Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXV Domingo de Tempo Comum


23 de setembro de 2012



   

«Jesus e seus discípulos atravessavam a Galileia. Ele não queria que ninguém soubesse disso, pois estava ensinando a seus discípulos. E dizia-lhes: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens, e eles o matarão. Mas, três dias após sua morte, ele ressuscitará”. Os discípulos, porém, não compreendiam estas palavras e tinham medo de perguntar. Eles chegaram a Cafarnaum. Estando em casa, Jesus perguntou-lhes: “O que discutíeis pelo caminho?”. Eles, porém, ficaram calados, pois pelo caminho tinham discutido quem era o maior. Jesus sentou-se, chamou os doze e lhes disse: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!”. Em seguida, pegou uma criança, colocou-a no meio deles e, abraçando-a, disse: “Quem acolher em meu nome uma destas crianças, é a mim que estará acolhendo. E quem me acolher, está acolhendo, não a mim, mas àquele que me enviou”. » (Mc. 9,30-37).

 


 

 

            Para que possamos tirar um melhor proveito da reflexão sobre o trecho que acabamos de ler, é preciso contextualizá-lo lembrando alguns fatos anteriores. Era, provavelmente, a “festa das cabanas”, uma das três festas principais entre os hebreus. Nesta ocasião os devotos deixavam suas casas e iam construir “barracas” nos campos para ali pousar, era um ato simbólico como qual os hebreus desejavam manter vivo o sentimento de seus pais quando estavam a caminho no deserto. Jesus também havia deixado a casa onde estava e, com Pedro, Tiago e João, foram para o monte onde houve a Transfiguração (entende-se assim a pergunta de Pedro: «queres que façamos três tendas? »). Enquanto isso, os outros discípulos tinham ficado na planície e ali estavam tentando fazer o que Jesus fazia; de algum modo estavam tentando por em prática os ensinamentos recebidos e, com esses, também o poder recebido. Mas as coisas não estavam dando certo. Os versículos anteriores ao nosso trecho (14-28) narram o insucesso dos discípulos, aos quais um homem havia conduzido seu filho doente e eles não haviam conseguido curá-lo. O Evangelista refere, junto com o insucesso dos discípulos, também a decepção de Jesus, porque a mentalidade e o modo de agir deles não correspondia ao modo de agir de Deus. Não é tão fácil saber administrar um poder recebido; como é mínimo o limite entre o poder usado como serviço desprendido e o poder usado como promoção de si mesmos mesmo que camuflado com “serviço”!

 

            Ora, o nosso trecho do Evangelho diz que Jesus «...atravessava a Galileia e não queria que ninguém soubesse disso, pois estava ensinando a seus discípulos»; é evidente a preocupação não indiferente de Jesus na educação dos seus discípulos. Sim, porque, para poder agir “como” Deus age e realizar as obras de Deus, é necessário como ponto de partida uma autêntica e profunda intimidade com Deus que passa pela dimensão humano - divina de Jesus. Sim pois apenas uma vida de intimidade com Deus permite entender a “Sua” lógica. É aqui, que se encaixa o nosso trecho do Evangelho.

 

            Ao deixar aquela região, Jesus se preocupou de educar os seus discípulos para que entendessem o que significa “seguir” os passos do Senhor; em caso contrário eles poderiam muito bem correr o risco de deturpar a imagem de Deus, que deveriam transmitir. De fato não é tão fácil nem obvio “anunciar Deus” porque nem sempre fica claro quando transmitimos Ele e quando transmitimos a imagem que “nós” temos Dele...  É uma sutil tentação à qual todos estamos sujeitos… Era de tamanha relevância o que Jesus estava querendo dizer aos discípulos, que Ele dispensou toda e qualquer outra preocupação, atividade, discurso. Precisamos, então, colocarmo-nos no coração de Jesus, entender o Seu desejo e, contemporaneamente, saber ouvir com ouvido de discípulos, pois se trata de algo muito importante, mais importante do que pregar, fazer curas ou expulsar demônios. Do que se trata?

 

            O que estava em jogo era a missão dos discípulos e a missão da inteira Igreja.

