Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XIX Domingo do Tempo Comum


12 de agosto de 2012



   

«Os judeus começaram a murmurar a respeito de Jesus, porque havia dito: “Eu sou o pão que desceu do céu”. Eles comentavam: “Não é este Jesus o filho de José? Não conhecemos seu pai e sua mãe? Como pode então dizer que desceu do céu?”. Jesus respondeu: “Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos profetas: ‘Todos serão ensinados por Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai, e aprendeu Dele, vem a mim. Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. Em verdade, em verdade vos digo, quem crê, possui a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer, nunca morrerá. Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para que o mundo viva”» (Jo. 6,41-51).

 


 

            O Evangelho de hoje nos traz a reflexão que nasceu como consequência do grande gesto da multiplicação dos pães. Nos trechos anteriores a este pudemos ver o que significou seja para a multidão seja para os discípulos o gesto que Jesus havia feito. Vimos como o agir do Senhor foi capaz de trazer à tona várias atitudes com as quais alguém pode reagir diante das obras de Jesus e, com isso, nos faz conhecer quem somos. Vimos também como os milagres, gestos grandiosos, curas etc. na verdade  são apenas elementos externos à fé; nem as multidões nem os discípulos haviam conseguido penetrar o sentido do gesto. Eis, então que as palavras do Evangelho de hoje nos introduzem no sentido que o próprio Jesus quis dar ao sinal.

 

            O gesto e a explicação subsequente formam um só elemento; ato e explicação formam um único sinal com o qual Jesus comunica a si mesmo. São uma “única Palavra” que Deus dá ao mundo através do Filho que se dá a si mesmo como alimento. Na literatura do Antigo Testamento, a palavra de Deus e o pão que Deus dá estão profundamente associados. 

 

            Com a multiplicação dos pães, o Senhor fez um gesto e um discurso radicais, que agiram como que uma divisória. Tiveram o efeito semelhante ao de uma peneira que, contemporaneamente, separava e identificava as pessoas no mesmo momento em que esclarecia ao coração de cada um, aquilo que verdadeiramente havia neles. Em outras palavras, quanto mais radical for uma situação que se nos apresenta diante dos olhos, tanto mais se evidencia aquilo que realmente pensamos, quem somos, no que acreditamos e assim por diante. A esse ponto quanto mais as pessoas aderem à resposta que Jesus dá a tais situações tanto mais, quem tiver o mesmo ponto de vista, se identifica com o outro e, por contraposição também separa pessoas que veêm e escolhem de modo diferente ao de Jesus.  Em relação a essa dúplice possibilidade diante de Jesus, São Paulo nos faz uma descrição com estas palavras: «Tropeçaram na pedra de tropeço, como está escrito: “Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, e aquele que nela crê não será confundido”»; ora, a palavra “escândalo”, em grego (ejkandalon) significa contemporaneamente: pedra para uma construção e pedra que faz tropeçar! Em suma: diante de Jesus a mesma situação a mesma atitude Dele pode ser para cada um de nós tanto “pedra para construir algo” quanto “pedra onde paramos o nosso caminho”. Tudo depende da atitude de abertura à perspectiva de Jesus ou da convicção que o nosso modo de ver é o único e melhor possível.

 

            Um gesto e um discurso. O gesto revelara à multidão que, bem no fundo, o que esta queria de Jesus era o próprio proveito; aos apóstolos revelava a maneira de agir de Deus, o qual não usa os critérios que as pessoas usam. O discurso que segue o gesto será mais decisivo ainda: aos bem-pensantes, isto é, àqueles que pensavam de “conhecer a Deus”, Jesus revelava quanto ainda estavam distantes de Deus, pois somente conheciam algo sobre Ele, mas não a Ele. Até entre os discípulos as palavras que de Jesus foram capazes de selecionar quem realmente desejasse Jesus e quem não estivesse disposto a renunciar à própria “ideia sobre Jesus”. De fato, o Evangelista nos diz que «Depois destas palavras muitos dos discípulos não andavam mais com Ele» (Jo. 6,66).

 

            Percorramos, então, alguns dos passos desta leitura.

 

            A reação dos religiosos da época ao gesto de Jesus foi paradoxal: bem eles, que conheciam quanto os Profetas tivessem condenado certos tipos de atitudes do passado em Israel, agiram exatamente como grande parte dos seus pais no deserto. Quando começou a tornar-se presente a primeira da dificuldades do caminho em direção à liberdade: «Toda a comunidade dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e Aarão no deserto. Os filhos de Israel disseram-lhes: “Quem dera que tivéssemos morrido pela mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos descansados junto da panela de carne, quando comíamos com fartura! Mas vós nos fizeste sair para este deserto para fazer morrer de fome toda esta assembleia!”» (Ex. 16,1-10; 17,1-7; etc.).

