Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Nascimento de João Batista


24 de junho de 2012



   

«Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel, e alegraram-se com ela. No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. A mãe, porém, disse: “Não! Ele vai chamar-se João”. Os outros disseram: “Não existe nenhum parente teu com esse nome!”. Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: “João é o seu nome”. E todos ficaram admirados. No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia espalhou-se por toda a região montanhosa da Judeia. E todos os que ouviam a notícia ficavam pensando: “O que virá a ser este menino?” De fato, a mão do Senhor estava com ele. E o menino crescia e se fortalecia em espírito. Ele vivia nos lugares desertos, até o dia em que se apresentou publicamente a Israel.» (Lc. 1,57-66.80).

 


 

 

Hoje celebramos a festa do nascimento de João o Batista; trata-se de um evento que, como aurora, prepara a chegada do esperado «Dia do Senhor». Esse “dia” desde o profeta Amós representou a força propulsora da esperança para Israel; força que permitiu  àquele povo de caminhar através de inúmeras vicissitudes, erros, quedas e reerguimentos sempre olhando para frente. Era um «Dia» sonhado como objeto da verdadeira promessa, a qual não mais se identificava com uma terra e um povo –como o tinha sido na época de Abrão, do Egito, da viagem do deserto...- mas sim uma nova terra, uma nova meta situada no interior do coração das pessoas e manifestada por um novo estilo de vida.

 

            A nova promessa, o dia do Senhor, estava chegando na pessoa do Salvador e João era o sinal que o precedia.

 

Todos os grandes atos de Deus nunca irrompem abruptamente na vida das pessoas nem na história do homem, uma tal atitude se encontra, quase como uma característica própria, nas religiões e cultos pagãos, animistas etc. Numa relação de reciprocidade, como aquela que a Bíblia chama “fé”, isso seria uma violência, um desrespeito a o que o homem sabe e pode construir. Até conversões que consideramos repentinas, como no caso de São Paulo, na verdade são preparadas discretamente por Deus (nesse caso podemos encontrar uma preparação remota já no ato da lapidação de Estevão At. 7,58). Do mesmo modo, com o nascimento do Batista, Deus preparava a chegada de novos tempos.

 

Quanto ao Batista Jesus dirá que «Entre os nascidos de mulher, ninguém é maior do que João; mas o menor no reino de Deus é maior do que ele» (Lc. 7,28); ora, tal modo de dizer de Jesus se entende porque após João Batista o Reino de Deus está definitivamente instaurado com Jesus e, mesmo a pessoa menos próxima –“menor”- de Jesus, está mais perto do Reino de Deus do que o maior entre os grandes homens do Antigo Testamento. A diferença é clara: esses últimos pertencem à esfera dos “nascidos de mulher” ou seja, das pessoas que buscam a Deus com seus esforços, humanos. Por outro lado, pertencem à categoria do “reino”, aqueles que escolhem uma atitude diferente: se deixam encontrar por Deus que se faz perto em Jesus. A narração de hoje expressa muito bem esta transição; o texto, por obvias questões litúrgicas é limitado ao nascimento e reconhecimento de João, portanto teremos que fazer referência a um texto anterior, ao anúncio do nascimento, para compreender melhor o fato e o seu significado.

 

Sigamos as pegadas do Evangelho.

 

            «Completou-se o tempo», nos diz o Evangelista; se à primeira vista isto não parece mais do que uma indicação obvia do tempo da gravidez, o seu sentido é bem maior e o podemos descobrir à luz do anúncio que o anjo Gabriel havia feito a Zacarias quando esse teve a tão grande surpresa de ser sorteado para oferecer o incenso na liturgia do Templo. A surpresa de Zacarias tinha sido muito grande para ele, pois no Templo trabalhavam cerca de 18.000 pessoas entre levitas e sacerdotes, estes últimos divididos em 24 classes. Á alegria de ter sido sorteado, acrescentou-se naquele dia o dom que Deus queria lhe fazer: tornar a sua família uma mediação do verdadeiro sacerdócio: não aquele que oferece incenso em nome de outras pessoas, mas o sacerdócio que introduz as pessoas a Deus e Deus às pessoas. O Sacerdócio de Zacarias poderia estar se abrindo a uma oferta não apresentada ritualmente, mas realizada; realizada através da decisão de aderir sem condições ao projeto de Deus, acreditando, na participação total. À felicidade de ter sido sorteado Deus oferecia a possibilidade de descobrir a alegria de conhecer um novo sacerdócio. Contudo, Zacarias não foi capaz de acolher a oferta...

