Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXII Domingo do Tempo Comum


02 de setembro de 2012



   

«Os fariseus e alguns mestres da Lei vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus. Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as terem lavado. Com efeito, os fariseus e todos os judeus só comem depois de lavar bem as mãos, seguindo a tradição recebida dos antigos. Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre. Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: “Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?”. Jesus respondeu: “Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos’. Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens”. Em seguida, Jesus chamou a multidão para perto de si e disse: “Escutai, todos, e compreendei: o que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. Pois é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo. Todas estas coisas más saem de dentro, e são elas que tornam impuro o homem”. (Mc. 7,1-8.14-15.21-23).

 


 

A figura de Jesus era sempre mais emblemática, sempre mais incompreensível para as autoridades religiosas de Jerusalém. As suas palavras e atitudes não conseguiam ser enquadradas em nenhum dos esquemas religiosos conhecidos. Ele não seguia o partido dos Saduceus, não era Fariseu, não era rabino, nem escriba... mas atraía as pessoas e pregava uma doutrina «com autoridade» (Mc. 1,27). Precisava averiguar. Era isso que os fariseus “vindos de Jerusalém” estavam fazendo em torno de Jesus; prontos a pedir explicações de qualquer ato considerado “diferente” da tradição, diferente daquilo que sempre foi ensinado. Como é tão fácil tornar-se habitudinário! É muito cômodo também, exime do esforço de pensar, de inventar algo diferente, de surpreender. Era nisto que «a tradição dos antigos» havia-se transformado, numa série de gestos repetidos quase sem pensar, como acontece com todas as coisas com as quais nos acostumamos.

 

Os bem-pensantes fariseus conseguiram captar um pressuposto erro dos discípulos: antes de comer pão eles não haviam «lavado suas mãos»; Jesus, como líder desse novo grupo, deveria dar explicação de tal comportamento se quisesse que o seu movimento religioso fosse reconhecido pelos responsãveis religiosos.

 

Evidentemente seguindo apenas a nossa mentalidade não é possível compreender o sentido da discussão que nasceu daquela falta de cumprir um gesto tido como sagrado pois, lavar as mãos para nós é um necessário gesto de higiene. Ora, no mundo oriental não é este o significado primário, principalmente nos lugares onde a água é escassa e também porque o cuidado com esse tipo de higiene é extremamente tardio, digamos que é mais próprio dos nossos dias do que, por exemplo, de duzentos anos atrás; imaginemos então na época de Jesus! O sentido deve ser procurado alhures. As raízes podem estar no mundo da magia, próprio dos pagãos; um mundo que Israel conhecia e pelo qual foi influenciado por séculos. A necessidade da pureza ritual foi codificada e regulamentada somente muito tarde, pelos livros de Números e Levítico, que buscavam dar um sentido espiritual a algo que já existia como superstição. Na concepção mágica se entende impuro tudo aquilo que pode estar carregado de forças malignas, negativas, diferentes de Deus e, por isso, más. Nunca se sabia o que era puro ou impuro, a força maligna podia estar escondida atrás de um olhar de uma pessoa (mau-olhado), de uma planta que seca, de uma doença, de alimentos, de gestos, de pessoas que são tocadas durante o dia, principalmente no mercado… O maior cuidado deveria ser tomado com os alimentos porque estes, entrando no corpo, podiam estar carregados de forças negativas (e aqui a fantasia imaginava uma infinidade de situações ligadas ao cultivo, ao abate, ao próprio camponês... todos elementos que poderiam trazer consigo a má influência). O que dizer? É essa uma atitude própria do homem que ainda se percebe como à mercê de forças e energias que o dominam e que tomam contas de sua vida; pessoas que passam a existência procurando fugir ou capturar estas supostas energias que influenciam a vida. Evidentemente o homem como Deus o imaginou e como o fez não têm alguma ligação com tudo isto; eis, então, que começamos a nos aproximar da motivação pela qual Jesus agiu para com os fariseus. Jesus deslocava completamente o eixo do discurso respeito à explicação que os fariseus esperavam. À pergunta deles «Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?», Jesus opõe o projeto inicial de Deus como está descrito nos primeiros capítulos da Escritura: o homem foi criado como pessoa livre e responsável de sua existência. Nisto está a sua alta dignidade, a sua “pureza” não contaminada e, contemporaneamente, o seu terrível drama. Criado em condição de poder aderir a Deus, de poder confiar Nele e na Sua providência amorosa, o homem não pode passar a sua vida fugindo da más influências, sentindo-se preso ou conduzido por forças, energias etc. Ele precisa ser o que é, “puro”, responsável das suas ações e confiante na bondade Daquele que lhe deu vida. Esse é o homem puro como Deus o fez, um homem capaz de se entegar confiante de deixar-se conhecer pelo outro sem precisar se esconder -como é descrito figurativamente com a imagem de Adão e Eva que se escondem um do outro e, os dois, de Deus. A fuga da responsabilidade -nos diz todo o capítulo 3 do Gênesis- é um dos primeiros efeitos do verdadeiro pecado, daquele pecado que tem realmente a consequencia de afastar o homem de Deus e, nessa diastância ele faz experiência real do mal, do “não-Deus”, do “não-bom”.

