Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXI Domingo do Tempo Comum


26 de agosto de 2012



   

 "Muitos dos discípulos de Jesus, que o escutaram, disseram: “Esta linguagem é dura. Quem consegue escutá-la?”. Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: “Isto vos escandaliza? E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes? O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. Mas entre vós há alguns que não creem”. Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de entregá-lo. E acrescentou: “É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim, a não ser que lhe seja concedido pelo Pai”. A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. Então, Jesus disse aos doze: “Vós também vos quereis ir embora?”. Simão Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus”. (Jo. 6,60-66)

 


 

Acabamos de ler a continuação do discurso de Jesus após a multiplicação dos pães, um discurso realmente incompreensível. No trecho anterior, vimos qual foi a reação dos fariseus, hoje nos é proposta a reação dos discípulos. Na reflexão sobre o trecho anterior descobrimos qual era o significado da “murmuração”, o sentido negativo e pecaminoso que a murmuração traz consigo; permito-me lembrar que, segundo os profetas, a renuncia à “murmuração” era o sinal da conversão, da verdadeira adesão a Deus. Ora, bem no início do nosso trecho o Evangelista nos diz que os próprios discípulos agiam exatamente como aqueles que estavam fora do círculo de Jesus, agiam exatamente como aqueles fariseus, eles também “murmuravam”. Dessa vez, porém, o objeto da murmuração não era Jesus, mas sim a sua linguagem. A diferença profunda entre eles e os fariseus então se evidenciava claramente: embora fosse difícil tanto para uns quanto para outros o modo de agir de Jesus, os discípulos nunca questionaram a pessoas de Jesus, nunca questionaram “Ele”. É isso que caracteriza o verdadeiro discípulo! O amor para com uma pessoa vai sempre além daquilo que ela possa dizer ou fazer, pois o amor atinge o íntimo do coração, o amor simplesmente faz com que alguém veja a si mesmo no outro. Aderir a alguém não significa que não haja dificuldades de compreensão nem que tudo esteja de acordo, a atitude de adesão que caracteriza um discípulo pode questionar tudo, menos que a pessoa a qual se aderiu. Sim, porque a fé e a confiança, já que são expressões de amor, não são capazes de ir contra o amor que as gera, de desistir do amor.

 

Jesus fez tanto para os fariseus, quanto para os discípulos o mesmo discurso de cunho explicitamente eucarístico. O que isto podia significar para o Evangelista? Com certeza João quis nos indicar “como” Jesus entendia a sua comunidade. A Igreja de Jesus não é uma comunidade de eleitos, de pessoas impecáveis -como se sentiam, por exemplo os essênios e uma parte dos religiosos mais radicais-, ao contrário: o fato de Jesus oferecer mais uma vez a sua “carne” e o seu “sangue” aos discípulos que estavam “murmurando” tanto quanto os outros, é um claro sinal de que a Eucaristia não é um privilégio de poucos melhores de outros. Nesse discurso Jesus antecipava aquilo Ele entregaria na última ceia aos Seus, para que o perpetuassem na história dos homens.  Entregava toda a dimensão eucarística que permeou o sentido da Sua existência e que expressou em gestos e atitudes significativas. Para entender o sentido eucarístico de uma vida é preciso superar o limite da “cosificação” da Eucaristia, reduzindo-a a um gesto, a um momento, ou pior, a um rito. Eucaristia significa fazer de toda a vida uma “ação da graça”, ou seja, transformar em “ação”, visível, objetiva, a “gratuidade de Deus” que dá sem deixar-se limitar pelos erros dos homens (Jesus que perdoa os pecadores, que dá sem exigir, que entra na casa de Zaqueu sem pretender dele a conversão...). Por outro lado é também uma “resposta gratuita” do homem à proposta de Deus, à Sua ação para conosco, ao seu amor. Eucaristia é, então, uma reciprocidade de amor vivido, pois se “faz” eucaristia, se faz uma “ação de graça”.  