 

            Trata-se de um modo de proceder indicado na Escritura com a palavra “murmuração”. A murmuração é sorrateira, infida, é a contestação escondida própria de que tem medo de enfrentar a verdade e procura cúmplices sem se expor. Os hebreus no deserto «murmuravam contra Moisés e contra Deus» desde que começaram a encontrar as primeiras dificuldades para o caminho. Era mais fácil voltar à terra do Egito do que seguir um Deus que não se sabia aonde conduziria. Este era o objeto da murmuração dos antigos, mas não é muito diferente da nossa quando presumimos de saber como Deus irá agir e, depois, nos damos contas que Ele nos conduz por outro caminho... Também a reação dos fariseus em relação a Jesus não era muito diferente: para eles a Lei era clara, dizia o que é certo e o que é errado; o que agrada a Deus e o que não; seguir essas dicas garante a vida. Mas, pareciam dizer: “seguir este homem do qual conhecemos toda a família? Mesmo que ele faça coisas que nenhum homem pode fazer, aonde isto conduz? Ele pretende estar ao lado do Altíssimo do qual sequer se pode pronunciar o Nome?

 

            Não é este, para Jesus, o caminho que conduz a uma relação autêntica. Para Ele é necessário primeiro aderir para depois compreender; o contrário não é possível em relação às coisas de Deus. «Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai.». A Jesus se chega com a atitude de resposta e não de conquista. “Se sentir atraído” e responder com generosidade é bem diferente do que buscar com a própria razão usando dos próprios modelos de pensamento; o primeiro exige e gera amor o outro não necessariamente; o primeiro nos mantém numa atitude de humilde escuta o segundo pode transformar-se facilmente em presunção!

 

            Para Isaías parar de “murmurar” é o sinal da conversão, da mudança de mentalidade,  «Quando os seus filhos virem o que Eu fiz por eles, bendirão o meu nome, bendirão o Santo de Jacó e temerão o Deus de Israel. Os corações desencaminhados compreenderão, e os que murmuravam, aprenderão a lição» (29,22ss.); parar de murmurar é associado à decisão radical de entregar-se de fato nas mãos de Deus.

 

Quando paramos de murmurar então uma outra voz começa a falar, uma voz que vem do fundo do nosso interior, uma voz que não se explica mas se faz sentir com toda a sua força. É quando nos sentimos “atraídos” por alguma coisa ou por “alguém” sem conseguir explicar a motivação. Ser “atraído”, é deixar-se levar por aquilo que o coração diz quando encontra o que busca radicalmente. De fato, quando nós sentimos atraídos é todo o nosso ser que está em jogo, sentimentos, história, decisões; não é apenas uma parte de nós. Uma característica do “sentir-se atraído”, é justamente o fato de não saber o porquê, mas, por outro lado, sentir que aquilo que encontramos de algum modo responde aos nossos anseios profundos e que pode nos dar a felicidade. É por esse caminho que Deus age.

 

            Jesus não responde aos questionamentos dos fariseus respeito à Sua origem; pois, quem não está disposto, não consegue receber nada que seja diferente daquilo que já pensa. Os fariseus não admitem que o homem tenha origem e destinos divinos. Enquanto se trata de uma maneira de dizer, de uma metáfora… não há problema. Quando aquilo que se costuma dizer se apresenta como uma verdade, então as coisas mudam. Enquanto se faz derivar de algum modo o homem de Deus porque é um ser criado como tantos, isto não suscita escândalo nenhum; mas, vamos tentar imaginar o que de fato significa, por exemplo, que nós somos “filhos de Deus”! Ora, ser criatura, que “deriva de Deus”, é uma coisa, ser filho de Deus no sentido de possuir características e destino divinos é outra! Imaginemos qual seria a nossa reação se alguém nos dissesse aquilo que Jesus disse de si mesmo: «Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai»!

 

            Quando não consideramos tudo isso como metáfora, mas sim como uma realidade, então nós mesmos somos questionados sobre o que é absoluto e o que é relativo na  nossa vida. Também nos conduz a reconsiderar as opções que fazemos e suas motivações. Muda a visão do presente e se leva a sério o futuro.

