Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXIV Domingo de Tempo Comum


16 de setembro de 2012



   

«Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?” Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”. Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Cristo”. Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a respeito. Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei; devia ser morto, e ressuscitar depois de três dias. Ele dizia isso abertamente. Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo. Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo: “Fique atrás de mim, Satanás! Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”. Então chamou a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, vai salvá-la”.»  (Mc. 8, 27-35)

 


 

 

Em outras ocasiões tivemos a possibilidade de refletir sobre o valor desse texto  que trata de um momento especial, vivido lá em Cesareia entre Jesus e os seus Apóstolos. Já sabemos quanto o fato foi marcante na vida do pequeno grupo, a ponto de ocupar o centro exato da narração do Evangelho de Marcos (aqui estamos no cap. 8 de um escrito composto por 16 capítulos). Mesmo assim, creio que valha a pena ocupar alguns minutos e reentrar no contexto, de tal modo que aflorem em nós aqueles sentimentos que nos ajudarão a entender Jesus e os Doze e, com eles, compreender melhor também o nosso caminho da fé.

 

Até o dia narrado no episódio de hoje, os discípulos haviam feito uma experiência de Jesus marcada fundamentalmente por popularidade, resultados, gestos maravilhosos dos quais os Doze tinham sido testemunhas oculares junto com uma miríade de pessoas. É verdade que eles haviam também constatado a rejeição de Jesus e do grupo por parte de um certo número de “bem-pensantes” judeus e representantes das autoridades religiosas; mas isto era de algum modo esperado e até tolerado. Digamos que podia muito bem ser absorvido como um previsível “acidente de percurso”. Afinal, não era possível iludir-se que, de repente, todos aceitassem Jesus e aqueles que Ele havia chamado. Digamos que esporádicos insucessos não constituíam um grande problema. Limitados insucessos são previsíveis, estão no “orçamento” e isto não atinge mais do que tanto o projeto o qual continua carregado de toda a sua característica otimista e confiante. É assim que os Doze se percebiam; o ímpeto da resposta de Pedro à pergunta de Jesus com certeza manifesta este sentimento positivo: «Tu és o Cristo!», exclamou. Não creio que estejamos forçando o texto se entrevirmos por detrás desta expressão uma outra resposta implícita que tomava conta da mente dos Doze: “ora, você é o Cristo, o que quer que signifiquem as opiniões das pessoas, o que quer que signifiquem algumas recusas?”.

 

Era obvio que Jesus não podia aceitar esse modo de pensar dos discípulos. Por outro lado isso não impedia Jesus de conduzir os seus para uma visão menos “humana” das coisas. Estamos assistindo aqui a uma delicada ação educativa feita com sutileza e firmeza ao mesmo tempo. É um modo de agir de Jesus que nos ensina muito, principalmente nas nossas reações quando nos damos conta que alguma coisa está errada, que um nosso irmão entende parcialmente ou, até, não entende... Nós, pela maioria dos casos, “pretendemos”, enquanto Jesus pacientemente e firmemente “conduz”!

 

Assim, à resposta carregada de triunfalismo de Pedro, Jesus contrapõe a figura de dois personagens da Escritura: o “Filho do Homem” e o “Servo de Jahvé”. Eram exatamente o oposto daquilo que os “messiânicos” esperavam do Enviado de Deus. Essas duas figuras indicavam, cada uma por si, umas características próprias do Enviado de Deus que há séculos Israel esperava.

 

Deixando de lado, quase minimizando a imagem do Messias com toda a sua Ênfase, Jesus aplicou a si mesmo a figura do “Filho do homem”: «Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do Homem devia sofrer muito».

 

Afinal, quem era essa “filho do homem”?

 

É a principal imagem que Jesus aplica a si mesmo para explicar quem Ele era. Tal figura se encontra no livro de Daniel e é descrito pelo Profeta nestes termos: «Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha das nuvens alguém como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião. Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído» (7,13).

 

A Intenção de Jesus era clara: Ele não se interpretava como Messias–líder que veio para conquistar a liberdade de Israel através dos meios que qualquer líder usaria (nesse “Israel” podemos ver todo e cada homem). Além disso, a escolha da figura do Filho do homem diz respeito à origem de Jesus e da maneira de realizar o projeto de Deus. Na citação do livro de Daniel acabamos de ler que as origens desse personagem estão «nas nuvens do céu». Ou seja, o Filho do homem é percebido por todos do mesmo modo que qualquer outra pessoa humana, todavia ele carrega um mistério que supera aquilo que os olhos podem ver. Sua origem está no céu. De algum modo representa também a realidade que vive cada um de nós que é batizado: por um lado é profundamente humano, como todos, passível de erros, fragilidade, inseguranças, medos... por outro lado carrega em si um mistério “divino” pois é de fato -e não metaforicamente- “filho de Deus”, ou,como diz São Pedro, é «participe da natureza divina» 2Pd.1,4.

