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Clero Diocesano participa de Retiro Anual



Publicado em: 02/10/2013   09:37:02



Terminou no uiltimo dia 26 na Casa de Retiros São Francisco de Assis, em Campo Largo, o Retiro Anual do Clero, vivido desde segunda-feira. O padre Wellington Marcondes, pároco da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios de Tibagi, contou ao Vox Gaudium as primeiras impressões ao início do retiro: “Quando íamos chegando, nos acolheu uma casa simples, mas bonita. Céu nublado e uma fria e fina garoa. Presente de Deus.” O sacerdote ressaltou que o clima da manhã de segunda foi tão acolhedor que já propiciava a oração e o recolhimento.

 

Clero da diocese de Ponta Grossa participa de Retiro Anual

 

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Durante estes dias, o sacerdote conversou com os outros padres e registrou para o Vox Gaudium algumas impressões sobre este momento importante da vida do clero diocesano.

 

O pregador do retiro foi o Pe. Ramón de la Cigoña, coordenador do Centro Cultural de Brasília. O sacerdote da Companhia de Jesus foi colega de Dom Sergio durante a temporada de estudos em Roma. Segundo ele, a alegria foi enorme ao reencontrar o colega após 30 anos. Ele falou de sua impressão sobre o clero diocesano: “O Clero de Ponta Grossa é um clero jovem, em idade e pelo meu ver, de espírito também. Animado, criativo, diversificado e aberto aos dons e ação do Espírito Santo.”

 

Padre Ramón contou que ao preparar o retiro, também deu espaço ao que o Espírito Santo lhe suscitou para que falasse. “Senti de acentuar a questão do discernimento do verdadeiro Caminho de Jesus (a bandeira de Jesus) e que é preciso ir  para “águas mais profundas”. Além disso, o encanto que o Papa Francisco tem causado nas pessoas e inclusive no pe. Ramón ficou evidente em diversos momentos do retiro. Neste caminho, o padre Ramón acredita que o essencial na vivência do ministério presbiteral é “A humanidade, a proximidade. Ele toca nas pessoas e ao toca-las com a mão os toca o coração. A Igreja, o padre tem que ser assim!”

 

Outro ponto abordado com insistência foi a questão da misericórdia. Dom Sergio desde o início de seu trabalho na Diocese de Ponta Grossa pede aos padres e leigos que busquem e construam uma Igreja “misericordiosa e missionária”. Através de um convite insistente para rezar à misericórdia, o sacerdote transcreveu o que significa na prática a misericórdia no Ministério Sacerdotal: “Isso significa viver da misericórdia. Eu sinto, recebo a misericórdia de Deus, de Nosso Senhor e depois faço espalhar, distribuo misericórdia. Incluo as pessoas e não as excluo.”

 

Em busca de uma definição sobre o presbítero nos dias de hoje, Pe. Ramón disse que o padre é o pastor acolhedor. “É o homem do acolhimento sem distinções de pessoas. O povo deve olhar o padre com afeto, não só com palavras de afeto mas com gestos fraternos. Isso é importante!”

 

*colaboração do padre Wellington Marcondes




Fonte: www.voxgaudium.com.br




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