Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XVIII Domingo do Tempo Comum


05 de agosto de 2012



   

«Quando as pessoas viram que Jesus não estava ali, nem seus discípulos, entraram nas barcas e foram a Cafarnaum, procurando pelo Senhor. Encontrando-o perto do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando vieste para cá?”. Jesus respondeu: “Em verdade vos digo: vós me procurais, não por causa dos sinais que vistes, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. Trabalhai, não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que dura até a vida eterna, aquele que o Filho do homem vos dará: porque Deus Pai o marcou com o selo do seu Espírito”. Então lhe perguntaram: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?”. Jesus lhes respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”. Perguntaram de novo: “Que milagre vais fazer para que vejamos e creiamos? Que podes fazer? Nossos pais comeram do maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer o pão do céu”. Ao que Jesus lhes respondeu: “Em verdade vos digo: não foi Moisés quem vos deu o pão do céu; meu Pai é quem vos dá o verdadeiro pão do céu; porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo”. Pediram-lhe: “Senhor, dai-nos sempre deste pão!”. Jesus lhes disse por fim: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e o que crê em mim não terá mais sede.» (Jo. 6,24-35)

 


 

            O texto do Evangelho de hoje é um desdobramento do grande sinal que Jesus havia dado além do Lago de Genezaré, o sinal do pão para todos, do pão em abundância, do pão que Deus está disposto a dar. A leitura de hoje nos introduz de imediato nas reações da multidão. O dialogo ente Jesus e a multidão é muito articulado e apresentado sob a forma de uma homilia, como se fosse uma verdadeira reflexão à luz de textos do Antigo Testamento. È um discurso que o Evangelista organiza tendo como fundo a liturgia eucarística que era celebrada nas comunidades cristãs dos primeiros tempos. Não temos como analisar o inteiro discurso, todavia podemos perceber como que um crescendo, uma interiorização sempre mais profunda e um amadurecimento sempre maior da relação das pessoas com Jesus.         Temos aqui como que a tipologia de todo um processo que evidencia modos diferentes de se aproximar a Jesus.

 

            Um primeiro momento -ou situação- pode ser evidenciado entre os versículos 24-37; é como uma parte introdutória do caminho que conduz a Jesus. Representa a condição do homem que ainda não entende a proposta de Deus; o homem que busca ainda o que é de seu interesse: “vocês me procuram porque comeram pães e ficaram saciados”. É atitude própria da pessoa que se aproxima de Deus apenas quando está precisando. O busca para si. É próprio de alguém que “não consegue ver sinais”, isto é, não consegue ir além daquilo que é imediato, que pode ver e verificar. Ele vê em Jesus aquele que lhe pode dar o que deseja. Nisso podemos colocar todos os tipos de interesses, desde os materiais, as soluções imediatas de problemas que não conseguimos resolver, até a satisfação para preencher um certo vago desejo religioso que nos atormenta de vez em quando...

 

            O segundo momento -ou situação- é próprio de quem consegue ir além da resposta prática e permanece à escuta. Procura um sentido para a própria vida e entrevê em Jesus alguém capaz de dar um sentido à existência toda e não apenas uma resposta imediata a situações contingentes. O discurso de Jesus na parte que vai dos versículos 37 a 47 e é um típico discurso sapiencial, onde Jesus explica o sentido da Sua presença no mundo, tenta explicar o que Ele significa para o homem e como se consegue viver desde já a qualidade de vida que será eterna. É uma proposta aberta a qual o homem sábio pode dar a sua resposta.

 

      O terceiro momento -ou situação- é a imagem do amadurecimento uma relação com Jesus; é permanente e totalizante. Entre os versículos 48 e 58 Jesus faz um discurso propriamente eucarístico, onde Ele se coloca no lugar dos antigos sacrifícios com os quais as pessoas pretendiam alcançar a Deus. Ao contrário do que o homem pretende alcançar com os seus meios, porquanto “sábios” eles forem (como o anterior), de fato se compreende Jesus apenas quando se adere a Ele. Ora isso acontece não apenas a mente, ou no sentimento, mas sim com uma existência marcada objetivamente com um gesto. Um gesto que é expressão de uma entrega recíproca: Jesus se dá ao homem numa vida inteira de modo estável e permanente, e indica isso com os sinais do pão e dos elementos eucarísticos. Jesus “dá” a vida, dá a “sua vida” ou seja a vida como qualitativamente Ele a possui e, por parte do homem, essa vida é recebida como dom. Como não lembrar as palavras da última Ceia que quotidianamente repetimos em sinal dessa eterna aliança: «fazei isto...»?

