Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Festa da Santíssima Trindade


03 de junho de 2012



   


«Quanto aos onze discípulos, dirigiram-se para a Galiléia, até o Monte que Jesus lhes havia indicado. Logo que o viram, prostraram-se por terra. Mas alguns duvidaram. Jesus então se aproximou e lhes disse: “Todo o poder me foi dado no céu e na terra. Ide, então, fazei de todos os povos discípulos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar tudo o que vos mandei. Eis que vou ficar convosco todos os dias, até o fim dos tempos”.»  (Mt. 28,16-20)

 


 

            A festa de Pentecostes que celebramos o domingo passado, representa o ato definitivo com o qual Deus, pessoalmente, revela algo de si.  A “revelação continuará através da reflexão dos Apóstolos, mas será uma revelação “quanto” a Deus, um processo no qual a fé da Igreja amadureceu, sob a orientação do Espírito e a autoridade dos Apóstolos.

 

Séculos e séculos de paciente ação ao lado de Israel, momentos de extremo amor e incompreensão, recusas, impulsos generosos... tudo isto tinha se passado em Israel a fim de que fosse preparado o terreno no qual Jesus semearia a manifestação plena do rosto de Deus.

 

A festa de hoje celebra o resultado de um longo, difícil e controvertido caminho da reflexão da Igreja primitiva que se perguntava sobre tudo quanto Jesus havia dito em relação a Si mesmo enquanto Deus; em relação ao Pai enquanto Deus e em relação ao Espírito enquanto Deus.

 

Chamar o nosso Deus de “Trinitário” não foi algo tão obvio como pode parecer. Jesus nunca se expressou usando essa terminologia. Foram necessários cerca de trezentos anos de reflexão em todas as comunidades cristãs para que se chegasse a essa belíssima e profunda compreensão daquilo que Jesus queria dizer ao falar de Si, do Pai e do Espírito. Foi muito difícil para os cristãos, num mundo povoado de deuses, tentar expressar o que tinham aprendido da boca de Jesus quanto a um Deus “trino”. A questão era tanto mais complexa pelo fato de que não constituía um problema, para os pagãos, multiplicarem os seus deuses; não constituía uma novidade que os cristãos acreditassem em “três deuses”; não era estranho. Porém, como se poderia conciliar o ensinamento de Jesus que mostrava claramente a si mesmo como sendo Deus, e assim o Espírito e obviamente o Pai quando a fé de Israel e o cristianismo que sempre acreditaram num único Deus? Tentemos imaginar, também, em que situação se vivia nas comunidades cristãs, pois nelas conviviam cristãos provindos do paganismo e cristãos de origem hebréia. Para estes era repugnante pensar em três “Deus” (não uso de propósito o plural). Por outro lado, era incontestável o fato de que Jesus havia manifestado todas as suas características divinas durante a vida e no Evento Pascal. Jesus pôde permitir-se o “atrevimento” de chamar a Jahvé, o Altíssimo do qual sequer se podia pronunciar o nome, com a palavra “Ab-bá”  (Pai). É bom lembrar que chamar a Deus de “pai” era um elemento de acusação para ser morto por lapidação como nos recorda o Evangelista: «Quando Jesus lhes perguntou: “por qual obra me apedrejais?”, responderam-lhe os judeus: “Não é por nenhuma obra boa que te apedrejamos, e sim por causa da blasfêmia, pois, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo”» (Jo. 10,33).

 

