Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XV Domingo do Tempo Comum


15 de julho de 2012



   

«Jesus chamou os doze, e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros.
Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura. Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!”. Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo» (Mc. 6,7-13)

 


A leitura do domingo passado nos recordou a dificuldade de Jesus de ser aceito na sua própria cidade, Nazaré e justamente pelas pessoas que poderiam mormente se beneficiar da sua presença. A oferta de Jesus é para todos, é um convite aberto que não se impõe; é discreto e silencioso. Jesus segue o estilo de vida que lhe fora proposto pelo Pai no dia em que, ao iniciar a sua ação de anuncio ouviu, endereçadas a si, as palavras de Isaías : “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz”. Naquele dia a seus ouvidos ressoou também o restante das palavras de Isaías que Lhe indicariam o estilo com o qual o Pai queria fosse anunciado o Reino: «... e ele promulgará o direito para os gentios. Não clamará, nem gritará, nem fará ouvir a sua voz na praça. Não quebrará o caniço rachado, não apagará a mecha que ainda fumega. Não esmagará a cana quebrada, nem apagará a tocha que fumega; em verdade, promulgará o direito. Não desanimará, nem se quebrará até que ponha na terra o direito; e as terras do mar aguardarão a sua doutrina» (Is. 42,2ss).

 

Jesus sempre compreendeu-se como o “servo” do Reino. Também na ocasião da sua rejeição em Nazaré não se deixou prender pelo resultado. È verdade que sentiu muito por não ter conseguido dar às pessoas de Nazaré tudo quanto poderia ter dado; é verdade, que chorou também sobre Jerusalém que «mata os profetas»; mas nunca violentou a liberdade do homem impondo-se, nem com o poder de milagres ou gestos portentosos (como Lhe havia proposto outrora Satã no deserto). O homem pode e deve escolher, para exercer a sua dignidade. Pode até escolher o que lhe é prejudicial e Deus respeitará a escolha feita pois na liberdade dela há sempre a imagem da liberdade de Quem o criou. Jesus é “servo” do mistério da salvação, não a impõe! Jesus é servo daquilo que a nenhum homem é dado conhecer, é servo que nos recorda também a nossa posição diante do projeto do Pai.

 

Existe um dificílimo equilíbrio entre “sentir-se servo” e “apoderar-se” de um serviço que fazemos. Isto se torna ainda mais evidente quando estamos envolvidos com as coisas de Deus. Sim, porque Ele tem linguagem, tempos e caminhos diferentes dos nossos. Assim sendo, acontece que, quando sentimos verdadeiramente a responsabilidade de algo muito importante que nos é entregue e que amamos tanto a ponto de dar grande parte da nossa vida e de nossas forças, contemporaneamente surge a tentação que nos leva a perder o limite entre o fato de sentir-se servo ou dono. Toda vez que realmente vivemos e amamos o que fazemos, colocamos parte de nos mesmos naquilo que fazemos, de certa forma o permeamos de nossa personalidade, o tornamos “personalizado” (como se costuma dizer), da mesma forma que, embora seguindo a mesma receita, duas mulheres fazem o arroz com “sabor” diferente.... Porque? Pois bem, a diferença está exatamente no fato de que permeamos o que fazemos com o nosso ser, o nosso caráter, a nossa paz ou agressividade...

 

O que fazemos é a manifestação do que somos.

 

            Obviamente isto, além de ser uma consequência natural, é índice de que realmente nos apaixonamos (ou não) por aquilo que fazemos. Isto é maravilhoso por um lado, por outro lado, porém é fácil que a relação entre o que somos e o que fazemos seja tão intensa que nos identifiquemos com o que fazemos.  É exatamente esta atitude de desprendimento, tanto no sucesso quanto no insucesso que é o pressuposto do ensinamento que Jesus sintetiza assim: «sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!». Ou seja: “que nada fique preso a vocês, demonstrando assim a vossa liberdade quanto ao resultado”, já que às vezes o resultado se torna o parâmetro de avaliação das coisas que fazemos. No Reino de Deus não é assim!

 

Quando a atitude do “enviado” se prende ao resultado, então, o que deveria ser vivido com segurança e serenidade, porque encarado com liberdade, começa a ser poluído por sentimentos de incerteza, desejo de controlar, eficientismo etc. O profeta Isaías nos recorda alguns indícios que podem servir de parâmetro para saber quando começa a verificar-se em nós a tentação de passar de servos a donos; o servo «Não clamará, nem gritará, nem fará ouvir a sua voz na praça, não apagará a mecha que ainda fumega... e nem desanimará » (Is. 42,2-4).

 

Querer impor e forçar, bem como desanimar diante das circunstâncias que não são o que esperamos, é sempre sinal de que nos apoderamos de algo que não nos pertencia. Era isto que Jesus recomendava aos seus ao dizer-lhes: «sacudi a poeira dos pés»,  “demonstrem a plena liberdade quanto ao resultado, que este não fique apegado em vós”. Noutra ocasião, ao regressar da missão a que Jesus os havia enviado, os discípulos voltaram felizes porque “até o demônio se submetia a eles”; mas isto não agradou nem um pouco Jesus, (Lc. 10,18-20) porque não é o resultado que interessa a Deus, mas a maneira de viver aquilo que Ele nos dá a viver, pois a maneira de fazer isto é que será “testemunho”, não o resultado.

