Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Assunção de Maria ao Céu


19 de agosto de 2012



   

«Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se às pressas para a montanha, a uma cidade da Judeia. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. E donde me é dado que venha ter comigo a mãe do meu Senhor? Pois, logo que chegou aos meus ouvidos a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio. Feliz de ti que acreditaste, porque se vai cumprir tudo o que te foi dito da parte do Senhor.” Maria disse, então: “A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque pôs os olhos na humildade da sua serva. De hoje em diante, me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-poderoso fez em mim maravilhas. Santo é o seu nome. A sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência, para sempre”. Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois regressou a sua casa.» (Lc. 1,39-56).

 


 

 

            Esse texto do Evangelho é a expressão de um encontro, um encontro em que a alegria envolve e permeia a cena toda. Nesse encontro podemos entrever o significado da festa de hoje, na qual celebramos um novo nascimento, o nascimento de Maria na dimensão em que Deus está (é isso que significa a palavra “Céu” na linguagem Bíblica). É a festa de Maria que nasce para Deus assim como Deus nasceu em Maria. É a  superação das perspectivas apenas naturais. Do mesmo modo que o nascimento de Deus em Maria ultrapassou as expectativas imagináveis, também o nascimento de Maria em Deus  não seguia os padrões comuns a todos os homens. Mas, afinal, como poderia ser igual a todos se apenas Nela o divino e o humano se fundiram de tal modo a dar à luz Jesus, homem-Deus? Se o corpo de Jesus não passou pelo processo comum a todos os homens, poderia Maria, cujo corpo havia se fundido com o do Salvador, padecer a mesma sorte de todos? O único modo para negar isso é se nos voltássemos de novo àquela convicção materialista pela qual a mulher era considerada “vasiculus hominis” (o que significa, pequeno recipiente do homem, ou seja “lugar” onde se faz presente o homem) e que provocou inúmeras injustiças e degrado para a dignidade da mulher. 

 

            O encontro entre Maria e Isabel pode nos ajudar a penetrar alguns dos sentimentos que nortearam a vida da Mãe de Jesus. Sabemos que grande parte das palavras que Ela dirigiu a Isabel são um conjunto de trechos extraídos do Antigo Testamento. Não cabe aqui discutir a história da formação desse trecho mas, com certeza, a Igreja reconheceu que transmitia os autênticos sentimentos de Maria, expressos com a capacidade própria de Quem estava acostumada a meditar a Palavra de Deus nas longas horas em que as mães passavam ao lado das filhas quando, ainda pequenas, rodavam a mó para triturar o trigo. É bem desse modo que acontece a nossa relação com a Escritura, pois ela penetra delicadamente na nossa vida e não de repente nem forçosamente. Entra aos poucos, e nos permite interpretar a nossa própria vida com o olhar de Deus; é isso que Maria havia aprendido a fazer. A educação de Maria a contemplar o agir de Deus, a tornou capaz de encontrar a Sua presença onde outros não a veem, ver Deus onde sequer parece que Deus esteja presente. Quando sentimos que a nossa vida não se identifica apenas com o que vemos mas percebemos que existe algo a mais que acompanha os nossos passos, então aprendemos aos poucos a dar ouvidos à vida e à lógica que a acompanha discretamente; aprendemos a ficar esperando, a saber perceber o momento certo para tomar a decisão. Quem está sensível a perceber a ação de Deus na própria vida, sabe também decidir com firmeza, sem titubeios. Sim, porque as incertezas são próprias de quando nos sentimos sozinhos para tomar decisões importantes. Quem sente que não vive a sua vida sozinho, mas que está continuamente em comunhão com Deus, tampouco hesita, pois sabe que o próprio Deus assume a responsabilidade de conduzir aquele que o ama, aquele que O teme, como diz o Salmo: «A intimidade do Senhor é para os que o temem. A eles o Senhor dará a conhecer o seu caminho» (Sal.25,12). É tudo isso que podemos descobrir em Maria, bem como nos é sugerido pelas palavras que abrem a narração do trecho do Evangelho: «Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se às pressas...». Tal expressão parece indicar em Maria uma decisão tomada com determinação, típica de quem responde a algo que apenas “sente” dentro de si sem ter uma certeza “racional”; age apenas com uma certeza “teológica”  ou seja, porque Deus fala (teologia não significa apenas o homem que fala de Deus, mas também o contrário!). Uma pessoa que aprendeu a guardar em si as características do agir de Deus sabe também reconhecer quando é o momento certo de responder e não fica hesitando com a desculpa de querer receber um sinal ou dar um tempo. Quanto mais “tomamos tempo” para nós, tanto mais o tomamos de Deus. Ele precisa apenas da adesão generosa e confiante.

