Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXIII Domingo de Tempo Comum


09 de setembro de 2012



   

«Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galileia, atravessando a região da Decápole. Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e com a saliva tocou a língua dele. Olhando para o céu, suspirou e disse: “Efatá!”, que quer dizer: “Abre-te!”. Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar corretamente. Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. Muito impressionados, diziam: “Ele tem feito bem todas as coisas: Aos surdos faz ouvir e aos mudos falar”.”» (Mc. 7,31-37).




Sabemos que o Evangelista, Marcos, tem uma atenção toda especial e uma grande sensibilidade para o sentido e a força transformadora que um encontro têm em si. É de um autêntico encontro que nasce a fé. Para ele a fé, é antes de tudo uma sincera relação com Deus que não se alcança através de coisas externas, de atos prodigiosos, mas através de um encontro. Esse não é uma aproximação casual, mas o momento em que duas tensões internas se acham com o seu recíproco, encontram cada uma aquilo que não são no aoutro que está diante de si. O encontro nunca é casual para o Evangelista, mas é sempre resultado de uma expectativa, mesmo que não clara, em que o homem procura e Deus vai até aquele que busca.

O episódio de hoje é um ótimo exemplo desta maneira própria de Marcos de ver a fé. Com certeza estamos diante de um fato prodigioso, mas na verdade descobriremos como o milagre é simplesmente um aspecto, um pretexto para que Jesus possa alcançar algo bem maior. Seguindo a leitura com um pouco de atenção poderemos descobrir dimensões bem mais significativas do que uma cura; de fato um prodígio não é uma experiência tão comum que todos podem fazer, mas a fé, ao contrário, é uma experiência proposta a todos e que todos podem fazer. Será esta a nossa ótica. Nesse “homem” curado por Jesus poderemos ver com Marcos uma grande parte dos “homens” e, quem sabe, um pouco também de nós mesmos. Sigamos os passos da narração. 

Jesus havia deixado a região de Nazaré e atravessado o território de Tiro e Sidônia. Tinha atravessado a Decápole e voltado novamente para o Lago da Galiléia. A indicação não é somente logística porque ao Evangelista não interessa apenas descrever um percurso mas, nisso, ele vê o itinerário da fé que se espalha em territórios considerados longe da religiosidade. Desse modo Marcos quis estabelecer uma analogia entre o que Jesus viveu e o que a Igreja vivia naquele momento e que é chamada a viver sempre. Marcos faz isto através de um movimento ideal que acompanha o operado de Jesus em três momentos: primeiro Jesus chamou os Apóstolos perto do lago da Galileia -ali começava a Igreja, a comunidade de Jesus. Em seguida vemos o Senhor operar milagres naquela região; com certeza todos lembramos quando libertou do “demônio” aquele homem que vivia escondendo-se entre os túmulos (um lugar de morte), mas o resultado foi que os habitantes pediram que Jesus fosse embora (Mc. 5,17)… Em seguida Jesus que voltou para Nazaré e ali não foi recebido. 

O que Marcos viu nessa dinâmica? 

Ao considerar o que Jesus fez, é como se estabelecesse uma certa analogia entre o que se deu com o Senhor e aquilo que a igreja viveria na sua missão de evangelizar. Por primeiro teria que enfrentar o mundo materialista que prefere afastar Jesus; este mundo é simbolizado pelos habitantes de Gerasa que pediram a Jesus de se afastar depois de ter operado o milagre; isto porque Jesus, para libertar um homem da morte fez com que uma manada de porcos despencasse de um penhasco, era uma fonte de riqueza para os criadores que desconsideraram o valor da liberdade de um homem. Aqui temos um sinal bem evidente necessário para dar o primeiro passo no caminho da fé: o Senhor exige que se perca alguma coisa para poder dar vida a quem está na região dos mortos, quem está privado da própria dignidade, e isto não agrada àqueles que veem em sua vida o lucro e o bem-estar como objetivo dominante. É o mundo dos pagãos que criam o seu próprio deus. Em Nazaré Jesus não foi aceito, do mesmo a comunidade deverá sempre defrontar-se também com um grande mistério: justamente as pessoas mais favorecidas, que mais poderiam entender, são aquelas que menos se comprometem, que menos se deixam envolver. 