 

Vamos pousar um pouco mais a atenção sobre a primeira parte. Ela parece nos sugerir de imediato uma pergunta: “porque as pessoas procuram Jesus?”. Os Evangelistas em quase todos os casos nos apresentam a multidão como incapaz de entender o mistério de Jesus, incapaz de buscar a Ele; a multidão procura de modo especial o que lhe interessa. Vimos como aquelas pessoas O procuravam por causa das curas, mas nesta condição Jesus via nelas só um aglomerado de «ovelhas sem pastor», como já lemos no trecho anterior do Evangelho. Agora, mais uma vez, a multidão procura Jesus por causa do seu “poder” e porque havia satisfeito a necessidade primordial, instintiva, que precede qualquer posicionamento religioso: a fome.

 

Eis aqui o primeiro mal-entendido: não cabe a Jesus resolver os problemas que o homem pode e deve resolver, principalmente quando a solução desses está ao seu alcance. Uma solução que, em última análise, leva em consideração também o fato que Jesus está ao lado das pessoas que precisam, está perto... se trata apenas de fazer o que André fez!

 

Deus, pelo seu estilo de comportamento como nos é revelado na Escritura, nunca violenta a liberdade, a dignidade e a capacidade humana. Isto porque o homem foi sempre visto como colaborador de Deus e não como sujeito passivo. Deus sempre considerou a pessoa humana capaz de realizar, de fazer, de “criar” (assim como Deus é capaz de criar) um mundo em condição de expressar a beleza daquilo que o próprio homem é. Por outro lado, Jesus lamenta a atitude da multidão a qual não se questiona sobre o sentido dos fatos, mas se contenta com o resultado imediato e corre atrás desse. Jesus lamenta a dureza de coração de pessoas assim, pois Ele não veio para resolver este o aquele problema, para dar um pão que «se perde», que termina; Ele veio dar o caminho e a força para que se instaure um mundo mais digno do homem, construído pelas mãos do próprio homem que aprendeu a confiar. Está diante de nós a evidente antítese entre o “pão” que simboliza os resultados imediatos e o pão “que permanece”, ou seja, o pão que o «Filho do homem dará».

 

Aqui logo se vê a beleza da narração e o peso do contraste: enquanto a multidão olhava para o passado, para o pão recebido, para aquilo que a havia satisfeito, Jesus, por contraste, projetava aqueles homens para o futuro do qual o gesto da multiplicação dos pães era apenas um símbolo, uma antecipação de uma vida nova que o homem pode receber.

 

A expressão que Ele usa, “Filho do homem” vem do livro de Daniel e indica o “homem” como Deus o imagina, isto é, alguém que “é como todos os homens, mas tem suas raízes no céu” (cfr. Dan. 7). Obviamente Jesus indica a si mesmo como sendo esse vaticinado “Filho do homem” mas, por outro lado, indica contemporaneamente qualquer pessoa que tenha aprendido a receber a vida nova que está em Jesus. Esse é o “homem como Deus o desejou”: profundamente ancorado à terra e profundamente projetado ao céu!  Este é o homem como Deus o deseja, o homem que será feliz daquela felicidade que parece ser objeto de tanta angustiosa busca. É um homem que vive a vida dos homens com a qualidade da vida do céu (isso é o que significa “vida eterna”, o que não tem nada a ver com “duração eterna”...). Estamos falando de um alguém profundamente humano justamente porque é profundamente capaz de afundar suas raízes em Deus o qual, único, conhece o homem por inteiro. Este “homem”, o homem verdadeiro, será capaz de criar um mundo “à medida humana” para que também Deus seja glorificado na sua obra.

 

A história não se cansa de mostrar como todos os modelos institucionais e culturais que o homem propôs para si, prescindindo de Deus, ruíram um após outro. Outros sistemas nos quais temos confiado até agora como se fossem o mais alto grau da capacidade do homem de se autogestionar... esses estão mostrando a sua insuficiência. Não é preciso ser expertos em ciências políticas, economia ou sociologia para constatar os resultados que estamos tendo com os sistemas que não estão levando em consideração o que vem de Deus. É como dizia o antigo Salmo: «caem os projetos do homem, mas a obra do Senhor permanece para sempre» (Sal. 33), porque o homem não vive somente de resultados imediatos, não vive somente daquilo que ele acha ser o seu “pão”, mas precisa saber ouvir, humildemente, e se alimentar do “pão que vem do céu” e não apenas do pão feito com as próprias mãos.

 

 

            A reflexão até agora nos trouxe a dois termos importantes usados neste trecho, termos aos quais precisamos dar um pouco de atenção: “pão” e “obra”. Um mundo à medida humana é um mundo que, no livro de Gênese é chamado “obra” de Deus, é um mundo onde é possível a harmonia das pessoas entre si, do homem consigo mesmo, com o mundo e com Deus. Esta é a proposta, o projeto de Deus, a sua “obra”. Quando Jesus fala do sentido de sua vida o faz dizendo que: «A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.» (Jo. 4,34). Mas o que é para o homem tal “obra”? O que essa significa?

