Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XI Domingo do Tempo Comum


17 de junho de 2012



   

«Dizia: “O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece. A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga. Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou”. E Jesus continuou: “Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo? O  Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra”. Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam compreender. E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo.» (Mc. 4,26-34)

 


 

O trecho de Evangelho que hoje temos à disposição para o nosso caminho de fé é composto de duas parábolas, provavelmente ligadas redacionalmente entre si pelo símbolo usado: a semente. Duas parábolas diferentes tanto no conteúdo quanto na finalidade que Jesus se propõe.

 

Antes, porém de adentrarmo-nos na leitura, creio que seja oportuno não descuidar das indicações que o Evangelista nos dá nos últimos versículos, relativas aos sentimentos de Jesus. Sabemos que a parábola é uma forma de linguagem própria de Jesus, existe somente um caso no Antigo Testamento, quando Natã repreende Davi (2Sam. 12,1-7) por uma injustiça que cometeu. As parábolas não são historinhas pedagógicas ou fábulas com intenção ético-moralizante. Quem, por exemplo, escuta uma fábula, sabe que está diante de algo fantasioso que possui um ensinamento que está no final da narração. Este ensinamento frequentemente é explicito e direto, contêm verdades gerais; estas prescindem desta ou daquela situação imediata e podem ser aplicadas indefinidamente. Ao contrário, quem escuta uma parábola, o faz com atitude bem diferente, pois sabe que a parábola não é uma fantasia, mas a leitura de situações imediatas à luz de uma verdade nova, aquela que Jesus quer transmitir. É, afinal, uma reinterpretação de fatos concretos, tangíveis assim como a verdade que é transmitida é uma verdade que pode ser verificada, experimentada, conhecida de fato. As parábolas nunca ensinam uma verdade genérica, mas são elaborada de tal modo a gerar um questionamento sobre uma situação prática, situação diante da qual somente o interessado pode responder. Ora, o nível de resposta é estritamente e diretamente ligado ao envolvimento que o ouvinte tem com Jesus. Não existe, logo, uma regra asséptica, abstrata que Jesus deseja ensinar, mas apenas o desejo de suscitar um questionamento e deixá-lo em aberto: “como você se coloca diante disto....?”. Dependendo do diferente o relacionamento e da intensidade de envolvimento que cada um tem, Jesus expõe as parábolas de modo distinto à multidão e aos seus discípulos. A compreensão da parábola, logo, é exclusivamente ligada ao nível de relação com Jesus. Assim sendo, o fato de Jesus falar em parábolas, deixa transparecer todo o seu esforço para envolver pessoas de modo diferente e “personalizado”, como acabamos de ler: «Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam compreender ».

 

É obvio que a expressão: «podiam compreender», não significa a menor ou maior inteligência; a mensagem de Jesus nunca foi uma sorte de arcanos mistérios reservados a uma elite de privilegiados. Jesus falava para cada um com uma linguagem desigual, porque com cada um existe uma relação diferente: a relação que cada pessoa decide ter com Ele.

 

Evidentemente existe uma diferença entre o comprometimento da multidão e o dos discípulos, logo, existe também uma diferente condição de entender.

 

De fato, uma coisa é “entender” o que Jesus quer transmitir quando o ouvinte continua com a própria vida particular, os seus interesses  e, de vez em quando se compraz escutando as Suas palavras (como no caso da multidão). Outra coisa é se deixar envolver a ponto de perder o próprio mundo. Isto valia ontem e vale hoje.

 

É o quanto se perde que dá a chave de leitura, a hermenêutica das palavras de Jesus. Um dia os discípulos “retrucaram” a Jesus: «Eis que nós tudo deixamos e te seguimos; que será, pois, de nós?» (Mt. 19,27) pois, para segui-lo haviam posto em jogo cada um o seu projeto particular de vida sem, contudo, estar vendo resultados e, ainda mais, os Evangelhos frisam constantemente que, embora estivessem com Jesus, não compreendiam. Um envolvimento medíocre não permite compreender Jesus, por isso Jesus pediu que “deixassem tudo e o seguissem”, mas mesmo assim os Evangelistas ainda reforçam que os discípulos «compreenderam» muitas coisas apenas depois da Ressurreição de Jesus (Lc. 18,31; Jo. 12,16). Esta situação dos discípulos, lança uma ponte para a leitura das parábolas de hoje pois, assim como os discípulos entenderam as coisas somente depois que viram o fruto, do mesmo modo  as duas parábolas nos falam do nosso presente visto pela perspectiva de quem está já com o resultado final diante dos olhos. É o fruto que ilumina o momento circunscrito.