Proclamar Deus sendo “um e trino” foi a mais audaciosa afirmação que o homem tenha feito sobre a divindade. O que os cristãos fizeram é absolutamente incomparável com formas semelhantes que podemos encontrar em outras religiões, como no caso da Trimurti Hindu (que na língua sânscrita significa “três formas”, subentendendo três formas com as quais Deus se manifesta: Brahma –criador, Visnu -que preserva, Shiva- que destrói). Afirmar a Trindade do único Deus não significa absolutamente indicar “formas” com as quais Deus vem a nós; mas tampouco “três tempos” ou “maneiras” com as quais Deus se fez presente na nossa história. O termo “trindade” foi usado pela primeira vez por um importante jurista africano que se converteu à fé cristã, Tertuliano. Ele tentou encontrar uma palavra que sintetizasse tudo o que Jesus dizia de Si mesmo como sendo Deus, do Pai como sendo também Deus e do «outro Consolador» (Jo. 14,16), que também é Deus. Então, mesmo que nos Evangelhos não exista a palavra “trindade”, essa idéia existe espalhada em todos Evangelhos, junto com a afirmação de que o Pai é Deus e assim o Filho e o Espírito. No Evangelho de João a reflexão vai bem mais a fundo, pois ele nos diz também “como” o Pai, o Filho e o Espírito são um só Deus sem confusão de pessoas, com uma relação análoga àquela que os homens têm (por exemplo pedem, agradecem, agem juntos etc.). Enfim, três pessoas mas não três deuses. Com certeza é fascinante e tentador debruçarmo-nos nos maravilhosos textos que mostram a relação que existe entre Deus “Pai”, o “Filho”, e o “Espírito” que Jesus enviou em seu nome; mas não é aqui o lugar para reflexões deste tipo; precisamos aqui ver porque uma realidade tão profunda que está no íntimo de Deus tem sido usada pelo Evangelista como base da nossa fé cristã.

 

            Comecemos com a leitura do nosso Evangelho.

 

O contexto é o ambiente da Igreja. A Ressurreição de Jesus havia posto um fim a um determinado período e a uma determinada maneira de Jesus estar presente com os seus. Começaria uma nova história na qual os discípulos fariam novamente a experiência da presença de Jesus com eles, mas dessa vez por outros caminhos. E mais, a missão de Jesus não estava terminada, pois o que foi realizado “em raiz” para todos os homens com a sua morte e ressurreição, precisava chegar a “cada” homem e a todos os homens, no tempo e na história. Sim, Jesus, agora Senhor Ressuscitado, continuaria através da sua comunidade a Sua obra de salvação para conduzir todos os homens ao Pai. Tal convicção era bem clara na igreja primitiva, como bem o demonstram as cartas paulinas e Atos dos Apóstolos: Jesus é quem age na sua comunidade.

 

O trecho do Evangelho que acabamos de ler, nos descreve essa comunidade, a sua relação com Jesus e a missão para a qual é ordenada.

 

Mateus diz: «Os onze discípulos…» com essa expressão ele carrega o pequeno grupo dos sentimentos próprio de uma comunidade ferida, que carrega o peso do “vazio” provocado pela falta de um daqueles que Jesus havia escolhido, de alguém que havia participado de momentos tão intensos e fortes junto com o Senhor. Essa comunidade se reúne novamente “por desejo de Jesus”, obediente a Ele, mesmo que os sentimentos pudessem projetar cada um deles para a sua própria atividade e à sua vida particular. Não obstante tudo eles se reúnem assim como o Senhor lhes havia pedido. A comunidade de fé, uma comunidade como Jesus a deseja, é uma comunidade que se reúne por causa do desejo de Jesus. Isso é de fundamental importância nas nossas relações, nas nossas opções…! Não é uma comunidade que se refugia, que foge de Jerusalém, mas uma comunidade que ainda crê, mesmo se «ainda alguns duvidaram». O Evangelista, aqui, nos sugere a força da comunidade que supera as dificuldades de alguns com a fé de todos; é a Igreja que supre a fragilidade de seus membros com a força da sua confiança e adesão aos desejos de Jesus. Alguns tinham suas dificuldades, como nós as temos, mas permaneceram junto aos outros. É este o primeiro esforço que uma comunidade pode e deve fazer para estar em condição de receber a revelação definitiva que Jesus fará de Deus. Sim, pois é isto que estavam para receber os onze, a declaração definitiva que Deus é: Pai, Filho, Espírito.