 

A primeira compreensão que os discípulos tiveram da missão que haviam recebido, foi aquela de pregar e fazer curas, o que de fato estava implícito. Por outro lado concentrar tudo nisso podia conduzir a esquecer o fato principal pelo qual acontece a salvação, que é o anuncio de um novo estilo de vida. É visibilizar o conteúdo do Reino, dizer com a própria vida que o Reino não é uma fantasia mas sim um a realidade possível em pessoas que se amam e se deixam amar. O poder de realizar curas e agir em nome de Jesus, poderia perfeitamente desviar a força fascinante do anúncio. Podia apontar mais para o “poder” do que para o “amor”. Fazer, conseguir, poder realizar... não salva; o que salva é o amor de gratuidade, como dirá São Paulo inúmeras vezes. É o amor e a “possibilidade do amor” que fascina, encanta, atrai e, nessa atração, se realiza a salvação: «Quando eu for elevado da terra atrairei todos a Mim» (Jo. 12,32); “elevado” no amor e por amor!

 

            Nas palavras de Jesus aparece imediatamente a Sua convicção diante da tentação dos discípulos, que perguntaram sobre o insucesso da sua missão. O Senhos lhes deu uma indicação que deve servir para sempre, e fez isso usando a figura do “Filho do homem” (um personagem esperado na escatologia judaica descrito no livro de Daniel, cap. 7) com estas palavras: «O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens». O que Jesus queria dizer com isso?  

 

            Ele queria que fosse claro, antes de tudo, que a evangelização, a missão, o Reino, não se fundam sobre atitudes e projetos humanos mas são o resultado da entrega de Jesus que atrai a Si pela força do amor. A “salvação”, o sentido da vida, se alcança quando nos deixamos alcançar pelo amor de Jesus. O encontro com Ele, a fusão da nossa vida com a Dele, faz de nós aquele “homem novo” que é profundamente mergulhado no mundo de todos os homens, mas que traz consigo um profundo senso de Infinito.

 

            Logo em seguida Jesus indicou a “atitude” com a qual se trabalha na “vinha” do Senhor: «Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!”». Porque isso? Quando Jesus fala de “servo”, “serviço” e semelhantes, entende aquilo que a cultura contemporânea nos faz pensar, ou seja que precisamos “fazer” tantas coisas para os outros, embora voltada para o bem, essa é uma mentalidade ainda pragmatista a qual continua colocando o “nosso” agir, a “nossa” decisão, a “nossa” escolha, como centro e o outro como objeto do “nosso” ato de bondade...  Nada disso!

 

            O que significa ser “servo” é muito evidente na Escritura, principalmente na leitura de Isaías. Servo é acima de tudo aquele que “escuta”, que se deixa conduzir, que humildemente espera o primeiro movimento do seu Senhor. A tudo isso ele responde com  a atitude de estar sempre pronto. Ora, um servo faz isso por causa da sua condição natural, mas como é diferente quando se “escolhe” a posição de servo quando teríamos tudo para ter a posição de “senhores”! Fazer isso significa escolher a posição que Jesus escolheu, o «último lugar». Poderíamos nos perguntar, por que o último lugar?

 

            Obviamente não é uma questão de aniquilamento de si mesmos, como se isso nos fizesse crescer no espírito! A motivação é simples: apenas quando nos colocamos no último lugar permitimos às pessoas que estão conosco de sentirem-se livres, de sentirem-se aquilo que são, de não se sentir julgadas, avaliadas... Sentar no último lugar significa dar a todos a possibilidade de não estar “no último lugar”. Isso permite ao mais frágil, o mais simples, o mais fraco, de sentir-se “alguém”. E isso apenas pode ser feito por amor. Ora, é justamente este amor que gera relações novas de liberdade, autênticas, mais humanas. Não é por acaso que Paulo escrevia com muita sabedoria, própria de quem sabe lidar com a vida comunitária: «Considerai os outros superiores a vós próprios, não tendo cada um em mira os próprios interesses, mas todos e cada um exatamente os interesses dos outros. Tende entre vós os mesmos sentimentos, que estão em Cristo Jesus!» (Fil. 2,3).

 

Ter uma atitude análoga à atitude do “Filho do homem”, escolher de fazer o que Jesus fez, é uma das mais eficazes fontes de evangelização e missão; sim, porque induz as pessoas a questionar-se sobre os próprios critérios de vida e, ao mesmo tempo, remete ao Sagrado ou, pelo menos, à possibilidade que existam outros caminhos para realizar os sonhos humanos.

 

            A vida de fé, é uma resposta visível ao ateísmo prático. Ninguém consegue se explicar porque alguém escolha de não ser o primeiro, escolha de não “aparecer”, escolha de não demonstrar que “tem razão”, e assim por diante. Ora, alguém que pensa com critérios divinos e não humanos, conduz as pessoas a Deus. Escolher de ser o “último” gera dinâmicas novas de liberdade entre as pessoas; A comunidade de Jesus pode e deve refletir a possibilidade de instaurar relações novas, capazes de gerar relações mais humanas e, com estas, a fé.