Resta a terceira perspectiva: atravessar o território de “Tiro e Sidônia” e da Decápole. Nestas indicações não é difícil ver a dimensão missionária que deve sempre conduzir a Igreja assim como conduziu Jesus em ambientes onde o sentimento religioso não era tão forte. Tiro e Sidônia eram influenciados por divindades cananéias de origem naturalista, enquanto a Decápole (dez cidades) vivia sob a influência do liberalismo religioso e moral grego, em evidente conflito com as tradições dos hebreus. Jesus entrou nestas regiões, nestes ambientes. Não permaneceu entre os bem-pensantes e “já convertidos”. A Sua meta era o mesmo lugar de onde Ele tinha sido expulso. 

A narração do Evangelho se abre com um contraste: enquanto a grande parte da população havia repelido Jesus, alguns «trouxeram um homem surdo, que falava com dificuldade». Se a grande parte das pessoas não queria saber de Jesus, ao Senhor foram suficientes somente alguns, poucos, mas que não se entregaram à opinião comum, à ideia dominante que sempre se espalha de boca em boca sem que ninguém saiba o porquê. Ao Senhor sempre são suficientes uns poucos que conduzem, intercedem, têm pena de quem é mais frágil, incapacitado, daquele que é “sem rumo”, “desorientado”. Sim, a palavra que o Evangelista usa para indicar a doença daquele homem é  (kofos) que significa “surdo” e “desorientado”.  Eis que nos aproximamos do núcleo desta primeira parte da narração: um homem “surdo” é desorientado, ou seja, não é capaz de definir o rumo da sua existência. O homem é o único ser capaz de ouvir, ou seja, de receber e penetrar responsavelmente no mundo que está fora de si mesmo. Ouvindo o mundo ele constrói a si mesmo, desde os primeiros atos instintivos da infância até os momentos decisivos de sua vida. O homem que “ouve” tem condições de ser para o mundo um dom, algo continuamente novo, que se confronta com o que existe fora de si e por isso é capaz de criar situações novas, inventar relações sempre diferentes modificando a si mesmo e o meio em que vive. 

É bem diferente a atitude arrogante de quem pretende que o mundo externo seja como é imaginado ou quisto pela própria mente e teimando nessa atitude acaba desperdiçando as suas qualidades que poderiam ser usadas em harmonia com o mundo externo. Nessa capacidade de ouvir, não podemos não ver um dos traços daquela imagem de Deus que caracteriza o homem, pois a comunhão, o amor nascem da capacidade de “escutar”, receber o outro, dar-se a conhecer ao outro. Tal relação sem limites nem barreiras é característica própria da essência de Deus, que é amor-comunão. A pessoa que não ouve também não consegue “ser para o mundo”, mas somente para si e, nisto, ele se “desorienta”, perde o sentido da existência. 

Lemos no texto: «falava com dificuldade», ou seja, não era mudo, mas aquilo que dizia não tinha sentido, era incompreensível, não significava nada. É evidente a associação com o nosso caminho de fé toda pessoa incapaz de “escutar” o outro e Deus, será também incapaz de falar palavras que tenham sentido definitivo, que permanece, que têm valor. A sua visão será sempre parcial e dominada pelo limite do próprio ponto de vista. Ouvir a Deus é o pressuposto para poder falar de Deus; saber silenciar e ter sede de ouvir são condições absolutamente necessárias no caminho das relações humanas e no caminhar da fé.