 

Se o “monte das Bem-aventuranças” representou para Mateus o início de uma nova vida que entrava no mundo com o Evangelho, este novo “monte” para o qual Jesus convocou os discípulos representava o início da nova missão, que agora estava sendo entregue nas mãos dos Onze. Se lá a revelação se manifestava em palavras que abriam as portas para o ingresso do Reino de Deus entre os homens, aqui a Revelação continuaria com outros aspectos sintetizados na fórmula do Batismo que encerra o mandato: « fazei discípulos, batizai-os  em nome do Pai do Filho e do Espírito». Obviamente Jesus não pede para que se celebre um “rito”. Ele pede para que as pessoas aprendam dos Apóstolos o que significa ser discípulos “mergulhando” (baptizw) na nova identidade,o novo “nome” que a comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito dá ao discípulo. 

 

Creio que aqui, mais que tentar esclarecer esta situação que exige atenção e tempo, caiba deter-nos sobre alguma possível motivação pela qual Jesus quis revelar-nos Deus como Trino. É evidente que não teria sentido a revelação do Deus Trino se fosse por causa de uma simples questão informativa ou especulativa. Deve haver outra motivação. Deixando de lado a dimensão essencial de Deus Trino, tentemos então, deter-nos um pouco sobre a dimensão existencial. Ou seja, o que isto significa para a vida cristã.

 

É obvio que, Trindade, implica em comunhão e, isso, já se torna algo de muito importante para a nossa vida. Sim, porque nos diz claramente que, se o homem foi criado a imagem de Deus, isto significa que o que faz o homem “homem”, é exatamente a sua essência análoga à de Deus: comunhão, relação sem limite. O homem é o que é,  consegue se realizar e ser feliz, quando atinge sua motivação de vida da sua fonte: a comunhão, a abertura, a disposição em receber o mundo, o outro, Deus. O contrário, o fechar-se em si mesmo, se aparentemente nos dá uma “falsa” segurança, de fato é um lento definhar, é a morte, é medo... é aquele espírito de medo do qual nos fala São Paulo. 

 

A revelação de Deus como Trindade não se limita ao fato de nos recordar que o nosso “ser” é ser comunhão, mas nos diz também que tipo de comunhão, qual é o caminho para realizarmos o que já somos. As últimas palavras do Evangelho que acabamos de ler nos apontam o caminho; “fazei discípulos... batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” a belíssima fórmula de fé que a cada dia recordamos e com qual pedimos a Deus que, naquele dia, oriente a nossa caminhada em nome do Pai, do Filho e do Espírito. É a fórmula com a qual santificamos o que por si próprio não é santo. É a fórmula com a qual decidimos a cada dia de dar os passos necessários para que Deus veja realizado em nós o que tanto desejou: a Sua comunhão que deixa o homem feliz.

 

O Evangelho representa o grupo dos discípulos fazendo um gesto: prostrando-se. Ora em tal atitude podemos perfeitamente descobrir a primeira grande dúvida quanto ao relacionamento novo entre Jesus e a sua comunidade. Que atitude tomar com Jesus  Ressuscitado? Ao homem cabe “se prostrar” diante do poder de um imperador, quanto mais diante do poder do Senhor que voltou da morte! Admiração, reverência, veneração… qual destas seria a atitude que Jesus desejava deles? Tudo isto estava escondido atrás daquele gesto de prostração, próprio de um servo com o seu dono, ou do homem que cede diante do poder esmagador de um deus.

 

Mas não parece ter sido esta a atitude que Jesus desejava. Não era a veneração distante nem a prostração de submissão a atitude correta através da qual o Senhor poderia continuar sendo percebido como “vivo” e agindo na comunidade de fé; essa atitude não transmitiria realmente o que Deus é em seu íntimo e sequer poderia dizer ao mundo algo significativo do amor de Deus para os homens. Veneração, admiração, são atitudes importantes, mas insuficientes em si mesmas. Eis, então que Jesus respondeu com outro gesto: se aproximou. Ele não permite que o discípulo se mantenha à distância, porque isto não manifestaria o que Deus é. Assim, de perto, se dirige aos seus com três indicações ligadas uma à outra.

 

Na primeira, dá a absoluta certeza de que a história irá para a meta que o Pai designou, e isto não por causa de um “destino” imposto, mas porque Jesus mostrou a todos o poder que amor tem, o poder que conduzirá a história para o seu objetivo apesar do mal e dos empecilhos que o egoísmo humano poderá, durante os séculos, opor à ação salvadora.