 

Por outro lado ainda, dizer que as raízes do Filho do homem “estão no céu” , indica também o modo com o qual Jesus irá realizar a sua missão; ou seja, com princípios que têm raízes no céu e não na mentalidade apenas humana. Ele agirá segundo uma lógica que o homem não usaria. Agirá com uma lógica que “vem do céu”. Aqui estamos diante de mais um importante ensinamento para a nossa vida: as coisas de Deus não se alcançam por caminhos apenas humanos, não possuem a mesma dinâmica e lógica. As coisas de Deus se alcançam nunca antepondo-se a Ele, mas seguindo Ele, seguindo aquilo que, pouco a pouco, o Espírito sugere ao coração que está em sintonia com Ele. A lógica com a qual Deus ainda leva a cumprimento o Seu projeto passa por caminhos que nós mesmos às vezes recusamos (como fez Pedro quando ouviu falar do insucesso). O projeto de Deus se realiza quando nós também escolhemos aderir a uma lógica que não entendemos, como fez Maria a qual primeiro aderiu e depois pediu “como...?”. Essa é fé, o seu contrário, é quando por primeiro queremos ter as certezas para depois aderir; é o caminho do inimigo de Deus, por isso Jesus fez entender a Pedro que a lógica dele era a mesma de Satanás: «“Fique atrás de mim, Satanás! Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”». Sim, a característica do inimigo do amor é antecipar, querer controlar, ir adiante da lógica de Jesus, substituindo-se a Ele. A lógica do discípulo é “seguir Ele”, porque apenas “seguindo” geramos em nós o amor e a confiança!

 

Na linguagem bíblica “céu” indica tudo o que não está ao alcance do homem, que possa ser por ele controlado. Deus “está no céu”, o seu agir, o seu modo de conduzir as coisas “está no céu”; então, pretender que Deus aja conforme os nossos critérios é, de certo modo, um ato presunçoso com o qual se pretende reduzir Deus a nós e endeusar a nós mesmos. É querer «sentar no lugar de Deus» (o que é próprio do anticristo, como dirá S. Paulo aos cristãos de Tessalônica 2,4). Não podemos jamais perder de vista as palavras lapidárias de Isaías: «Os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor, porque, assim como o céu é distante da terra, os meus caminhos são distantes dos vossos caminhos» (Is 55,8). Se porventura acontecer que esqueçamos esse princípio fundamental,  facilmente poderá entrar na nossa vida o sentimento de aflição, a sensação de que Deus não nos entenda, de que tenha se esquecido de nós, de que tudo não passa de uma ilusão.... É o “anti-Cristo”, é o demônio que encontra a sua brecha, o ponto fraco por onde entrar: quando nos fechamos em nós mesmos.

Creio que não seja tão difícil assim, entender o peso que Jesus deu às palavras de dura repreensão dirigidas a Pedro. Antecipar Jesus, tomar o seu lugar, pretender de saber o que fazer num caminho que se desconhece -porque pertence a Deus-, isto é arrogância, é orgulho típico do Inimigo e dos inimigos de Jesus.

 

Como oposto de tal atitude, Jesus usa a imagem do Servo de Jahvé. É um caso único na história religiosa de Israel, pois em nenhum lugar da literatura judaica e do ensinamento dos Rabinos se encontra uma associação entre o “Messias” (que é imaginado como exaltado e triunfante) e o “Servo de Jahvé” o qual realizará a mesma missão por um caminho totalmente diferente.

 

Não temos aqui como deter-nos sobre esta figura riquíssima descrita num poema que consta de quatro secções dentro do Livro de Isaías. Gostaria apontar somente dois aspectos atribuídos ao Servo. Na leitura do poema encontramos imediatamente esta expressão: «O Senhor abriu-me os ouvidos..». É a segunda parte de uma frase plástica muito interessante a qual, em seu conjunto diz: «Toda manhã o Senhor desperta o meu ouvido a fim de que eu saiba escutar como discípulo» e continua: «O Senhor abriu-me os ouvidos..». O sentido se entende assim: “a cada manhã Deus levanta os cabelos (desperta o ouvido) que cobrem o ouvido e cochicha delicadamente o que deve ser feito de modo tal que eu viva sempre como discípulo”. É neste sentido, então que Jesus compreende a Sua maneira de participar ao projeto do Pai. Ele mesmo, o Senhor, se coloca em relação ao Pai com a atitude de quem está sempre disposto a ouvir, a cada manhã, disposto, aberto, sem projetos predeterminados, flexível e pronto a dar resposta à situação que o Pai Lhe enviará, como um servo faz.