 

As duas dizem respeito tanto à vida e o caminho de cada fiel, quanto ao desfecho da história inteira da humanidade.  Vejamos de seguir pelo menos a primeira das duas.

 

Jesus iniciou fazendo uma comparação: «O Reino de Deus é como quando»; isto, em outras palavras, significa: “Deus está presente, reina na vossa vida, quando...” e no lugar da reticência precisaremos colocar a atitude que nos é sugerida pela parábola. A parábola assim não é uma exortação para cumprir um dever ou algo semelhante, antes se trata da constatação de algo que já aconteceu e que mostra seus sinais: é o Reino que se faz presente.

 

A imagem é a do agricultor. Neste “agricultor” todo bom hebreu sabe ver o Agricultor da História Sagrada, aquele que “semeia Israel”, conforme a expressão de Jeremias: «Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que semearei a casa de Israel e a casa de Judá» (Jer. 31,27). Quando se semeava um terreno, logo em seguida o agricultor pronunciava uma benção, pois sabia que é Deus quem faz crescer e germinar a semente. Assim Deus e o camponês são autênticos agricultores, numa atitude de reciprocidade. Deus fornece a semente e a vivifica com a sua força, o lavrador prepara o terreno e espalha a semente de Deus. É uma semente cheia do poder da vida que se espalha na terra dos homens, aleatoriamente, aqui e ali, sem que alguém interfira querendo definir o lugar onde tenha que germinar. Que tristeza ver as plantadeiras de hoje! Estas medem tudo, distância, peso, número de grãos... um triste reflexo de uma sociedade que quer medir, calcular, projetar, realizar sempre mais... enquanto uma chuva de granizo inesperado pode inutilizar tudo em questão de minutos! Que tristeza viver num mundo tão controlado e pouco entregue ao poder da vida! O “imprevisto” hoje não é tolerado, é considerado uma derrota.

 

Num mundo mais simples e vivido à medida humana, o “imprevisto” era simplesmente “previsto”... e não causava as frustrações de hoje.

 

Deus ainda espalha a vida com toda a força possível e com a maior liberdade.

 

Que nunca nos aconteça de limitar e querer definir onde e como a semente tenha que brotar! Deus espalha a vida, a semente, sim, e o faz por mãos do camponês do Evangelho, do homem, seu colaborador, ao qual entrega a terra, o mundo dos homens. Deus, na parábola, é um agricultor que sabe esperar, sabe dar tempo ao homem e ao mundo, a fim de que passe por todos os processos necessários, às vezes sofridos, cercados de “morte” assim com apodrece a parte exterior da semente. O fiel que vive o reino é também um homem que sabe esperar, que não antecipa, que não violenta o tempo, a história, as pessoas. É um homem confiante na palavra dada por Quem já conhece o fruto.

 

A parábola nos diz que a “semente-vida” é lançada na terra. A terra era, para o mundo Bíblico, mais que um lugar físico; era um lugar-simbolo, onde digladiavam a vida e a morte, onde as duas realidades se defrontavam cada uma opondo à outra o seu poder. Os defuntos eram “entregues à terra” a qual “comia” os corpos (a palavra sarcófago, significa “comedouro de carne”) deixando deles somente o pó; mas contemporaneamente a terra era o berço de novas vidas como consta, por exemplo no Sal. 138,5: «Conhecias, Senhor, os meus ossos quando no oculto fui formado, entretecido nas profundezas da terra».

 

            Num lugar que é teatro de vida e de morte a palavra-semente penetra. É a mesma palavra-semente que entra, de repente na nossa existência, a qual é também palco de bem e mal, vida e morte, alegria e tristeza, realização e frustração. Qualquer uma destas situações pode, de repente, ter a supremacia e determinar o nosso viver. Nisto a palavra de Jesus pode fazer a diferença, produzir um “fruto” específico.