 

Jesus falava tanto para os fariseus, quanto pra os discípulos, ora, isso  reconduz a uma ideia fundamental, que Jesus fará questão de evidenciar referindo-se, com o simbolismo da ultima Ceia, ao livro dos Provérbios (cap. 9) o qual mostra que a Sabedoria de Deus escolhe justamente pessoas não convertidas. Essas são também para Jesus as destinatárias privilegiadas do dom que Ele faz de si mesmo. É, então na “carne”, na fragilidade, na fraqueza que as pessoas carregam em si que Jesus encontra um denominador comum, é ali que Ele deseja estabelecer uma comunhão; é isso que significa «comer a carne do Filho do homem». Viver e fazer eucaristia, comunhão com Jesus, não é receber um premio pelo bom comportamento ou pelo nível espiritual alcançado. É exatamente o contrário: o Seu sangue é dado «para a remissão dos pecados» isto é, para que, aquele que ainda está bem perto da atitude dos fariseus, que está ainda distante de Jesus (o que significa “pecado”), possa estabelecer com Ele um novo e mais autêntico relacionamento. Sim, porque somente quando sentimos fortemente um gesto de amor gratuito de alguém que nos dá a si mesmo, que nos dá o máximo de si mesmo colocando-se ao mesmo nível e não “de cima para baixo”, é que então começamos a conhecer o amor, e este amor nos conduz à conversão e à proximidade com Deus.

 

Eles murmuram porque acham que aquilo que Jesus propunha era “insustentável”. O conteúdo de suas palavras iam contra as ambições privadas dos fariseus que dividiam o mundo em merecedores e impios; Ia também contra  uma parte dos discípulos, aqueles que viam na ocasião da multiplicação dos pães um sinal oportuno para aumentar o número dos seguidores e, de algum modo, fortalecer o grupo em vista de um resultado messiânico político. Mas não era nenhum dos dois o intuito de Jesus. Com o seu falar Ele quis realmente provocar uma distinção clara, cavando a fundo sobre as motivações que levam as pessoas a se aproximar Dele. Dizendo que Ele era o verdadeiro pão e que precisaria comer da sua carne e beber do seu sangue Jesus, invés que aproximar as pessoas, invés que aumentar o número dos seguidores, estava fazendo o contrário. Falando assim Jesus se afastava de toda uma tradição, de todos os ensinamentos dos rabinos; minorava o grande dom do maná em relação ao verdadeiro e definitivo “Alimento”; pior, o Seu discurso soava como insolente quanto aos sacrifícios, declarados assim insuficientes. Escandaloso era, ainda por cima, o fato de substituir-se aos sacrifícios chamados de “comunhão”, ou seja aqueles sacrifícios onde se comia a carne da vítima para fazer comunhão com Deus, pois tais sacrifícios perderiam sentido uma vez que era Ele, o Pão de comunhão que Deus estava dando aos homens. A reação dos discípulos foi imediata: «este discurso é duro» (onde “duro” significa “insustentável”). Aqui então se manifestou o primeiro sintoma de ruptura. É uma ruptura que, como então, ainda hoje acontece quando quando somos nós a decidir que é “insustentável” aquilo que Deus propõe. Desse modo nós nos colocamos no lugar de Deus decidindo o que é possível ou não, o que pode ser “sustentado” pela nossa compreensão, pela nossa força, pela nossa sensibilidade... ou não. É quando opomos a Deus os nossos limites, um preconceituoso “não dá...” sem mesmo saber para onde nos conduza a proposta de Deus. «É insustentável», afirmaram, mas como pode um homem saber se será capaz ou não de seguir uma proposta de Deus? Será possível que Deus proponha algo que o homem é incapaz de levar a bom termo? Nem nós propomos algo para uma pessoa quando não acreditamos que seja capaz de levar a cumprimento o que lhe oferecemos. Se o discurso de Jesus é tão forte é porque Ele sabe que pode contar com quem escuta, mesmo que sejam ainda “não convertidos”, mesmo que sejam passíveis de erro, de incoerências. O discípulo que coloca as condições, coloca também seus limites a Deus quando Este o chama para uma vida sem limites. 