 

É essa a proposta que faz a Pedro e a todos nós, que desejamos seguir seus passos. A proposta de deixar-se ensinar, momento após momento, numa humilde e atenta espera que é própria do servo o qual dá tempo ao Senhor de falar, orientar, ensinar. A cada manhã é Deus quem cochicha delicadamente ao ouvido de quem está disposto a escutar, ao nosso ouvido e, assim fazendo, gera nele uma sensibilidade sempre maior, sempre “aberta”, torna o discípulo bem disposto, humilde, que nunca se antecipa, que nunca toma o lugar que não lhe compete.

 

O ato de «despertar o ouvido» é tênue, delicado, não ostensivo; é próprio da mãe judia que acordava o seu filho; é tão sutil que pode ser percebido somente por um ouvido acostumado a escutar o timbre da voz com a qual Deus fala. Tudo isto não é algo que se improvisa; é feito tão delicadamente como se afina a corda de um pianoforte. É preciso aprender a ouvir a linguagem de Deus, olhando a história, as pessoas, ouvindo o silêncio da oração que contempla a presença do Altíssimo... Esta atitude é própria de um homem que, analogamente a como Jesus se define, um “filho de homem que possui suas raízes no céu”, suas raízes naquilo que está acima do humano. É este o estilo com a qual Jesus realiza a sua missão e este deve ser o estilo do discípulo autentico.

 

Por outro lado, infelizmente constatamos muitas vezes em nós mesmos uma atitude bem diferente: primeiro tomamos nossas decisões em base a tantos justos motivos, depois buscamos um fundamento para justificar aquilo que desejamos e, por fim, dizemos que Deus quer assim.

 

Será este um agir que reflete o agir de Jesus? Quão pouco, antes de tomarmos uma decisão, ficamos à escuta, privada e comunitariamente! É obvio que, principalmente em nosso mundo onde reina o mito do “homo faber” (construtor do seu mundo) este modelo evangélico é realmente muito incomodo… mas é o de Jesus.

 

O outro aspecto de relevo na associação que Jesus faz entre o “Filho do homem” e o “Servo de Jahvé” é quanto ao sofrimento: o Filho do homem, que receberá o reino definitivo, é o mesmo servo que trilhará um caminho do sofrimento.

 

Todo nosso planejamento, como dizíamos antes, procura absorver quanto mais possível os “acidentes de percurso”, preveni-los, evitar problemas e dificuldades; tornar tudo mais eficiente. Todavia, para Jesus, aquilo que nós consideramos um imprevisto, um contratempo negativo, se torna o próprio caminho que deve ser percorrido. E mais, não se trata de episódios, mas uma dimensão permanente ao longo da estrada que conduz à realização do projeto de Deus. Se, em todo nosso planejamento, procuramos excluir o quanto mais possível as dificuldades e incômodos, Jesus, ao contrário, faz destes as pedras que formam a estrada: sem as pedras não se têm a estrada. A rejeição e o sofrimento não são impedimentos ao caminho, são o caminho. É por aqui que o discípulo se encontra com o Senhor, outro caminho será simplesmente “outro”.

 

Para o Evangelista, este trecho é a memória viva das atitudes de Jesus oferecida como referência a uma comunidade que, ontem como hoje busca esquivar a todo custo a dor, o sofrimento o insucesso, como se os resultados parciais fossem a imagem dos resultados finais. Diante disto recorda que a Igreja não é uma organização social com um objetivo à curto prazo, e sequer conhece o caminho a ser percorrido. Ela sabe somente “como” o Senhor quer que caminhe. Sabe que caminhar é seguir, não antecipar, mesmo que isto exponha a comunidade dos fiéis à mercê das mais ordinárias críticas. À comunidade dos fiéis resta um grande desafio: seguir a Cristo em modo radical exige um intenso e constante crescimento interior, feito de humilde escuta e oração, junto com a decidida aceitação das consequências que implicam a atitude de seguir.

 

 

Deus te abençoe,

Pe. Carlo

 

centrobiblicord@yahoo.com.br


Postado em: 12/09/2012 as 09:16:17





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