 

Quando as pessoas viram o milagre, questionaram Jesus nestes termos: «O que devemos fazer para realizar as obras de Deus?”». Mais uma vez aparece aqui a tentação do homem de se auto-construir e de construir a sua relação com Deus em base aos próprios critérios. Isso fica mais claro levando em consideração que era comum perguntar a um rabino “o que devemos fazer...?” e a resposta já se sabia; ele respondia: “faça as obras de Moisés”, isto é: “siga o que a Lei manda e será salvo”. Bem no fundo tanto quem perguntava, quanto quem respondia já tinham tudo bem claro. Era só aplicar a regra e fazer o que a Lei, os mandamentos mandam.

 

Porem, aqui Jesus rompe com todas as expectativas; sim, porque “fazer coisas” é fácil. Mesmo que sejam “coisas para Deus”. O simples “fazer” não corresponde ao desejo de Jesus o qual surpreende os ouvintes recusando de responder do modo como já era pressuposto e dado por certo. Para Ele a obra de Deus não consiste em “fazer”, não é resultado das mãos humanas, pois as coisas “de Deus” não podem ser realizadas com meios humanos. Se a obra é “de Deus” é Dele. E se é Dele, deve necessariamente responder aos Seus critérios, assim como deve atender ao caminho que Jesus escolheu para realizar  a mesma “obra”.

 

“Fazer” é fácil, pois nós sabemos o que e como; o difícil é a proposta que Jesus faz: «A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou », porque acreditar é se entregar, é deixar-se conduzir pelo Espírito, até para onde não podemos imaginar (o «selo» que ouvimos no Evangelho). É permitir ao Espírito, que conduzia Jesus, que também nos tome pela mão e nos faça trilhar o mesmo caminho do Senhor.

 

Realizar o mundo à medida humana é possível sim, mas apenas passando por aquele “Filho do homem” que nos mostra totalmente com a sua vida o que significa estar profundamente mergulhado na humanidade dos homens e na divindade de Deus.

 

Se a obra é do homem não é de Deus.

 

            O simbolismo do pão nos dá as dicas existenciais, práticas, quotidianas para que a “obra de Deus” possa ter o seu pressuposto necessário à realização. Não é por acaso que Jesus escolheu o pão como o sinal eucarístico que evocaria para sempre e realizaria a Sua presença viva no meio dos seus. São muitos os sentidos que o pão adquiriu na Escritura, a estes Jesus ligou simbolicamente a sua vida e o seu agir. Vou indicar apenas alguns, para que possamos ver como e por quais caminhos é possível realizar a “obra” pela qual o Senhor deu a sua vida. Alguns trechos podem nos orientar, permito-me apontar três deles, mesmo sabendo desta insuficiência já que não é aqui o lugar para refletir sobre cada um deles.

 

No ambiente Mediterrâneo o pão tem um alto valor antropológico; é, antes de tudo, sinal daquilo que é sóbrio, essencial para viver. Contemporaneamente é sinal de comunhão familiar e de aldeia (não se fazia o pão em casa particular mas sim em fornos comuns, com todo um sistema de participação comunitária). O pão é o símbolo da hospitalidade autêntica e singela, própria de quem se importa com o visitante e não com as aparências que deve mostrar a ele. Jesus viveu nesta cultura e assumiu par si estes valores profundamente humanos. A tudo isto devem ser acrescentados alguns valores próprios da Escritura:

 

a)      O “pão do deserto”, o maná tornou-se sinal da providência de Deus, símbolo quotidiano de que Deus não fica distante das necessidades dos homens quando estes continuam acreditando Nele (Ex.16). É sinal da confiança “quotidiana” –como nos é relembrado no “Pai Nosso”-  pois o hebreu podia recolher somente o pão suficiente para um dia; a ganância provocaria o apodrecimento de tudo.

b)      A história de Elias (1Rs 17) trouxe aos hebreus um outro significado para o pão: é o “pão da fidelidade”, símbolo da garantia de que Deus é fiel àqueles que perderam tudo, que aceitaram correr o risco de vida por serem fiéis a Deus, como o foi Elias em seu tempo diante do sincretismo religioso.

c)      Jeremias (Jer. 16) nos recorda um uso muito comum: quando alguém perdia um ente querido, alguém ia na casa da família do falecido e, simbolicamente, partia um pão, chamado “pão da consolação”, indicando assim que aquele que partia o pão estaria sempre perto da família enlutada, e parte de sua vida estaria sempre com a vida daquele que ficou “sozinho”.

 

Se trata de caminhos muito simples, tão simples que parecem demasiadamente simples para nós que estamos acostumados a criar coisas complicadas. Mas é assim que Deus age, confundindo os “sábios” com a sua simplicidade


Postado em: 03/08/2012 as 08:20:18





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