 

É assim que o Evangelista descreve as consequências de tal atitude: «... e não andavam mais com ele»; não diz que “não andavam”, pois caminho para Deus tem muitas variantes, a salvação é oferecida a todas as pessoas, Deus não exclui ninguém da Sua oferta, mas algo está claro para o Evangelista: estes «não andavam mais com Jesus». Andavam consigo mesmos, buscando algo que eles desejavam, algo que os satisfizesse, caminhavam sim, mas não com Jesus. É isto que acontece quando opomos a Deus as nossas condições pois Ele não força ninguém, não impõe… mas o Seu caminho é o “Seu” caminho, o caminho de um Deus, não de um homem. Não há percurso impossível se vivido com Jesus e coberto junto “com Ele”, ao lado Dele, sentindo a Sua presença.

 

Eis que a leitura nos ajuda a compreender ainda mais a  Eucaristia.

 

As duas possíveis atitudes diante das propostas de Jesus são descritas aqui com termos de uma profunda raiz bíblica, “carne” e “espírito”: «O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada». Aqui temos a síntese do resultado da decisão que o homem, todo homem, é convocado a tomar; -é de importância fundamental recordar aqui que também os discípulos estão entre os que ainda precisam de conversão. Poderíamos traduzir assim as palavras de Jesus: “Querer estabelecer condições ditadas pela carne –isto é, pela lógica que vocês impõem- não conduz a nada; se o objetivo de vossa vida é estabelecer a comunhão com Deus, isto só pode se dar na comunhão Comigo, ora, isto é possível pelo Espírito ou seja, através daquilo que será gerado em vós aderindo a Mim, sentindo a Minha presença, sentido que Eu caminho com vocês”.

 

Vale a pena lembrar que “Espírito” e “presença de Deus”, na Escritura, são um significativo do outro. É então, uma presença cultivada, sentida, vivida quotidianamente que é capaz de dar a “vida” que não termina. Jesus se compreende permanecendo com Ele, não questionando e impondo limites a nós mesmos e ao caminho que Ele propõe. Viver a dimensão eucarística em nossa vida significa aderir a Jesus, reafirmar para Ele a nossa decisão de permanecer com Ele através dos meios e instrumentos que Ele escolheu. É um ato de generosa humildade, feito por pessoas que, ainda precisam de conversão, que precisam ser conduzidas. Elas sabem disso e é justamente por isso escolhem “comer” o pão que Jesus lhes oferece. Jesus se dá como alimento que dá a força para o caminho que Ele propõe, de modo que não tenhamos medo de continuar “com” Ele, de andar “com” Ele. É esta, então a decisão que Pedro apresenta a Jesus em nome da sua comunidade. A decisão de ficar com o Senhor: «a quem iremos?». Não existe expressão mais comovente nos lábios de Pedro, antes da morte de Jesus. O que se passa no coração de alguém que chega a dizer: “o que é a minha vida sem você?!”?

 

Quanto amor em tudo isso!

 

Frágil, incoerente, incapaz de compreender o sentido pleno de tudo, sim, mas quanta paixão! Quanta vida! É este o relacionamento que Jesus deseja, Ele não se ilude, sabe dos problemas que ainda estão dentro do próprio grupo dos Doze, sabe que ainda há quem não consiga aderir a esta lógica da entrega. Contudo, não são estes limites que impedem a Jesus de conduzir à comunhão com Ele as pessoas que decidem de “permanecer”. A Pedro, mesmo depois de lágrimas, mesmo depois de erros, entregará aquilo que de mais precioso o Senhor tinha, a sua Igreja. Ao próprio Judas ofereceu o mais delicado sinal do seu amor: aquele pedaço de pão da última ceia, uma gesto que não fez com nenhum dos outros, gesto muito bem conhecido por qualquer judeu. Mas o Senhor não se substitui a ninguém: ali, diante daquele pedaço de pão Judas terá que fazer a sua opção definitiva: é o homem chamado, na sua plena liberdade, à decisão que o torna responsável pelo êxito da sua própria vida. É isto que o Senhor deseja; não é o que somos, mas o nosso coração, a nossa paixão por Ele, para que sejamos aquilo que ainda não somos.  

 


Postado em: 23/08/2012 as 13:32:38





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