Mais uma outra indicação. Jesus «conduziu o homem, para fora da multidão», longe da mesma multidão que O havia recusado. Ali, longe da “multidão” que não pode entender aquilo que havia rejeitado, Jesus fez um gesto simbólico: tocou com o dedo o ouvido do surdo. Sabemos que Jesus interpretava isso como um gesto de libertação, conforme Ele próprio disse numa outra circunstância: «se eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente a vós é chegado o reino de Deus» (Lc. 11,20). O “dedo de Deus”, na linguagem Bíblica, é um gesto de poder contra o demônio, contra o mal, contra tudo o que impede ao homem de exercer a sua qualidade essencial de saber ouvir, de estar fundamentalmente aberto. Geralmente uma pessoa se fecha em si mesma depois de um trauma, de uma experiência negativa, de uma incompreensão, da impressão de sentir-se sozinho e não entendido... Tudo isso é o “maligno” que coloca obstáculos para que o homem seja e possa ser na vida aquilo que ele é na essência. 

O “dedo de Deus” indica também o gesto delicado, próprio de um artista que, «com seu dedo inscreve as estrelas no céu» (Sal. 8,3). Ora, entre todas as obras mais delicadas que Deus podia dar ao homem, o gesto de maior atenção ao homem foi dar-lhe a Sua Palavra eterna; No início era gravada em «… tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.» (Ex. 31,18), no Antigo Testamento; depois, se tornou uma Palavra viva e vivificadora em Jesus. Uma palavra que podia ser ouvida a qualquer momento e por qualquer pessoa.

Começa assim a esclarecer-se o que Jesus ofereceu ao surdo: o encontro pessoal com Ele, um encontro que acontece “fora” da multidão, a sós, no íntimo da verdade. 

Não importa a ocasião, às vezes nasce, como aqui, de uma necessidade básica, mas é amparada com a atenção e a intercessão de pessoas bem dispostas. Nasce assim um encontro que permite realmente “ouvir” uma linguagem nova, uma linguagem capaz de libertar e devolver ao homem o rumo da sua existência. 
A linguagem de Deus é capaz de projetar a pessoa onde ela nunca imaginaria, pois essa Palavra diz algo que não está no homem, está “além do homem”. Por quanto ele se esforce, pode apenas elaborar algo que já está dentro de si, mas nunca algo que está acima de si mesmo, além, bem além do imaginado. Ora, Deus tem condições de oferecer, a cada um, a possibilidade de projetar-se onde nenhuma pessoa pode chegar contando sobre os próprios meios. Poder ouvir é condição necessária para o superamento dos próprios limites. Uma pessoa, porém, somente ouve alguém no qual percebeu um profundo amor; ora é esse ambiente de amor que o surdo percebe em torno de si: o amor das pessoas que o conduziram a Jesus e o amor do Senhor. Trata-se de algo bem diferente de ideias e opiniões da multidão; o amor não é uma ideia nem uma opinião sobre Jesus, é um ato de reciprocidade. Enquanto temos opiniões sobre as pessoas ainda estamos longe do amor para com elas. 
Ainda no Evangelho lemos que Jesus «suspirou». Esse gesto nos indica com que atitude é preciso pedir e receber a ação de Deus. Ele tem uma história bem antiga na Bíblia: é o apelo ardente a Deus para que aja e, contemporaneamente, representa a esperança certa de que Deus sabe responder à oração confiante. O “suspirar” nos coloca, logo, num clima da gratuidade, não da arrogante conquista. É a atitude de quem sabe receber como dom aquilo que tanto deseja. É essa atitude que o próprio Filho de Deus nos indica com a sua maneira de relacionar-se com o Pai. Dom é sempre dom, mesmo que nos seja dado após um ardente pedido, uma profunda oração… dom é dom, é gratuidade que gera amor de reciprocidade. 
A este ponto o homem “pode” também falar, sua língua se solta, o “nó” é desatado, ele pode falar com cognição e de modo que é possível entender.  Mas que palavras aquele indivíduo poderá dizer daquele momento em diante? 
O segundo gesto simbólico de Jesus talvez nos possa dar uma indicação. Antigamente se acreditava que os líquidos que o homem tem no corpo estivessem todos relacionados a elementos da vida, assim o sangue, o sêmen, a saliva. Misturar os líquidos indicava fundir duas vidas. Sendo assim se torna bem claro o que Jesus queria dizer: “a minha e a tua vida vão ficar tão fundidas entre si como duas pessoas que misturam seus líquidos”. O sentido é explicado ainda mais pela palavra «Efatá» que, até pouco tempo atrás, acompanhava um gesto usado nas cerimônias do Batismo (ainda é previsto pelo ritual, mas dificilmente realizado). “Efatá” significa “abre-te”. Ora, o sentido é muito significativo se visto com a perspectiva com a qual o o via um hebreu e como o via Jesus; não é uma intimação ao ouvido, mas sim à pessoa. A expressão era usada em relação a uma mulher que dava à vida um filho, especialmente o primeiro filho, (cfr. Nm. 7,12 etc.) então se dizia: “abre-te” no momento em que nascia uma nova vida. É realmente uma nova vida aquela que Jesu dá! 
O Evangelho diz que a partir daquele momento o homem «começou a falar corretamente», ou seja começou a ter um sentido para si e poder ser algo para os outros.


