e com os que O buscam. Será possível falar a mesma linguagem de todos, porque a unidade gerada não vem do homem, com suas “ideias” de unidade, mas sobre a consciência da presença viva de Jesus. Quando duas pessoas trilham o mesmo caminho, antes ou depois se encontram, se entendem; a unidade delas é dada pelo fato de visar a mesma coisa, apontar à mesma pessoa, Jesus. É para o lugar para onde olhamos que nos une ou nos afasta, não são os esforços conciliadores e concessivos que aparentemente apaziguam mas deixam um profundo vazio atrás de si. Espírito é presença de Jesus. Ele nos concede o dom de “sentir” sua presença, seu “respiro sobre nós” – como diz o Evangelho de hoje. Aprendamos a viver sentindo-nos como estando à presença de Jesus, assim sendo, o outro não será mais um estranho incompreensível.

 

 

Deus te abençoe.                            

Pe. Carlo

centrobiblicord@yahoo.com.br


Postado em: 25/05/2012 as 06:42:46





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