 

Na segunda, Jesus indica as conseqüências desta realidade nova que já está implantada no mundo como aquela semente que dará seus frutos no devido tempo; muito significativo, para tanto é a conjunção conclusiva: «ide, portanto». Ou seja, é como se nos dissesse: “Não se preocupem com o que poderá dar espaço a desânimo, medo, vontade de desistir. O que vos compete é a parte de ir, ir sempre, sem deter-se porque o resultado já está garantido, somente deve ser conhecido para que o homem possa recuperar a sua dignidade de filho de Deus”. Mas como fazer isto?   

 

            Eis aqui que Jesus dá o seu último momento de revelação, agora não mais sobre as atribuições de Deus, quanto à Sua misericórdia, à Sua bondade etc. mas sobre o que Deus é em si mesmo. Sim, porque isto é o que, dentro dos seus limites, a comunidade poderá e deverá mostrar ao mundo para onde ela é enviada. Deus não escolheu indivíduos privilegiados por inspirações esotéricas para dizer ao mundo “quem” Ele é. Nenhum indivíduo isolado pode dizer nada sobre Deus, isto simplesmente porque Deus é comunhão, é comunidade de reciprocidade sem barreiras, limites; sem “mas” nem “porém”, é simplesmente reciprocidade pura que se rege, assim, no amor que nunca diz: “não” ou: “até aqui…”. Batizar é mergulhar na realidade que se encontra de modo ilimitado em Deus. É um longo processo no qual se aprende o que Deus é, onde se aprende o amor sem algum “não”, onde se mergulha na felicidade que esta atitude gera quando passamos do “querer” ao “dar”. É um adentrar-se na força de proclamar as mesmas palavras que Deus diria a um homem. É isso que significa “batizar”. É um lento delicado processo de desaparecer naquela mesma realidade que Deus tem em si mesmo e que, uma vez entrada em nós, nos dá uma relação com Deus análoga àquela que Jesus tem, uma relação que chamamos “filial”. Sim, nos faz “filhos no Filho” conforme uma expressão já de domínio público.

 

            Este processo, dirá Jesus, se dá pelo mesmo caminho que Ele percorreu, o caminho indicado na carta aos Filipenses: «Se fez obediente» (2,8); sim, o discípulo poderá desempenhar a missão que Jesus entrega nas suas mãos à medida em que viverá em si a atitude de obediência –que não é simples cumprimento de ordens- é “sintonia entre quem ouve e quem fala”. É a atitude típica de duas ou mais pessoas que se querem bem e, por isso, se ouvem, entram em sintonia assim como o Pai entra em sintonia com o Filho nesta contínua reciprocidade que é o Espírito. Nesta dinâmica nos será dado uma fisionomia nova, um «nome novo» (Ap.2,17), o nome do Pai, do Filho e do Espírito, que é um nome de amor.

 

            A última indicação que Jesus dá é a garantia de que Ele estará sempre presente na sua comunidade, Jesus não divide os dois mundos, o mundo do tempo –quando ele andava pelas estradas da Palestina- e o mundo “fora do tempo”. Um é ordenado ao outro, não há solução de continuidade, ao contrário.

 

            Gostaria de encerrar estas palavras com algumas expressões da oração com a qual Santo Agostinho encerra a sua obra “De Trinitate Dei”. Palavras que faço minhas, pois sei que tudo o que tentamos dizer sobre algo tão fascinante é simplesmente insignificante.

 

            “Falando de Ti, um Sábio no seu livro, que se chama Eclesiasticus, disse: «Muito poderíamos dizer sem contudo alcançar a meta, a soma de todas as palavras é: Ele é tudo.» Quando, logo, chegaremos à Tua presença, cessarão estas muitas palavras que dizemos sem alcançar a Ti. Restarás somente Tu, só Tu, tudo em todos; e sem fim diremos uma só palavra, louvando-Te num único impulso quando nós também teremos nos tornado uma só coisa em Ti”   (De Trin. XV).

 

 

Um bom domingo na comunhão da Trindade,
Pe. Carlo


Postado em: 01/06/2012 as 11:52:45





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