 

  Mais que no nascimento de um filho, o anúncio do Anjo proclamava a «alegria e felicidade...», a alegria do anuncio consistia em se sentir objeto de um amor privilegiado por parte do Senhor do Universo, daquele Deus que Zacarias e sua família serviam através de sinais e ritos. Contudo, como frequentemente acontece por uma terrível tentação, também Zacarias teve medo de se alegrar com a felicidade que Deus dá. Teve «medo» (1,13)... e o medo sempre esconde uma indisposição ao amor, revela quanto ainda somos incapazes de acreditar que Deus nos quer bem de verdade. Medo de ser felizes da felicidade de Deus..., isto é o que conduz às escolhas erradas. E assim foi: Zacarias exigiu uma “prova” que o convencesse. Era uma atitude de desconfiança que nos recorda o sorriso desdenhoso de Sara quando Deus lhe disse que, mesmo ela sendo de idade avançada, isso não seria um impedimento à realização do projeto de Deus, o qual havia prometido uma descendência a Abrão, seu marido (Gen. 18,22).

 

Sendo assim, a expressão «completou-se o tempo» significa o seguinte: mesmo que Zacarias não tenha acreditado e tenha oposto razoáveis dificuldades, não por isso o que Deus promete não se realiza. «Completou-se o tempo» é a declaração de que o projeto de Deus vai adiante por si próprio e nenhuma dificuldade, por quanto válida e fundada que seja, consegue se opor à sua realização. Para o homem resta uma decisão: participar e se alegrar com Deus ou escolher de ficar de fora.

 

Terminada a cerimônia da oferta do incenso, o sacerdote procedia abençoando o povo com a benção de Aarão, o grande sacerdote de Israel (cfr. Nm.6,24). Todavia, a incapacidade de escutar a Deus, que vem a nós do modo e no tempo que com absoluta liberdade escolhe, tornou Zacarias impróprio para dar a benção ao povo, que estava esperando no átrio do Templo (1,21-22). O Anjo demonstrava assim qual é o verdadeiro culto que agrada a Deus: escutar e aderir, nisto consiste o sacerdócio.

 

Qual grande contradição viveu Zacarias: iniciava todas as orações públicas com o primeiro dos mandamentos: «Escuta, Israel» (Dt. 6,4) e no momento mais oportuno foi incapaz de dar ouvido a Deus!

 

Logo, o nascimento do Batista é saudado pelo Evangelista como a constatação de que o projeto de Deus tem força própria e regras próprias. E mais, tudo isso é permeado por um sentido geral de alegria que se manifesta em Isabel, em toda a sua família e até nos vizinhos. Note-se que a gravidez era comumente mantida em reservo quase até o momento do parto; ora, aqui parece que o costume foi simplesmente rompido, pois os parentes «ouviram» falar da gravidez de Isabel, isto é, de uma notícia que havia se espalhado por si própria. É assim que acontece quando realmente somos envolvidos por uma autêntica experiência e de Deus que nos invade sem limites: tudo o resto é “resto”, simplesmente cai em segundo plano. A imagem que temos que manter diante dos outros, os costumes, as tradições à quais somos ligados... tudo é “resto”, como escrevia São Paulo (cfr. Fil. 3,8). Apenas Deus e o que Ele sabe fazer reinam totalmente na alma, quase num íntimo e intocável segredo que nada e ninguém poderá jamais lesar; aconteça o que acontecer.