Postado em: 06/09/2012 as 12:29:54





Leia também


01 de agosto de 2014   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


20 de julho de 2014   -   XVI Domingo do Tempo Comum


06 de julho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


22 de junho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


01 de junho de 2014   -   Ascenção do Senhor


18 de maio de 2014   -   V Domingo de Páscoa


00 de de 0000   -   II Domingo da Quaresma


02 de março de 2013   -   VIII Domingo do Tempo Comum


23 de fevereiro de 2014   -   VII Domingo do Tempo Comum


09 de fevereiro de 2014   -   V Domingo do Tempo Comum


02 de fevereiro de 2014   -   Festa da Apresentação do Senhor


22 de dezembro de 2013   -   IV Domingo do Advento


08 de dezembro de 2013   -   Festa da Imaculada Conceição de Maria


01 de dezembro de 2013   -   I Domingo do Advento


17 de novembro de 2013   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


10 de novembro de 2013   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


03 de novembro de 2013   -   Festa de Todos os Santos


27 de outubro de 2013   -   XXX Domingo do Tempo Comum


20 de outubro de 2013   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


13 de outubro de 2013   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


06 de outubro de 2013   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


29 de setembro de 2013   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


22 de setembro de 2013   -   XXV Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2013   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


01 de setembro de 2013   -   XXII Domingo do Tempo Comum


25 de agosto de 2013   -   XXI Domingo do Tempo Comum


18 de agosto de 2013   -   Assunção de Nossa Senhora


11 de agosto de 2013   -   XIX Domingo do Tempo Comum


00 de de 0000   -   XIX Domingo do Tempo Comum


04 de agosto de 2013   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


28 de julho de 2013   -   XVII Domingo do Tempo Comum


21 de julho de 2013   -   XVI Domingo do Tempo Comum


14 de julho de 2013   -   XV Domingo do Tempo Comum


30 de junho de 2013   -   São Pedro e São Paulo


23 de junho de 2013   -   XII Domingo do Tempo Comum


16 de junho de 2013   -   XI Domingo do Tempo Comum


09 de junho de 2013   -   X Domingo do Tempo Comum


02 de junho de 2013   -   IX Domingo do Tempo Comum


19 de maio de 2013   -   Domingo de Pentecostes


12 de maio de 2013   -   Solenidade da Ascensão


05 de maio de 2013   -   VI Domingo de Páscoa


28 de abril de 2013   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2013   -   IV Domingo de Páscoa