 

            O desfecho da vida de Maria, a Assunção, nada mais é do que a resposta de Deus àquilo que Ela havia feito ao longo de toda a sua vida: Ela “assumiu” a Deus em cada momento da Sua existência, compreendendo ou não. Ela “assumiu” em Si o que era divino e Deus, por resposta, assumiu Dela tudo o que era humano, até o fim, e não apenas na gestação de Jesus. É a maravilhosa síntese à qual é convidado todo batizado, que não é mais apenas uma criatura natural, humana, mas nele começa a agir o princípio divino que em Maria agiu ao longo de toda a sua vida.

 

            «Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se às pressas...» é o retrato da inteira vida de quem decide seguir a Deus mais de perto, é uma atitude de entrega decidida e realizada ao longo de um caminho que não é plano, mas sim “montanhoso”.

 

            O caminho de Maria é impulsionado apenas por uma motivação que não pode ser reconduzida a algo humano; sim, porque nenhuma mulher da época tornava público o fato de estar grávida, a ponto de que apenas a mãe dela o sabia e essa era encarregada de dizê-lo ao esposo da filha, quando chegasse o momento oportuno. A partir dali a mulher grávida se retirava. Isso pode ser perfeitamente entendido considerando que a vinda de uma criança era considerada algo sagrado já que a mulher “participava diretamente” de algo que pertence apenas a Deus: a vida. Sem contar que nada se conhecia dos processos fisiológicos relativos à gravidez e ao parto. Uma mulher nessas condições se retirava e era respeitada de um modo todo especial, com uma veneração quase religiosa. Como poderia Maria saber de Isabel o que estava acontecendo a tantos quilômetros de distância e com o resguardo que cercava tais eventos? Eis como age uma pessoa que “assumiu” Deus dentro do seu coração: age movida por uma certeza divina, espiritual, sem calcular, medir, avaliar... Apenas responde, porque sabe reconhecer a voz de Deus quando fala.

 

 

            Mais uma característica de Maria podemos entrevê-la nestas palavras: «Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo». A saudação não era tão apressada como a nossa: “oi, como vai? Tudo bem?” sem deixar ao outro nem o tempo para responder e, sem que, bem no fundo,não nos importe muito a resposta... Afinal quem está disposto a escutar todas as queixas do outro? E quem está disposto a falar disso como primeira coisa? Entre os povos orientais a saudação era um rito: as pessoas sentavam uma à frente da outra e desejavam reciprocamente os benefícios de Deus para a família, para o campo..., invocavam os dons de Deus sobre a família faziam votos específicos com palavras apropriadas (eis porque Jesus pediu aos discípulos de não demorar muito nas saudações mas ir diretamente ao voto principal, ou seja, o anúncio de que o “reino” está mais próximo do que se imagina!). O que Maria disse não foi julgado tão importante pelo Evangelista, mas o resultado sim! Pois, quem é portador da Palavra de Deus não precisa de tantas palavras, a presença de Deus transparece do seu olhar, do seu agir, do silêncios cheios de sentido. Quem traz dentro de si Deus-que-fala se trona também “lugar de onde Deus fala”. Lugar de encontro, de reconciliação, de renovada paz. O resultado foi importante, pois o que aconteceu com Isabel é o mesmo resultado gerado em cada pessoa que está disposta a ouvir uma testemunha autêntica da Palavra de Deus, alguém que, como Maria fez, tornou vida da própria vida a Palavra de Deus.

 

            «O menino saltou de alegria...» diz o Evangelho; quando duas pessoas se encontram não apenas sobre as próprias palavras, sobre as próprias convicções ou discursos de recíproco interesse, mas se encontram naquilo que Deus faz e diz à sua alma, então o resultado só pode ser um: uma alegria transbordante que envolve a pessoa inteira e se auto-comunica. Temos uma diante da outra duas mães que se entenderam sem muitas explicações porque, afinal, o que explicar quando é Deus quem age? No entanto as duas se encontraram uma na outra, tendo como centro aquilo que Deus estava fazendo nelas! Esse entender-se no Espírito e pelo Espírito é contagiante a ponto de que até o nascituro, o menino, ficou envolvido da mesma alegria da mãe. 

 

            Maria é portadora viva da Palavra definitiva que Deus diz ao homem. Com Ela não seria mais através dos profetas, nem através da Lei que Deus iria comunicar “coisas” sobre si. Deus iria comunicar a si mesmo! Cumpria-se então aquilo que tão bem está descrito no Concílio: «Com a divina revelação Deus quis manifestar e comunicar a si mesmo» (DV 6). O tempo “das palavras” sobre Deus estava encerrado, agora começava o tempo “da Palavra”: Deus que se dava a conhecer assim como Ele é, e não apenas sobre o que os homens pensam ou “sentem” Dele. É isso que Maria trazia em si; é isso que Maria trouxe sempre em si até o dia em que Deus trouxe Ela para si.