 

O trecho do Evangelho, nos apresenta ainda uma outra contradição, uma tão forte que Jesus chama de “hipocrisia”. Para melhor entender esta linguagem creio que nos possa ser útil considerar por um pouco o sentido de “lavar”. Lavar as mãos, como dissemos, não era questão de higiene, era o gesto simbólico de “re-invocar” sobre si a força vivificadora que o hebreu sentia estar presente na água, da qual, como narra o livro de Gênese, brotou a vida que estava em Deus. A criação é descrita em temos simbólicos e nesta descrição encontramos o «o espírito de Deus» -a vida que vem de Deus- que «adejava sobre as águas» as quais eram, assim, potencial puro, estavam prontas para que delas brotasse a vida (note-se a profunda diferença com os mitos dos povos limítrofes pelos quais a água é a “fonte” da vida). Lavar-se então significava também declarar a Deus que, com toda a sua vida, o hebreu zeloso estava na mesma condição das águas: pronto. Ora, declarar isso é hipocrisia se tal declaração não for acompanhada por uma atitude disposta a se abrir à radical bondade do mundo que está “fora” de nós mesmos. O que está “fora” «não contamina o homem». O que stá fora pode não ser sempre conforme o projeto de Deus, pode ser carregado também de mal, sim é possível, mas mesmo assim, nada tem o poder de substituir-se à possibilidade que o homem sempre tem de dizer “sim” ou “não”. Por que, então é hipocrisia? Considerar “impuras” as coisas que estão “fora” é uma banal desculpa; é como quando pensamos que sejam as pessoas que estão em torno de nós que nos levam a pecar, a tomar decisões erradas, a agir num modo antes que num outro e assim por diante. Deste modo preferimos dar culpas, dar culpa aos outros, ao sistema, ao ambiente, enfim encontramos tantos culpados quanto quisermos. É um pouco aquilo que nos é descrito no Gen. quando Adão (o homem) dá a culpa de tudo que ele escolheu fazer à mulher e... ao próprio Deus: «…a mulher que “Você” me deu...».

 

Mas a questão está em outro lugar, está dentro de nós.

 

A impureza está lá, no coração; e Jesus nos dá também algumas dicas para podê-la encontrar. É difícil não pensar uma certa clara intenção nas palavras de Jesus, que arrolam doze fatores que podem tornar desviar o coração do homem: «más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo». Note-se que “doze” é um número de alto valor simbólico; um claro exame de consciência para todos nós. Em cada uma dessas indicações podemos encontrar uma pequena parte de nós mesmos. Mas isso não é um problema para Deus, porque Deus quer encontrar-se conosco bem lá no coração, onde são decididas as coisas mais importantes da nossa vida. Assim dizia o profeta Oséias em nome de Deus: «a conduzirei ao deserto e ali irei falar ao seu coração» (Os. 2,14). Sim, é no íntimo de seu coração que o homem re-encontra a sua liberdade, re-encontra a si mesmo. Seguir aquilo que diz o coração nos reconduz a enxergar com novo olhar para nós mesmos e para os outros. Olhar pra o coração nos devolve a certeza da verdade, que não se deixa levar pelas modas e opiniões impostas.

 

Na nossa linguagem, à palavra “coração” precisamos associar a palavra: “consciência”, se quisermos representar da melhor maneira possível o que significa “coração” na Bíblia e não confundir “coração” com sentimentalismo inconsistente e desorientado; seguir o coração então significa também “saber escolher” em favor daquilo que Jesus escolheu. Essa é a pureza, é o homem como Deus o fez. 

 

Buscar a própria “pureza”, lavando-se a si mesmos e culpando tudo o que está fora de nós mesmos é um caminho que não conduz à verdade e por isso não liberta. Olhar para o fundo do nosso coração nos fará descobrir, talvez, coisas de que não gostamos, nos colocará diante de sentimentos que nos fazem envergonhar, mas isto não é um problema para Deus (!) pois é ali, naquele coração, que Ele quer se encontrar conosco. Em nossa ajuda vem a sexta bem-aventurança: «felizes os de coração puro porque verão a Deus». Deste modo o Evangelho nos diz qual será o efeito do coração puro: esse poderá “ver” Deus, ver quem é Deus, ver Ele na sua misericórdia, na sua bondade que aceita e ama até o que ainda não é puro. Deus considera “puro” o próprio camimnhar, a decisão de busacar o que Jesus é, mesmo que ainda façamos expriência do limite, da distância; Puro é o coração que, contradizendo tudo o que se possa dizer, continua escolhendo conforme o projeto de Deus, como nos ajuda a entender o Salmo 24, onde os que têm o coração “Puro” são «a geração daqueles que buscam, daqueles que buscam a tua face, ó Deus», não os que já estão satisfeitos e cheios de si mesmos. Quem busca tem o coração puro.

 

Ao ato de “lavar-se” Jesus irá contrapor uma outra atitude aquela de “deixar-se lavar” como dirá a Pedro na última Ceia: «Se eu não lavar você, não tens parte comigo» (Jo. 13,8). O coração impuro, que busca sozinho a própria salvação, não pode ver quem é Deus porque Deus é amor misericordioso e se não nos deixarmos ser objeto da Sua misericórdia e do Seu amor, nunca será possível que Deus reine em nosso coração. 

 

Um bom domingo com a graça de Deus!

Pe. Carlo


Postado em: 30/08/2012 as 11:44:33





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