07 de abril de 2013   -   II Domingo de Páscoa


24 de março de 2013   -   Domingo de Ramos


17 de março de 2013   -   V Domingo de Quaresma


10 de março de 2013   -   IV Domingo de Quaresma


03 de março de 2013   -   III Domingo de Quaresma


24 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


23 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


17 de fevereiro de 2013   -   I Domingo de Quaresma


10 de fevereiro de 2013   -   V Domingo do Tempo Comum


03 de fevereiro de 2013   -   IV Domingo do Tempo Comum


27 de janeiro de 2013   -   III Domingo do Tempo Comum


20 de janeiro de 2013   -   II Domingo do Tempo Comum


13 de janeiro de 2013   -   Festa do Batismo do Senhor


30 de dezembro de 2012   -   Festa da Sagrada Família


23 de dezembro de 2012   -   IV Domingo do Advento


16 de dezembro de 2012   -   III Domingo do Advento


09 de dezembro de 2012   -   II Domingo do Advento


02 de dezembro de 2012   -   I Domingo do Advento


25 de novembro de 2012   -   Festa de Cristo Rei


18 de novembro de 2012   -   XXXIII Domingo de Tempo Comum


11 de novembro de 2012   -   XXXII Domingo de Tempo Comum


04 de novembro de 2012   -   Festa de todos os Santos


28 de outubro de 2012   -   XXX Domingo de Tempo Comum


21 de outubro de 2012   -   XXIX Domingo de Tempo Comum


14 de outubro de 2012   -   XXVIII Domingo de Tempo Comum


07 de outubro de 2012   -   XXVII Domingo de Tempo Comum


30 de setembro de 2012   -   XXVI Domingo de Tempo Comum


23 de setembro de 2012   -   XXV Domingo de Tempo Comum


16 de setembro de 2012   -   XXIV Domingo de Tempo Comum


09 de setembro de 2012   -   XXIII Domingo de Tempo Comum


02 de setembro de 2012   -   XXII Domingo do Tempo Comum


26 de agosto de 2012   -   XXI Domingo do Tempo Comum


19 de agosto de 2012   -   Assunção de Maria ao Céu


12 de agosto de 2012   -   XIX Domingo do Tempo Comum


05 de agosto de 2012   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


29 de julho de 2012   -   XVII Domingo do Tempo Comum


22 de julho de 2012   -   XVI Domingo do Tempo Comum


15 de julho de 2012   -   XV Domingo do Tempo Comum


08 de julho de 2012   -   XIV Domingo do Tempo Comum


01 de julho de 2012   -   São Pedro e São Paulo


24 de junho de 2012   -   Nascimento de João Batista


17 de junho de 2012   -   XI Domingo do Tempo Comum


10 de junho de 2012   -   X Domingo do Tempo Comum


07 de junho de 2012   -   Corpus Christi‏


03 de junho de 2012   -   Festa da Santíssima Trindade


27 de maio de 2012   -   Domingo de Pentecostes


20 de maio de 2012   -   Ascensão de Nosso Senhor


13 de maio de 2012   -   VI Domingo de Páscoa


06 de maio de 2012   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2012   -   IV Domingo de Páscoa


22 de abril de 2012   -   III Domingo de Páscoa


15 de abril de 2012   -   II Domingo de Páscoa


08 de abril de 2012   -   Domingo de Páscoa


01 de abril de 2012   -   Domingo de Ramos


25 de março de 2011   -   V Domingo da Quaresma


18 de março de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


11 de março de 2012   -   III Domingo da Quaresma


04 de março de 2012   -   II Domingo da Quaresma


26 de fevereiro de 2012   -   I Domingo de Quaresma


19 de fevereiro de 2012   -   VII Domingo do Tempo Comum


12 de fevereiro de 2012   -   VI Domingo do Tempo Comum


05 de fevereiro de 2012   -   V Domingo do Tempo Comum


29 de janeiro de 2012   -   IV Domingo do Tempo Comum


22 de janeiro de 2012   -   III Domingo do Tempo Comum


15 de janeiro de 2011   -   II Domingo do Tempo Comum


25 de dezembro de 2011   -   Natal do Senhor


18 de dezembro de 2011   -   IV Domingo do Advento


11 de dezembro de 2011   -   III Domingo do Advento


04 de dezembro de 2011   -   II Domingo de Advento


27 de novembro de 2011   -   I Domingo do Advento


20 de novembro de 2011   -   Festa de Cristo Rei


13 de novembro de 2011   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


30 de outubro de 2011   -   XXXI Domingo do Tempo Comum


23 de outubro de 2011   -   XXX Domingo do Tempo Comum


16 de outubro de 2011   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


09 de outubro de 2011   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


02 de outubro de 2011   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


25 de setembro de 2011   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2011   -   XXV Domingo do Tempo Comum