 

            Através de uma analogia por contraste, o Evangelista nos faz entender a nova missão e a grande característica de Maria. As palavras que ressoam nos lábios de Isabel: «como é possível que a Mãe do meu Senhor venha a mim?», se referem a um episódio que ficou na memória dos Hebreus e que está narrado no 2º livro de Samuel cap.6. Naquela circunstância a Arca da Aliança estava num povoado chamado Balaat, Davi a quis transportar para Jerusalém; durante o caminho um homem se atreveu a “tocar” a Arca e por isso morreu. Tocar a Arca era considerado uma ofensa terrível ao Altíssimo, era como querer aproximar o homem, que por sua natureza é impuro a o que por sua natureza é Santo, distante, inalcançável. Davi diante disso teve medo e disse: «como é possível que a Arca do Senhor venha a mim?» e se recusou, por medo, de recebê-la em sua casa, deixando-a na casa de um homem chamado Obed Edom.

 

            Fica bem clara a diferença entre o “temor de Deus” entendido como medo e o “temor de Deus” entendido como respeito e consideração da própria pequenez diante da generosidade de Deus. O temor de Deus é um fruto do Espírito, é a característica de quem aprendeu a não ficar considerando se é digno ou não, se é capaz ou não, se o seu critério coincide ou não com o critério de Deus... O “temor de Deus” é a expressão de quem sabe consignar a Deus os critérios, remetendo-se docilmente e serenamente assim como uma criança no regaço da mãe. É “temente a Deus” aquele que e coloca Deus no lugar de Deus, no lugar do amor fiel. Davi teve medo, Isabel se alegrou; duas atitudes diferentes diante de Deus; quantas vezes e quantas pessoas perdem a possibilidade de aderir a Deus apenas por “medo”! Medo de que a vida não lhes pertença mais, medo de perder algo, medo de não saber aonde Deus conduz... Ora, é bem sabido que onde há esse tipo de “temor”, não há amor! Mas o “temos de Deus” como dom do Espírito é fonte de um impulso nodo e de dinamismo que não se esgota, pois bem no fundo quem teme a Deus também sabe que Deus “assume” a pessoa que a Ele se entrega. 

 

            Isabel viu em Maria a mesma Arca da Aliança que antigamente guardava tábuas  com Leis gravadas em pedra, mas agora, Nela, nova “Arca da Aliança definitiva” o que Isabel via era uma lei “gravada no coração”. Ela viu a “Mãe” de todos aqueles que sabem acreditar e, por essa atitude, encontram a felicidade tão buscada por uma humanidade angustiada: «Você é feliz porque acreditou...».

 

            O infeliz de Uzzá, que tocou a Arca, foi morto porque se aproximou do sagrado, ele sendo impuro; mas em Maria, uma outra Arca, viva, se aproximava dos homens, não importando mais em que condição eles estariam. A Nova Lei que Maria estava trazendo em si não colocava barreiras intransponíveis entre o sagrado e o profano, não colocava divisão entre o que é de Deus e o que é do homem... Era uma Arca que trazia em si a verdadeira “paz” entre o mundo de Deus e o mundo dos homens ou, parafraseando São Paulo: «derrubou o muro de separação» (Ef. 2,14).

 

            Como poderia a Mãe que trouxe em si tal ruptura de limites padecer o limite da morte assim como nós a vivemos?

 

 

            Uma última consideração me permito de fazer lendo esse trecho do Evangelho tão rico. A Arca da Aliança era coberta com um lâmina de ouro que estava no meio da representação dos Querubins; no “dia do perdão” (Kipur) as tábuas da Lei eram colocadas sobre essa lâmina: assim é que Deus “falava no meio dos Querubins” (Ex.25,22). Tal palavra proclamada ritualmente apenas uma vez ao ano tinha a função de reconciliar o homem com Deus perdoando os pecados, ou seja, é como se Deus não levasse mais em consideração os pecados cometidos que, ritualmente, eram entregues a um bode ruivo.

 

            Em Maria, nova Arca, há bem mais do que isso: Ela é a manifestação viva da impotência do pecado num coração que é dedicado plenamente ao Senhor, que faz do Senhor a sua vida.

 

            A “mancha do pecado” é uma imagem, uma figura de linguagem que indica o resultado de uma vida não transparente, na qual algumas sombras não deixam brilhar em toda a sua glória a Presença do Senhor. A “mancha” do coração é uma pequena distância (a palavra “pecado” significa “distância”) entre a própria vontade e a vontade de Deus, entre o próprio agir e o agir de Deus, entre o próprio mundo e o mundo de Deus. Pois bem, é essa distância que a Igreja nunca viu em Maria e por isso a glorificamos com o título de “Imaculada”; por isso que veneramos o seu Coração Imaculado, lugar da transparência de Deus que fala Nela e por Ela sem precisar de muitas palavras, mas com a felicidade própria de uma mulher que fez da vida de Deus a Sua própria vida. 

 

Que Maria nos conduza ao coração de Deus

Pe. Carlo


Postado em: 16/08/2012 as 13:30:53





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