 

Infelizmente os religiosos daquela época estavam separando o humano do divino, o mundo de Deus e o mundo dos homens. Mas Jesu trazia em si as duas dimensões e eram essas que estava propondo a cada pessoa que O acolhesse. A humanidade e a divindade não separadas eram o motivo do escândalo; da “pedra” que para eles se transformou em pedra de tropeço. Sob outros aspectos é a mesma posição do ateísmo contemporâneo o qual nega, mais que na teoria na sua prática, a relação estrita entre o humano e o divino. Do mundo dos homens precisamos nos preocupar agora quanto ao resto, o amanhã, tudo é simplesmente adiado ou “arquivado”. 

 

            Evidentemente, os que separam as duas realidades «não podem vir a mim» -dirá Jesus. Se deixarmos Deus lá “no seu mundo” nunca será possível ter uma relação com Ele. A Lei, as normas éticas e morais seguidas minuciosamente deixam Deus lá no “céu” e não Lhe permitem ser “pai”, o nosso pai. Assim, enquanto não se tem com Deus uma relação como a de um Pai, mas ainda se trata Deus apenas como “Deus”, isto é, “um possível ser superior”, é difícil “chegar a Jesus”, isto é, fazer comunhão com Ele o qual tem a Deus como “Pai”, como “seu Pai”.

 

            A tudo isto se acrescenta mais um aspecto: para os fariseus a ressurreição era o premio que alguém merecia por ter sido fiel à Lei. Em contraposição a essa visão, Jesus se apresenta como uma oferta a todos, a oferta gratuita do Pai e não como o prêmio de um comportamento irrepreensível.

 

            O termo de comparação é o evento do maná, um evento de pura gratuidade de Deus: «em verdade vos digo, quem crê, possui a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram».  Sim, porque Deus, não obstante a “murmuração” dos hebreus, tendo em vista um projeto bem maior do que algumas queixas, mostrou-se providente e atento às necessidades daquele povo. O maná foi o símbolo desta presença discreta e constante na vida dos viandantes no deserto. Foi um dom de pura gratuidade justamente quando o povo não o mereceria. Isso é Jesus para o homem: um dom gratuito do Pai, que não pretende do homem, mas dá o primeiro passo.

 

            Há, contudo, uma grande diferença. O maná não conseguiu levar aquelas pessoas para a terra prometida. Os que haviam comido o maná não entraram, mas sim somente a geração seguinte. A primeira geração havia feito experiência da providência de Deus, mas aqueles homens não haviam aprendido o que significa confiar em Deus. O livro dos Números (Nm. 13,27-14,4) nos transmite o que aconteceu quando eles se encontraram novamente diante de mais uma dificuldade (no caso foi o encontro com povos novos); invés de acreditar na Providência, da qual já tinham feito experiência, cederam à tentação de voltar atrás, de frustrar o caminho feito até então, de restringir o seu mundo a um mundo menos amplo.

 

            Agora, Jesus se declarava o “pão”, o “maná” capaz de conduzir qualquer homem para onde é a sua meta. Não apenas alguns. Não é a Lei, mas sim é a assimilação a Jesus, na sua “carne”, que gera naquele que confia a “vida eterna” (o que na Escritura não significa duração nem tempo, mas qualidade: a qualidade de vida como será definitivamente, independentemente de “quando”). O caminho da assimilação a Jesus passa necessariamente pela sua “carne”. Mas o que isto significa?

 

Ainda estamos distantes da última Ceia de Jesus na qual Ele se dará como alimento real para nós, aqui sobressai uma outra dimensão. Jesus não nos dá uma ideologia, e não são apenas palavras espirituais que Ele transmite, mas sim a própria dimensão carnal, a própria fragilidade de homem como todos os homens e, através desta fragilidade, o homem poderá fazer comunhão com Ele porque as lágrimas, o sofrimento, a injustiça e a recusa padecidas são próprias de todo e cada homem, são o nosso denominador comum. Jesus não é um guia, um pregador de doutrinas esotéricas, mas alguém que dá a Deus aquilo que é propriamente humano, o que é nosso. Jesus se dirige não somente à inteligência ou aos desejos espirituais, mas ao homem inteiro, com toda a sua carne; é através desta dimensão que Jesus oferece a comunhão com ele, não prescindindo da carne nem fugindo dessa. Valorizar as fragilidades humanas, que tanto nos assustam e que relegamos num canto da nossa vida quase envergonhando-nos daquilo que não somos, é mais uma questão de orgulho ferido do que de amor a Deus. É nessa dimensão, na dimensão da nossa fragilidade que Jesus se encontra conosco.

 


Postado em: 09/08/2012 as 16:24:56





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