Santo do Dia

04 de junho

São Crispim



São

19 DE MAIO - São Crispim de Viterbo Religioso (1668-1750)

SÃO CRISPIM nasceu em Viterbo de família humilde, a 13 de novembro de 1668. Recebeu no batismo o nome de Pedro Fioretti. Eram seus pais Ubaldo e Márcia que lhe deram profunda e cuidadosa educação cristã. Fre- qüentou os primeiros anos da escola. Apesar da sua frágil consti- tuição física, logo co meçou a impor-se penitências voluntárias. O seu primeiro trabalho foi o de aprendiz de sapateiro. Desejoso de levar vida austera e de se consagrar a Deus, a 22 de julho de 1963, foi admitido ao noviciado dos Capuchinhos em Palanzana, junto à sua terra natal. Feita a profissão religiosa, logo a seguir, foi destinado ao Convento de Tolfa, como ajudante de cozinha. A sua personalidade de asceta, o seu estilo de cantor do bom Deus e de Nossa Senhora, bem depressa mostraram o que iria ser. Amante da pobreza, dotado de espírito generoso e sensível às manifestações da alegria, cheio de caridade e de atenções fra- ternas para com os pecadores, os pobres, os encarcerados e as crianças abandonadas, sabia tornar-se útil e agradável nos mais variados ofícios. Era também encarregado da horta, enfe- rmeiro, cozinheiro e ainda ia pedir esmola de porta em porta. Jovial por temperamento e por coerência com o ideal franciscano, sabia fazer amar a virtude e consolar os que so- friam. Com simplicidade edificante, entoava canções, compunha e recitava poesias. A sua confiança sem limites na Divina Providência e a sua união com Deus foram muitas vezes premiadas com milagres e carismas. Era procurado por prelados, nobres e sábios que lhe pediam conselhos, porém, nunca mudou sua atitude simples e modesta. Durante 40 anos pediu esmola, de porta em porta, em Orvieto e arredores, procurando os meios necessários de subsistência para sua comunidade e para os necessitados da “grande família de Orvieto”. Neste trabalho praticou obras notáveis no campo da assistência e no campo religioso, sobretudo com os doentes, os encarcerados, as mães solteiras, as famílias pobres, as pessoas desesperadas. Homem de paz, no meio dos seus irmãos, no seio das famílias, entre os cidadãos, entre o povo e a autoridade civil ou religiosa e, tudo isto, sempre com santa alegria. Devotíssimo do Santíssimo Sacramento e de Nossa Senhora foi cumulado de sabedoria celeste que o levava a ser consultado, por homens da cultura. Desgastado pelo trabalho e pelas penitências, passou os últimos anos da sua vida em Roma, no Convento da Imaculada Conceição, na rua Vittorio Vêneto. Quando tinha 82 anos de idade, a 19 de maio de 1750, teve lugar a sua santa morte, que atraiu multidão de devotos desejosos de o verem e de conservarem para si qualquer pequena relíquia. Antes de morrer, ele mesmo predissera que morreria só nesse dia para não estragar a festa de São Félix. Os milagres se multiplicaram e Pio VII beatificou-o, a 7 de setembro de 1806. O papa João Paulo II canonizou-o, em São Pedro, a 20 de junho de 1982, durante o Capítulo Geral da Ordem, que, então, se celebrava em Roma. Pobreza, oração, caridade: eis um exemplo atual para todos os Capuchinhos do nosso tempo.

ORAÇÃO 

Senhor, que adornastes São Crispim com o dom da alegria no caminho do Vosso seguimento que o conduziu a mais elevada perfeição evangélica, concedei-nos que, por sua intercessão e a seu exemplo, pratiquemos constantemente a verdadeira virtude, à qual está prometida a paz da bem- aventurança celeste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.





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