 

Maria e Isabel são unidas pelo mesmo sentimento de felicidade; para ambas a alegria não consiste em “ter” ou  “possuir” um filho. Um filho não é posse e tampouco objeto de satisfação de algumas necessidades. O Evangelista diz que a felicidade de Isabel consistia em perceber que «Deus exaltou nela a sua misericórdia», isto é, sentiu-se  instrumento vivo onde Deus manifestava a Sua atenção às expectativas das pessoas humildes. A mesma atitude a encontramos no Cântico do Magnificat, onde Maria se sente objeto do olhar privilegiado de Deus para com uma mulher que se coloca entre os “pobres de Jahvé”.

 

Constatar como eram verdadeiras as palavras do Anjo, meditar longa e silenciosamente o sentido do evento que ocorrera nove meses antes, amadureceu Zacarias. Uma nova atitude surgiu em seu coração; uma atitude muito semelhante à de Abraão, com o qual havia começado a história da reciprocidade que a fé implica e do diálogo entre Deus e Israel. A decisão de dar ao filho o nome “João”, com certeza associa os dois grandes momentos que abrem o Antigo e o Novo Testamento. A analogia sugerida pelo Evangelho é compreensível pela reação dos familiares que participavam do rito da circuncisão, que marcava o ingresso no povo de Israel: «“Não existe nenhum parente teu com esse nome!” ». Ora, para entender tal reação, é útil saber que o  mundo antigo se percebia como mergulhado num eterno ciclo de eventos. Não existia o conceito de “história” como o nosso pois, por história, se entendemos um processo que se desenrola no tempo rumo a uma meta. Contudo, essa concepção do mundo não existia; tudo era apenas a repetição de eventos passados. Aquilo que acontecia na natureza, como por exemplo a repetição das estações, era o espelho de um outro ciclo no qual o homem era inserido, como por um fato, um destino ao qual ele era rendido. Assim pensava Abrão quando “ciclicamente”, repetia os percursos que seus pais haviam feito por séculos conduzindo o seu clã e seu rebanho. Mas Deus interrompeu o ciclo com uma proposta. Era o início da fé. Começava a certeza de que a história vai para uma direção e esta direção leva a Deus. Mudar de direção não foi difícil para Abrão, mas o que significava tudo isto sim. Tratava-se de se lançar em algo novo renunciando à certeza garantida que dá a “ciclicidade”, a repetição de coisas que já são conhecidas... O mesmo passo o deu Zacarias: interrompeu, com um ato de profunda fé o ciclo que queria a repetição dos nomes dentro de uma família como símbolo da continuidade das coisas.

 

Um nome novo significaria uma vida nova, uma existência completamente entregue àquele Deus do qual havia desconfiado um tempo atrás. «João é seu nome» escreverá Zacarias numa tabuinha de barro coberta de cera. Gesto que nos recorda o pedido de Jahvé a Isaías: «Vai, pois, escreve isso numa tabuinha de barro, escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente.» (Is. 30,8).

 

            «João é seu nome»; com essa afirmação começava uma era nova! Começava um caminho desconhecido que ainda hoje exige amor e fidelidade; um caminho no qual não existe motivo para “pedir uma prova a Deus”, pois o nome deste caminho se identifica com o nome do filho de Zacarias: “João”, que significa: “Deus é favorável”! Começava uma era nova na qual os antigos parâmetros eram definitivamente superados, e isso também causou o espanto das pessoas que estavam perto assistindo ao rito da circuncisão do menino. Afinal, como pode ser que Isabel antecipasse o homem na escolha do nome a um filho primogênito? Como ela poderia dizer um “não” tão claro em contraposição a toda uma tradição, uma história, uma cultura? E, o que havia de tão incompreensível a ponto de que Zacarias ratificasse a decisão de uma mulher, ele, que era Sacerdote?

 

            É a história que Deus começa a construir, a história onde Deus reina: o Reino de Deus!

 


Postado em: 21/06/2012 as 21:59:47





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