 

 

            Jesus nos dá ainda outro ensinamento. Usa uma expressão profunda e misteriosa para todos nós, fala de si mesmo como de alguém que se «entrega». Jesus se deixa entregar, se entrega. A entrega é um intenso ato de amor e confiança em alguém. É um ato que somente pode se dar para com uma pessoa profundamente amada e da qual não se tem receio de ser julgado, medido, comparado. Assim, para Jesus a “entrega” é uma real alternativa ao “poder”, se quisermos construir algo que esteja embasado em Deus e nos critérios que Ele usa. A entrega é abertura amorosa e confiante de quem renuncia a deter o domínio sobre si mesmo e sobre as pessoas, sobre o futuro e sobre os sentimentos, sobre o bem e sobre o mal… A entrega é a contraposição ao ato soberbo do homem que se auto constrói, é a alternativa ao pecado radical do homem que decide de bastar a si mesmo, de não precisar nem de outro nem de Deus.

 

Quão grande é a tendência em controlar tudo! É o medo que não permite que haja entrega, o medo de não sermos aceitos, de não sermos amados por aquilo que somos… Como é difícil se entregar! E, no entanto, é o caminho que Jesus escolheu!

 

            A entrega de Jesus passa pelo sentimento de perca, assim também acontece conosco e, com certeza não é um sentimento fácil e imediato. Por outro lado, a entrega é possível sim, é possível porque existe a esperança certa da fidelidade do amor do outro e, ainda mais, do amor que Deus tem para conosco. Basta acreditar e escolher. Mas a entrega não se improvisa, se constrói, aos poucos, como todos os atos de autêntico e verdadeiro amor. Este amor é o que nos abre o caminho para conhecer os sentimentos de Jesus e, com Ele, penetrarmos no íntimo de Deus.

 

Quando não nos entregamos vivemos as relações da vida pela metade; damos só uma parte de nós mesmos, a parte que nós escolhemos, a parte que achamos melhor que o outro veja; damos a imagem que queremos transmitir para sermos aceitos. A entrega é renuncia a demonstrar, a criar uma imagem, porque na entrega não se têm mais nada a esconder. É deste modo, escolhendo o caminho de Jesus, que sabemos de sermos amados por completo. E quando isto acontecer em nós, poderemos também descobrir o amor incondicional com o qual também Deus nos ama de modo a transmitir um autêntico rosto de Deus a quem pergunta: “quem é Deus?”. Mas se não formos capazes de fazer isto com as pessoas, como poderemos entender o amor com o qual Deus nos ama? E se quisermos mostrar também a Ele a imagem que nós queremos de nós mesmos, como sentiremos o abraço com o qual Ele nos acolhe por aquilo que somos?

 

Quem aprende a se entregar é realmente uma pessoa forte, que não precisa de violência para se afirmar nem impor-se sobre alguém; ele já possui dentro de si a certeza daquilo que ele é; não precisa criar imagens e desperdiçar forças para mantê-las.

 

Os discípulos tiveram medo de perguntar sobre o sentido do sofrimento que a entrega implica, a ideia de que os resultados se conseguem pela autoafirmação ainda era dominante. Afirmar-se é necessário para ser líder, para poder conduzir a comunidade, pensavam. Poderia ser Pedro? Tiago? João? Afinal, Jesus não havia trazido consigo os três para a Transfiguração? Os discípulos precisavam “saber” quem era mais chegado a Jesus, quem dentre eles seguiriam. Mas a resposta de Jesus não atendeu a nenhuma dessas expectativas.

 

Está perto de Jesus apenas quem se deixa abraçar por Ele, quem se deixa acolher por aquilo que é, quem não precisa “demonstrar”, porque sabe que, em nenhum caso, Deus se recusará a abraçar aquele que escolhe de ser como é uma “criança”. Jesus  identifica o discípulo verdadeiro com a condição de uma criança e com todos aqueles que escolherem viver a mesma condição, pois isto demonstrará quem é Deus, já que a grandeza de Deus não está em seu poder, mas em abraçar aquele que for capaz de se entregar.

 

Pe. Carlo Battistoni

 

centrobiblicord@yahoo.com.br


Postado em: 19/09/2012 as 09:53:12





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