11 de setembro de 2011   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


04 de setembro de 2011   -   XXIII Domingo do Tempo Comum


28 de agosto de 2011   -   XXII Domingo do Tempo Comum


21 de agosto de 2011   -   Assunção de Nossa Senhora


14 de agosto de 2011   -   20° Domingo do Tempo Comum


07 de agosto de 2011   -   XIX Domingo de Tempo Comum


31 de julho de 2011   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


24 de julho de 2011   -   XVII Domingo do Tempo Comum


17 de julho de 2011   -   XVI Domingo do Tempo Comum


10 de julho de 2011   -   XV Domingo do Tempo Comum


03 de julho de 2011   -   São Pedro e São Paulo


26 de junho de 2011   -   XIII Domingo do Tempo Comum


19 de junho de 2011   -   FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE


12 de junho de 2011   -   Domingo de Pentecostes


05 de junho de 2011   -   Ascensão do Senhor


29 de maio de 2011   -   VI Domingo de Páscoa


22 de maio de 2011   -   V Domingo de Páscoa


15 de maio de 2011   -   IV Domingo de Páscoa


08 de maio de 2001   -   III Domingo de Páscoa


01 de maio de 2011   -   II Domingo de Páscoa


24 de abril de 2011   -   PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO


17 de abril de 2011   -   Domingo de Ramos


10 de abril de 2011   -   V Domingo de Quaresma


03 de abril de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


27 de março de 2011   -   III Domingo da Quaresma


20 de março de 2011   -   II Domingo da Quaresma


13 de março de 2011   -   I DOMINGO DE QUARESMA


06 de março de 2011   -   IX Domingo tempo comum


27 de fevereiro de 2011   -   VIII Domingo do Tempo Comum


20 de fevereiro de 2011   -   VII Domingo do Tempo Comum


13 de fevereiro de 2011   -   VI Domingo do Tempo Comum


06 de fevereiro de 2011   -   V DOMINGO DO TEMPO COMUM


30 de janeiro de 2011   -   IV DOMINGO DO TEMPO COMUM


23 de janeiro de 2011   -   III DOMINGO DO TEMPO COMUM


16 de janeiro de 2011   -   II DOMINGO DO TEMPO COMUM


09 de janeiro de 2011   -   BATISMO DO SENHOR


02 de janeiro de 2011   -   EPIFANIA DE NOSSO SENHOR


25 de dezembro de 2010   -   Natal do Senhor


19 de dezembro de 2010   -   IV DOMINGO DE ADVENTO


12 de dezembro de 2010   -   III DOMINGO DE ADVENTO


05 de dezembro de 2010   -   II DOMINGO DE ADVENTO


28 de novembro de 2010   -   I DOMINGO DE ADVENTO


21 de novembro de 2010   -   FESTA DE CRISTO REI


07 de novembro de 2010   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


31 de outubro de 2010   -   XXXI Domingo do Tempo Comum





Pesquisar no Site


  • Newsletter

  • Paróquia São Pedro e São Paulo - Diocese de Ponta Grossa - Telêmaco Borba - Paraná
    Sociedade Beneficiente São Pedro - Fone: (42)3272 8557 / (42) 3272 8930 - pascom@pspsp.com.br
    Está obra de evangelização não possui fins lucrativos e é custeada através do dinheiro do dízimo
    Desenvolvido por Rinaldo M. Heil