 

            Analogamente ao campo da parábola, a semente cai na história que os homens vivem; esta é cheia de vida e pode definir a qualidade do futuro, um futuro que permanece sempre desconhecido para qualquer homem. Assim sendo, enquanto a semente é lançada, o homem continua sentindo a mesma incerteza dos discípulos: «Nós deixamos tudo...» sem ver nada! Nasce então a dúvida: vale a pena investir em Deus, confiar naquilo que não vemos? Sim esta é a questão que nos é sugerida pela parábola. Isto se entende melhor sabendo que um agricultor oriental não limpava o campo como nós fazemos. Ele primeiro semeava e depois de alguns dias passava o arado sobre pedras e espinhos, revolvendo tudo, porque tudo fazia parte da terra, também os espinhos e as pedras. Tudo faz parte da vida, cada espinho e pedra servem para um todo.

 

            Assim sendo, um viandante qualquer, que vê superficialmente, enxerga naquele campo apenas um terreno baldio, vê espinhos e pedras. É a imagem do homem superficial, que julga com base naquilo que vê. O homem que não colaborou com Deus não vê que bem ali, naquele campo, já está lançada a semente com toda a sua força vital! Ver a mão do Agricultor, enquanto o viandante somente vê espinhos, é já sinal de que o Reino se fez presente. Bem diferente do olhar de um viandante é o olhar do camponês: ele também vê espinhos e pedras, mas “sabe” que ali, entre espinhos e pedras existe a semente que brotará dando alimento e embelezando a paisagem com as espigas douradas.  É assim que Deus também vê o mundo dos homens; é assim que o fiel vê o seu mundo, mesmo enxergando espinhos e pedras. Ele sabe que no meio dos espinhos e das pedras existe uma força vital maior do que se pode imaginar.

 

            O camponês «não sabe como», mas sabe “que”. Isto é sabedoria! É a capacidade de escutar e interpretar a vida, com uma atitude humilde e inteligente (inteligência vem do latim “intus legere” que significa ler por dentro, penetrar o que já existe). O homem sábio, então é paciente, ele confia no potencial que existe já dentro da história humana e dentro dos homens; não se preocupa de impor, nem de apressar os eventos, pois tudo tem a sua lógica e seu tempo.

 

A parábola acrescenta: «A terra, por força própria produz». Também para Jesus, como para qualquer homem sábio e paciente, a vida do homem é um enorme potencial que possui «força própria», porque originada pelo próprio Deus e, uma vez que recebe a semente, «produz»  o que de melhor há nela. A palavra “produzir” significa: “conduzir para fora, extrair”; evidentemente, uma vez que aplicamos essa idéia à nossa vida espiritual resulta fácil entender que não estamos falando de algo que precisamos conquistar, mas de toda a disposição, de toda a docilidade necessária para permitir àquilo que já existe no campo do nosso coração, às vezes cheio de pedras e espinhos de vir à tona, se manifestar em todo o seu poder vital. Contudo, será que podemos esquecer que haverá um momento em que a relha do arado deverá fender o terreno assim como o faz uma faca? Se o terreno pudesse falar, quem sabe, até poderia “gemer”, tanto quanto fazemos nós quando o Senhor “ara” o terreno bom em que foi semeada a vida em todo o seu poder.

 

A palavra de Jesus não violenta nem se sobrepõe ao valor que a vida humana possui por si própria, simplesmente lhe permite alcançar e realizar a sua máxima potencialidade. A Palavra que Jesus diz, realiza, leva a cumprimento o que de melhor já existe em nós. Este é seu poder.

 

Quando houver o encontro entre a terra e a semente, então aos poucos, sem ostentação, aparecerá inicialmente um fio de erva que dificilmente se pode distinguir dentre outros. Em seguida uma espiga, algo mais definido; manifestar-se-á uma fisionomia nova em nossa vida. Daí aparecerá um fruto, o grão, a fonte de outra vida. Enfim o grão maduro: a festa da colheita.  


Postado em: 14/06/2012 as 09:49:24





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