 

O que é essencial para que um discípulo se torne um missionário? É isso que encontramos tão bem sintetizado nesse trecho do Evangelho. Provavelmente, seguindo as pistas do Evangelista poderemos também agir com toda a autoridade em “nome de Jesus”, expressão, esta, tão forte que remete à intima união com o Senhor que é a fonte de toda missão. Vamos acompanhar os elementos principais.

 

O texto começa assim: «Jesus chamou os Doze». O pressuposto inicial da missão é a consciência de ter sido “chamado” por Deus; não é iniciativa pessoal nem individual. O modo de agir dos discípulos como narrado em Atos dos Apóstolos, pressupõe sempre uma comunidade que, após um período de oração, reunida numa liturgia pública, com gesto visível e simbólico, encarrega algumas pessoas para serem porta-voz de Deus. Trata-se de uma alta responsabilidade e dignidade que ninguém pode dar a si mesmo; apenas se recebe de alguém que transmite o que recebeu. O fato de que os discípulos sejam indicados com o título “ os Doze” indica uma identidade própria, não é apenas um número, mas uma comunidade instituída em continuidade com as doze tribos do Antigo Israel no qual Jesus se inseria para dar continuidade à “obra do Pai”.

 

Aparentemente estranha o uso do tempo continuado (em grego: aoristo) «começou a enviá-los» mas, de fato, indica que a missão não é um evento limitado, é uma atitude continuada; essa começa com o envio por parte de Jesus e não termina com o cumprimento de uma meta. Assim como começou enviando os Doze, o Senhor está continuando a enviar os que Ele chama.

 

Temos ainda uma ótima indicação quanto a o que significa ser missionário. O Senhor envia «dois a dois». A motivação encontra legalmente seu fundamento em  Dt. 19,15 pois o testemunho que serve a indicar e distinguir a verdade da mentira se alcança apenas com a coincidência da experiência pelo menos de duas pessoas. Ou seja: como reconhecer, como sentir se um anuncio é autêntico ou manifestação do sentimento pessoal de alguém? O critério de Jesus é simples; é como se Ele dissesse: “olhem os dois que anunciam e vocês saberão se naquilo que trazem consigo existe verdade ou engano!”. A missão não é propaganda, é transbordar de uma alegria irrefreável que brota da relação amorosa com Jesus.

 

Nota-se que Jesus não enviou logo os “seus Doze”, mas o fez depois de ter feito experimentar a eles a inumerável variedade dos eventos que se dão numa vida comunitária e que, se bem vividos, permitem ao discípulo de sentir em si o coração de Jesus, o Seu modo de agir, o Seu modo de viver conflitos, derrotas, sucessos, aplausos... enfim: o que se anuncia não são coisas sobre Jesus, mas o resultado de uma vida vivida em sintonia com Ele e com o estilo de vida Dele. O chamado para a missão exige contemporaneamente uma comunhão com o outro pois o anuncio não é entregue a uma pessoas mas àquilo que acontece no dinamismo gerado na buscada comunhão entre duas ou mais pessoas. Isso não se improvisa!

 

O procedimento do anúncio se desenvolve com uma sequencia de verbos que indicam atitudes que envolvem o homem inteiro, em suas atitudes essenciais, em suas preocupações, em seus medos. Não temos aqui as condições para refletir sobre cada um destes verbos, me limito apenas a evidenciá-los para que nos sirvam como pontos de referência. São expressões que encontramos em cada ação missionária que ainda hoje a Igreja faz em nome de Jesus: “ensinar”; “escutar”; “anunciar”; “conversão”; “autoridade sobre os espíritos maus”; “curar”.

 

O Senhor, associando à sua ação à ação dos Doze apóstolos, continuará servindo o Pai na Igreja. É um anúncio discreto, escondido, sem muito alarido; integrando-se simplesmente no cotidiano das pessoas. É anúncio que entra na vida do dia a dia das pessoas, não pretende que elas entrem nas exigências do missionário. Não creio que haja simbolismo mais apropriado do que a “bolsa” da qual fala Jesus para indicar isso tudo. Para entender o que Jesus queria dizer, é oportuno saber que muitos dos grupos religiosos da época, como por exemplo os essênios, tinham seus missionários. Ora, eles carregavam uma “bolsa” com o próprio alimento, porque não sabiam se o alimento que recebiam nas casas que visitavam era “puro” ou não. Comer coisa “impura” era pecado! Então, para “agradar a Deus”, para não cometer pecado, eles cuidavam do próprio alimento...! Como é grande a diferença que Jesus pede aos seus missionários!  Os missionários de Jesus são puros à medida em que se deixam alimentar pelos outros, que sentam nas mesas de todos, que não se separam como pessoas “diferentes”, “melhores”, mais puras... Precisam saber trabalhar como todos os homens para que a sua mensagem seja crível; precisam saber receber e viver daquilo que Deus dá.

 

Enfim, para que o anúncio seja eficaz, Jesus reconduz o missionário à essencialidade do anúncio cristão, o qual encontra a sua eficácia não tanto em técnicas ou pedagogias, em “organogramas” ou eficiência, quanto na força da proposta alternativa que carrega em si e na vida do discípulo que conseguiu fundir a própria vida com a vida de Jesus.  Tudo o que dá garantias ao missionário diminui a força do anúncio; a única coisa que Jesus deseja que carreguem é um «cajado». Sim, um cajado é necessário, porque a viagem é longa, cansativa, não prevê uma meta; o fato de caminhar trazendo o Senhor consigo é a própria missão em ato.


Postado em: 11/07/2012 as 08:36:17





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